27.01.14

Bruno Figueiredo

MOBILE ADVERTISING
Publicidade e interatividade nas novas mídias
27.01.14

Bruno Figueiredo

QUEM SOU EU
Publicitário com mais de 6 anos de experiência em empresas de diferentes segmentos, como
Banco do Brasil, Ediouro Publicações, Módulo e GFT (filial Espanha). Atualmente é Coordenador
de Planejamento na 6D, trabalhando para clientes como Ipanema, Richards e SporTv.
Formado em Comunicação Social (Publicidade & Propaganda) pela UFRJ e especializado em
Estratégia Digital e Criatividade Interativa, na Universidade Autônoma de Barcelona.
ÍNDICE
. Reflexão sobre o mercado mobile
. Anúncios mobile em diferentes plataformas:
- Google
- Youtube
- Twitter
- Facebook
- Foursquare
- Veículos de mídia
- Instagram
. Atividade
REFLEXÃO SOBRE O MERCADO MOBILE
A evolução mobile
   

Voz

Comunicação

Interação
Os aparelhos móveis se transformaram em
controles remotos de uma infinidade de serviços
em tempo real, permitindo que o usuário realize
qualquer tipo de contato, transação ou interação
com seus amigos, marcas e produtos.
Além disso, nos permite estar sempre conectados
com outras mídias, como a televisão, por exemplo.
E quais novidades estão vindo por aí?
http://www.youtube.com/watch?v=v1uyQZNg2vE
No Brasil, 63 milhões de pessoas acessam
dois tipos de tela (TV + PC) e 30 milhões
acessam três (TV + PC + Smartphone).
Fonte: http://www.google.com.br/think/research-studies
Fonte: http://www.google.com.br/think/research-studies
Nos EUA, estima-se que em 2014 haverá um aumento
de 64% no investimento em mobile advertising.

Fonte: eMarketer 2013
O investimento em mobile ainda é pequeno se
comparado aos veículos tradicionais: US$ 196,5
bilhões investidos em TV e US$ 110 bilhões foram
destinados ao impresso em 2013.

Fonte: Proxxima
Nos últimos anos, a publicidade mobile foi
subestimada pelos anunciantes, mas atualmente vem
ganhando cada vez mais atenção na elaboração das
estratégias digitais das marcas.
Um estudo publicado pelo
Adweek revelou que as
pessoas se sentem menos
propícias a clicar num anúncio
que aparece no celular em
relação ao computador.
Em torno de 70% dos
participantes afirmaram que a
tela é pequena, que estão
ocupados durante o uso do
celular e que nem sempre é fácil
voltar para a página anterior
após o clique no anúncio.
42% dos pesquisados não
gostam das abordagem e não se
sentem dispostos em ver
anúncios nos seus smartphones.
Como explicar essa
rejeição aos anúncios
nos novos dispositivos
portáteis?
Na Tv, as marcas
estão acostumadas a
disputar por apenas
30s de atenção...
Na era da informação e da
nova cultura multiplataforma,
essa atenção se tornou um
bem ainda mais valioso.
As novas tecnologias trouxeram uma grande mudança na
forma como interagimos e nos relacionamos, assim como
afetaram nosso grau de paciência e de concentração.
O uso dos dispositivos móveis está diretamente associado
a momentos cotidianos de impaciência ou de espera,
como na fila do banco, dentro do metrô etc.
Dentro desse cenário,
as marcas ainda estão
utilizando as novas
plataformas com a
mesma lógica dos
veículos tradicionais.
As propagandas e ações de marketing invasivas
ainda fazem parte do cenário da comunicação.
“Anunciantes interrompem
consumidores, consumidores
ignoram os anunciantes,
anunciantes ficam melhores
em interromper, consumidores
ficam melhores em ignorar.”
Tradução livre da citação de Seth Goldstein, CEO
Social Media Networks
As melhores ações de
marketing são aquelas que
conseguem enxergar o novo
consumidor e suas novas
formas de interagir e se
comunicar em diferentes
plataformas e contextos.
As pessoas não querem ser interrompidas com anúncios
tradicionais. Elas querem se sentir mais conectadas e informadas,
de uma forma menos invasiva e mais customizada.
http://www.youtube.com/watch?v=RDiZOnzajNU

