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DISCIPLINA: História e conceitos básicos do Hinduísmo, Budismo, e Islã.
MESTRANDO: Arlindo Nascimento Rocha
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO
O RIG-VEDA
O estudo do Veda é um dos campos mais árduos da filologia* indiana;
poucas são as pessoas que se dedicam a pesquisa do Rig-Veda.
Entre os estudiosos encontramos:
• Burnouf, Oldenberg, Roth, Max Müller, Bergaigne, Pischel, Geldner
(...) (3)
Dessa lista fazem parte ainda:
• Rosen, Wilson, Bemfey, Colebrooke, Grasmann, Regnier, Regnaud,
Kerbaker (...) (4)
20/08/2015 2
• As coincidências lexicais, correspondências literárias, e elementos
religiosos e sociais dos hinos do Rig-veda e nas estrofes do Avesta*
demostram que houve um longo período de vida em comum dos Indo-
europeus.
• Esses povos teriam povoada a Índia e o Iran que se diferenciaram
através de novas caraterísticas linguísticas, religiosas e sociais. (p. 5)
20/08/2015 3
LITERATURA VÉDICA
Literatura Védica é o conjunto de textos sagrados do pensamento religioso
indiano (ilustrações, liturgias, exegéticas, teológicas, e filosóficas) transmitidos
oralmente. (p. 9)
• TEXTOS:
I. AS SAMHITÂS (1500 a 1200 a.C) – coleções de hinos, de orações,
de canções mágicas, bênçãos e ritos.
II. BRÂMANAS (1000 a 800 a.C) – textos sobre ciência sacrifical;
III. AS ÂRANYAKAS - obras teológicas ritualistas que tem relações com
BRÂMANAS;
20/08/2015 4
I. As UPANISHADAS (800 a 500 a. C) – textos de doutrina secreta
sobre o Ser supremo, o eu e o mundo – primeiros documentos do
pensamento filosófico indiano. (p.10)
II. VEDÂNGAS (500 a 200 a.C) – “Membros do Veda” ou “ciência auxiliar
do Veda”. (p. 11)
Cada BRÂHMANA, ÂRANYAKA, e UPANISHADA, se prende a uma ou a outra
das SAMHITÂS védicas. Cada SAMHITÂS védica possui seus próprios
BRÂHMANAS ou ÂRANYAKA ou suas próprias UPANISHADAS.
20/08/2015 5
Existem outros tratados que são o élo de ligação entre a literatura védica e a
clássica.
• São eles:
• SÛTRAS – coleção de brevíssimos aforismos.
• A primeira é KALPA-SÛTRA – O Sûtra das cerimônias;
• A segunda é SMÂRTA-SÛTRA – regras concernentes à doutrina, vindas
por tradição, divididas em três seções:
I. GRHYA-SÛTRA – aforismos domésticos;
II. DHARMA-SÛTRA – aforismos de gênero social ou jurídico;
III. ÇULVA-SÛTRA – regra da corda. (p. 12)
20/08/2015 6
OS VEDAS
• Os vedas são quatro:
1. As SAMHITÂS – coleção de hinos, mantras, súplicas, fórmulas mágicas,
inovações de bênçãos, fórmulas sacrificiais, esconjuros (...)
I. O mais antigo é o RIG-VEDA – veda das estâncias laudativas;
II. O segundo é o YAJUR-VEDA – veda das fórmulas sacrificiais;
III. O terceiro é o SAMA-VEDA – veda das melodias. (p13);
IV. O quarto é o ATHARVA-VEDA – veda das fórmulas mágicas.(p. 14)
Triplaciência
20/08/2015 7
O RIG-VEDA
Segundo Max Müller, o Rig-Veda é o documento mais antigo da Índia, formado
por 1028 hinos.
• Contem mais ou menos 160.000 palavras, considerado como um arquivo do
pensamento humano, que permaneceu durante séculos na memória dos
homens.
• O termo RIG-VEDA, conhecido como “Livro dos versos” é composta de:
versos, estâncias, estrofes, hinos.
• É a coleção litúrgica de hinos de povos arianos dirigido às divindades.
