BIOLOGIA INTERATIVABIOLOGIA INTERATIVA
Criado e Desenvolvido por:
Ronnielle Cabral RolimRonnielle Cabral Rolim
Todos os direitos são reservados ©2017
tioronnicabral.blogspot.com.br
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
Os movimentos dos vegetais respondem à ação de hormônios ou de fatores ambientais
como substâncias químicas, luz solar ou choques mecânicos. Estes movimentos podem ser
do tipo crescimento e curvatura e do tipo locomoção.
Estímulos:
Luz = foto, Temperatura = termo , Contato = tigmo , Água = hidro
Gravidade = geo, Químico = quimio, Ar = aero, Abalo = seismo
Movimentos:
Orientados
Tropismos (com crescimento) positivo ou negativo.
Tactismos (sem crescimento) positivo ou negativo.
Não orientados
Nastismos (padronizados ou estereotipados).
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
TROPISMOS
Os tropismos são movimentos orientados em relação à fonte de estímulo. Estão
relacionados com a ação das auxinas.
Ex: Fototropismo, Geotropismo, Quimiotropismo e Tigmotropismo.
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
TROPISMOS - FOTOTROPISMO
Movimento orientado pela direção da luz. Existe uma curvatura do vegetal em relação à luz,
podendo ser em direção ou contrária a ela, dependendo do órgão vegetal e da
concentração do hormônio auxina. O caule apresenta um fototropismo positivo, enquanto
que a raiz apresenta fototropismo negativo.
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
TROPISMOS - FOTOTROPISMO
Movimento orientado pela direção da luz. Existe uma curvatura do vegetal em relação à luz,
podendo ser em direção ou contrária a ela, dependendo do órgão vegetal e da
concentração do hormônio auxina. O caule apresenta um fototropismo positivo, enquanto
que a raiz apresenta fototropismo negativo.
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
TROPISMOS - FOTOTROPISMO
Movimento orientado pela direção da luz. Existe uma curvatura do vegetal em relação à luz,
podendo ser em direção ou contrária a ela, dependendo do órgão vegetal e da
concentração do hormônio auxina. O caule apresenta um fototropismo positivo, enquanto
que a raiz apresenta fototropismo negativo.
Fototropismo positivo – curvatura do caule em direção à luz.
Fototropismo negativo – curvatura da raiz em direção oposta à luz.
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
TROPISMOS - GEOTROPISMO
Movimento orientado pela força da gravidade. O
caule responde com geotropismo negativo e a
raiz com geotropismo positivo, dependendo da
concentração de auxina nestes órgãos.
Geotropismo negativo – curvatura do caule em
direção oposta à gravidade.
Geotropismo positivo – curvatura da raiz na
mesma direção da gravidade.
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
TROPISMOS - GEOTROPISMO
Movimento orientado pela força da gravidade. O caule responde com geotropismo negativo
e a raiz com geotropismo positivo, dependendo da concentração de auxina nestes órgãos.
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
TROPISMOS – QUIMIOTROPISMO
Movimento orientado em relação a substâncias
químicas do meio. Quimiotropismo é a tendência
que as raízes dos vegetais têm de crescer em
direção a uma fonte de estímulo químico, que
poder ser a água ou minerais. O tubo polínico,
também, por um estímulo químico cresce em
direção ao óvulo.
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
TIGMOTROPISMOS
Movimento orientado por um choque mecânico ou suporte mecânico, como acontece com
as gavinhas de chuchu e maracujá que se enrolam quando entram em contato com algum
suporte mecânico.
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
NASTISMOS
Este tipo de movimento não é orientado e independe da direção ou da origem do estímulo.
Os principais Natismos são: Fotonastismo, Tigmonastismo, Quimionastismo e
Sismonastia.
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
NASTISMOS - FOTONASTISMO
Movimento das pétalas das flores que fazem movimento de curvatura para a base da
corola. Este movimento não é orientado pela direção da luz, sendo sempre para a base da
flor. Existem as flores que abrem durante o dia, fechando-se à noite como a "onze horas" e
aquelas que fazem o contrário como a "dama da noite".
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
NASTISMOS - TIGMONASTISMO e QUIMIONASTISMO
Movimentos que ocorrem em plantas insetívoras ou mais comumente plantas carnívoras,
que, em contato com um inseto, fecham suas folhas com tentáculos ou com pelos
urticantes, e logo em seguida liberam secreções digestivas que atacam o inseto. Às vezes
substâncias químicas liberadas pelo inseto é que provocam esta reação.
