São frequentes:  Grau de destruição:  - regiões de  montanha  e  húmidas Depende da inclinação  das vertentes
Fenómenos atmosféricos  (precipitação intensa) Erosão (devido à destruição da vegetação) - Força da gravidade (os corpos têm tendência a descer  pelas vertentes) CAUSAS Construções  e escavações (edifícios/estradas/…) -  Actividade sísmica  -  Actividade vulcânica
Previsão: meteorológica (previsão de precipitação intensa) Prevenção: - Não destruir a vegetação das vertentes - Evitar construir em declives acentuados Retenção de encostas Evitar construir em leitos de ribeiras
Desabamentos/Derrocadas/Desmoronamentos/Deslizamentos de Terra
57 derrocadas num dia No último sábado, durante o pico da chuva entre as nove e as onze horas, registaram-se 57 deslizamentos de terras em todo o concelho do Funchal O resultado é conhecido: as ribeiras entupiram, galgaram as margens junto à foz. A mistura de água, lama e pedras destruiu várias pontes, inundou a baixa, os parques de estacionamento, partiu o betão e o asfalto. Há vítimas mortais, pessoas desaparecidas e muitas casas destruídas.  Os índices de precipitação da manhã de sábado comparam-se aos do último grande aluvião, o de 29 de Outubro de 1993 - Contas por alto, choveu o dobro e bateram-se recordes de chuva em Portugal entre as nove as onze horas do último sábado Notícia do Jornal Público de 25 de Fevereiro
Praça da Autonomia - Funchal  - Aluvião de 1993
As  enxurradas , (torrentes de água formada pelas chuvas torrenciais), quando acompanhadas de  derrocadas   (escorregamentos de vertente, avalanches rochosas, desabamento ou queda de rochas), fazem barragem aos cursos de água (ribeiros e ribeiras), que se transformam num fluxo detrítico em movimento de dimensões consideráveis. Este fluxo, aliado ao declive acentuado da orografia da Ilha da Madeira (declives entre 30 a 40%, a montante, e 04 a 10%, a jusante), atinge velocidade e energia tal que transborda dos leitos, inunda e deposita nas cotas mais baixas o material detrítico transportado, caracterizando-se numa  aluvião .  As  aluviões  são pouco frequentes, mas são, os desastres naturais que mais tem feito vítimas humanas e danos materiais na Madeira, no seu curto período histórico de 500 anos. O que se passou a 20 de Fevereiro…
Manter comida / água potável e estojo de Primeiros Socorros para cada pessoa da família para pelo menos três dias. Manter um rádio, uma lanterna e respectivas pilhas. Conhecer qual o local mais alto da casa e o meio mais fácil de alcançá-lo. Saber quem irá ajudar as crianças, os idosos e os deficientes a ficarem em segurança. Conhecer os números telefónicos de emergência.
Se estiver num lugar fechado, mantenha a calma e tente subir o máximo possível em segurança e espere. Evite passar pelas torrentes.  Se estiver na rua afaste-se de encostas, do litoral ou das margens de ribeiras.  Ligue rádio ou qualquer outro meio de comunicação para obter informações necessárias. Evite boatos e rumores, procure acalmar as pessoas. Utilize os telefones de emergência, só em caso de necessidade. Evite congestionamentos na rede telefónica. Auxilie as pessoas necessitadas de socorro na sua vizinhança.

Movimentos de Vertente

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    São frequentes: Grau de destruição: - regiões de montanha e húmidas Depende da inclinação das vertentes
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    Fenómenos atmosféricos (precipitação intensa) Erosão (devido à destruição da vegetação) - Força da gravidade (os corpos têm tendência a descer pelas vertentes) CAUSAS Construções e escavações (edifícios/estradas/…) - Actividade sísmica - Actividade vulcânica
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    Previsão: meteorológica (previsãode precipitação intensa) Prevenção: - Não destruir a vegetação das vertentes - Evitar construir em declives acentuados Retenção de encostas Evitar construir em leitos de ribeiras
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    57 derrocadas numdia No último sábado, durante o pico da chuva entre as nove e as onze horas, registaram-se 57 deslizamentos de terras em todo o concelho do Funchal O resultado é conhecido: as ribeiras entupiram, galgaram as margens junto à foz. A mistura de água, lama e pedras destruiu várias pontes, inundou a baixa, os parques de estacionamento, partiu o betão e o asfalto. Há vítimas mortais, pessoas desaparecidas e muitas casas destruídas. Os índices de precipitação da manhã de sábado comparam-se aos do último grande aluvião, o de 29 de Outubro de 1993 - Contas por alto, choveu o dobro e bateram-se recordes de chuva em Portugal entre as nove as onze horas do último sábado Notícia do Jornal Público de 25 de Fevereiro
  • 7.
    Praça da Autonomia- Funchal - Aluvião de 1993
  • 8.
    As enxurradas, (torrentes de água formada pelas chuvas torrenciais), quando acompanhadas de derrocadas (escorregamentos de vertente, avalanches rochosas, desabamento ou queda de rochas), fazem barragem aos cursos de água (ribeiros e ribeiras), que se transformam num fluxo detrítico em movimento de dimensões consideráveis. Este fluxo, aliado ao declive acentuado da orografia da Ilha da Madeira (declives entre 30 a 40%, a montante, e 04 a 10%, a jusante), atinge velocidade e energia tal que transborda dos leitos, inunda e deposita nas cotas mais baixas o material detrítico transportado, caracterizando-se numa aluvião . As aluviões são pouco frequentes, mas são, os desastres naturais que mais tem feito vítimas humanas e danos materiais na Madeira, no seu curto período histórico de 500 anos. O que se passou a 20 de Fevereiro…
  • 9.
    Manter comida /água potável e estojo de Primeiros Socorros para cada pessoa da família para pelo menos três dias. Manter um rádio, uma lanterna e respectivas pilhas. Conhecer qual o local mais alto da casa e o meio mais fácil de alcançá-lo. Saber quem irá ajudar as crianças, os idosos e os deficientes a ficarem em segurança. Conhecer os números telefónicos de emergência.
  • 10.
    Se estiver numlugar fechado, mantenha a calma e tente subir o máximo possível em segurança e espere. Evite passar pelas torrentes. Se estiver na rua afaste-se de encostas, do litoral ou das margens de ribeiras. Ligue rádio ou qualquer outro meio de comunicação para obter informações necessárias. Evite boatos e rumores, procure acalmar as pessoas. Utilize os telefones de emergência, só em caso de necessidade. Evite congestionamentos na rede telefónica. Auxilie as pessoas necessitadas de socorro na sua vizinhança.