Conhecendo o
Mundo Cervejeiro
Conhecendo o
Mundo Cervejeiro
Jorge Luis Bublitz
Eng. de Sistemas
Cervejeiro Caseiro
Roteiro
História
Matérias-Primas
Escolas
Estilos
Análise Sensorial & Degustação
História
Suméria - 9.000/6.000 a.C.
Acreditavam que era
uma dádiva da Deusa
Ninkasi, que teria
lançado um “sopro
mágico e divino” que
transformou água e
cevada num maravilhoso
líquido dourado
Egito - 3.000 a.C.
No antigo Egito a cerveja
possuía valores importantes:
Crianças eram batizadas na
cerveja
Oferenda aos mortos
Pagamento de trabalhadores
A profissão de Cervejeiro era
de alto escalão
Mesopotâmia - 1700 a.C.
O rei Hamurabi decreta o
Código de Hamurabi
Néctar dos Deuses
Se uma cerveja de má
qualidade fosse distribuída, o
responsável pela sua
produção seria punido de
morte por afogamento na sua
cerveja ruim
Romanos - 750 a.C.
Os romanos foram grandes aprendizes
dos egípcios
Ficaram encantados com a
diversidade de cereais que podiam
adicionar ao preparo
O vinho necessitava de muitos
cuidados
Com isso a cerveja se tornou popular
Século XVI
1516
A Lei da Pureza é
decretada na Baviera,
padronizando o processo de
fabricação, onde os únicos
ingredientes permitidos
eram Malte, Lúpulo e Água
Século XIX - 1808
FINALMENTE!!!!
A família real portuguesa dá
um drible da vaca em
Napoleão e se transfere para
o Brasil
A abertura dos portos
disseminou a cerveja na
colônia, que até então só
tinha vinho
Pilsen - 1842
Joseph Groll produz
uma nova cerveja
clara e carbonatada,
batizada com o nome
da cidade de Pilsen,
na Boêmia
Pilsen Original X “Pilsen Brasileira”
Pilsen Original X “Pilsen Brasileira”
Pilsen Original X “Pilsen Brasileira”
Matérias-Primas
Malte + Lúpulo + Água + Levedura = Cerveja
Água
A água corresponde a mais de 90%
da matéria prima empregada na
fabricação da cerveja
Por isso ela é sempre lembrada
pela sua importância
pH ideal entre 6.5 a 7 (mais ácida
que neutra)
Malte
O malte é fundamental na fabricação
de cerveja, pois é ele o responsável
pela cor, corpo (densidade), bem como
na composição do sabor e aroma
Produzimos malte a partir da
germinação parcial (interrompida) dos
grãos de cereais
A princípio qualquer cereal pode ser
malteado, tal como: milho, aveia,
trigo, centeio e a cevada
(principalmente)
Lúpulo
É uma planta trepadeira que tem o hábito de
crescimento em locais de clima frio e com abundância
de luz solar (dias longos)
Desta planta utilizamos as flores das plantas fêmeas,
que possui formato de cone e no seu interior
encontra-se a lupulina
Contribui para o amargor, aroma e sabor da cerveja
Auxilia na retenção da espuma
Possui propriedades bactericidas e é um conservante
natural
Levedura
Saccharomyces cerevisiae
Em um ambiente sem oxigênio,
transforma os açúcares presentes no
mosto em etanol e dióxido de
carbono
Se o processo de fermentação
ocorrer entre 20 e 25ºC, teremos a
cerveja do tipo Ale
Se ocorrer entre 7 e 12ºC, teremos
as cervejas Lager
Adjuntos
Cereais Não Malteados: Milho,
Arroz, Cevada, Cevada Torrada, …
Mel, Açúcar, Açúcar Mascavo
Condimentos: Pimenta, Coentro,
Gengibre, Folhas, Chás, Cascas
como a Canela, de Laranja e
outras
Frutas: Laranja, Pêssego,
Maracujá, Abóbora, …
Processo de Fabricação
Processo de Fabricação
Brassagem
Processo de Fabricação
Processo de Fabricação
Filtragem
Processo de Fabricação
Processo de Fabricação
Fervura
Processo de Fabricação
Processo de Fabricação
Resfriamento
Processo de Fabricação
Processo de Fabricação
Fermentação e Maturação
Processo de Fabricação
Processo de Fabricação
Envase
Processo de Fabricação
Estilos
Tabela Periódica
Estilos
Tabela Periódica
Análise Sensorial & Degustação
Vamos ao que interessa!!!!!!