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
NASTISMOS - SISMONATIA
Movimento verificado nos folíolos das folhas de plantas do tipo sensitiva ou mimosa, que, ao
sofrerem um abalo com a mão de uma pessoa ou com o vento, fecham seus folíolos. Este
movimento é explicado pela diferença de turgescência entre as células de parênquima
aquoso que estas folhas apresentam.
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
MOVIMENTOS DE LOCOMOÇÃO OU
DESLOCAMENTO
Movimentos de deslocamento de células ou
organismos que são orientados em relação à
fonte de estímulo, podendo ser positivos ou
negativos, sendo definidos como tactismos.
Quimiotactismo:
Movimento orientado em relação a
substâncias químicas como ocorre com o
anterozoide em direção ao arquegônio.
Aerotactismo:
Movimento orientado em relação à fonte de
oxigênio, como ocorre de modo positivo com
bactérias aeróbicas.
Fototactismo:
Movimento orientado em relação à luz, como
ocorre com os cloroplastos na célula vegetal.
Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais
CURIOSIDADES
A “copa tímida” (ou, em inglês, “crown shyness”)
é um fenômeno que ocorre naturalmente em
algumas espécies arbóreas, no qual as coroas de
árvores vizinhas de altura similar não se tocam,
mas ficam separadas por uma lacuna.
O efeito visual é impressionante, uma vez que
cria bordas claramente definidas, semelhantes a
rachaduras ou rios no céu, quando vistas de
baixo.
Embora o fenômeno tenha sido observado pela
primeira vez na década de 1920, os cientistas
ainda não conseguiram chegar a um consenso
sobre o que o causa. [...]
Um estudioso da Malásia que analisou a
Dryobalanops aromatica, no entanto, não
encontrou evidências de colisão de galhos devido
ao contato. Ele sugeriu que as pontas crescentes
dessas árvores eram sensíveis aos níveis de luz,
e paravam de crescer quando se aproximavam
de folhagem adjacente.
FONTE: hypescience.com
Exercício 1
Com base na análise do esquema a seguir, assinale a opção que apresenta os fenômenos
que estão ocorrendo respectivamente no caule e na raiz:
a) fototactismo positivo e fototactismo negativo.
b) fototactismo negativo e fototactismo positivo.
c) geotropismo positivo e geotropismo negativo.
d) geotropismo negativo e geotropismo positivo.
e) fototropismo negativo e fototropismo positivo.
Exercício 2
(PUC-SP) Uma planta colocada num ambiente mais ou menos escuro, submetida a uma
iluminação unilateral, apresentou-se conforme o esquema abaixo:
Responda:
a) Qual o nome do fenômeno observado?
b) Qual a substância responsável pelo fenômeno?
c) Como você explica a curvatura do caule em direção à fonte de luz?
O fenômeno observado denomina-se de fototropismo positivo do caule.
A substância responsável por esse fenômeno é o AIA - ácido indoliacético.
A luz tem capacidade de destruir (fotoxidação) a auxina. Dessa forma, na face iluminada
haverá diminuição do teor de auxinas. Esse fato bloqueia crescimento do caule que,
crescendo mais pela face escura, inclina-se em direção à luz, caracterizando o
fototropismo positivo.
Exercício 3
(FUVEST) Cortam-se os ápices dos coleóptilos (regiões da semente em germinação) de
duas plântulas de aveia. Os ápices foram recolocados, em uma delas, exatamente no local
original (A), e na outra, deslocado para um dos lados (B). O que se espera que aconteça
com as duas plântulas? Por que?
A cresce verticalmente porque o AIA se distribui de maneira uniforme ao longo do coleóptilo;
B curva-se para o lado direito, porque somente o lado esquerdo, que recebe AIA, cresce
adequadamente.
Exercício 4
(PUC-SP) O esquema abaixo mostra duas plântulas de alpiste recém-germinadas. O ápice
da plântula I é coberto com papel-alumínio e o ápice da plântula II é deixado descoberto:
a) Qual o comportamento apresentado pelas plântulas I e II, sabendo-se que receberam luz
de todos os lados e com a mesma intensidade?
b) Qual o comportamento dessas mesmas plântulas, caso sejam iluminadas lateralmente?
c) Como você explicaria o fenômeno observado na situação b?
A planta I não crescerá, enquanto a planta II irá apresenta desenvolvimento vertical.
A planta I tem fototropismo do caule nulo, enquanto a planta II tem fototropismo caulinar
positivo.