entretenimento

https://www.facebook.com/HeinekenUpOnTheRoof

novas experiências
http://twitter.com/pontofrio

ofertas customizadas

http://www.uniqlo.com/wakeup/en/pc/

conteúdo relevante
http://youtu.be/UVCoM4ao2Tw

interações que surpreendem
“PEOPLE WILL FORGET WHAT YOU SAID;THEY WILL FORGET WHAT YOU
DID; BUT THEY WILL NEVER FORGET HOW YOU MADE THEM FEEL.”
(Maya Angelou)
Para ser relevante, é necessário pensar
primeiramente nas pessoas e depois nas
marcas. Entender os desejos e conflitos das
novas gerações e como eles também
afetam as gerações passadas.
Fonte: http://www.google.com.br/think/research-studies
Fonte: http://www.google.com.br/think/research-studies
Fonte: Box1824
http://www.youtube.com/watch?v=c6DbaNdBnTM
Milhões de pessoas e
milhares de produtos e
serviços...como se
diferenciar e obter
melhores resultados?
MOBILE ADS NO GOOGLE
Os anúncios mobile do Google aparecem
nas buscas, nos sites da sua rede de
display, em aplicativos e vídeos.
Suas solucões são direcionadas de acordo com o
objetivo de marketing do cliente: performance/
conversão em vendas ou construção de marca.
Uma pesquisa divulgada pelo próprio Google mostra
que 90% das pessoas navegam em diferentes
dispositivos para atingir um determinado objetivo,
como realizar uma compra, por exemplo.
AdWords Enhanced Campaigns: relevância
http://www.google.com/think/products/enhanced-campaigns.html

   
Build a brand: alcance
   
http://www.google.com/think/products/mobile-ads-branding.html
Drive performance: call to action
http://www.google.com/think/products/mobile-ads-performance.html

   
Um recurso importante tanto do Google quanto
Facebook é o remarketing.
Outro recurso é o Product
Listing Ads (PLA): anúncios
com imagens dos produtos
que aparecem nas buscas.
Case Netshoes

http://www.youtube.com/watch?v=QFXngVbe8fI
Case Adidas

http://www.youtube.com/watch?v=EdCFxNvuvSI
MOBILE ADS NO YOUTUBE
Formatos
- Anúncios In-stream
- Anúncios na Pesquisa
- Anúncios em Display
O Google afirma que
anúncios mobile no
Youtube são 3 vezes
mais efetivos quando
as pessoas têm a
opção de “Skip ad”.
Atualmente, 86% dos anúncios no
Youtube são da modalidade TrueView e
25% do seu tráfico é
proveniente de
smartphones e tablets.
Case: Tipp-ex
   

http://www.youtube.com/watch?v=4ba1BqJ4S2M
MOBILE ADS NO TWITTER
Promoted Tweets
   
Promoted Tweets in Search
   
Promoted Accounts
   
Promoted Trends
   
Os Promoted Trends conquistam por dia
mais de 30 milhões de
impressões. Em função do seu alto
orçamento, ainda é restrito a grandes
marcas e multinacionais.
Os maiores picos de comentários no
Twitter normalmente estão
associados à transmissão de
programas, séries/novelas ou
campeonatos na TV, o que demonstra
a importância da integração dessas
mídias no planejamento de uma
campanha de marketing.
MOBILE ADS NO FACEBOOK
No segundo semestre de 2013, o
Facebook reconheceu a queda do
alcance orgânico dos posts, aumentando
ainda mais a necessidade das empresas
em investir em publicações patrocinadas.
http://www.youtube.com/watch?v=l9ZqXlHl65g
Formatos
- Posts patrocinados
- Histórias patrocinadas (até 04/14)
- Ofertas
- Aplicativos
Posts Patrocinados
   
Histórias Patrocinadas
   
Aplicativos
   
Ofertas
   
Um estudo do Facebook de 2012
revelou que os anúncios na sua
plataforma geram 2,5 mais cliques na
versão mobile que na versão desktop.
MOBILE ADS NO FOURSQUARE
Mais de 45 milhões
de pessoas usam o
Foursquare para decidir onde
ir, onde comer, onde sair
para dançar etc.
Através da localização do
usuário, o Foursquare exibe
anúncios de acordo com as
suas buscas, além de
oferecer a possibilidade de
ofertas e/ou descontos no
momento de um check-in.
Case Saraiva
   
47% dos consumidores
aceitam compartilhar sua
localização, não apenas no
Foursquare, para receber ofertas.
Geolocalização ainda é
um recurso que precisa ser mais
explorado nas campanhas de
comunicação e marketing.
MOBILE ADS EM VEÍCULOS DE MÍDIA
Através dos novos dispositivos e tablets, é possível
criar anúncios multimídia, veiculando em
publicações de grande circulação.
Os formatos e preços vão depender de cada publicação.
Mas é importante não restringir a criatividade a esses
formatos pré-definidos, afinal eles podem ser
adaptados para viabilizar a ideia planejada.
Case Tam: jogo/anúncio
   
Case: Série Ray Donovan (Showtime) / NY Times
   

http://www.youtube.com/watch?v=FHQyKU0zXYY
MOBILE ADS NO INSTAGRAM
Sabemos que, em 2012, o
Instagram foi comprado
pelo Facebook por mais
de 1 bilhão de
dólares.