20/08/2015 8
Max Müller foi o primeiro a estabelecer uma cronologia do período literário mais
antigo da Índia.
1. Século IX ou X e o século VII a.C
O periodo dos Brahmanes (Äraniakas e as Upanishadas)
2. Século IX ou XII e o século IX ou X
As Samhitäs ou coleção de hinos ( Rig-Veda, Yajur-Veda, Soma-Veda
e Atharva-Veda). (p. 17)
Essa teoria foi seguida por von Schoder, Oldenberg, Henry, Macdolnel e
Winternitz.
20/08/2015 9
À hipótese de Müller contrapõe a escola dominicana francesa, liderada pelo
vedista A. Bergaigne.
• Ele estabelece o Rig-Veda como um livro litúrgico com relação íntima com o
sacrifício.
• Seus seguidores foram Barth, Darmesteler, Levi. (p. 18).
Contra as duas teorias aparece Jacobi e Tilak, que consideram os anos 4.500-
2.500 como periodo do desenvolvimento e cultural do Rig-Veda histórico
20/08/2015 10
O RIG-VEDA
• O hino VII, 103 do Rig-Veda compara na quinta estrofe as rãs, que
sucessivamente grasnando, formam o eco uma da outra, aos alunos que
aprendem o Veda, repetindo nas palavras do mestre. (mnemônica)
• O mestre se dirige ao aluno que está a direita e recita a primeira e a
segunda palavra com a qual começa um verso.
• O aluno repete e o mestre prossegue a recitar-lhe separadamente o resto do
verso. (p. 21).
• Este sistema de ensino sempre deu bons resultados na Índia.
Aprendido por ensino oral
20/08/2015 11
• O Rig-Veda não faz referência à arte de escrever, mas ao ensino oral. Quem
escreve os Vedas vai ao inferno.
• Os monumentos religiosos e literários passaram de pais para filhos por
tradição oral, e, ainda os indianos guardam na memória suas relíquias.
• Durante mais ou menos um milênio a memoria dos Brahmanes serviu de
arquivo melhor do que os livros. (pp. 24, 25)
20/08/2015 12
COMPOSIÇÃO DO RIG-VEDA
Nada se sabe da época da composição do Rig-Veda.
• A única recenção fixada na escola dos Çâkalas, 600 anos a.C.
• O Rig-Veda é composta por 1028 hinos, recolhidos em 10 mandalas ou
“circulos cíclicos” com 40. 000 versos dos quais 5. 000 são repetidos. (p. 26)
• Outra distribuição externa apresenta o conjunto de hinos divididos em 8
astakas “oitavas” cada uma dividida em 8 vargas “porções” de cinco versos.
• Os livros mais antigos são chamados de “Livros de família”.
• O objetivo do hino é agradecer os favores da parte dos deuses.
• O sacerdote é chamado de hotar “sacrificador” ou “invocador”. (p. 27, 28)
20/08/2015 13
ÉPOCA EM QUE FOI ESCRITO O RIG-VEDA
• As origens do Rig-Veda são remotíssimas:
• A redação do Rig-Veda’, que conhecemos é aquela do “ramo” çâkhâ, da
escola dos çâkhâs.
• Foi tarefa árdua para os filólogos fixar a época exata do aparecimento do
Rig-Veda.
• Depois de muito trabalho chegou-se a conclusão de que o Rig-veda é
da época de 1.500 a.C.
• Oldenberg afirma que o periodo se situa entre 1.500 a 1.000 a.C. (p. 31)
20/08/2015 14
O RIG-VEDA E A ÍNDIA
O Rig-Veda é o livro mais antigo e venerado na Índia, embora para alguns, é o
que menos representa aquilo aquilo que realmente é a Índia.
• Há uma omissão de elementos importantes para a cultura indiana:
• Não se mensiona o tigre;
• Do elefante se fala raras vezes;
• Não mensiona o nygrodha (crescente);
• O arroz é desconhecido pelos vates védicos. (p. 32);
• O Gange sagrado, é memsionado somente uma vez (p. 33)
20/08/2015 15
• Todas as religiões posteriores como:
• KARMAN (ação que determina o novo nascimento);
• SANSÂRA (ciclo infimnito de nascimento);
• AHIMSA (proibição de matar qualquer ser)- não se encontram no Rig-Veda.
