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O Cancro
Trabalho realizado por:
Ana Gomes nº2
Joana Rodrigues nº13
Sara Oliveira nº23
12ºA
Índice
• Conceito de cancro
• Definição e identificação dos agentes mutagénicos
• Relação do desenvolvimento do cancro com práticas quotidianas
associadas à exposição aos agentes mutagénicos
• Comportamentos de prevenção
• Leucemia:
• O que é?
• Diagnóstico
• Tratamentos e efeitos secundários
• Sintomas
• Exemplo
Conceito de cancro
• O cancro resulta da proliferação anormal de células, portanto tem início
nas células.
• Um conjunto de células forma um tecido e os tecidos formam os órgãos do
nosso corpo. Normalmente, as células crescem e dividem-se para formar
novas células, depois envelhecem, morrem e são substituídas por outras
novas.
• No entanto, algumas vezes, este processo ordeiro e controlado corre mal:
formam-se células novas, sem que o organismo necessite e, ao mesmo
tempo, as células velhas não morrem. E este conjunto de células extra
forma um tumor ou metástases.
• Nem todos os tumores correspondem a cancro. Os tumores podem ser
benignos ou malignos.
Definição e identificação dos agentes
mutagénicos
• É todo o elemento que se introduz no DNA e se expõe nas células, promovendo
uma alteração nas moléculas. Como o próprio nome indica , causa mutações, ou
seja alterações no material genético, que são passadas de geração em geração.
Existem três formas de mutações:
Química Física Biológicas
• Os agentes mutagénicos podem provocar mutações em genes
extremamente importantes para o normal funcionamento da célula,
como os genes associados ao controle da divisão celular, chamados
proto oncogenes. Uma mutação nestes genes pode levar ao
aparecimento de cancro.
• Quando se dá este fenómeno, ou seja, quando um agente
mutagénico provoca uma mutação responsável pelo aparecimento
de cancro, dizemos que se trata de um agente carcinogénico.
• Quando os proto oncogenes sofrem mutações passam a denominar-
se por oncogenes ou genes causadores de cancro, transformando a
célula normal numa célula cancerosa.
O Cancro
Os oncogenes geralmente são ativados por:
Duplicação
Genes Supressores do Tumor
Relação do desenvolvimento do cancro com
práticas quotidianas associadas à exposição aos
agentes mutagénicos
• Dentre as principais fontes de exposição do homem a agentes
mutagénicos e/ou carcinogénicos pode-se citar a dieta.
• Com relação ao ambiente em que está inserido, vários fatores
ambientais podem afetar o material genético humano, como:
• a radiação solar
• os efluentes industriais
• os agrotóxicos
• alguns produtos químicos industriais
• os derivados de petróleo.
• Beber café.
• Uso de corantes nos alimentos, naturais ou sintéticos, sendo que alguns
corantes sintéticos apresentaram potencial mutagénico e o seu uso foi proibido
em alguns países, como o amaranto, corante encontrado em guloseimas,
refrigerantes, gelatinas e cereais matinais.
• Durante a preparação dos alimentos, em especial quando preparados com óleo,
ocorre a emissão de substâncias que podem causar cancro do pulmão.
• Fumar e mastigar tabaco expõe o homem a nitrosaminas, compostos orgânicos
conhecidos pelas suas propriedades mutagénicas, carcinogénicas e
teratogénicas.
• Ingerir bebidas alcoólicas.
• Consumo de drogas ilícitas (LSD, heroína, maconha).
• Consumo de analgésicos, anti-inflamatórios e antipiréticos.
• Exposição excessiva ao sol.
Comportamentos de prevenção
• Não fume tabaco
• Beber álcool com moderação
• Proteger-se das infeções virais
• Fazer rastreios
• Estar atento aos sinais que o corpo nos dá
• Coma uma variedade de alimentos saudáveis
• Proteja-se do sol
Leucemia
O que é?
• É uma doença maligna com origem nas células imaturas da medula óssea
• Nas pessoas com leucemia, a medula óssea produz glóbulos brancos
anómalos, e estas células anómalas são então as células de leucemia. No
início, estas funcionam quase normalmente, mas com o tempo,
ultrapassam, em número, os glóbulos brancos, os glóbulos vermelhos e as
plaquetas. Torna-se, assim, difícil o sangue conseguir realizar a sua função.
• Ocorre a infiltração da medula óssea que resulta na diminuição da produção
e funcionamento de células sanguíneas normais.