Análise Sensorial & Degustação
Vamos ao que interessa!!!!!!
1. Olhe e Observe
1. Olhe e Observe
2. Sinta os Aromas
1. Olhe e Observe
2. Sinta os Aromas
3. Prove Duas Vezes
1. Olhe e Observe
2. Sinta os Aromas
3. Prove Duas Vezes
A primeira deixe a cerveja um pouco na boca
antes de engolir, para sentir mais da cerveja na
língua
Na segunda beba normalmente
4. Experimente com o prato
1. Olhe e Observe
2. Sinta os Aromas
3. Prove Duas Vezes
A primeira deixe a cerveja um pouco na boca
antes de engolir, para sentir mais da cerveja na
língua
Na segunda beba normalmente
4. Experimente com o prato
5. E aí? Gostou? Tomaria novamente?
Recomendaria?
Escolas
Estilos
Degustação
Escola Alemã
Possui um caráter maltado, com
lúpulos florais e amargor
acentuado, com leveduras mais
neutras, com exceção das cervejas
de trigo, onde a levedura é
predominante.
No norte da Alemanha as cervejas
são mais secas e lupuladas
No sul elas apresentam um caráter
mais maltado e encorpado
Wiess / Weizen
Cerveja de trigo de estilo alemão
Mínimo de 50% de grãos de trigo maltado e
não usam nenhum outro adjunto
Geralmente não são filtradas, daí a aparência
turva
Tem leve sabor frutado, deixando na boca
(retrogosto) um gosto de banana e cravo
Muita espuma branca
Bem efervecente
1. Maisel ’s Weisse
Estilo
German Weizen
Álcool (%)
5,2% ABV
Temperatura
5-7 °C
Escola Inglesa
Mais Amargas e Secas
Baixa carbonatação
Mais complexas no sabor
Principais estilos: Pale Ale,
Bitter, Stout, Barley Wine,
Brown Ale IPA
English Pale Ale
Típica da Inglaterra,
A expressão Pale (pálida) é para
indicar a cor mais clara desta
bebida
Produzem pouca espuma por ter
baixa carbonatação (pouco gás
carbônico)
Tendem a ser mais amargas
(chamadas de Bitter).
2. Bierland Pale Ale
Estilo
English Pale Ale
Álcool (%)
4,8% ABV
Temperatura
4-8 °C
2. Bierland Pale Ale
Estilo
English Pale Ale
Álcool (%)
4,8% ABV
Temperatura
4-8 °C
2. Bierland Pale Ale
Estilo
English Pale Ale
Álcool (%)
4,8% ABV
Temperatura
4-8 °C
2. Bierland Pale Ale
Estilo
English Pale Ale
Álcool (%)
4,8% ABV
Temperatura
4-8 °C
2. Bierland Pale Ale
Estilo
English Pale Ale
Álcool (%)
4,8% ABV
Temperatura
4-8 °C
2. Bierland Pale Ale
Estilo
English Pale Ale
Álcool (%)
4,8% ABV
Temperatura
4-8 °C
Escola Belga
Criatividade e Sabor Complexo
Utilização de adjuntos (semente de
coentro, casca de laranja, anis,
canela, frutas, entre outros)
Dezenas de estilos não catalogados
Alto teor alcoólico
Lambics
Estilos: Trapistas, Witbier, Golden
Ale, Dubbel, Trippel, Quadruppel
Belgian Blond Ale
Estilo típico da Bélgica, nascido nos
mosteiros e abadias daquele país
São cervejas claras (loiras), mas
mais fortes, encorpadas, frutadas e
com bastante lúpulo
Teor alcoólico de até 10,5%
3. Bierland Belgian Blond Ale
Estilo
Belgian Blond Ale
Álcool (%)
7,4% ABV
Temperatura
5-7 °C
3. Bierland Belgian Blond Ale