A auxina estimulada pela luz desce pelo caule e se desloca para o lado escuro quando
iluminada unilateralmente movendo a planta para o lado oposto.
Exercício 5
(FUVEST) Por que os agricultores cortam a extremidade apical de certas plantas como
mostra a figura a seguir? Que mecanismo explica o resultado que obtêm com esse
processo?
A retirada da gema apical vai provocar o brotamento das gemas laterais, consequentemente
a planta vai apresentar mais ramos, folhas, flores e frutos. A poda provoca uma diminuição
da quantidade de auxinas no caule o que estimula as divisões celulares na região das gemas
laterais.
Exercício 6
Observando a planta no vaso a seguir, conclui-se que se trata de um caso de:
a) fototropismo negativo.
b) quimiotropismo.
c) geotropismo positivo.
d) geotropismo negativo.
e) fototropismo positivo.
Exercício 7
(PUCCAMP-SP) Movimentos de fechamento dos folíolos das mimosas (sensitivas), quando
estimuladas pelo contato, constituem um caso de:
a) Tropismo.
b) Trofismo.
c) Nastismo.
d) Tactismo.
e) Estiolamento.
Exercício 8
(CESGRANRIO) Uma planta insetívora, cujas folhas se fecham quando tocadas por um
inseto, realiza um movimento chamado:
a) nastismo.
b) tropismo.
c) tactismo.
d) nutação.
e) trofismo.
Exercício 10
Sabemos que as raízes, normalmente, crescem em direção ao solo. Esse crescimento
orientado recebe o nome de:
a) gravitropismo negativo.
b) gravitropismo positivo.
c) plagiogravitropismo.
d) quimiotropismo.
e) tigmotropismo.
Exercício 11
Alguns dos movimentos vegetais não são orientados de acordo com a direção do estímulo
que recebem, mas sempre obedecem a um padrão. Um bom exemplo desses movimentos é
o que acontece na folha de sensitiva (Mimosa pudica), que se fecha ao ser tocada.
Esses movimentos não orientados são conhecidos como:
a) tropismos.
b) tactismos.
c) nastismos.
d) plagiogravitropismo.
e) ciclose.
Exercício 12
O grão de pólen, após chegar ao estigma da flor, inicia sua germinação com a formação do
tubo polínico. Esse tubo cresce em direção ao óvulo atraído por substâncias especiais. Entre
as alternativas a seguir, marque aquela que indica corretamente o nome desse movimento
orientado.
a) Fototropismo.
b) Quimiotactismo.
c) Seismonastismo.
d) Quimiotropismo.
e) Tigmotropismo.
Exercício 13
Nos musgos, é possível observar o movimento dos cloroplastos em direção ao sentido da
fonte de luz. Esse movimento em direção ao estímulo recebe o nome de
a) fototropismo.
b) quimiotactismo.
c) fototactismo.
d) fotonastismo.
e) termonastismo.
Exercício 14
Os bonsais (em japonês significa "cultivado em bandeja") são
originários da China, por volta de 202 a.C. Essa técnica foi
aperfeiçoada e muito difundida no Japão, como a arte de cultivar
miniaturas de árvores e arbustos. As espécies utilizadas não
apresentam nanismo hereditário. Elas são miniaturizadas
mediante a poda regular de raízes e galhos, diminuição do
fornecimento de água e orientação dos ramos com a utilização de
arames e fios de cobres. De um modo geral, as árvores que
melhor se adaptam ao processo de formação de bonsai são
aquelas resistentes às baixas temperaturas.
De acordo com as informações sobre bonsais e seus
conhecimentos sobre crescimento vegetal, responda:
Para que lado se inclinarão o caule e a raiz, respectivamente,
durante o crescimento dessa plântula? Justifique.
O caule se inclina em direção à fonte luminosa e a raiz se afasta da luz, pois o ácido
indolacético (AIA) se desloca para o lado não iluminado, estimulando a distensão celular na
região caulinar. O efeito na raiz é a inibição do crescimento celular.
Exercício 15
(FCC) Uma planta envasada é colocada em posição horizontal como mostra o esquema
abaixo:
Espera-se que a raiz:
a) E o caule parem de crescer.
b) E o caule continuem a crescer horizontalmente.
c) E o caule apresentem geotropismo positivo.
d) Apresente geotropismo positivo e o caule geotropismo negativo.
e) Apresente geotropismo negativo e o caule geotropismo positivo.
OBRIGADOOBRIGADO

Movimentos vegetal

  • 1.
