• Cada local tem sua própria
cultura característica...
• As pessoas de certo local têm
necessidades específicas...
• Cada equipe de plantadores
será única e diferente...
• Os recursos e habilidades
serão distintas em cada
plantio...
• Os resultados serão de propor-
• As pessoas gostam de estar com
seus pares...
• Grupos-alvo: grupos homogêneos de
pessoas que queremos alcançar...
• Cada grupo será atingido de maneira
diferente dos outros...
• Como vender a visão p/cada
equipe...
• O potencial/vocação de cada
equipe...
• As condições únicas de cada local...
• Sem treinamento e mentoreamento
• Precisa haver mudança de para-
digma, na maneira de trabalhar.
o De controlador para recrutador
o De palestrante para treinador
o De diretor para encorajador
o De supervisor para mentor
o De foco em finanças p/foco em
pessoas
• Tendemos a pressupor que todos
sabem de que se trata...
• Tendemos a nos comprometer
pouco e esperar pouco...
• Quanto menor o grupo melhor
o aprendizado efetivo e prático.
• Como as pessoas aprendem?
o A Lei da Aprendizagem
o A Lei da Expectativa
o A Lei da Aplicação
o A Lei da Retenção
o A Lei da Necessidade
o A Lei da Preparação
o A Lei do Avivamento
Bruce Wilkinson, As 7 leis da aprendizagem, Editora
o Andou com eles
o Comeu com eles
o Compartilhou a Sua vida
o Ensinou-os um a um
o Deu-lhes estágios práticos
o Amou-os no dia-a-dia
o Sofreu com eles...
• As conversas pessoais têm
mais impacto e transformam
mais.
• Como Jesus mentoreou os
discípulos durante 3,5 anos?
• Em toda comunidade existem
portas abertas para o trabalho...
• A área onde a igreja será plantada
precisa ser estudada e entendida.
o Conhecer os líderes instituídos
o ... a composição religiosa da comunidade
o ... o grau de instrução e a ocupação
o ... o nível sócio-econômico
o ... a composição etária, escolas e
instituições
o Conhecer os principais problemas locais
o Ver que serviços poderiam se oferecidos
pela igreja como meio de aproximação
• A igreja/instituição mãe precisa
estar saudável para gerar filhos
• A igreja/instituição mãe precisa
ser estudada e entendida. Precisa
ter:o Vigor espiritual e denominacional
o Liderança comprometida
o Um Grupo Base para ceder
o Possibilidade de apoiar o Grupo Base
o Disposição para iniciar e continuar
o Sustentar parcial ou inteiramente o projeto
Precisamos entendê-los:
• São grupos ligados por cultura,
língua, atividade, religião ou
afinidade.
• As pessoas gostam de receber
o evangelho quando não preci-
sam superar barreiras. Peter Wagner
• Providenciar um ambiente que
seja não-ameaçador é metade
do caminho andado...
• Os métodos de PI podem ser
divididos em 2 grandes grupos.
• PI por Modalidade (fundados
diretamente pela igreja mãe):
• Igreja Mãe – Igreja Filha
• Igrejas multicongregação
• Plantio distrital
• Divisão (plantio acidental)
• Plantio Multi ou Monocultural
• Plantio por Adoção
• Mais adiante descrição de cada
• Quem planta a igreja define ini-
cialmente a que grupo pertence.
• PI por Sodalidade (fundados por
denominação ou departamento):
• Fazedores de Tenda
• PI por Apóstolo ou Evangelista
• Pastor plantador de igrejas
• Replantando Igreja
• Transplante de Igreja
• PI para grupos-alvo especiais
• Por método evangelístico utilizado
• A seguir a descrição de cada um.
• Outros métodos de PI podem ser
usados com igual impacto.
• Alguns métodos de PI definidos
p/método de evangelismo usado:
• Rede de parcerias
• Igrejas no lar
• Por método evangelístico utilizado
• Série de conferências
• Pequenos Grupos
• Duplas missionárias
• Associação de métodos, etc.
• Depende da realidade
• Uma igreja já estruturada planta
outra igreja e dá todo apoio.
• O Núcleo Base (NB) é de membros
maduros dessa igreja-mãe.
• O NB é de membros que moram
na região e a conhecem bem.
• Finanças, material e equipamento
vem sobretudo da Igreja mãe.
• Mãe dá força denominacional à
filha, que nasce c/identidade forte.
• Mãe precisa de treinamento,
apoio estratégico e logístico.
• Ambas precisam de
envolvimen-to da igreja
organização e apoio
institucional.
• Parcerias com associações são
bem-vindas e necessárias.
• Vários métodos associados
• O membros do NB conhecem a área, a
população e cultura local
• Baixo custo para a organização
• Baixo empenho da igreja-organização
• Torna-se rapidamente ministério local
• É e estimula o ministério leigo entusias-
mando outros – típico Adventista
• É autenticamente do povo desde o
início
• Dependendo do envolvimento da Igreja
Mãe, a organização tem pouco controle
• Na maioria dos casos
• Com a densidade de igrejas
que temos em nosso território,
de-veria ser o principal método.
• Quando se quer estabelecer
uma igreja sólida financeira e
doutrinariamente em pouco
tempo.
• Uma igreja já estruturada atende
outros grupos-alvo.
• O mesmo prédio serve p/diversas
igrejas c/grupos mais homogêneos.
• Cada igreja tem um público alvo e
se organiza para atendê-lo.