Esses fatos revelam que o Rig-Veda nada tem que ver com a Índia, porém, representa
uma antiqíssima civilização ariana.
• A Índia não tem uma historiografia própria, mas os três monumentos literários: RIG-
VEDA, MAHÂBHÃRATA e RÂMÂYANA, conservam a memória das três etapas da
expansão ária na Índia. (p. 35).
20/08/2015 16
A MÉTRICA DO RIG-VEDA
• A métrica do hinos do Rig-Veda difere da clássica.
• Na métrica clássica são quatro chamados de pâda “pé” (metáfora tirada
dos quadrúpedes);
• Os pâdas tem um número fixo de sílabas (4, 5, 11, 12).
• Os versos são formados por mais linhas (estrofes ou estâncias) (p. 36)
20/08/2015 17
TRÊS PERÍODOS DA LÍNGUA DO RIG-VEDA
• Primeiro período ( 1.500 ao 6o século a.C) – védico representado pelos
hinos mais antigos;
• Segundo período (6o ao 2o século a.C) – védico porque sua literatura é
essencialmente crítica e a língua guarda traços da sua origem védica.
• O terceiro período (2o a.C ao século XVI) – Sânscrito clássico.
Há outra classificação mais simples:
• Sânscrito védico;
• Sânscrito clássico;
• Sânscito moderno. (pp. 38,39)
20/08/2015 18
A LÍNGUA DO RIG-VEDA
O sânscrito védico, anterior ao primeiro mílénio a.C. é a língua dos hinos, a
mais rica de formas, próxima a língua irânica e do Avesta.
• Os dialetos mais antigos podem ser considerados “prákritos” e o exemplo
mais antigo pode ser chamado de “primário”.
• Provavelmente esta língua foi falada pelas tribos que invadiram a Índia.
A língua douta termina a criação de novas formas e começa o período das
perdas.
• Ela tende a uma maior simplicidade e agilidade;
• Aparece casos de fusão e sincretismo;
• Redução das formas gramaticais. (p. 45).
20/08/2015 19
CLASSIFICAÇÃO DOS HINOS DO RIG-VEDA
É possível distinguir quatro formas de hino:
• 1ª - Hinos que se canta à natureza com admiração, sem adoração dos
fenômenos como manifestação do divino;
• 2ª - Hinos em que Deus é colorido no fenômeno natural (Açvinau, Mitra,
Varuna);
• 3ª - Hinos nos quais Deus se manifesta mais humano a ponto de ser
confundido com o herói (Indra e Marutas);
• 4ª - Hinos nos quais se celebra como divino todo o objeto de culto
sacrifical. (pp. 47,48)
20/08/2015 20
O RIG-VEDA COMO LIVRO RELIGIOSO
Maior parte dos hinos do Rig-Veda são dedicados ao sacrifício do soma.
• A religião do Rig-Veda, é a das classes dos sacerdotes e dos príncipes.
As crenças populares são excluídas das poesias e dos hinos.
As divindades evocadas são a personificação de fenômenos da natureza:
• 36 hinos à Varuna; 35 ao sol ; 20 à aurora; 50 aos Açvins; 250 à Hindra;
33 à Maruts, 3 à Parjanya; 200 à soma, formando um total de 747 hinos
para 1028 que constam do Rig-Veda.
• Os deuses que, embora não existem “ab aeterno”, tendo aspeto humano
(excepto a mãe de Rudra) não são regulados por hirarquias, mas, são
distinguidos no Rig-veda em três grupos:
• Celestes; atmosféricos e terrestres (11 deuses) (pp 50,51)
20/08/2015 21
Principais divindades celestres:
• DYAUS – o primeiro entre os deuses do céu, aliás é o próprio céu - é
chamado de pai de muitos deuses – (Ushas, Açvins, Sûria, Âdityas, Agni,
Parjanya, Indra); (53)
• MITRA E VARUNA – as mais poderosas entre os sete filhos de Aditi
“mãe”dos “grandes soberanos do universo”;
• USHAS – deusa da aurora, aparece bela de manhã, trazendo a luz. (54)
• OS AÇVINS – irmãos da aurora, gêmeos inseparáveis, belos ágeis, fortes e
sapientíssimos. São os médicos dos deuses. (55)
• SÛRYA – é o sol, o grade astro que dá luz ao homens – olhos dos deuses
(Savitar, Purushan, Visnu) (pp. 56, 57, 58).