    BIOLOGIA INTERATIVABIOLOGIA INTERATIVA Criadoe Desenvolvido por: Ronnielle Cabral RolimRonnielle Cabral Rolim Todos os direitos são reservados ©2017 tioronnicabral.blogspot.com.br
  • 2.
  • 3.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais Osmovimentos dos vegetais respondem à ação de hormônios ou de fatores ambientais como substâncias químicas, luz solar ou choques mecânicos. Estes movimentos podem ser do tipo crescimento e curvatura e do tipo locomoção. Estímulos: Luz = foto, Temperatura = termo , Contato = tigmo , Água = hidro Gravidade = geo, Químico = quimio, Ar = aero, Abalo = seismo Movimentos: Orientados Tropismos (com crescimento) positivo ou negativo. Tactismos (sem crescimento) positivo ou negativo. Não orientados Nastismos (padronizados ou estereotipados).
  • 4.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais TROPISMOS Ostropismos são movimentos orientados em relação à fonte de estímulo. Estão relacionados com a ação das auxinas. Ex: Fototropismo, Geotropismo, Quimiotropismo e Tigmotropismo.
  • 5.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais TROPISMOS- FOTOTROPISMO Movimento orientado pela direção da luz. Existe uma curvatura do vegetal em relação à luz, podendo ser em direção ou contrária a ela, dependendo do órgão vegetal e da concentração do hormônio auxina. O caule apresenta um fototropismo positivo, enquanto que a raiz apresenta fototropismo negativo.
  • 6.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais TROPISMOS- FOTOTROPISMO Movimento orientado pela direção da luz. Existe uma curvatura do vegetal em relação à luz, podendo ser em direção ou contrária a ela, dependendo do órgão vegetal e da concentração do hormônio auxina. O caule apresenta um fototropismo positivo, enquanto que a raiz apresenta fototropismo negativo.
  • 7.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais TROPISMOS- FOTOTROPISMO Movimento orientado pela direção da luz. Existe uma curvatura do vegetal em relação à luz, podendo ser em direção ou contrária a ela, dependendo do órgão vegetal e da concentração do hormônio auxina. O caule apresenta um fototropismo positivo, enquanto que a raiz apresenta fototropismo negativo. Fototropismo positivo – curvatura do caule em direção à luz. Fototropismo negativo – curvatura da raiz em direção oposta à luz.
  • 8.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais TROPISMOS- GEOTROPISMO Movimento orientado pela força da gravidade. O caule responde com geotropismo negativo e a raiz com geotropismo positivo, dependendo da concentração de auxina nestes órgãos. Geotropismo negativo – curvatura do caule em direção oposta à gravidade. Geotropismo positivo – curvatura da raiz na mesma direção da gravidade.
  • 9.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais TROPISMOS- GEOTROPISMO Movimento orientado pela força da gravidade. O caule responde com geotropismo negativo e a raiz com geotropismo positivo, dependendo da concentração de auxina nestes órgãos.
  • 10.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais TROPISMOS– QUIMIOTROPISMO Movimento orientado em relação a substâncias químicas do meio. Quimiotropismo é a tendência que as raízes dos vegetais têm de crescer em direção a uma fonte de estímulo químico, que poder ser a água ou minerais. O tubo polínico, também, por um estímulo químico cresce em direção ao óvulo.
  • 11.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais TIGMOTROPISMOS Movimentoorientado por um choque mecânico ou suporte mecânico, como acontece com as gavinhas de chuchu e maracujá que se enrolam quando entram em contato com algum suporte mecânico.
  • 12.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais NASTISMOS Estetipo de movimento não é orientado e independe da direção ou da origem do estímulo. Os principais Natismos são: Fotonastismo, Tigmonastismo, Quimionastismo e Sismonastia.
  • 13.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais NASTISMOS- FOTONASTISMO Movimento das pétalas das flores que fazem movimento de curvatura para a base da corola. Este movimento não é orientado pela direção da luz, sendo sempre para a base da flor. Existem as flores que abrem durante o dia, fechando-se à noite como a "onze horas" e aquelas que fazem o contrário como a "dama da noite".
  • 14.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais NASTISMOS- TIGMONASTISMO e QUIMIONASTISMO Movimentos que ocorrem em plantas insetívoras ou mais comumente plantas carnívoras, que, em contato com um inseto, fecham suas folhas com tentáculos ou com pelos urticantes, e logo em seguida liberam secreções digestivas que atacam o inseto. Às vezes substâncias químicas liberadas pelo inseto é que provocam esta reação.