Estilo
Belgian Blond Ale
Álcool (%)
7,4% ABV
Temperatura
5-7 °C
3. Bierland Belgian Blond Ale
Estilo
Belgian Blond Ale
Álcool (%)
7,4% ABV
Temperatura
5-7 °C
3. Bierland Belgian Blond Ale
Estilo
Belgian Blond Ale
Álcool (%)
7,4% ABV
Temperatura
5-7 °C
3. Bierland Belgian Blond Ale
Estilo
Belgian Blond Ale
Álcool (%)
7,4% ABV
Temperatura
5-7 °C
3. Bierland Belgian Blond Ale
Estilo
Belgian Blond Ale
Álcool (%)
7,4% ABV
Temperatura
5-7 °C
3. Bierland Belgian Blond Ale
Estilo
Belgian Blond Ale
Álcool (%)
7,4% ABV
Temperatura
5-7 °C
3. Bierland Belgian Blond Ale
Estilo
Belgian Blond Ale
Álcool (%)
7,4% ABV
Temperatura
5-7 °C
Escola Americana
Se destaca principalmente por não
ser somente uma escola no singular
A grande peculiaridade da escola
Americana é o fato de ela ter
incorporado todas as três escolas
cervejeiras em uma completamente
nova
American Pale Ale (APA), American
Red Ale, …
American IPA
É a nova geração da IPA
Coloração partindo do
levemente dourado até o
marron
Forte aroma floral, notas de
caramelo, paladar mais cítrico
e, as vezes, condimentado
Geralmente bastante
carbonatada, com espuma
persistente
4. Schornstein American IPA
Estilo
American IPA
Álcool (%)
6,8% ABV
Temperatura
5-6 °C
4. Schornstein American IPA
Estilo
American IPA
Álcool (%)
6,8% ABV
Temperatura
5-6 °C
Perguntas
Perguntas
Até a próxima…
bublitz@hotmail.com
1a. Harmonização:
https://youtu.be/YwF3OGhvczs

Mundo cervejeiro II

  • 1.
  • 2.
    Conhecendo o Mundo Cervejeiro JorgeLuis Bublitz Eng. de Sistemas Cervejeiro Caseiro
  • 3.
  • 4.
  • 5.
    Suméria - 9.000/6.000a.C. Acreditavam que era uma dádiva da Deusa Ninkasi, que teria lançado um “sopro mágico e divino” que transformou água e cevada num maravilhoso líquido dourado
  • 6.
    Egito - 3.000a.C. No antigo Egito a cerveja possuía valores importantes: Crianças eram batizadas na cerveja Oferenda aos mortos Pagamento de trabalhadores A profissão de Cervejeiro era de alto escalão
  • 7.
    Mesopotâmia - 1700a.C. O rei Hamurabi decreta o Código de Hamurabi Néctar dos Deuses Se uma cerveja de má qualidade fosse distribuída, o responsável pela sua produção seria punido de morte por afogamento na sua cerveja ruim
  • 8.
    Romanos - 750a.C. Os romanos foram grandes aprendizes dos egípcios Ficaram encantados com a diversidade de cereais que podiam adicionar ao preparo O vinho necessitava de muitos cuidados Com isso a cerveja se tornou popular
  • 9.
    Século XVI 1516 A Leida Pureza é decretada na Baviera, padronizando o processo de fabricação, onde os únicos ingredientes permitidos eram Malte, Lúpulo e Água
  • 10.
    Século XIX -1808 FINALMENTE!!!! A família real portuguesa dá um drible da vaca em Napoleão e se transfere para o Brasil A abertura dos portos disseminou a cerveja na colônia, que até então só tinha vinho
  • 11.