• A doença pode se espalhar para os nódulos linfáticos, baço, fígado, sistema
nervoso central e outros órgãos e tecidos, causando inchaço na área
afetada.
• Pode ser aguda ou crónica dependendo da velocidade de proliferação das
células leucémicas.
O Cancro
Diagnóstico
• Se uma pessoa apresenta sintomas de Leucemia, é necessário
fazer vários exames e análises para se poder completar um
diagnóstico.
• O médico pode ainda pedir outros exames dependendo do tipo de
leucemia que o paciente apresente.
• Os exames e analises podem ser os seguintes:
• Exame físico : o médico observa a pessoa para verificar que existem
alterações dos gânglios linfáticos, do baço e do fígado.
• Análises Sanguíneas : Contagem de células do sangue.
● Biópsia : Remoção de uma porção de medula óssea, do osso
da bacia. A amostra é analisada ao microscópio e serve de
verificação da existência de células cancerígenas.
● Citogenética : análises feitas aos cromossomas de células
colhidas de amostra de sangue periférico (medula óssea ou
gânglios linfáticos).
● Punção lombar : o médico remove algum liquido cefalorraquidiano,
usando uma agulha fina para o remover da coluna vertebral. Este
processo é realizado com anestesia local. O líquido é analisado
para deteção de possíveis células tumorais.
• A anestesia local ajuda a sentir menos desconforto.
● Radiografia ao tórax : os raios-X são importantes para avaliar
indiretamente os pulmões e o coração.
Tratamentos
1. Quimioterapia:
• É o tratamento mais frequente para pessoas com leucemia . A quimioterapia consiste
na utilização de fármacos, para matar as células cancerígenas. Dependendo do tipo de
leucemia, pode ser administrado apenas um fármaco, ou uma associação de dois ou
mais fármacos.
• As pessoas com leucemia, podem fazer quimioterapia de várias maneiras:
• Administração oral
• Administração endovenosa
• Através de um cateter (um tubo fino e flexível
• Através de uma injeção administrada diretamente no líquido cefalorraquidiano
● A quimioterapia afeta tanto as células normais como as cancerígenas.
● Os efeitos secundários da quimioterapia dependem dos fármacos e das
doses utilizadas. Geralmente afetam as células que se dividem
rapidamente como:
• Células do sangue: Quando as células do sangue são afetadas, a pessoa
poderá ter maior probabilidade de sofrer infeções, de fazer hematomas ou
sangrar mais facilmente, podendo ainda sentir-se mais fraca e cansada.
●Células dos cabelos/pelos: A quimioterapia pode provocar a queda do
cabelo e pelos do corpo. No entanto, este efeito é reversível e o cabelo volta
a crescer, embora o cabelo novo possa apresentar cor e textura diferentes.
●Células do aparelho digestivo: Pode causar falta de apetite, náuseas e
vómitos, diarreia e feridas na boca ou lábios. Muitos destes efeitos
secundários podem ser controlados com a administração de medicamentos
específicos.
● Pode ainda, afetar a fertilidade, feminina e masculina.
2. Imunoterapia:
• Este tipo de tratamento melhora as defesas naturais do organismo contra o
cancro. O tratamento é administrado por injeção numa veia. Algumas pessoas
com leucemia, recebem imunoterapia, utilizando anticorpos monoclonais (são
anticorpos produzidos por um único clone de um único linfócito B parental). Estas
substâncias ligam-se às células cancerígenas, permitindo que o sistema imunitário
elimine as células tumorais, no sangue e na medula óssea. Por outro lado, alguns
doentes com leucemia recebem imunoterapia com uma substância natural,
produzida pelo corpo chamada interferão. Esta substância pode desacelerar o
crescimento das células cancerígenas.
● Os efeitos secundários da imunoterapia dependem do tipo de
substâncias usadas e variam de doente para doente.
● O mais comum é haver erupções cutâneas ou inchaços no local da
injeção.
● Também podem ocorrer sintomas idênticos aos da gripe.
3. Radioterapia:
A radioterapia usa raios de elevada energia, para matar as células cancerígenas.
Para a maioria dos doentes, uma máquina dirige a radiação para o baço, cérebro
ou para outras partes do corpo, onde se tenham depositado células tumorais.
Alguns doentes fazem radiação dirigida a todo o corpo; a radiação total ao corpo é,
geralmente, realizada antes de um transplante de medula óssea. A radioterapia é
sempre administrada num hospital ou numa clínica.