  • 15.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais NASTISMOS- SISMONATIA Movimento verificado nos folíolos das folhas de plantas do tipo sensitiva ou mimosa, que, ao sofrerem um abalo com a mão de uma pessoa ou com o vento, fecham seus folíolos. Este movimento é explicado pela diferença de turgescência entre as células de parênquima aquoso que estas folhas apresentam.
  • 16.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais MOVIMENTOSDE LOCOMOÇÃO OU DESLOCAMENTO Movimentos de deslocamento de células ou organismos que são orientados em relação à fonte de estímulo, podendo ser positivos ou negativos, sendo definidos como tactismos. Quimiotactismo: Movimento orientado em relação a substâncias químicas como ocorre com o anterozoide em direção ao arquegônio. Aerotactismo: Movimento orientado em relação à fonte de oxigênio, como ocorre de modo positivo com bactérias aeróbicas. Fototactismo: Movimento orientado em relação à luz, como ocorre com os cloroplastos na célula vegetal.
  • 17.
    Movimentos VegetaisMovimentos Vegetais CURIOSIDADES A“copa tímida” (ou, em inglês, “crown shyness”) é um fenômeno que ocorre naturalmente em algumas espécies arbóreas, no qual as coroas de árvores vizinhas de altura similar não se tocam, mas ficam separadas por uma lacuna. O efeito visual é impressionante, uma vez que cria bordas claramente definidas, semelhantes a rachaduras ou rios no céu, quando vistas de baixo. Embora o fenômeno tenha sido observado pela primeira vez na década de 1920, os cientistas ainda não conseguiram chegar a um consenso sobre o que o causa. [...] Um estudioso da Malásia que analisou a Dryobalanops aromatica, no entanto, não encontrou evidências de colisão de galhos devido ao contato. Ele sugeriu que as pontas crescentes dessas árvores eram sensíveis aos níveis de luz, e paravam de crescer quando se aproximavam de folhagem adjacente. FONTE: hypescience.com
  • 18.
    Exercício 1 Com basena análise do esquema a seguir, assinale a opção que apresenta os fenômenos que estão ocorrendo respectivamente no caule e na raiz: a) fototactismo positivo e fototactismo negativo. b) fototactismo negativo e fototactismo positivo. c) geotropismo positivo e geotropismo negativo. d) geotropismo negativo e geotropismo positivo. e) fototropismo negativo e fototropismo positivo.
  • 19.
    Exercício 2 (PUC-SP) Umaplanta colocada num ambiente mais ou menos escuro, submetida a uma iluminação unilateral, apresentou-se conforme o esquema abaixo: Responda: a) Qual o nome do fenômeno observado? b) Qual a substância responsável pelo fenômeno? c) Como você explica a curvatura do caule em direção à fonte de luz? O fenômeno observado denomina-se de fototropismo positivo do caule. A substância responsável por esse fenômeno é o AIA - ácido indoliacético. A luz tem capacidade de destruir (fotoxidação) a auxina. Dessa forma, na face iluminada haverá diminuição do teor de auxinas. Esse fato bloqueia crescimento do caule que, crescendo mais pela face escura, inclina-se em direção à luz, caracterizando o fototropismo positivo.
  • 20.
    Exercício 3 (FUVEST) Cortam-seos ápices dos coleóptilos (regiões da semente em germinação) de duas plântulas de aveia. Os ápices foram recolocados, em uma delas, exatamente no local original (A), e na outra, deslocado para um dos lados (B). O que se espera que aconteça com as duas plântulas? Por que? A cresce verticalmente porque o AIA se distribui de maneira uniforme ao longo do coleóptilo; B curva-se para o lado direito, porque somente o lado esquerdo, que recebe AIA, cresce adequadamente.
  • 21.
    Exercício 4 (PUC-SP) Oesquema abaixo mostra duas plântulas de alpiste recém-germinadas. O ápice da plântula I é coberto com papel-alumínio e o ápice da plântula II é deixado descoberto: a) Qual o comportamento apresentado pelas plântulas I e II, sabendo-se que receberam luz de todos os lados e com a mesma intensidade? b) Qual o comportamento dessas mesmas plântulas, caso sejam iluminadas lateralmente? c) Como você explicaria o fenômeno observado na situação b? A planta I não crescerá, enquanto a planta II irá apresenta desenvolvimento vertical. A planta I tem fototropismo do caule nulo, enquanto a planta II tem fototropismo caulinar positivo. A auxina estimulada pela luz desce pelo caule e se desloca para o lado escuro quando iluminada unilateralmente movendo a planta para o lado oposto.