Em 2013, o Instagram
ultrapassou o número de
150 milhões de
usuários.
O Ceo da plataforma fez a seguinte
afirmação numa entrevista recente
para a Fast Company: “Se o
Instagram continuar a
crescer nesse ritmo se
tornará a maior rede
social do planeta, a
frente do Facebook.”
Um estudo da Family Online
Safe Institute revelou que
42% dos adolescentes
postaram no
Instagram nos
últimos 30 dias.

Este mesmo estudo mostrou
que o Instagram lidera a
preferência dos jovens
de 13 a 17 anos.
Já o Facebook vem sofrendo uma
queda de popularidade entre os
adolescentes, que estão
migrando para
aplicativos como o
snapchat.

O Instagram lançou recentemente
o recurso de envio de fotos para
usuários específicos.
Seria para competir com
o Snapchat?
Vale lembrar que também
em 2013, para competir com
o app Vine, o Instagram
lançou seu recurso de
upload de vídeos.

Os perfis das marcas já são
responsáveis por mais de
40% dos vídeos
mais populares do
Instagram.
É importante destacar que os gastos
mundiais com publicidade digital devem
subir de 20,6% para 26,6% em 2016.
Só na categoria mobile, crescerá
a uma média de 50% ao ano.
(Financial Times)

#INSTAGRAM= #MOBILE
Grandes marcas dos EUA já têm uma
presença online bastante relevante
no instagram, o que tende a
aumentar graças ao novo recurso de
publicações patrocinadas.

Fonte: Track Maven
Isso nos leva a dois questionamentos:
   
1) Será que o alcance dos posts das marcas no
Instagram também vão sofrer uma queda para
incentivar o investimento em mídia?
2) Como os anúncios no Instagram vão afetar
a estratégia digital das marcas?
Quais os pontos positivos que as
marcas podem se beneficiar com os
posts patrocinados no Instagram?
1) Um alcance muito maior
   

O gráfico ao lado publicado no
Mashable demonstra a grande
diferença de engajamento (número
de likes) entre os posts patrocinados
e os posts orgânicos no Instagram.
Patrocinado

X

Orgânico

   

mais de 245.000 likes

mais de 21.800 likes
2) Novos seguidores com intenção de compra
   
Michael Kors obteve uma
média de 54.000
seguidores em apenas
18 horas após a publicação
do seu primeiro anúncio.

3% dos 1600
comentários expressaram
intenção de compra neste
primeiro post. Esse percentual
aumentou para 13% no último
anúncio postado pela marca.
3) ‘Qualidade de revista’
   
Para garantir a qualidade da
imagem dos anúncios publicados
na plataforma, o aplicativo possui
um processo de revisão que
monitora a qualidade das imagens.

A ideia é que navegar no
Instagram seja como folhear
uma revista, com anúncios
criativos e interessantes.
Sabemos que o Instagram funciona
como um diário pessoal, onde as
pessoas compartilham fotos inusitadas,
criativas ou divertidas.
   
É por isso que as marcas devem seguir
esse mesmo caminho, transmitindo
sensações e momentos
inspiradores em suas
publicações/anúncios.
   
O foco do Instagram
é manter sua essência
aspiracional, sem os elementos
mais comerciais que as marcas já
exploram no Facebook ou nos
anúncios do Google, por exemplo.
   
Obviamente também há pontos
negativos neste start do Instagram no
mercado de anúncios.
1) Efeito spam: comunicação invasiva
   

Como ainda há opções
restritas de segmentação
de públicos e interesses,
os anúncios acabam tendo uma
maior probabilidade de gerar
reações negativas.
No primeiro anúncio da Michael
Kors houve mais de 800
comentários negativos.
Nos posts seguintes, esse número de
reclamações diminuiu, como no
exemplo ao lado.
2) Impossibilidade de gerar conversão
   
O Instagram não tem como
objetivo levar tráfego
imediato para outras
mídias, como uma loja online,
por exemplo, o que dificulta a
mensuração dos resultados das
marcas nesta rede.
3) Poucos dados e informações
   

Novas ferramentas e formas de
mensurar resultados já estão sendo
lançadas. A Social Bakers
lançou recentemente um
app de análises e suporte
para gestão do Instagram.

Por enquanto, o Instagram não irá
divulgar os números de retorno dos
seus anúncios.
Será que a rejeição aos
anúncios por parte dos
usuários realmente
tende a diminuir?
   