• Típico para cidades grandes com
variedade de grupos e etnias.
• Oferece vários cultos por semana
p/diferentes públicos da vizinhança.
• Igreja mãe precisa de visão clara
e vontade de ser relevante.
• O grupo fundador precisa ser
capaz de lidar confrontos
internos.
• Apoio com conhecimento
sociológico e antropológico.
• Tolerância por parte das
organizações superiores.
• Muito prático e econômico em grandes
cidades onde prédios/terrenos são
caros
• Baixo custo para a organização.
• Baixo empenho da igreja para o plantio
• Atende grupos vizinhos da igreja
• Otimiza bens e propriedades da igreja
• Torna a igreja relevante para um grupo
maior de pessoas da vizinhança.
• Pode trazer conflitos internos na igreja
• Precisa de um alto grau de organização
• Em cidades grandes.
• Onde o uso dos recursos e
bens precisa ser otimizado.
• Onde há muitos grupos homo-
gêneos de pessoas.
• Quando a igreja mãe quer ser
mais relevante na vizinhança
• Quando se desenvolve
expertise no atendimento
• Onde há prioridades de Missão
Global – município ou bairro.
• As igrejas do distrito se unem para
penetrar área não atingida
• Cada igreja do distrito participa
com aquilo que tem de melhor.
• As igrejas se dispõe a abrir mão de
parte do atendimento pastoral que
receberiam para expandir.
• Visão clara e liderança capaz de
levar as igrejas do distrito ao
resultado final esperado.
• Um plano estratégico adequado
• Localização central no distrito
• Apoio das organizações
superiores quando necessário
• Unidade entre os irmãos e
liderança das igrejas do distrito.
• Muito prático e econômico para a
maioria dos distritos.
• Baixo custo para a organização.
• Baixo empenho de cada igreja para o
plantio da nova igreja no distrito.
• Traz unidade e senso de equipe para as
igrejas do distrito.
• Tende a ser muito eficaz e rápido o PI.
• Pode trazer conflitos entre as igrejas.
• Pode deixar dúvidas sobre qual igreja é
responsável pelo projeto.
• Sempre que possível.
• Onde o uso dos recursos e
bens precisa ser otimizado.
• Onde as igrejas do distrito têm
a mesma visão e vontade.
• Onde há necessidade de
plantar uma igreja de Missão
Global.
• Quando a liderança tiver
• Infelizmente há igrejas que não
conseguem reconhecer o tempo de
se dividir em paz.
• A divisão da igreja e o plantio de
uma nova acaba ocorrendo por
discórdia e incapacidade de
conciliar diferenças.
• Se possível deve ser dirigida
mesmo assim para que ajude a
• Trabalho pastoral nas igrejas
resultantes da divisão.
• Trabalho de reconciliação pós
PI.
• Líderes neutros que consigam
dirigir o processo de PI para que
cumpra um propósito maior.
• Apoio da organização da igreja.
• Compreensão do plano maior de
• Uma igreja pode ser plantada onde
antes não havia nenhuma.
• O processo de PI pode ser terapêutico
para ambas as igrejas – avelha e a
nova.
• Deus pode mostrar a Sua capacidade
de transformar as confusões humanas
em bênçãos para todos os envolvidos.
• Não é a melhor maneira de fazer PI.
• Muita energia gasta no conflito que
produz a separação.
• Lutas paralelas podem atrasar o PI.
• Sempre que possível evitar
esse modelo de PI.
• Quando realmente não há
maneiras de reconciliação.
• Em cidades grandes onde há
mistura cultural e tolerância racial.
• A população local busca a
multiculturalidade e está disposta a
pagar o preço da paciência mútua.
• É adequado onde não ocorre como
um esforço artificial, pelo contrário,
existe um desejo natural da
população em conviver assim.
• Visão clara e liderança capaz de
intermediar conflitos e solucionar
dificuldades raciais e étnicas.
• Habilidade multicultural da
liderança da nova igreja.
• Apoio e tolerância das
organizações superiores
• Unidade entre os irmãos e lide-
rança da igreja mãe e da filha.
• Se der certo o projeto irradia atmosfera
de cultura celestial ao invés de conflitos
humanos.
• É um cartão de visita de tolerância e
compreensão da denominação.
• Pode tornar-se exemplo para pessoas,
regiões e nações inteiras
• Costuma ser bonito enquanto intenção.
• Na maioria das vezes acaba em PI
monocultural.
• Sempre que possível.
• Onde o uso dos recursos e
bens precisa ser otimizado.
• Onde as igrejas do distrito têm
a mesma visão e vontade.
• Onde há necessidade de
plantar uma igreja de Missão
Global.
• Quando a liderança tiver
• Em cidades grandes onde há
mistura cultural e tolerância racial.
• A população local busca a
multiculturalidade e está disposta a
pagar o preço da paciência mútua.
• É adequado onde não ocorre como
um esforço artificial, pelo contrário,
existe um desejo natural da
população em conviver assim.
• Percepção das realidades e
tensões étnicas de uma cidade.
• Se a liderança não for nativa preci-
sará de competência intercultural.
• Muitas vezes há necessidades de
liderança nativa da cultura alvo.
• Apoio, compreensão e tolerância
das organizações superiores.
• Precisa haver a aculturação da fé
da 2ª geração p/que não a
• Há um enorme poder de atração de
determinada cultura por seus pares.
