O documento discute as ideias de Manuel António Pina sobre literatura e pedagogia literária. Pina defende que muitos "livros infantis" na verdade não são literatura e propõe uma literatura que coloque o sentido em questão e estimule a criatividade e mudança. Ele também argumenta que a literatura não existe "para" ensinar, mas que pode ensinar tolerância e paixão pela linguagem. Crianças que leem literatura "infantil" na verdade a escrevem ao ler, atribuindo seu próprio sentido.