O documento critica a proposta de suspensão dos direitos fundamentais sociais pelo ministro Machete, associando essa ideia a regimes autoritários e afirmando que a subordinação da democracia a indicadores econômicos é um retrocesso. Argumenta que a limitação dos direitos já está em curso e que qualquer suspensão adicional representaria um golpe de Estado. Além disso, o texto questiona os critérios econômicos que poderiam justificar essa suspensão e prevê consequências desastrosas para a população portuguesa.