O texto discute se o destino existe ou não. Por um lado, alguns acreditam que o destino é um caminho traçado que não podemos fugir. Por outro lado, o autor acredita que os seres humanos são livres para tomar suas próprias decisões e construir seu próprio destino, não estando presos a um caminho pré-determinado. Ele conclui que, se acreditamos na liberdade de escolha, não podemos acreditar que nosso destino esteja pré-destinado.