• Igrejas monoculturais tendem a crescer
muito no início, se forem relevantes.
• Estrangeiros tendem a aceitar Jesus no
país que estão mais do que se
estivessem em seu país de origem.
• O crescimento é proporcional ao fluxo
migratório da etnia para o país.
• Se não for feito a aculturação da fé dos
filhos dos imigrantes, eles saem da
• Sempre que houver um fluxo
migratório significativo no país.
• Sempre que as igrejas de um
lugar não absorvam a etnia.
• Onde há um grupo significativo
de certa etnia ou nacionalidade.
• Quando houver liderança com
habilidade para trabalhar com o
grupo em questão.
• Às vezes uma igreja é absorvida por
outra ou por uma denominação.
• Uma igreja ou denominação podem
assumir uma congregação –
pessoas, propriedades e corpo
doutrinário.
• Isso deve sempre ocorrer por
iniciativa da igreja adotada.
• Para a igreja mãe ou denominação
deve ser uma adoção clara sem
• Assessoria jurídica da denominação
que está adotando a igreja.
• Apoio das organizações superiores.
• Apoio financeiro das organizações
superiores para o trâmite em todas
as suas dimensões.
• Liderança forte da denominação
que está adotando, para que haja
integração completa da nova igreja
em plena conformidade doutrinária.
• Quando há uma adoção de uma igreja
toda, o PI acontece de uma vez.
• Se a igreja adotada estiver convicta, ela
já vem pronta para o rol de igrejas da
denominação.
• Economia com a aquisição da
propriedade e bens da igreja adotada.
• Pode haver dificuldades doutrinárias e
organizacionais pós-adoção.
• Podem surgir grupos separatistas
descontentes com a adoção.
• Sempre que houver plena
concordância legal e doutrinária
da igreja a ser adotada.
• O Núcleo Base (NB) é o ponto de
partida para todos métodos.
• Pessoas – geralmente um ou dois
casais mudam para uma
localidade para formar o NB.
• Elas se estabelecem ali e buscam
o seu ganha-pão como podem.
• Usam seu esforço e tempo leigos
para plantar uma igreja em um
local onde não há nada.
• Geralmente tem boa vontade
mas precisam de recursos para
fundar a igreja.
• Precisam de treinamento e
apoio estratégico
• Precisam de apoio da igreja-
organização, para sentirem-se
envolvidos e parte do todo.
• Compreensão e muita oração.
• Baixo custo para a organização
• Torna-se rapidamente ministério local
• É um ministério leigo – típico Adventista
• É autenticamente do povo desde o
início
• Se não houver treinamento e apoio
pode tender a ministério
independente...
• A organização tem pouco controle
• Se não tiver firmeza doutrinária:
heresias
• Em um município longe de uma
igreja mãe – área Missão
Global
• Cidades pequenas
• Quando voluntários se dispõe
• Quando os voluntários são de
confiança e estão bem
treinados
• Em situações específicas para
• Modelo com enfatizado no NT.
• Geralmente ele faz o PI por
solicitação denominacional.
• Ele precisa não apenas
estabelecer a nova igreja, mas
dar-lhe o alicer-ce para um
crescimento saudável.
• O Plantador da igreja estabelece
e treina liderança local para a
• Apoio denominacional.
• Orçamento definido até o final
do processo de PI.
• O apóstolo ou evangelista
preci-sa de uma equipe
qualificada.
• Equipamento e material apro-
priado para o processo de PI.
• O profissionalismo com que o PI é feito.
• O resultado denominacional é sólido
• As pessoas geralmente são bem
instruídas e preparadas no processo.
• A força denominacional consolida o PI.
• Geralmente o custo é alto.
• Tende a faltar identidade e estrutura
leiga no projeto.
• O evangelista vai embora, provocando
muitas vezes a perda de conversos.
• Em um município longe de uma
igreja mãe – área Missão
Global
• Cidades pequenas distantes.
• Quando não há voluntários.
• Quando não há igrejas
próximas que poderiam servir
de mãe.
• Quando há um interesse deno-
• Às vezes uma igreja é mantida
viva artificialmente apesar de não
ter mais sinais vitais como:
• Pessoas sendo salvas por meio dela
• Entusiasmo nos membros
• Percepção da presença de Deus, etc.
• Geralmente com nova liderança
que inspire confiança a igreja é
reestruturada para crescer.
• Novos esforços são feitos
• Nova abordagem, novo estilo, nova
liderança. A liderança precisa ser
capacitada para o processo.
• Avaliação do local “queimado”.*
• Orçamento definido até o final do
processo de replantio.
• Os membros que restaram precisam
crer e estar dispostos, ou não podem
ficar.
• Apoio estratégico e de marketing.*Local queimado é considerado aquele que a comunidade
local descrimina por má conduta anterior da igreja, ou outros
elementos que prejudicam a imagem da igreja local.
• Manter a localização de igreja existente.
• Recuperar o trabalho no local da igreja.
• Desafia para não retroceder diante das
dificuldades sofridas no passado no
local
• Exige ações concretas de reavivamento
e reestruturação do jeito de ser da
igreja.• Pode exigir investimentos altos.
• O local pode estar queimado.
• Há diversos elementos que já
conspiram contra o processo desde o
início.
• Em locais onde claramente há
potencial de crescimento que
na tentativa anterior não foi
identificado ou não foi
trabalhado adequadamente.