    Pilsen - 1842 JosephGroll produz uma nova cerveja clara e carbonatada, batizada com o nome da cidade de Pilsen, na Boêmia
  • 12.
    Pilsen Original X“Pilsen Brasileira”
  • 13.
    Pilsen Original X“Pilsen Brasileira”
  • 14.
    Pilsen Original X“Pilsen Brasileira”
  • 15.
    Matérias-Primas Malte + Lúpulo+ Água + Levedura = Cerveja
  • 16.
    Água A água correspondea mais de 90% da matéria prima empregada na fabricação da cerveja Por isso ela é sempre lembrada pela sua importância pH ideal entre 6.5 a 7 (mais ácida que neutra)
  • 17.
    Malte O malte éfundamental na fabricação de cerveja, pois é ele o responsável pela cor, corpo (densidade), bem como na composição do sabor e aroma Produzimos malte a partir da germinação parcial (interrompida) dos grãos de cereais A princípio qualquer cereal pode ser malteado, tal como: milho, aveia, trigo, centeio e a cevada (principalmente)
  • 18.
    Lúpulo É uma plantatrepadeira que tem o hábito de crescimento em locais de clima frio e com abundância de luz solar (dias longos) Desta planta utilizamos as flores das plantas fêmeas, que possui formato de cone e no seu interior encontra-se a lupulina Contribui para o amargor, aroma e sabor da cerveja Auxilia na retenção da espuma Possui propriedades bactericidas e é um conservante natural
  • 19.
    Levedura Saccharomyces cerevisiae Em umambiente sem oxigênio, transforma os açúcares presentes no mosto em etanol e dióxido de carbono Se o processo de fermentação ocorrer entre 20 e 25ºC, teremos a cerveja do tipo Ale Se ocorrer entre 7 e 12ºC, teremos as cervejas Lager
  • 20.
    Adjuntos Cereais Não Malteados:Milho, Arroz, Cevada, Cevada Torrada, … Mel, Açúcar, Açúcar Mascavo Condimentos: Pimenta, Coentro, Gengibre, Folhas, Chás, Cascas como a Canela, de Laranja e outras Frutas: Laranja, Pêssego, Maracujá, Abóbora, …
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
    Análise Sensorial &Degustação Vamos ao que interessa!!!!!!
  • 39.
    Análise Sensorial &Degustação Vamos ao que interessa!!!!!!
  • 41.
    1. Olhe eObserve
  • 42.
    1. Olhe eObserve 2. Sinta os Aromas
  • 43.
    1. Olhe eObserve 2. Sinta os Aromas 3. Prove Duas Vezes
  • 44.
    1. Olhe eObserve 2. Sinta os Aromas 3. Prove Duas Vezes A primeira deixe a cerveja um pouco na boca antes de engolir, para sentir mais da cerveja na língua Na segunda beba normalmente 4. Experimente com o prato
  • 45.
    1. Olhe eObserve 2. Sinta os Aromas 3. Prove Duas Vezes A primeira deixe a cerveja um pouco na boca antes de engolir, para sentir mais da cerveja na língua Na segunda beba normalmente 4. Experimente com o prato 5. E aí? Gostou? Tomaria novamente? Recomendaria?
  • 46.
  • 47.
    Escola Alemã Possui umcaráter maltado, com lúpulos florais e amargor acentuado, com leveduras mais neutras, com exceção das cervejas de trigo, onde a levedura é predominante. No norte da Alemanha as cervejas são mais secas e lupuladas No sul elas apresentam um caráter mais maltado e encorpado
  • 48.
    Wiess / Weizen Cervejade trigo de estilo alemão Mínimo de 50% de grãos de trigo maltado e não usam nenhum outro adjunto Geralmente não são filtradas, daí a aparência turva Tem leve sabor frutado, deixando na boca (retrogosto) um gosto de banana e cravo Muita espuma branca Bem efervecente
  • 49.
    1. Maisel ’sWeisse Estilo German Weizen Álcool (%) 5,2% ABV Temperatura 5-7 °C
  • 50.