20/08/2015 22
Divindades atmosféricas:
• INDRA – o deus nacional da Índia védica - forte, violento e belicoso.
• RUDRA – deus das montanhas e das florestas;
• OS MARUTS – divindade ao serviço de Indra (enviam a chuva e fazem
tremer a terra) (59)
• PARJANYA – deus da tempestade e da chuva.
20/08/2015 23
Divindades terrestres:
• PRTHIVÊ – a larga : terra;
• AGNI – maior dos deuses da terra; (p. 60)
• SOMA – figura mais complexa do panteão védico (é uma planta não muito
bem identificada que cresce nas montanhas) – seu suco gurda o segredo da
imortalidade dos deuses. (p. 61)
Existem outras divindades inferiores que relacionam às àguas, aos rios,
montanhas, florestas.
20/08/2015 24
HINOS DE ASSUNTOS VÁRIOS NO RIG-VEDA
Existem mais ou menos 20 hinos em forma de diálogo condierados como:
• Fonte da poesia épica e dramática;
• Cantos nupciais com relativos exorcismos;
• Cantos mágicos em geral;
• Cantos de guerra
• Outros de caráter mundano com humorismo,;
• Cantos fúnebres (p. 65)
20/08/2015 25
Outros hinos referem a assuntos filosóficos e cosmológicos.
• A preocupação é com a origem do mundo, a imortalidade da alma e seu
destino, dúvidas em relação a unidade e a pluralidade dos deuses ou sobre
a sua existência.
• No Rig-Veda não há traços de poesia popular, a não ser dois ou três versos
de cunho popular.
20/08/2015 26
REFERÊNCIA
STELLA, Jorge Bertolaso. O Rig-Veda. São Paulo – 1958.
20/08/2015 27

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O Rig Veda

  • 1. DISCIPLINA: História e conceitos básicos do Hinduísmo, Budismo, e Islã. MESTRANDO: Arlindo Nascimento Rocha PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO
  • 2. O RIG-VEDA O estudo do Veda é um dos campos mais árduos da filologia* indiana; poucas são as pessoas que se dedicam a pesquisa do Rig-Veda. Entre os estudiosos encontramos: • Burnouf, Oldenberg, Roth, Max Müller, Bergaigne, Pischel, Geldner (...) (3) Dessa lista fazem parte ainda: • Rosen, Wilson, Bemfey, Colebrooke, Grasmann, Regnier, Regnaud, Kerbaker (...) (4) 20/08/2015 2
  • 3. • As coincidências lexicais, correspondências literárias, e elementos religiosos e sociais dos hinos do Rig-veda e nas estrofes do Avesta* demostram que houve um longo período de vida em comum dos Indo- europeus. • Esses povos teriam povoada a Índia e o Iran que se diferenciaram através de novas caraterísticas linguísticas, religiosas e sociais. (p. 5) 20/08/2015 3
  • 4. LITERATURA VÉDICA Literatura Védica é o conjunto de textos sagrados do pensamento religioso indiano (ilustrações, liturgias, exegéticas, teológicas, e filosóficas) transmitidos oralmente. (p. 9) • TEXTOS: I. AS SAMHITÂS (1500 a 1200 a.C) – coleções de hinos, de orações, de canções mágicas, bênçãos e ritos. II. BRÂMANAS (1000 a 800 a.C) – textos sobre ciência sacrifical; III. AS ÂRANYAKAS - obras teológicas ritualistas que tem relações com BRÂMANAS; 20/08/2015 4
  • 5. I. As UPANISHADAS (800 a 500 a. C) – textos de doutrina secreta sobre o Ser supremo, o eu e o mundo – primeiros documentos do pensamento filosófico indiano. (p.10) II. VEDÂNGAS (500 a 200 a.C) – “Membros do Veda” ou “ciência auxiliar do Veda”. (p. 11) Cada BRÂHMANA, ÂRANYAKA, e UPANISHADA, se prende a uma ou a outra das SAMHITÂS védicas. Cada SAMHITÂS védica possui seus próprios BRÂHMANAS ou ÂRANYAKA ou suas próprias UPANISHADAS. 20/08/2015 5
