Qual é a importância do Sonho?
E se o Ser Humano não imaginasse? Como seriam as nossas infâncias
sem as célebres frases, que todos nós, algum dia dissemos, como
“quando for grande quero ser jogador de futebol” ou “eu quero ser
médica como a minha mãe”? Sem metas, sem ambições ou desejos para
o futuro, teria a vida algum significado? Será importante sonharmos,
criamos metas ou projectos?
Por mais tempo que desperdicemos a pensar numa resposta para estas
questões, podemos nunca chegar a uma conclusão autêntica e definitiva.
Na minha opinião, acho que é importante sonhar, fantasiar e ambicionar
o impossível, ou melhor, o pouco provável, o difícil, porque no Reino dos
Sonhos, a palavra “impossível” perde todo o seu significado; Neste reino
temos poder absoluto, liberdade para escolher e mandar, ordenar e
comandar, traçar o rumo das nossas vidas, mesmo que o caminho desejado
implique algum esforço e sacrifício, o nosso sonho compensará. E é por esta
razão que a palavra “impossível” é aqui proibida. Aliás, o lema de quem
fantasia é sempre “TUDO é possível com esforço e dedicação”;
Porém, os devaneios têm um limite: às vezes, apercebemo-nos que
quando transpostos do mundo imaginário para o real, os nossos planos são
demasiado surreais e que o esforço e dedicação serão inúteis para os
conseguir; mas este nem é o seu pior inconveniente… O pior é mesmo
quando não nos apercebemos de quão irrealizável é o nosso desejo, quando
lutamos em vão, nos dizem que é impossível e não paramos, esgotamos as
armas e mesmo assim nada conseguimos. Deste ponto de vista, o sonho
pode arruinar as nossas vidas, pode fazer com que esqueçamos quem
realmente somos e continuemos a ambicionar mais e mais, deixando para
trás aquilo que temos: como diz o provérbio, “mais vale um pássaro na mão do
que dois a voar”.
Isto para só para dizer que, em suma, é bom sonhar e devemos continuar
a fazê-lo, desde que, de forma “saudável” sem ultrapassar os limites da
razão, do bom senso e da sensibilidade humana. Aliás, como são os sonhos
que comandam a vida e os nossos comportamentos, que seria de nós sem
um guia, algo que nos oriente ou pelo qual possamos lutar?
Ana Raquel, nº4 11ºB

; Sonho - "Qual é a importância do sonho?"

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    Qual é aimportância do Sonho? E se o Ser Humano não imaginasse? Como seriam as nossas infâncias sem as célebres frases, que todos nós, algum dia dissemos, como “quando for grande quero ser jogador de futebol” ou “eu quero ser médica como a minha mãe”? Sem metas, sem ambições ou desejos para o futuro, teria a vida algum significado? Será importante sonharmos, criamos metas ou projectos? Por mais tempo que desperdicemos a pensar numa resposta para estas questões, podemos nunca chegar a uma conclusão autêntica e definitiva. Na minha opinião, acho que é importante sonhar, fantasiar e ambicionar o impossível, ou melhor, o pouco provável, o difícil, porque no Reino dos Sonhos, a palavra “impossível” perde todo o seu significado; Neste reino temos poder absoluto, liberdade para escolher e mandar, ordenar e comandar, traçar o rumo das nossas vidas, mesmo que o caminho desejado implique algum esforço e sacrifício, o nosso sonho compensará. E é por esta razão que a palavra “impossível” é aqui proibida. Aliás, o lema de quem fantasia é sempre “TUDO é possível com esforço e dedicação”; Porém, os devaneios têm um limite: às vezes, apercebemo-nos que quando transpostos do mundo imaginário para o real, os nossos planos são demasiado surreais e que o esforço e dedicação serão inúteis para os conseguir; mas este nem é o seu pior inconveniente… O pior é mesmo quando não nos apercebemos de quão irrealizável é o nosso desejo, quando lutamos em vão, nos dizem que é impossível e não paramos, esgotamos as armas e mesmo assim nada conseguimos. Deste ponto de vista, o sonho pode arruinar as nossas vidas, pode fazer com que esqueçamos quem realmente somos e continuemos a ambicionar mais e mais, deixando para trás aquilo que temos: como diz o provérbio, “mais vale um pássaro na mão do que dois a voar”. Isto para só para dizer que, em suma, é bom sonhar e devemos continuar a fazê-lo, desde que, de forma “saudável” sem ultrapassar os limites da razão, do bom senso e da sensibilidade humana. Aliás, como são os sonhos que comandam a vida e os nossos comportamentos, que seria de nós sem um guia, algo que nos oriente ou pelo qual possamos lutar? Ana Raquel, nº4 11ºB