• Quando for identificado que o
local não foi queimado.
• A vizinhança de uma igreja que já
foi relevante muda e precisa ir
onde há pessoas.
• A igreja precisa ser deslocada de
onde ela não é mais relevante e ir
para onde ela se tornará relevante
de novo.
• Um novo lugar.
• O velho local precisa ser vendido.
• Um processo de transição em que a
igreja ainda fique onde está até ser
estabelecido o novo local.
• Apoio jurídico e imobiliário da
denominação.
• Orçamento que apoie todo o
processo de transplante, até a nova
igreja estar saudável no novo local.
• Oportunidade de reinício para a igreja.
• Oportunidade de tornar a ser relevante
novamente.
• Oportunidade de reforma espiritual e
reavivamento.
• Pode ser fonte de entradas financeiras.
• Pode exigir investimentos altos.
• A mudança pode ferir membros antigos.
• Pode se tornar uma igreja
desconectada da comunidade.
• Em locais onde claramente a
igreja não pode mais ser
relevante.*
*Exemplo: Uma igreja que estava numa zona residencial que
se transformou em zona de indústrias. Ou região agrícola que
ficou desabitada.
• Uma União e um colégio decidem
plantar uma igreja.
• Uma associação com uma insti-
tuição médica se unem.
• Irmãos buscam apoio e parceria
de empresas, associação, etc.
• Um colégio planta uma igreja na
área de uma associação s/apoio.
• Miss. Calebe organizada por um
colégio planta Igr. noutra união.
• Alguém precisa providenciar o
Grupo Base, senão o projeto
não tem estrutura e morre.
• Muito diálogo para acertar as
arestas institucionais.
• Apoio estratégico e logístico
• Vários métodos associados
podem e deverão ser usados.
• Os custos e esforços são
compartilhados
• Pessoas já comprometidas com a obra
se envolvem e são revigoradas
• Alto controle e acompanhamento
• Facilmente se encontra um GB capaz
• Estimula o ministério entre obreiros
• Quando a parceria é instituição/igreja
local pode ocorrer sinergismo benéfico
• Esforço gasto com negociações internas
• Cadeia de comando pode ser complicada
• Sempre que possível
• É muito salutar trabalhar em
parcerias e em equipe. Só esse
fato já prega o evangelho.
• Especificamente em regiões
onde há instituições e colégios.
• Em projetos com a iniciativa de
obreiros da instituição.
• Principalmente em locais de
poucos recursos, inicia-se na casa
de uma família adventista.
• Inicia com os amigos de uma
família e vai se expandindo.
• Método natural não invasivo
• Adequado onde há resistência da
comunidade ao plantio de igreja.
• Pode haver vários projetos de
baixo custo num mesmo bairro.
• Apoio estratégico e logístico
• Material e equipamento no lar.
• Coordenação, se há vários
projetos simultaneamente.
• Associação com outros
métodos: PG, classes bíblicas,
visitas, etc.
• Mentoreamento denominacional
• Visão clara de fundar uma igreja
• Todos os prós do método mãe/filha
• O custo é baixo para todos
• Acontece de maneira muito natural
• Percepção de genuinidade por parte
dos interessados e participantes
• Tende a não sair do status “igreja no lar”
• Podem surgir problemas doutrinários e
consequentemente grupos dissidentes
• Pode haver domínio de um grupo apenas
• Pode ser um ótimo método de
apoio a outros métodos.
• É usado como instrumento de
abertura de áreas difíceis.
• Para iniciar um trabalho com um
grupo homogêneo com potencial
• Não deve ser usado como um fim
em si mesmo, só se a área
oferecer perigos p/uma igreja
organizada.
• O método de plantio de igreja
também pode ser definido pelo
método ou conjunto de méto-
dos utilizados em sua
fundação.
• Os métodos mais comuns são:
o Pequenos grupos
o Série de Conferências
o Missão Calebe
o Ação social – serviço à comunidade
o Combinação de um ou mais métodos
• Não excluímos outros métodos
• Um PG evangelístico pode ser o
início de uma nova igreja.
• Com diversos PGs
evangelísticos funcionando
simultaneamente é possível
plantar uma igreja sólida
• De qualquer maneira os PGs
evangelísticos e relacionais são
uma ferramenta de apoio impar,
cada um com sua função
• “Evangelismo é um processo do
qual as conferências são a
colheita
• Com diversos PGs
evangelísticos funcionando
simultaneamente é possível
plantar uma igreja sólida
• De qualquer maneira os PGs
evangelísticos e relacionais são
uma ferramenta de apoio impar.
• O envolvimento de jovens em
massa no entusiasmo de sua
juventude pode ser fundamental.
• Uma Missão Calebe, ou como
chamado outrora Supermissão,
é um instrumento de impacto e
de formação de opinião local.
• Pode ser utilizado como largada
para o projeto, ou como apoio
associado com outros métodos.
• Temos fartura na inspiração so-
bre o assunto de sermos
relevan-tes como igreja na
comunidade:
o Ciência do Bom Viver
o Beneficência Social
o Parábolas de Jesus
• A ação social é tão imprescindí-
vel que qualquer projeto de PI
adventista deveria ter como
fundamento o atendimento às
• É impossível fundar uma nova
igreja, sem fazer use de uma ou
mais ferramentas
evangelísticas.
• A utilização conjunta de vários
métodos é o melhor em PI.