  • 6. Existem outros tratados que são o élo de ligação entre a literatura védica e a clássica. • São eles: • SÛTRAS – coleção de brevíssimos aforismos. • A primeira é KALPA-SÛTRA – O Sûtra das cerimônias; • A segunda é SMÂRTA-SÛTRA – regras concernentes à doutrina, vindas por tradição, divididas em três seções: I. GRHYA-SÛTRA – aforismos domésticos; II. DHARMA-SÛTRA – aforismos de gênero social ou jurídico; III. ÇULVA-SÛTRA – regra da corda. (p. 12) 20/08/2015 6
  • 7. OS VEDAS • Os vedas são quatro: 1. As SAMHITÂS – coleção de hinos, mantras, súplicas, fórmulas mágicas, inovações de bênçãos, fórmulas sacrificiais, esconjuros (...) I. O mais antigo é o RIG-VEDA – veda das estâncias laudativas; II. O segundo é o YAJUR-VEDA – veda das fórmulas sacrificiais; III. O terceiro é o SAMA-VEDA – veda das melodias. (p13); IV. O quarto é o ATHARVA-VEDA – veda das fórmulas mágicas.(p. 14) Triplaciência 20/08/2015 7
  • 8. O RIG-VEDA Segundo Max Müller, o Rig-Veda é o documento mais antigo da Índia, formado por 1028 hinos. • Contem mais ou menos 160.000 palavras, considerado como um arquivo do pensamento humano, que permaneceu durante séculos na memória dos homens. • O termo RIG-VEDA, conhecido como “Livro dos versos” é composta de: versos, estâncias, estrofes, hinos. • É a coleção litúrgica de hinos de povos arianos dirigido às divindades. 20/08/2015 8
  • 9. Max Müller foi o primeiro a estabelecer uma cronologia do período literário mais antigo da Índia. 1. Século IX ou X e o século VII a.C O periodo dos Brahmanes (Äraniakas e as Upanishadas) 2. Século IX ou XII e o século IX ou X As Samhitäs ou coleção de hinos ( Rig-Veda, Yajur-Veda, Soma-Veda e Atharva-Veda). (p. 17) Essa teoria foi seguida por von Schoder, Oldenberg, Henry, Macdolnel e Winternitz. 20/08/2015 9
  • 10. À hipótese de Müller contrapõe a escola dominicana francesa, liderada pelo vedista A. Bergaigne. • Ele estabelece o Rig-Veda como um livro litúrgico com relação íntima com o sacrifício. • Seus seguidores foram Barth, Darmesteler, Levi. (p. 18). Contra as duas teorias aparece Jacobi e Tilak, que consideram os anos 4.500- 2.500 como periodo do desenvolvimento e cultural do Rig-Veda histórico 20/08/2015 10
  • 11. O RIG-VEDA • O hino VII, 103 do Rig-Veda compara na quinta estrofe as rãs, que sucessivamente grasnando, formam o eco uma da outra, aos alunos que aprendem o Veda, repetindo nas palavras do mestre. (mnemônica) • O mestre se dirige ao aluno que está a direita e recita a primeira e a segunda palavra com a qual começa um verso. • O aluno repete e o mestre prossegue a recitar-lhe separadamente o resto do verso. (p. 21). • Este sistema de ensino sempre deu bons resultados na Índia. Aprendido por ensino oral 20/08/2015 11
  • 12. • O Rig-Veda não faz referência à arte de escrever, mas ao ensino oral. Quem escreve os Vedas vai ao inferno. • Os monumentos religiosos e literários passaram de pais para filhos por tradição oral, e, ainda os indianos guardam na memória suas relíquias. • Durante mais ou menos um milênio a memoria dos Brahmanes serviu de arquivo melhor do que os livros. (pp. 24, 25) 20/08/2015 12
