Agrupamento de Escolas João de Deus - Estoril
Auto-avaliação da Biblioteca EscolarSua função e importância:Reconhecer a contribuição essencial da BE para o sucesso educativo, o ensino e aprendizagem dos alunos;
Conhecer o impacto que as actividades realizadas pela e com a Biblioteca Escolar vão tendo no processo de ensino e na aprendizagem, bem como o grau de eficiência dos serviços prestados e de satisfação dos utilizadores da BE;
 Determinar até que ponto a missão e os objectivos estabelecidos para a BE estão, ou não, a ser alcançados;
Identificar práticas que têm sucesso e que deverão    continuar;
Identificar pontos fracos que importa melhorar;
Incorporar a auto-avaliação da BE no processo de avaliação da própria escola, articulando-a com os objectivos do projecto educativo de escola.Processo de auto-avaliação da BERecolha de evidências:sistemática, ao longo do ano lectivo, e que incida sobre os vários níveis de escolaridade existentes na escola;
fontes variadas:         • documentos já existentes e que regulam a actividade da escola (PEE, PCT, etc.) ou da BE (Plano de  Actividades, regulamento, etc.);        • registos diversos (actas de reuniões, relatos de actividades, etc.);        • materiais produzidos pela BE ou em colaboração (planos de trabalho, planificações para sessões na BE,  documentos de apoio ao trabalho na BE, material de promoção, etc.);        • estatísticas produzidas pelo sistema da BE (requisições, etc.);         • trabalhos realizados pelos alunos (no âmbito de actividades da BE, em trabalho colaborativo, etc.);         • instrumentos especificamente construídos para recolher informação no âmbito da avaliação da BE (registos de observação, questionários, entrevistas, etc.).
Planeamento:Seleccionar o domínio a ser avaliado (A, B, C ou D) no processo de auto-avaliação. A escolha deste pode ser feita pegando num ponto forte ou num aspecto mais fraco;
No final dos quatro anos todos os domínios terão de estar avaliados, estando nesse momento a BE e a Escola na posse de dados que cobrem todas as áreas de intervenção. Identificar o perfil de desempenho:      Os resultados da análise efectuada serão depois confrontados com os perfis de desempenho apresentados para cada um dos domínios, no sentido de verificar em que nível se situará a biblioteca escolar.       Dever-se-á ter aqui em conta que a observação  registada se situa num determinado nível de desempenho se cumprir, pelo menos, 4 em 5, 5 em 6, 6 em 7, de acordo com o número de descritores apresentados para caracterizar cada um dos níveis.
Registar a auto-avaliação no relatório final: - o resultado da auto-avaliação no domínio seleccionado é registado nos quadros que se encontram no modelo de relatório final. - o quadro-síntesede avaliação inclui uma coluna onde devem ser igualmente assinaladas as acções consideradas necessárias para a melhoria. - é essencial que, face aos resultados da avaliação, sejam equacionadas as estratégias emedidas a tomar com vista ao melhoramento do desempenho da BE. - é um dos objectivos fundamentais da auto-avaliação.
Plano de desenvolvimento:Três questões: Como é que sabemos?Como estamos a agir?O que vamos fazer agora?
Tipos de informação:Informação contextual: é informação geralque fornece detalhes de fundo para contextualizar os dados recolhidos. Pode incluir o tipo de escola, a zona que serve, número de refeições gratuitas, etc. Provavelmente esta informação já está disponibilizada na escola. Informação quantitativa: as medições quantitativas são contagens simples e directas. Podem incluir dados sobre a acomodação e o pessoal, orçamento, níveis de ‘stock’, número de requisições, serviços oferecidos e até o número de pedidos de informação ou aulas de literacia da informação. São, geralmente, dados de recolha fácil, mas podem ser enganadores, porque dão igual importância a cada grupo de dados ou processos. Estes dados são também conhecidos como indicadores ‘duros’. Informação qualitativa: as medições qualitativas abordam o valor dos itens referidos acima. Por exemplo, não é suficiente contar o número de recursos (indicador ‘duro’), é também necessário ter em conta a sua relevância, adequação, idade e condição – a sua qualidade – e o seu enquadramento e acessibilidade. Os indicadores qualitativos abordam também o valor acrescentado: qual o impacto da BE/CRE sobre a qualidade da aprendizagem e resultados dos alunos. 
Informação qualitativa: as medições qualitativas abordam o valor dos itens referidos acima. Por exemplo, não é suficiente contar o número de recursos (indicador ‘duro’), é também necessário ter em conta a sua relevância, adequação, idade e condição – a sua qualidade – e o seu enquadramento e acessibilidade. Os indicadores qualitativos abordam também o valor acrescentado: qual o impacto da BE/CRE sobre a qualidade da aprendizagem e resultados dos alunos.