● Durante a radioterapia, o paciente
poderá sentir-se muito cansado. O
descanso é importante, no entanto o
médico aconselha as pessoas a
manterem-se ativas dentro do
possível.
● Os efeitos da radioterapia na pele são
temporários e a zona irá sarar assim
que termine o tratamento.
● Mas pode haver uma alteração
duradoura na cor da pele.
● Caso seja administrada quimioterapia
em simultâneo, os efeitos secundários
podem ser agravados.
4. Transplante de Células Estaminais:
• Algumas pessoas com leucemia, fazem transplante de células estaminais. As doses
elevadas, destroem tanto as células cancerígenas como os glóbulos sanguíneos
normais da medula óssea, por isso mais tarde, a pessoa recebe células estaminais
saudáveis, através de um cateter que é colocado numa grande veia, no pescoço ou
na zona do peito. A partir das células estaminais transplantadas, desenvolvem-se
novos glóbulos sanguíneos.
• Existem vários tipos de transplantes de células estaminais:
• Transplante de medula óssea;
• Transplante de células estaminais periféricas
• Transplante de células estaminais embrionárias
• Autotransplante
• Transplante alogénico
• Transplante singénico
● As pessoas com leucemia, que fazem transplante de células estaminais, podem ter
infeções e perda de sangue.
● A quem receba células estaminais de um dador, pode haver rejeição e nesta situação,
as células estaminais doadas atacam os tecidos da pessoa que as recebe, afetando o
fígado, a pele ou o aparelho digestivo.
● Isto pode ser grave, ou até fatal, e pode ocorrer em qualquer altura depois do
transplante, ate mesmo anos mais tarde.
● Há medicação que pode ajudar a prevenir, tratar ou controlar este processo de
rejeição.
Outros efeitos
● A leucemia, bem como o seu tratamento, podem provocar outros
problemas de saúde, como infeções, anemia e hemorragias.
Sintomas
• Como todas as células do sangue, as células da leucemia
percorrem todo o corpo. Dependendo do número de células
tumorais, e do local onde estas células se depositam, uma pessoa
com leucemia pode apresentar sintomas variados.
• Os sintomas comuns de leucemia, incluem:
1. Febre e suores noturnos.
2. Infeções frequentes.
3. Sensação de fraqueza ou cansaço.
4. Dores de cabeça.
5. Sangrar e fazer nódoas negras (hematomas) facilmente:
gengivas que sangram, manchas arroxeadas na pele, ou
pequenas pintas vermelhas sob a pele.
6. Dor nos ossos e articulações.
7. Inchaço ou desconforto no abdómen (em consequência
do aumento do baço).
8. Gânglios inchados, especialmente os do pescoço e das
axilas.
9. Perda de peso.
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9
O Cancro
• Nas fases iniciais da leucemia crónica, as células tumorais funcionam
quase normalmente. Os sintomas podem não aparecer, durante muito
tempo. Muitas vezes, o médico descobre a leucemia crónica durante
um exame de rotina, isto é, antes de existirem quaisquer sintomas.
Quando surgem os sintomas, estes são geralmente ligeiros, no início,
e vão piorando, gradualmente.
• Na leucemia aguda, os sintomas surgem e pioram rapidamente. A
pessoa vai ao médico porque se sente doente. Outros sintomas da
leucemia aguda são vómitos, confusão, perda do controlo muscular e
convulsões. As células tumorais podem, ainda, depositar-se nos
testículos, provocando inchaço. Algumas pessoas também
desenvolvem feridas nos olhos ou na pele. A leucemia também pode
afetar o aparelho digestivo, os rins, os pulmões ou outras partes do
corpo.
Exemplo: Miriam
A Miriam é uma princesa de apenas 3 anos que apesar de bem pequenina já passou,
e continua a passar, por algo que nenhuma criança merece passar: tem uma
Leucemia Linfoblástica Aguda, desde os 20 meses de idade.
Após os primeiros tratamentos, tudo correu bem, a Miriam entrou em remissão e a
esperança regressou. Até que a vida voltou a desafiá-la e houve uma recaída na sua
doença, continuando a Miriam em tratamentos muito agressivos de quimioterapia,
até que encontre um dador de Medula Óssea compatível.
No entanto, esta lutadora nunca perdeu a alegria nem a força para viver, brincar
(com as suas bonecas e puzzles) e emocionar todos os que a rodeiam. A Mimi, como
lhe chamam, na verdade nunca conheceu outra vida, talvez seja por isso que para
ela estar doente é uma coisa normal. Mas todos sabem que não é e não deve nem
pode ser uma coisa normal: todos podem ajudá-la!