• Um planejamento estratégico
com uma visão clara, que
coordene os diversos esforços
faz-se imprescindível num

Métodos de plantio de igrejas

  • 2.
    • Cada localtem sua própria cultura característica... • As pessoas de certo local têm necessidades específicas... • Cada equipe de plantadores será única e diferente... • Os recursos e habilidades serão distintas em cada plantio... • Os resultados serão de propor-
  • 3.
    • As pessoasgostam de estar com seus pares... • Grupos-alvo: grupos homogêneos de pessoas que queremos alcançar... • Cada grupo será atingido de maneira diferente dos outros... • Como vender a visão p/cada equipe... • O potencial/vocação de cada equipe... • As condições únicas de cada local... • Sem treinamento e mentoreamento
  • 4.
    • Precisa havermudança de para- digma, na maneira de trabalhar. o De controlador para recrutador o De palestrante para treinador o De diretor para encorajador o De supervisor para mentor o De foco em finanças p/foco em pessoas • Tendemos a pressupor que todos sabem de que se trata... • Tendemos a nos comprometer pouco e esperar pouco...
  • 5.
    • Quanto menoro grupo melhor o aprendizado efetivo e prático. • Como as pessoas aprendem? o A Lei da Aprendizagem o A Lei da Expectativa o A Lei da Aplicação o A Lei da Retenção o A Lei da Necessidade o A Lei da Preparação o A Lei do Avivamento Bruce Wilkinson, As 7 leis da aprendizagem, Editora
  • 6.
    o Andou comeles o Comeu com eles o Compartilhou a Sua vida o Ensinou-os um a um o Deu-lhes estágios práticos o Amou-os no dia-a-dia o Sofreu com eles... • As conversas pessoais têm mais impacto e transformam mais. • Como Jesus mentoreou os discípulos durante 3,5 anos?
  • 7.
    • Em todacomunidade existem portas abertas para o trabalho... • A área onde a igreja será plantada precisa ser estudada e entendida. o Conhecer os líderes instituídos o ... a composição religiosa da comunidade o ... o grau de instrução e a ocupação o ... o nível sócio-econômico o ... a composição etária, escolas e instituições o Conhecer os principais problemas locais o Ver que serviços poderiam se oferecidos pela igreja como meio de aproximação
  • 8.
    • A igreja/instituiçãomãe precisa estar saudável para gerar filhos • A igreja/instituição mãe precisa ser estudada e entendida. Precisa ter:o Vigor espiritual e denominacional o Liderança comprometida o Um Grupo Base para ceder o Possibilidade de apoiar o Grupo Base o Disposição para iniciar e continuar o Sustentar parcial ou inteiramente o projeto
  • 9.
    Precisamos entendê-los: • Sãogrupos ligados por cultura, língua, atividade, religião ou afinidade. • As pessoas gostam de receber o evangelho quando não preci- sam superar barreiras. Peter Wagner • Providenciar um ambiente que seja não-ameaçador é metade do caminho andado...
  • 11.
    • Os métodosde PI podem ser divididos em 2 grandes grupos. • PI por Modalidade (fundados diretamente pela igreja mãe): • Igreja Mãe – Igreja Filha • Igrejas multicongregação • Plantio distrital • Divisão (plantio acidental) • Plantio Multi ou Monocultural • Plantio por Adoção • Mais adiante descrição de cada
  • 12.
    • Quem plantaa igreja define ini- cialmente a que grupo pertence. • PI por Sodalidade (fundados por denominação ou departamento): • Fazedores de Tenda • PI por Apóstolo ou Evangelista • Pastor plantador de igrejas • Replantando Igreja • Transplante de Igreja • PI para grupos-alvo especiais • Por método evangelístico utilizado • A seguir a descrição de cada um.
  • 13.
    • Outros métodosde PI podem ser usados com igual impacto. • Alguns métodos de PI definidos p/método de evangelismo usado: • Rede de parcerias • Igrejas no lar • Por método evangelístico utilizado • Série de conferências • Pequenos Grupos • Duplas missionárias • Associação de métodos, etc. • Depende da realidade
  • 14.
    • Uma igrejajá estruturada planta outra igreja e dá todo apoio. • O Núcleo Base (NB) é de membros maduros dessa igreja-mãe. • O NB é de membros que moram na região e a conhecem bem. • Finanças, material e equipamento vem sobretudo da Igreja mãe. • Mãe dá força denominacional à filha, que nasce c/identidade forte.
  • 15.
    • Mãe precisade treinamento, apoio estratégico e logístico. • Ambas precisam de envolvimen-to da igreja organização e apoio institucional. • Parcerias com associações são bem-vindas e necessárias. • Vários métodos associados
  • 16.
    • O membrosdo NB conhecem a área, a população e cultura local • Baixo custo para a organização • Baixo empenho da igreja-organização • Torna-se rapidamente ministério local • É e estimula o ministério leigo entusias- mando outros – típico Adventista • É autenticamente do povo desde o início • Dependendo do envolvimento da Igreja Mãe, a organização tem pouco controle
  • 17.
    • Na maioriados casos • Com a densidade de igrejas que temos em nosso território, de-veria ser o principal método. • Quando se quer estabelecer uma igreja sólida financeira e doutrinariamente em pouco tempo.
  • 18.
