Grupo de Estudos – CAF-C
Quando falamos em educação e aprendizagem,
estamos falando em processos neurais, redes
que se estabelecem, neurônios que se ligam e
fazem novas sinapses. E o que entendemos por
aprendizagem?
Aprendizagem, nada mais é do que esse
maravilhoso e complexo processo pelo qual o
cérebro reage aos estímulos do ambiente, ativa
essas sinapses (ligações entre os neurônios
por onde passam os estímulos), tornado-as
mais "intensas".
A cada estímulo novo, a cada repetição de um
comportamento que queremos que seja
consolidado, temos circuitos que processam as
informações, que deverão ser então
Podemos compreender, desta forma que
o uso de estratégias adequadas em um
processo de ensino dinâmico e prazeroso
provocará consequentemente, alterações
na quantidade e qualidade destas
conexões sinápticas, afetando assim o
funcionamento cerebral, de forma
positiva e permanente, com resultados
extremamente satisfatórios.
Desta forma, o grande desafio dos educadores é viabilizar uma
aula que "facilite" esse disparo neural, as sinapses e o
funcionamento desses sistemas, sem que necessariamente o
professor tenha que saber se a melhor forma de seu aluno lidar
com os objetos externos é: auditiva, visual ou tátil. Quando
ciente da modalidade de aprendizagem do seu aluno, (é o que
estamos fazendo hoje) o professor saberá quais estratégias
mais adequadas utilizar e certamente fará uso desse grande e
inigualável meio facilitador no processo ensino ? aprendizagem.
Outra grande descoberta das
neurociências é que através
de atividades prazerosas e
desafiadoras o "disparo"
entre as células neurais
acontece mais facilmente: as
sinapses se fortalecem e
redes neurais se estabelecem
com mais facilidade.
Todo ensino desafiador ministrado
de forma lúdica tem esse efeito:
aulas dinâmicas, divertidas, ricas
em conteúdo visual e concreto,
onde o aluno não é um mero
observador, passivo e distante, mas
sim, participante, questionador e
ativo nessa construção do seu
próprio saber, o deixam
"literalmente ligado", plugado,
antenado.
Devido a SPA, os jovens procuram novos estímulos para
saciá-los como o ofegante procura o ar... Por isso tenho
preconizado uma revolução no microcosmo da sala de
aula da pré-escola à universidade para melhorar a
concentração, aliviar a ansiedade e expandir o
rendimento intelectual dos alunos.
Entre elas: 1) Música ambiente para aliviar a tensão. 2)
Sentar-se em forma de “U” (olho no olho) para melhorar
a concentração. 3) Usar a arte da dúvida continuamente
durante a exposição para abrir as janelas da memórias.
4) Humanizar o professor (contar sinteticamente
capítulos de sua vida em alguns momentos semanais)
para cruzar o mundo do mestre com o do aluno. 5)
Humanizar o produtor de conhecimento (contar
aventuras, ousadias, derrotas, êxitos, lágrimas, rejeições)
Em março de 2000,
investigadores da
Universidade de
Londres descobriram
que os taxistas dessa
cidade tinham uma
parte do cérebro, o
Hipocampo -região
importante para a
memória espacial -,
particularmente
desenvolvida, muito
mais que o resto das
pessoas.
“O cérebro muda de forma,
segundo as áreas que mais utilizamos,
segundo a atividade mental.
Em 2002 cientistas alemães descobriram a
mesma coisa na Circunvolução de Heschl dos
músicos, área do córtex cerebral importante
para processar a música
Em 2004 os mesmos resultados teve o
Instituto de Neurología de Londres, na
circunvolução angular esquerda, estrutura
cerebral importante para a linguagem, no
• FONTE:
• ANDREA LELLIS SHIAVETTO (Fonoaudióloga em palestra no
Encontro de Coordenadores e Orientadores da USB – Catre 15
à 17 de abril 2012)
• WHITE, Ellen G. Educação, pág. 17 e 230
• CURY, Augusto. O Código da Inteligência, pág. 83 e 84.
• VERA LUCIA MIETTO (Fonoaudióloga) em
http://www.ceitec.com.br/artigos/a-importancia-da-neurociencia-
na-aprendizagem.pdf acessado em 7 de maio de 2012.
• ANILCE LITTKE. Departamento de Educação da Associação
Catarinense da IASD, e-mails diversos.
• ELKHONON GOLDBERG. (Neurologista da Universidade de
New York, Diretor do Instituto de Neuropsicología e
Funcionamento Cognitivo)
• ORGANIZADOR: Malton de Oliveira Fuckner –
malton_oliveira@hotmail.com /
www.oestudofazbem.blogspot.com

Neuroeducação

  • 1.
