O documento discute os argumentos contra a introdução de computadores nas escolas públicas brasileiras. A autora acredita que computadores são caros e propensos a problemas, e que as escolas devem priorizar itens como merenda, livros e salários de professores. Além disso, a autora argumenta que a escola deve se concentrar em ensinar habilidades básicas como ler, escrever e contas usando lápis e papel.