    Escola Inglesa Mais Amargase Secas Baixa carbonatação Mais complexas no sabor Principais estilos: Pale Ale, Bitter, Stout, Barley Wine, Brown Ale IPA
  • 51.
    English Pale Ale Típicada Inglaterra, A expressão Pale (pálida) é para indicar a cor mais clara desta bebida Produzem pouca espuma por ter baixa carbonatação (pouco gás carbônico) Tendem a ser mais amargas (chamadas de Bitter).
  • 52.
    2. Bierland PaleAle Estilo English Pale Ale Álcool (%) 4,8% ABV Temperatura 4-8 °C
  • 53.
    2. Bierland PaleAle Estilo English Pale Ale Álcool (%) 4,8% ABV Temperatura 4-8 °C
  • 54.
    2. Bierland PaleAle Estilo English Pale Ale Álcool (%) 4,8% ABV Temperatura 4-8 °C
  • 55.
    2. Bierland PaleAle Estilo English Pale Ale Álcool (%) 4,8% ABV Temperatura 4-8 °C
  • 56.
    2. Bierland PaleAle Estilo English Pale Ale Álcool (%) 4,8% ABV Temperatura 4-8 °C
  • 57.
    2. Bierland PaleAle Estilo English Pale Ale Álcool (%) 4,8% ABV Temperatura 4-8 °C
  • 58.
    Escola Belga Criatividade eSabor Complexo Utilização de adjuntos (semente de coentro, casca de laranja, anis, canela, frutas, entre outros) Dezenas de estilos não catalogados Alto teor alcoólico Lambics Estilos: Trapistas, Witbier, Golden Ale, Dubbel, Trippel, Quadruppel
  • 59.
    Belgian Blond Ale Estilotípico da Bélgica, nascido nos mosteiros e abadias daquele país São cervejas claras (loiras), mas mais fortes, encorpadas, frutadas e com bastante lúpulo Teor alcoólico de até 10,5%
  • 60.
    3. Bierland BelgianBlond Ale Estilo Belgian Blond Ale Álcool (%) 7,4% ABV Temperatura 5-7 °C
  • 61.
    3. Bierland BelgianBlond Ale Estilo Belgian Blond Ale Álcool (%) 7,4% ABV Temperatura 5-7 °C
  • 62.
    3. Bierland BelgianBlond Ale Estilo Belgian Blond Ale Álcool (%) 7,4% ABV Temperatura 5-7 °C
  • 63.
    3. Bierland BelgianBlond Ale Estilo Belgian Blond Ale Álcool (%) 7,4% ABV Temperatura 5-7 °C
  • 64.
    3. Bierland BelgianBlond Ale Estilo Belgian Blond Ale Álcool (%) 7,4% ABV Temperatura 5-7 °C
  • 65.
    3. Bierland BelgianBlond Ale Estilo Belgian Blond Ale Álcool (%) 7,4% ABV Temperatura 5-7 °C
  • 66.
    3. Bierland BelgianBlond Ale Estilo Belgian Blond Ale Álcool (%) 7,4% ABV Temperatura 5-7 °C
  • 67.
    3. Bierland BelgianBlond Ale Estilo Belgian Blond Ale Álcool (%) 7,4% ABV Temperatura 5-7 °C
  • 68.
    Escola Americana Se destacaprincipalmente por não ser somente uma escola no singular A grande peculiaridade da escola Americana é o fato de ela ter incorporado todas as três escolas cervejeiras em uma completamente nova American Pale Ale (APA), American Red Ale, …
  • 69.
    American IPA É anova geração da IPA Coloração partindo do levemente dourado até o marron Forte aroma floral, notas de caramelo, paladar mais cítrico e, as vezes, condimentado Geralmente bastante carbonatada, com espuma persistente
  • 70.
    4. Schornstein AmericanIPA Estilo American IPA Álcool (%) 6,8% ABV Temperatura 5-6 °C
  • 71.
    4. Schornstein AmericanIPA Estilo American IPA Álcool (%) 6,8% ABV Temperatura 5-6 °C
  • 74.
  • 75.
  • 76.