    • Uma igrejajá estruturada atende outros grupos-alvo. • O mesmo prédio serve p/diversas igrejas c/grupos mais homogêneos. • Cada igreja tem um público alvo e se organiza para atendê-lo. • Típico para cidades grandes com variedade de grupos e etnias. • Oferece vários cultos por semana p/diferentes públicos da vizinhança.
  • 19.
    • Igreja mãeprecisa de visão clara e vontade de ser relevante. • O grupo fundador precisa ser capaz de lidar confrontos internos. • Apoio com conhecimento sociológico e antropológico. • Tolerância por parte das organizações superiores.
  • 20.
    • Muito práticoe econômico em grandes cidades onde prédios/terrenos são caros • Baixo custo para a organização. • Baixo empenho da igreja para o plantio • Atende grupos vizinhos da igreja • Otimiza bens e propriedades da igreja • Torna a igreja relevante para um grupo maior de pessoas da vizinhança. • Pode trazer conflitos internos na igreja • Precisa de um alto grau de organização
  • 21.
    • Em cidadesgrandes. • Onde o uso dos recursos e bens precisa ser otimizado. • Onde há muitos grupos homo- gêneos de pessoas. • Quando a igreja mãe quer ser mais relevante na vizinhança • Quando se desenvolve expertise no atendimento
  • 22.
    • Onde háprioridades de Missão Global – município ou bairro. • As igrejas do distrito se unem para penetrar área não atingida • Cada igreja do distrito participa com aquilo que tem de melhor. • As igrejas se dispõe a abrir mão de parte do atendimento pastoral que receberiam para expandir.
  • 23.
    • Visão clarae liderança capaz de levar as igrejas do distrito ao resultado final esperado. • Um plano estratégico adequado • Localização central no distrito • Apoio das organizações superiores quando necessário • Unidade entre os irmãos e liderança das igrejas do distrito.
  • 24.
    • Muito práticoe econômico para a maioria dos distritos. • Baixo custo para a organização. • Baixo empenho de cada igreja para o plantio da nova igreja no distrito. • Traz unidade e senso de equipe para as igrejas do distrito. • Tende a ser muito eficaz e rápido o PI. • Pode trazer conflitos entre as igrejas. • Pode deixar dúvidas sobre qual igreja é responsável pelo projeto.
  • 25.
    • Sempre quepossível. • Onde o uso dos recursos e bens precisa ser otimizado. • Onde as igrejas do distrito têm a mesma visão e vontade. • Onde há necessidade de plantar uma igreja de Missão Global. • Quando a liderança tiver
  • 26.
    • Infelizmente háigrejas que não conseguem reconhecer o tempo de se dividir em paz. • A divisão da igreja e o plantio de uma nova acaba ocorrendo por discórdia e incapacidade de conciliar diferenças. • Se possível deve ser dirigida mesmo assim para que ajude a
  • 27.
    • Trabalho pastoralnas igrejas resultantes da divisão. • Trabalho de reconciliação pós PI. • Líderes neutros que consigam dirigir o processo de PI para que cumpra um propósito maior. • Apoio da organização da igreja. • Compreensão do plano maior de
  • 28.
    • Uma igrejapode ser plantada onde antes não havia nenhuma. • O processo de PI pode ser terapêutico para ambas as igrejas – avelha e a nova. • Deus pode mostrar a Sua capacidade de transformar as confusões humanas em bênçãos para todos os envolvidos. • Não é a melhor maneira de fazer PI. • Muita energia gasta no conflito que produz a separação. • Lutas paralelas podem atrasar o PI.
  • 29.
    • Sempre quepossível evitar esse modelo de PI. • Quando realmente não há maneiras de reconciliação.
  • 30.
    • Em cidadesgrandes onde há mistura cultural e tolerância racial. • A população local busca a multiculturalidade e está disposta a pagar o preço da paciência mútua. • É adequado onde não ocorre como um esforço artificial, pelo contrário, existe um desejo natural da população em conviver assim.
  • 31.
    • Visão clarae liderança capaz de intermediar conflitos e solucionar dificuldades raciais e étnicas. • Habilidade multicultural da liderança da nova igreja. • Apoio e tolerância das organizações superiores • Unidade entre os irmãos e lide- rança da igreja mãe e da filha.
  • 32.
    • Se dercerto o projeto irradia atmosfera de cultura celestial ao invés de conflitos humanos. • É um cartão de visita de tolerância e compreensão da denominação. • Pode tornar-se exemplo para pessoas, regiões e nações inteiras • Costuma ser bonito enquanto intenção. • Na maioria das vezes acaba em PI monocultural.
  • 33.
    • Sempre quepossível. • Onde o uso dos recursos e bens precisa ser otimizado. • Onde as igrejas do distrito têm a mesma visão e vontade. • Onde há necessidade de plantar uma igreja de Missão Global. • Quando a liderança tiver
  • 34.
    • Em cidadesgrandes onde há mistura cultural e tolerância racial. • A população local busca a multiculturalidade e está disposta a pagar o preço da paciência mútua. • É adequado onde não ocorre como um esforço artificial, pelo contrário, existe um desejo natural da população em conviver assim.
  • 35.
    • Percepção dasrealidades e tensões étnicas de uma cidade. • Se a liderança não for nativa preci- sará de competência intercultural. • Muitas vezes há necessidades de liderança nativa da cultura alvo. • Apoio, compreensão e tolerância das organizações superiores. • Precisa haver a aculturação da fé da 2ª geração p/que não a
  • 36.