O Cancro

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O Cancro

  • 1. O Cancro Trabalho realizado por: Ana Gomes nº2 Joana Rodrigues nº13 Sara Oliveira nº23 12ºA
  • 2. Índice • Conceito de cancro • Definição e identificação dos agentes mutagénicos • Relação do desenvolvimento do cancro com práticas quotidianas associadas à exposição aos agentes mutagénicos • Comportamentos de prevenção • Leucemia: • O que é? • Diagnóstico • Tratamentos e efeitos secundários • Sintomas • Exemplo
  • 3. Conceito de cancro • O cancro resulta da proliferação anormal de células, portanto tem início nas células. • Um conjunto de células forma um tecido e os tecidos formam os órgãos do nosso corpo. Normalmente, as células crescem e dividem-se para formar novas células, depois envelhecem, morrem e são substituídas por outras novas. • No entanto, algumas vezes, este processo ordeiro e controlado corre mal: formam-se células novas, sem que o organismo necessite e, ao mesmo tempo, as células velhas não morrem. E este conjunto de células extra forma um tumor ou metástases. • Nem todos os tumores correspondem a cancro. Os tumores podem ser benignos ou malignos.
  • 4. Definição e identificação dos agentes mutagénicos • É todo o elemento que se introduz no DNA e se expõe nas células, promovendo uma alteração nas moléculas. Como o próprio nome indica , causa mutações, ou seja alterações no material genético, que são passadas de geração em geração. Existem três formas de mutações: Química Física Biológicas
  • 5. • Os agentes mutagénicos podem provocar mutações em genes extremamente importantes para o normal funcionamento da célula, como os genes associados ao controle da divisão celular, chamados proto oncogenes. Uma mutação nestes genes pode levar ao aparecimento de cancro. • Quando se dá este fenómeno, ou seja, quando um agente mutagénico provoca uma mutação responsável pelo aparecimento de cancro, dizemos que se trata de um agente carcinogénico. • Quando os proto oncogenes sofrem mutações passam a denominar- se por oncogenes ou genes causadores de cancro, transformando a célula normal numa célula cancerosa.
  • 7. Os oncogenes geralmente são ativados por:
  • 10. Relação do desenvolvimento do cancro com práticas quotidianas associadas à exposição aos agentes mutagénicos • Dentre as principais fontes de exposição do homem a agentes mutagénicos e/ou carcinogénicos pode-se citar a dieta. • Com relação ao ambiente em que está inserido, vários fatores ambientais podem afetar o material genético humano, como: • a radiação solar • os efluentes industriais • os agrotóxicos • alguns produtos químicos industriais • os derivados de petróleo.
  • 11. • Beber café. • Uso de corantes nos alimentos, naturais ou sintéticos, sendo que alguns corantes sintéticos apresentaram potencial mutagénico e o seu uso foi proibido em alguns países, como o amaranto, corante encontrado em guloseimas, refrigerantes, gelatinas e cereais matinais. • Durante a preparação dos alimentos, em especial quando preparados com óleo, ocorre a emissão de substâncias que podem causar cancro do pulmão. • Fumar e mastigar tabaco expõe o homem a nitrosaminas, compostos orgânicos conhecidos pelas suas propriedades mutagénicas, carcinogénicas e teratogénicas. • Ingerir bebidas alcoólicas. • Consumo de drogas ilícitas (LSD, heroína, maconha). • Consumo de analgésicos, anti-inflamatórios e antipiréticos. • Exposição excessiva ao sol.
  • 12. Comportamentos de prevenção • Não fume tabaco • Beber álcool com moderação • Proteger-se das infeções virais • Fazer rastreios • Estar atento aos sinais que o corpo nos dá • Coma uma variedade de alimentos saudáveis • Proteja-se do sol
  • 14. O que é? • É uma doença maligna com origem nas células imaturas da medula óssea • Nas pessoas com leucemia, a medula óssea produz glóbulos brancos anómalos, e estas células anómalas são então as células de leucemia. No início, estas funcionam quase normalmente, mas com o tempo, ultrapassam, em número, os glóbulos brancos, os glóbulos vermelhos e as plaquetas. Torna-se, assim, difícil o sangue conseguir realizar a sua função. • Ocorre a infiltração da medula óssea que resulta na diminuição da produção e funcionamento de células sanguíneas normais. • A doença pode se espalhar para os nódulos linfáticos, baço, fígado, sistema nervoso central e outros órgãos e tecidos, causando inchaço na área afetada. • Pode ser aguda ou crónica dependendo da velocidade de proliferação das células leucémicas.