  • 13. COMPOSIÇÃO DO RIG-VEDA Nada se sabe da época da composição do Rig-Veda. • A única recenção fixada na escola dos Çâkalas, 600 anos a.C. • O Rig-Veda é composta por 1028 hinos, recolhidos em 10 mandalas ou “circulos cíclicos” com 40. 000 versos dos quais 5. 000 são repetidos. (p. 26) • Outra distribuição externa apresenta o conjunto de hinos divididos em 8 astakas “oitavas” cada uma dividida em 8 vargas “porções” de cinco versos. • Os livros mais antigos são chamados de “Livros de família”. • O objetivo do hino é agradecer os favores da parte dos deuses. • O sacerdote é chamado de hotar “sacrificador” ou “invocador”. (p. 27, 28) 20/08/2015 13
  • 14. ÉPOCA EM QUE FOI ESCRITO O RIG-VEDA • As origens do Rig-Veda são remotíssimas: • A redação do Rig-Veda’, que conhecemos é aquela do “ramo” çâkhâ, da escola dos çâkhâs. • Foi tarefa árdua para os filólogos fixar a época exata do aparecimento do Rig-Veda. • Depois de muito trabalho chegou-se a conclusão de que o Rig-veda é da época de 1.500 a.C. • Oldenberg afirma que o periodo se situa entre 1.500 a 1.000 a.C. (p. 31) 20/08/2015 14
  • 15. O RIG-VEDA E A ÍNDIA O Rig-Veda é o livro mais antigo e venerado na Índia, embora para alguns, é o que menos representa aquilo aquilo que realmente é a Índia. • Há uma omissão de elementos importantes para a cultura indiana: • Não se mensiona o tigre; • Do elefante se fala raras vezes; • Não mensiona o nygrodha (crescente); • O arroz é desconhecido pelos vates védicos. (p. 32); • O Gange sagrado, é memsionado somente uma vez (p. 33) 20/08/2015 15
  • 16. • Todas as religiões posteriores como: • KARMAN (ação que determina o novo nascimento); • SANSÂRA (ciclo infimnito de nascimento); • AHIMSA (proibição de matar qualquer ser)- não se encontram no Rig-Veda. Esses fatos revelam que o Rig-Veda nada tem que ver com a Índia, porém, representa uma antiqíssima civilização ariana. • A Índia não tem uma historiografia própria, mas os três monumentos literários: RIG- VEDA, MAHÂBHÃRATA e RÂMÂYANA, conservam a memória das três etapas da expansão ária na Índia. (p. 35). 20/08/2015 16
  • 17. A MÉTRICA DO RIG-VEDA • A métrica do hinos do Rig-Veda difere da clássica. • Na métrica clássica são quatro chamados de pâda “pé” (metáfora tirada dos quadrúpedes); • Os pâdas tem um número fixo de sílabas (4, 5, 11, 12). • Os versos são formados por mais linhas (estrofes ou estâncias) (p. 36) 20/08/2015 17
  • 18. TRÊS PERÍODOS DA LÍNGUA DO RIG-VEDA • Primeiro período ( 1.500 ao 6o século a.C) – védico representado pelos hinos mais antigos; • Segundo período (6o ao 2o século a.C) – védico porque sua literatura é essencialmente crítica e a língua guarda traços da sua origem védica. • O terceiro período (2o a.C ao século XVI) – Sânscrito clássico. Há outra classificação mais simples: • Sânscrito védico; • Sânscrito clássico; • Sânscito moderno. (pp. 38,39) 20/08/2015 18
  • 19. A LÍNGUA DO RIG-VEDA O sânscrito védico, anterior ao primeiro mílénio a.C. é a língua dos hinos, a mais rica de formas, próxima a língua irânica e do Avesta. • Os dialetos mais antigos podem ser considerados “prákritos” e o exemplo mais antigo pode ser chamado de “primário”. • Provavelmente esta língua foi falada pelas tribos que invadiram a Índia. A língua douta termina a criação de novas formas e começa o período das perdas. • Ela tende a uma maior simplicidade e agilidade; • Aparece casos de fusão e sincretismo; • Redução das formas gramaticais. (p. 45). 20/08/2015 19