  • 22.
    Exercício 5 (FUVEST) Porque os agricultores cortam a extremidade apical de certas plantas como mostra a figura a seguir? Que mecanismo explica o resultado que obtêm com esse processo? A retirada da gema apical vai provocar o brotamento das gemas laterais, consequentemente a planta vai apresentar mais ramos, folhas, flores e frutos. A poda provoca uma diminuição da quantidade de auxinas no caule o que estimula as divisões celulares na região das gemas laterais.
  • 23.
    Exercício 6 Observando aplanta no vaso a seguir, conclui-se que se trata de um caso de: a) fototropismo negativo. b) quimiotropismo. c) geotropismo positivo. d) geotropismo negativo. e) fototropismo positivo.
  • 24.
    Exercício 7 (PUCCAMP-SP) Movimentosde fechamento dos folíolos das mimosas (sensitivas), quando estimuladas pelo contato, constituem um caso de: a) Tropismo. b) Trofismo. c) Nastismo. d) Tactismo. e) Estiolamento.
  • 25.
    Exercício 8 (CESGRANRIO) Umaplanta insetívora, cujas folhas se fecham quando tocadas por um inseto, realiza um movimento chamado: a) nastismo. b) tropismo. c) tactismo. d) nutação. e) trofismo.
  • 26.
    Exercício 10 Sabemos queas raízes, normalmente, crescem em direção ao solo. Esse crescimento orientado recebe o nome de: a) gravitropismo negativo. b) gravitropismo positivo. c) plagiogravitropismo. d) quimiotropismo. e) tigmotropismo.
  • 27.
    Exercício 11 Alguns dosmovimentos vegetais não são orientados de acordo com a direção do estímulo que recebem, mas sempre obedecem a um padrão. Um bom exemplo desses movimentos é o que acontece na folha de sensitiva (Mimosa pudica), que se fecha ao ser tocada. Esses movimentos não orientados são conhecidos como: a) tropismos. b) tactismos. c) nastismos. d) plagiogravitropismo. e) ciclose.
  • 28.
    Exercício 12 O grãode pólen, após chegar ao estigma da flor, inicia sua germinação com a formação do tubo polínico. Esse tubo cresce em direção ao óvulo atraído por substâncias especiais. Entre as alternativas a seguir, marque aquela que indica corretamente o nome desse movimento orientado. a) Fototropismo. b) Quimiotactismo. c) Seismonastismo. d) Quimiotropismo. e) Tigmotropismo.
  • 29.
    Exercício 13 Nos musgos,é possível observar o movimento dos cloroplastos em direção ao sentido da fonte de luz. Esse movimento em direção ao estímulo recebe o nome de a) fototropismo. b) quimiotactismo. c) fototactismo. d) fotonastismo. e) termonastismo.
  • 30.
    Exercício 14 Os bonsais(em japonês significa "cultivado em bandeja") são originários da China, por volta de 202 a.C. Essa técnica foi aperfeiçoada e muito difundida no Japão, como a arte de cultivar miniaturas de árvores e arbustos. As espécies utilizadas não apresentam nanismo hereditário. Elas são miniaturizadas mediante a poda regular de raízes e galhos, diminuição do fornecimento de água e orientação dos ramos com a utilização de arames e fios de cobres. De um modo geral, as árvores que melhor se adaptam ao processo de formação de bonsai são aquelas resistentes às baixas temperaturas. De acordo com as informações sobre bonsais e seus conhecimentos sobre crescimento vegetal, responda: Para que lado se inclinarão o caule e a raiz, respectivamente, durante o crescimento dessa plântula? Justifique. O caule se inclina em direção à fonte luminosa e a raiz se afasta da luz, pois o ácido indolacético (AIA) se desloca para o lado não iluminado, estimulando a distensão celular na região caulinar. O efeito na raiz é a inibição do crescimento celular.
  • 31.
    Exercício 15 (FCC) Umaplanta envasada é colocada em posição horizontal como mostra o esquema abaixo: Espera-se que a raiz: a) E o caule parem de crescer. b) E o caule continuem a crescer horizontalmente. c) E o caule apresentem geotropismo positivo. d) Apresente geotropismo positivo e o caule geotropismo negativo. e) Apresente geotropismo negativo e o caule geotropismo positivo.
  • 32.