  • 16. Diagnóstico • Se uma pessoa apresenta sintomas de Leucemia, é necessário fazer vários exames e análises para se poder completar um diagnóstico. • O médico pode ainda pedir outros exames dependendo do tipo de leucemia que o paciente apresente. • Os exames e analises podem ser os seguintes:
  • 17. • Exame físico : o médico observa a pessoa para verificar que existem alterações dos gânglios linfáticos, do baço e do fígado. • Análises Sanguíneas : Contagem de células do sangue.
  • 18. ● Biópsia : Remoção de uma porção de medula óssea, do osso da bacia. A amostra é analisada ao microscópio e serve de verificação da existência de células cancerígenas.
  • 19. ● Citogenética : análises feitas aos cromossomas de células colhidas de amostra de sangue periférico (medula óssea ou gânglios linfáticos).
  • 20. ● Punção lombar : o médico remove algum liquido cefalorraquidiano, usando uma agulha fina para o remover da coluna vertebral. Este processo é realizado com anestesia local. O líquido é analisado para deteção de possíveis células tumorais. • A anestesia local ajuda a sentir menos desconforto.
  • 21. ● Radiografia ao tórax : os raios-X são importantes para avaliar indiretamente os pulmões e o coração.
  • 22. Tratamentos 1. Quimioterapia: • É o tratamento mais frequente para pessoas com leucemia . A quimioterapia consiste na utilização de fármacos, para matar as células cancerígenas. Dependendo do tipo de leucemia, pode ser administrado apenas um fármaco, ou uma associação de dois ou mais fármacos. • As pessoas com leucemia, podem fazer quimioterapia de várias maneiras: • Administração oral • Administração endovenosa • Através de um cateter (um tubo fino e flexível • Através de uma injeção administrada diretamente no líquido cefalorraquidiano
  • 23. ● A quimioterapia afeta tanto as células normais como as cancerígenas. ● Os efeitos secundários da quimioterapia dependem dos fármacos e das doses utilizadas. Geralmente afetam as células que se dividem rapidamente como: • Células do sangue: Quando as células do sangue são afetadas, a pessoa poderá ter maior probabilidade de sofrer infeções, de fazer hematomas ou sangrar mais facilmente, podendo ainda sentir-se mais fraca e cansada.
  • 24. ●Células dos cabelos/pelos: A quimioterapia pode provocar a queda do cabelo e pelos do corpo. No entanto, este efeito é reversível e o cabelo volta a crescer, embora o cabelo novo possa apresentar cor e textura diferentes.
  • 25. ●Células do aparelho digestivo: Pode causar falta de apetite, náuseas e vómitos, diarreia e feridas na boca ou lábios. Muitos destes efeitos secundários podem ser controlados com a administração de medicamentos específicos. ● Pode ainda, afetar a fertilidade, feminina e masculina.
  • 26. 2. Imunoterapia: • Este tipo de tratamento melhora as defesas naturais do organismo contra o cancro. O tratamento é administrado por injeção numa veia. Algumas pessoas com leucemia, recebem imunoterapia, utilizando anticorpos monoclonais (são anticorpos produzidos por um único clone de um único linfócito B parental). Estas substâncias ligam-se às células cancerígenas, permitindo que o sistema imunitário elimine as células tumorais, no sangue e na medula óssea. Por outro lado, alguns doentes com leucemia recebem imunoterapia com uma substância natural, produzida pelo corpo chamada interferão. Esta substância pode desacelerar o crescimento das células cancerígenas.
  • 27. ● Os efeitos secundários da imunoterapia dependem do tipo de substâncias usadas e variam de doente para doente. ● O mais comum é haver erupções cutâneas ou inchaços no local da injeção. ● Também podem ocorrer sintomas idênticos aos da gripe.
  • 28. 3. Radioterapia: A radioterapia usa raios de elevada energia, para matar as células cancerígenas. Para a maioria dos doentes, uma máquina dirige a radiação para o baço, cérebro ou para outras partes do corpo, onde se tenham depositado células tumorais. Alguns doentes fazem radiação dirigida a todo o corpo; a radiação total ao corpo é, geralmente, realizada antes de um transplante de medula óssea. A radioterapia é sempre administrada num hospital ou numa clínica.