    • Há umenorme poder de atração de determinada cultura por seus pares. • Igrejas monoculturais tendem a crescer muito no início, se forem relevantes. • Estrangeiros tendem a aceitar Jesus no país que estão mais do que se estivessem em seu país de origem. • O crescimento é proporcional ao fluxo migratório da etnia para o país. • Se não for feito a aculturação da fé dos filhos dos imigrantes, eles saem da
  • 37.
    • Sempre quehouver um fluxo migratório significativo no país. • Sempre que as igrejas de um lugar não absorvam a etnia. • Onde há um grupo significativo de certa etnia ou nacionalidade. • Quando houver liderança com habilidade para trabalhar com o grupo em questão.
  • 38.
    • Às vezesuma igreja é absorvida por outra ou por uma denominação. • Uma igreja ou denominação podem assumir uma congregação – pessoas, propriedades e corpo doutrinário. • Isso deve sempre ocorrer por iniciativa da igreja adotada. • Para a igreja mãe ou denominação deve ser uma adoção clara sem
  • 39.
    • Assessoria jurídicada denominação que está adotando a igreja. • Apoio das organizações superiores. • Apoio financeiro das organizações superiores para o trâmite em todas as suas dimensões. • Liderança forte da denominação que está adotando, para que haja integração completa da nova igreja em plena conformidade doutrinária.
  • 40.
    • Quando háuma adoção de uma igreja toda, o PI acontece de uma vez. • Se a igreja adotada estiver convicta, ela já vem pronta para o rol de igrejas da denominação. • Economia com a aquisição da propriedade e bens da igreja adotada. • Pode haver dificuldades doutrinárias e organizacionais pós-adoção. • Podem surgir grupos separatistas descontentes com a adoção.
  • 41.
    • Sempre quehouver plena concordância legal e doutrinária da igreja a ser adotada.
  • 42.
    • O NúcleoBase (NB) é o ponto de partida para todos métodos. • Pessoas – geralmente um ou dois casais mudam para uma localidade para formar o NB. • Elas se estabelecem ali e buscam o seu ganha-pão como podem. • Usam seu esforço e tempo leigos para plantar uma igreja em um local onde não há nada.
  • 43.
    • Geralmente temboa vontade mas precisam de recursos para fundar a igreja. • Precisam de treinamento e apoio estratégico • Precisam de apoio da igreja- organização, para sentirem-se envolvidos e parte do todo. • Compreensão e muita oração.
  • 44.
    • Baixo custopara a organização • Torna-se rapidamente ministério local • É um ministério leigo – típico Adventista • É autenticamente do povo desde o início • Se não houver treinamento e apoio pode tender a ministério independente... • A organização tem pouco controle • Se não tiver firmeza doutrinária: heresias
  • 45.
    • Em ummunicípio longe de uma igreja mãe – área Missão Global • Cidades pequenas • Quando voluntários se dispõe • Quando os voluntários são de confiança e estão bem treinados • Em situações específicas para
  • 46.
    • Modelo comenfatizado no NT. • Geralmente ele faz o PI por solicitação denominacional. • Ele precisa não apenas estabelecer a nova igreja, mas dar-lhe o alicer-ce para um crescimento saudável. • O Plantador da igreja estabelece e treina liderança local para a
  • 47.
    • Apoio denominacional. •Orçamento definido até o final do processo de PI. • O apóstolo ou evangelista preci-sa de uma equipe qualificada. • Equipamento e material apro- priado para o processo de PI.
  • 48.
    • O profissionalismocom que o PI é feito. • O resultado denominacional é sólido • As pessoas geralmente são bem instruídas e preparadas no processo. • A força denominacional consolida o PI. • Geralmente o custo é alto. • Tende a faltar identidade e estrutura leiga no projeto. • O evangelista vai embora, provocando muitas vezes a perda de conversos.
  • 49.
    • Em ummunicípio longe de uma igreja mãe – área Missão Global • Cidades pequenas distantes. • Quando não há voluntários. • Quando não há igrejas próximas que poderiam servir de mãe. • Quando há um interesse deno-
  • 50.
    • Às vezesuma igreja é mantida viva artificialmente apesar de não ter mais sinais vitais como: • Pessoas sendo salvas por meio dela • Entusiasmo nos membros • Percepção da presença de Deus, etc. • Geralmente com nova liderança que inspire confiança a igreja é reestruturada para crescer. • Novos esforços são feitos
  • 51.
    • Nova abordagem,novo estilo, nova liderança. A liderança precisa ser capacitada para o processo. • Avaliação do local “queimado”.* • Orçamento definido até o final do processo de replantio. • Os membros que restaram precisam crer e estar dispostos, ou não podem ficar. • Apoio estratégico e de marketing.*Local queimado é considerado aquele que a comunidade local descrimina por má conduta anterior da igreja, ou outros elementos que prejudicam a imagem da igreja local.
  • 52.
    • Manter alocalização de igreja existente. • Recuperar o trabalho no local da igreja. • Desafia para não retroceder diante das dificuldades sofridas no passado no local • Exige ações concretas de reavivamento e reestruturação do jeito de ser da igreja.• Pode exigir investimentos altos. • O local pode estar queimado. • Há diversos elementos que já conspiram contra o processo desde o início.
  • 53.
    • Em locaisonde claramente há potencial de crescimento que na tentativa anterior não foi identificado ou não foi trabalhado adequadamente. • Quando for identificado que o local não foi queimado.