  • 20. CLASSIFICAÇÃO DOS HINOS DO RIG-VEDA É possível distinguir quatro formas de hino: • 1ª - Hinos que se canta à natureza com admiração, sem adoração dos fenômenos como manifestação do divino; • 2ª - Hinos em que Deus é colorido no fenômeno natural (Açvinau, Mitra, Varuna); • 3ª - Hinos nos quais Deus se manifesta mais humano a ponto de ser confundido com o herói (Indra e Marutas); • 4ª - Hinos nos quais se celebra como divino todo o objeto de culto sacrifical. (pp. 47,48) 20/08/2015 20
  • 21. O RIG-VEDA COMO LIVRO RELIGIOSO Maior parte dos hinos do Rig-Veda são dedicados ao sacrifício do soma. • A religião do Rig-Veda, é a das classes dos sacerdotes e dos príncipes. As crenças populares são excluídas das poesias e dos hinos. As divindades evocadas são a personificação de fenômenos da natureza: • 36 hinos à Varuna; 35 ao sol ; 20 à aurora; 50 aos Açvins; 250 à Hindra; 33 à Maruts, 3 à Parjanya; 200 à soma, formando um total de 747 hinos para 1028 que constam do Rig-Veda. • Os deuses que, embora não existem “ab aeterno”, tendo aspeto humano (excepto a mãe de Rudra) não são regulados por hirarquias, mas, são distinguidos no Rig-veda em três grupos: • Celestes; atmosféricos e terrestres (11 deuses) (pp 50,51) 20/08/2015 21
  • 22. Principais divindades celestres: • DYAUS – o primeiro entre os deuses do céu, aliás é o próprio céu - é chamado de pai de muitos deuses – (Ushas, Açvins, Sûria, Âdityas, Agni, Parjanya, Indra); (53) • MITRA E VARUNA – as mais poderosas entre os sete filhos de Aditi “mãe”dos “grandes soberanos do universo”; • USHAS – deusa da aurora, aparece bela de manhã, trazendo a luz. (54) • OS AÇVINS – irmãos da aurora, gêmeos inseparáveis, belos ágeis, fortes e sapientíssimos. São os médicos dos deuses. (55) • SÛRYA – é o sol, o grade astro que dá luz ao homens – olhos dos deuses (Savitar, Purushan, Visnu) (pp. 56, 57, 58). 20/08/2015 22
  • 23. Divindades atmosféricas: • INDRA – o deus nacional da Índia védica - forte, violento e belicoso. • RUDRA – deus das montanhas e das florestas; • OS MARUTS – divindade ao serviço de Indra (enviam a chuva e fazem tremer a terra) (59) • PARJANYA – deus da tempestade e da chuva. 20/08/2015 23
  • 24. Divindades terrestres: • PRTHIVÊ – a larga : terra; • AGNI – maior dos deuses da terra; (p. 60) • SOMA – figura mais complexa do panteão védico (é uma planta não muito bem identificada que cresce nas montanhas) – seu suco gurda o segredo da imortalidade dos deuses. (p. 61) Existem outras divindades inferiores que relacionam às àguas, aos rios, montanhas, florestas. 20/08/2015 24
  • 25. HINOS DE ASSUNTOS VÁRIOS NO RIG-VEDA Existem mais ou menos 20 hinos em forma de diálogo condierados como: • Fonte da poesia épica e dramática; • Cantos nupciais com relativos exorcismos; • Cantos mágicos em geral; • Cantos de guerra • Outros de caráter mundano com humorismo,; • Cantos fúnebres (p. 65) 20/08/2015 25
  • 26. Outros hinos referem a assuntos filosóficos e cosmológicos. • A preocupação é com a origem do mundo, a imortalidade da alma e seu destino, dúvidas em relação a unidade e a pluralidade dos deuses ou sobre a sua existência. • No Rig-Veda não há traços de poesia popular, a não ser dois ou três versos de cunho popular. 20/08/2015 26
  • 27. REFERÊNCIA STELLA, Jorge Bertolaso. O Rig-Veda. São Paulo – 1958. 20/08/2015 27