  • 29. ● Durante a radioterapia, o paciente poderá sentir-se muito cansado. O descanso é importante, no entanto o médico aconselha as pessoas a manterem-se ativas dentro do possível. ● Os efeitos da radioterapia na pele são temporários e a zona irá sarar assim que termine o tratamento. ● Mas pode haver uma alteração duradoura na cor da pele. ● Caso seja administrada quimioterapia em simultâneo, os efeitos secundários podem ser agravados.
  • 30. 4. Transplante de Células Estaminais: • Algumas pessoas com leucemia, fazem transplante de células estaminais. As doses elevadas, destroem tanto as células cancerígenas como os glóbulos sanguíneos normais da medula óssea, por isso mais tarde, a pessoa recebe células estaminais saudáveis, através de um cateter que é colocado numa grande veia, no pescoço ou na zona do peito. A partir das células estaminais transplantadas, desenvolvem-se novos glóbulos sanguíneos. • Existem vários tipos de transplantes de células estaminais: • Transplante de medula óssea; • Transplante de células estaminais periféricas • Transplante de células estaminais embrionárias • Autotransplante • Transplante alogénico • Transplante singénico
  • 31. ● As pessoas com leucemia, que fazem transplante de células estaminais, podem ter infeções e perda de sangue. ● A quem receba células estaminais de um dador, pode haver rejeição e nesta situação, as células estaminais doadas atacam os tecidos da pessoa que as recebe, afetando o fígado, a pele ou o aparelho digestivo. ● Isto pode ser grave, ou até fatal, e pode ocorrer em qualquer altura depois do transplante, ate mesmo anos mais tarde. ● Há medicação que pode ajudar a prevenir, tratar ou controlar este processo de rejeição.
  • 32. Outros efeitos ● A leucemia, bem como o seu tratamento, podem provocar outros problemas de saúde, como infeções, anemia e hemorragias.
  • 33. Sintomas • Como todas as células do sangue, as células da leucemia percorrem todo o corpo. Dependendo do número de células tumorais, e do local onde estas células se depositam, uma pessoa com leucemia pode apresentar sintomas variados. • Os sintomas comuns de leucemia, incluem:
  • 34. 1. Febre e suores noturnos. 2. Infeções frequentes. 3. Sensação de fraqueza ou cansaço. 4. Dores de cabeça. 5. Sangrar e fazer nódoas negras (hematomas) facilmente: gengivas que sangram, manchas arroxeadas na pele, ou pequenas pintas vermelhas sob a pele. 6. Dor nos ossos e articulações. 7. Inchaço ou desconforto no abdómen (em consequência do aumento do baço). 8. Gânglios inchados, especialmente os do pescoço e das axilas. 9. Perda de peso.
  • 38. • Nas fases iniciais da leucemia crónica, as células tumorais funcionam quase normalmente. Os sintomas podem não aparecer, durante muito tempo. Muitas vezes, o médico descobre a leucemia crónica durante um exame de rotina, isto é, antes de existirem quaisquer sintomas. Quando surgem os sintomas, estes são geralmente ligeiros, no início, e vão piorando, gradualmente. • Na leucemia aguda, os sintomas surgem e pioram rapidamente. A pessoa vai ao médico porque se sente doente. Outros sintomas da leucemia aguda são vómitos, confusão, perda do controlo muscular e convulsões. As células tumorais podem, ainda, depositar-se nos testículos, provocando inchaço. Algumas pessoas também desenvolvem feridas nos olhos ou na pele. A leucemia também pode afetar o aparelho digestivo, os rins, os pulmões ou outras partes do corpo.
  • 40. A Miriam é uma princesa de apenas 3 anos que apesar de bem pequenina já passou, e continua a passar, por algo que nenhuma criança merece passar: tem uma Leucemia Linfoblástica Aguda, desde os 20 meses de idade. Após os primeiros tratamentos, tudo correu bem, a Miriam entrou em remissão e a esperança regressou. Até que a vida voltou a desafiá-la e houve uma recaída na sua doença, continuando a Miriam em tratamentos muito agressivos de quimioterapia, até que encontre um dador de Medula Óssea compatível. No entanto, esta lutadora nunca perdeu a alegria nem a força para viver, brincar (com as suas bonecas e puzzles) e emocionar todos os que a rodeiam. A Mimi, como lhe chamam, na verdade nunca conheceu outra vida, talvez seja por isso que para ela estar doente é uma coisa normal. Mas todos sabem que não é e não deve nem pode ser uma coisa normal: todos podem ajudá-la!