  • 54.
    • A vizinhançade uma igreja que já foi relevante muda e precisa ir onde há pessoas. • A igreja precisa ser deslocada de onde ela não é mais relevante e ir para onde ela se tornará relevante de novo.
  • 55.
    • Um novolugar. • O velho local precisa ser vendido. • Um processo de transição em que a igreja ainda fique onde está até ser estabelecido o novo local. • Apoio jurídico e imobiliário da denominação. • Orçamento que apoie todo o processo de transplante, até a nova igreja estar saudável no novo local.
  • 56.
    • Oportunidade dereinício para a igreja. • Oportunidade de tornar a ser relevante novamente. • Oportunidade de reforma espiritual e reavivamento. • Pode ser fonte de entradas financeiras. • Pode exigir investimentos altos. • A mudança pode ferir membros antigos. • Pode se tornar uma igreja desconectada da comunidade.
  • 57.
    • Em locaisonde claramente a igreja não pode mais ser relevante.* *Exemplo: Uma igreja que estava numa zona residencial que se transformou em zona de indústrias. Ou região agrícola que ficou desabitada.
  • 58.
    • Uma Uniãoe um colégio decidem plantar uma igreja. • Uma associação com uma insti- tuição médica se unem. • Irmãos buscam apoio e parceria de empresas, associação, etc. • Um colégio planta uma igreja na área de uma associação s/apoio. • Miss. Calebe organizada por um colégio planta Igr. noutra união.
  • 59.
    • Alguém precisaprovidenciar o Grupo Base, senão o projeto não tem estrutura e morre. • Muito diálogo para acertar as arestas institucionais. • Apoio estratégico e logístico • Vários métodos associados podem e deverão ser usados.
  • 60.
    • Os custose esforços são compartilhados • Pessoas já comprometidas com a obra se envolvem e são revigoradas • Alto controle e acompanhamento • Facilmente se encontra um GB capaz • Estimula o ministério entre obreiros • Quando a parceria é instituição/igreja local pode ocorrer sinergismo benéfico • Esforço gasto com negociações internas • Cadeia de comando pode ser complicada
  • 61.
    • Sempre quepossível • É muito salutar trabalhar em parcerias e em equipe. Só esse fato já prega o evangelho. • Especificamente em regiões onde há instituições e colégios. • Em projetos com a iniciativa de obreiros da instituição.
  • 62.
    • Principalmente emlocais de poucos recursos, inicia-se na casa de uma família adventista. • Inicia com os amigos de uma família e vai se expandindo. • Método natural não invasivo • Adequado onde há resistência da comunidade ao plantio de igreja. • Pode haver vários projetos de baixo custo num mesmo bairro.
  • 63.
    • Apoio estratégicoe logístico • Material e equipamento no lar. • Coordenação, se há vários projetos simultaneamente. • Associação com outros métodos: PG, classes bíblicas, visitas, etc. • Mentoreamento denominacional • Visão clara de fundar uma igreja
  • 64.
    • Todos osprós do método mãe/filha • O custo é baixo para todos • Acontece de maneira muito natural • Percepção de genuinidade por parte dos interessados e participantes • Tende a não sair do status “igreja no lar” • Podem surgir problemas doutrinários e consequentemente grupos dissidentes • Pode haver domínio de um grupo apenas
  • 65.
    • Pode serum ótimo método de apoio a outros métodos. • É usado como instrumento de abertura de áreas difíceis. • Para iniciar um trabalho com um grupo homogêneo com potencial • Não deve ser usado como um fim em si mesmo, só se a área oferecer perigos p/uma igreja organizada.
  • 66.
    • O métodode plantio de igreja também pode ser definido pelo método ou conjunto de méto- dos utilizados em sua fundação. • Os métodos mais comuns são: o Pequenos grupos o Série de Conferências o Missão Calebe o Ação social – serviço à comunidade o Combinação de um ou mais métodos • Não excluímos outros métodos
  • 67.
    • Um PGevangelístico pode ser o início de uma nova igreja. • Com diversos PGs evangelísticos funcionando simultaneamente é possível plantar uma igreja sólida • De qualquer maneira os PGs evangelísticos e relacionais são uma ferramenta de apoio impar, cada um com sua função
  • 68.
    • “Evangelismo éum processo do qual as conferências são a colheita • Com diversos PGs evangelísticos funcionando simultaneamente é possível plantar uma igreja sólida • De qualquer maneira os PGs evangelísticos e relacionais são uma ferramenta de apoio impar.
  • 69.
    • O envolvimentode jovens em massa no entusiasmo de sua juventude pode ser fundamental. • Uma Missão Calebe, ou como chamado outrora Supermissão, é um instrumento de impacto e de formação de opinião local. • Pode ser utilizado como largada para o projeto, ou como apoio associado com outros métodos.
  • 70.
    • Temos farturana inspiração so- bre o assunto de sermos relevan-tes como igreja na comunidade: o Ciência do Bom Viver o Beneficência Social o Parábolas de Jesus • A ação social é tão imprescindí- vel que qualquer projeto de PI adventista deveria ter como fundamento o atendimento às
  • 71.
    • É impossívelfundar uma nova igreja, sem fazer use de uma ou mais ferramentas evangelísticas. • A utilização conjunta de vários métodos é o melhor em PI. • Um planejamento estratégico com uma visão clara, que coordene os diversos esforços faz-se imprescindível num