  • 6.
    Quando falamos emeducação e aprendizagem, estamos falando em processos neurais, redes que se estabelecem, neurônios que se ligam e fazem novas sinapses. E o que entendemos por aprendizagem? Aprendizagem, nada mais é do que esse maravilhoso e complexo processo pelo qual o cérebro reage aos estímulos do ambiente, ativa essas sinapses (ligações entre os neurônios por onde passam os estímulos), tornado-as mais "intensas". A cada estímulo novo, a cada repetição de um comportamento que queremos que seja consolidado, temos circuitos que processam as informações, que deverão ser então
  • 11.
    Podemos compreender, destaforma que o uso de estratégias adequadas em um processo de ensino dinâmico e prazeroso provocará consequentemente, alterações na quantidade e qualidade destas conexões sinápticas, afetando assim o funcionamento cerebral, de forma positiva e permanente, com resultados extremamente satisfatórios.
  • 13.
    Desta forma, ogrande desafio dos educadores é viabilizar uma aula que "facilite" esse disparo neural, as sinapses e o funcionamento desses sistemas, sem que necessariamente o professor tenha que saber se a melhor forma de seu aluno lidar com os objetos externos é: auditiva, visual ou tátil. Quando ciente da modalidade de aprendizagem do seu aluno, (é o que estamos fazendo hoje) o professor saberá quais estratégias mais adequadas utilizar e certamente fará uso desse grande e inigualável meio facilitador no processo ensino ? aprendizagem.
  • 15.
    Outra grande descobertadas neurociências é que através de atividades prazerosas e desafiadoras o "disparo" entre as células neurais acontece mais facilmente: as sinapses se fortalecem e redes neurais se estabelecem com mais facilidade.
  • 18.
    Todo ensino desafiadorministrado de forma lúdica tem esse efeito: aulas dinâmicas, divertidas, ricas em conteúdo visual e concreto, onde o aluno não é um mero observador, passivo e distante, mas sim, participante, questionador e ativo nessa construção do seu próprio saber, o deixam "literalmente ligado", plugado, antenado.
  • 20.
    Devido a SPA,os jovens procuram novos estímulos para saciá-los como o ofegante procura o ar... Por isso tenho preconizado uma revolução no microcosmo da sala de aula da pré-escola à universidade para melhorar a concentração, aliviar a ansiedade e expandir o rendimento intelectual dos alunos. Entre elas: 1) Música ambiente para aliviar a tensão. 2) Sentar-se em forma de “U” (olho no olho) para melhorar a concentração. 3) Usar a arte da dúvida continuamente durante a exposição para abrir as janelas da memórias. 4) Humanizar o professor (contar sinteticamente capítulos de sua vida em alguns momentos semanais) para cruzar o mundo do mestre com o do aluno. 5) Humanizar o produtor de conhecimento (contar aventuras, ousadias, derrotas, êxitos, lágrimas, rejeições)
  • 29.
    Em março de2000, investigadores da Universidade de Londres descobriram que os taxistas dessa cidade tinham uma parte do cérebro, o Hipocampo -região importante para a memória espacial -, particularmente desenvolvida, muito mais que o resto das pessoas. “O cérebro muda de forma, segundo as áreas que mais utilizamos, segundo a atividade mental.
  • 30.
    Em 2002 cientistasalemães descobriram a mesma coisa na Circunvolução de Heschl dos músicos, área do córtex cerebral importante para processar a música Em 2004 os mesmos resultados teve o Instituto de Neurología de Londres, na circunvolução angular esquerda, estrutura cerebral importante para a linguagem, no
  • 32.
    • FONTE: • ANDREALELLIS SHIAVETTO (Fonoaudióloga em palestra no Encontro de Coordenadores e Orientadores da USB – Catre 15 à 17 de abril 2012) • WHITE, Ellen G. Educação, pág. 17 e 230 • CURY, Augusto. O Código da Inteligência, pág. 83 e 84. • VERA LUCIA MIETTO (Fonoaudióloga) em http://www.ceitec.com.br/artigos/a-importancia-da-neurociencia- na-aprendizagem.pdf acessado em 7 de maio de 2012. • ANILCE LITTKE. Departamento de Educação da Associação Catarinense da IASD, e-mails diversos. • ELKHONON GOLDBERG. (Neurologista da Universidade de New York, Diretor do Instituto de Neuropsicología e Funcionamento Cognitivo) • ORGANIZADOR: Malton de Oliveira Fuckner – malton_oliveira@hotmail.com / www.oestudofazbem.blogspot.com