P P Sessao 4 Isabel Trabucho

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    Agrupamento de EscolasJoão de Deus - Estoril
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    Auto-avaliação da BibliotecaEscolarSua função e importância:Reconhecer a contribuição essencial da BE para o sucesso educativo, o ensino e aprendizagem dos alunos;
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    Conhecer o impactoque as actividades realizadas pela e com a Biblioteca Escolar vão tendo no processo de ensino e na aprendizagem, bem como o grau de eficiência dos serviços prestados e de satisfação dos utilizadores da BE;
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    Determinar atéque ponto a missão e os objectivos estabelecidos para a BE estão, ou não, a ser alcançados;
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    Identificar práticas quetêm sucesso e que deverão continuar;
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    Identificar pontos fracosque importa melhorar;
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    Incorporar a auto-avaliaçãoda BE no processo de avaliação da própria escola, articulando-a com os objectivos do projecto educativo de escola.Processo de auto-avaliação da BERecolha de evidências:sistemática, ao longo do ano lectivo, e que incida sobre os vários níveis de escolaridade existentes na escola;
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    fontes variadas: • documentos já existentes e que regulam a actividade da escola (PEE, PCT, etc.) ou da BE (Plano de Actividades, regulamento, etc.); • registos diversos (actas de reuniões, relatos de actividades, etc.); • materiais produzidos pela BE ou em colaboração (planos de trabalho, planificações para sessões na BE, documentos de apoio ao trabalho na BE, material de promoção, etc.); • estatísticas produzidas pelo sistema da BE (requisições, etc.); • trabalhos realizados pelos alunos (no âmbito de actividades da BE, em trabalho colaborativo, etc.); • instrumentos especificamente construídos para recolher informação no âmbito da avaliação da BE (registos de observação, questionários, entrevistas, etc.).
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    Planeamento:Seleccionar o domínioa ser avaliado (A, B, C ou D) no processo de auto-avaliação. A escolha deste pode ser feita pegando num ponto forte ou num aspecto mais fraco;
  • 10.
    No final dosquatro anos todos os domínios terão de estar avaliados, estando nesse momento a BE e a Escola na posse de dados que cobrem todas as áreas de intervenção. Identificar o perfil de desempenho: Os resultados da análise efectuada serão depois confrontados com os perfis de desempenho apresentados para cada um dos domínios, no sentido de verificar em que nível se situará a biblioteca escolar. Dever-se-á ter aqui em conta que a observação registada se situa num determinado nível de desempenho se cumprir, pelo menos, 4 em 5, 5 em 6, 6 em 7, de acordo com o número de descritores apresentados para caracterizar cada um dos níveis.
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    Registar a auto-avaliaçãono relatório final: - o resultado da auto-avaliação no domínio seleccionado é registado nos quadros que se encontram no modelo de relatório final. - o quadro-síntesede avaliação inclui uma coluna onde devem ser igualmente assinaladas as acções consideradas necessárias para a melhoria. - é essencial que, face aos resultados da avaliação, sejam equacionadas as estratégias emedidas a tomar com vista ao melhoramento do desempenho da BE. - é um dos objectivos fundamentais da auto-avaliação.
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    Plano de desenvolvimento:Trêsquestões: Como é que sabemos?Como estamos a agir?O que vamos fazer agora?
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    Tipos de informação:Informaçãocontextual: é informação geralque fornece detalhes de fundo para contextualizar os dados recolhidos. Pode incluir o tipo de escola, a zona que serve, número de refeições gratuitas, etc. Provavelmente esta informação já está disponibilizada na escola. Informação quantitativa: as medições quantitativas são contagens simples e directas. Podem incluir dados sobre a acomodação e o pessoal, orçamento, níveis de ‘stock’, número de requisições, serviços oferecidos e até o número de pedidos de informação ou aulas de literacia da informação. São, geralmente, dados de recolha fácil, mas podem ser enganadores, porque dão igual importância a cada grupo de dados ou processos. Estes dados são também conhecidos como indicadores ‘duros’. Informação qualitativa: as medições qualitativas abordam o valor dos itens referidos acima. Por exemplo, não é suficiente contar o número de recursos (indicador ‘duro’), é também necessário ter em conta a sua relevância, adequação, idade e condição – a sua qualidade – e o seu enquadramento e acessibilidade. Os indicadores qualitativos abordam também o valor acrescentado: qual o impacto da BE/CRE sobre a qualidade da aprendizagem e resultados dos alunos. 
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    Informação qualitativa: asmedições qualitativas abordam o valor dos itens referidos acima. Por exemplo, não é suficiente contar o número de recursos (indicador ‘duro’), é também necessário ter em conta a sua relevância, adequação, idade e condição – a sua qualidade – e o seu enquadramento e acessibilidade. Os indicadores qualitativos abordam também o valor acrescentado: qual o impacto da BE/CRE sobre a qualidade da aprendizagem e resultados dos alunos.