Imagine um mundo sem  
comerciais ao longo de um
programa de TV e que uma emissora
resolva inserir gradativamente
anúncios na sua programação.
Isso também geraria um
estranhamento inicial
do usuário. É exatamente o
que está acontecendo no
Instagram atualmente, afinal,
tudo ainda é novidade.
A diferença é que, nas redes
socias, as pessoas fazem
questão de manifestar
esse incômodo. Ao contrário da
TV, em que durante um comercial,
você pode simplesmente ir ao
banheiro, mandar mensagens no
smartphone, mudar de canal etc.
Independente de ser na Tv, no
Instagram ou no cinema, o conteúdo
oferecido pelas marcas precisa ser
divertido e inusitado,
provocar sensações
positivas ou impactantes.
Há diferentes perfis de usuários
no Instagram e demais redes,
cada um com seus objetivos e
estilos de publicações.
As marcas precisam
encontrar a linguagem
ideal para conversar
com cada um deles.
Ainda há muito o que ser aprimorado na
plataforma de anúncios do Instagram:
trending hashtags (como no
Twitter), mais opções de
segmentação etc.
É preciso aproveitar a característica da
constante busca e descoberta dessa
rede social, para que a comunicação
feita pelas marcas seja mais
inspiradora e menos
invasiva.
Investir em mídia no Instagram e outras
plataformas já está deixando de ser uma
escolha. Ganha a marca que souber fazer
esse investimento da melhor forma, com
conteúdo de maior relevância.
Sendo pioneira em se
adaptar a novos formatos
e possibilidades.
ATIVIDADE
BRIEFING
. Cliente: Rede de Cinemas UCI
. Problema: A rede precisa aumentar o seu número de ingressos vendidos online. O seu objetivo é gradativamente diminuir o
tamanho das bilheterias físicas e concentrar boa parte das vendas no online e nos caixas automáticos.
. Desafio: Pensar numa estratégia digital, com foco em mobile, que envolva pelo menos três das seguintes plataformas:
Google, Youtube, Twitter, Facebook, Instagram, Foursquare, veículos de mídia e games.
. Provocação/públicos: Pensar em como utilizar estas plataformas de uma forma mais relevante e menos invasiva, de modo
que possa atrair o interesse do público jovem de 15 a 25 anos.
. Entrega: descrever a ideia da ação mobile (uma breve proposta e defesa) e explicar como cada uma das plataformas poderá
ajudar a atingir o resultado desejado pelo cliente a médio-longo prazo.
27.01.14

Bruno Figueiredo

#obrigado #nofilter
bf.brunofigueiredo@gmail.com
linkedin.com/in/bfbrunofigueiredo
twitter.com/bruno_bf

Mobile Advertising: Publicidade e interatividade nas novas mídias

  • 1.
  • 2.
    27.01.14 Bruno Figueiredo QUEM SOUEU Publicitário com mais de 6 anos de experiência em empresas de diferentes segmentos, como Banco do Brasil, Ediouro Publicações, Módulo e GFT (filial Espanha). Atualmente é Coordenador de Planejamento na 6D, trabalhando para clientes como Ipanema, Richards e SporTv. Formado em Comunicação Social (Publicidade & Propaganda) pela UFRJ e especializado em Estratégia Digital e Criatividade Interativa, na Universidade Autônoma de Barcelona.
  • 3.
    ÍNDICE . Reflexão sobreo mercado mobile . Anúncios mobile em diferentes plataformas: - Google - Youtube - Twitter - Facebook - Foursquare - Veículos de mídia - Instagram . Atividade
  • 4.
    REFLEXÃO SOBRE OMERCADO MOBILE
  • 5.
  • 6.
    Os aparelhos móveisse transformaram em controles remotos de uma infinidade de serviços em tempo real, permitindo que o usuário realize qualquer tipo de contato, transação ou interação com seus amigos, marcas e produtos.
  • 7.
    Além disso, nospermite estar sempre conectados com outras mídias, como a televisão, por exemplo.
  • 8.
    E quais novidadesestão vindo por aí? http://www.youtube.com/watch?v=v1uyQZNg2vE
  • 11.
    No Brasil, 63milhões de pessoas acessam dois tipos de tela (TV + PC) e 30 milhões acessam três (TV + PC + Smartphone). Fonte: http://www.google.com.br/think/research-studies
  • 12.
  • 14.
    Nos EUA, estima-seque em 2014 haverá um aumento de 64% no investimento em mobile advertising. Fonte: eMarketer 2013
  • 15.
    O investimento emmobile ainda é pequeno se comparado aos veículos tradicionais: US$ 196,5 bilhões investidos em TV e US$ 110 bilhões foram destinados ao impresso em 2013. Fonte: Proxxima
  • 16.
    Nos últimos anos,a publicidade mobile foi subestimada pelos anunciantes, mas atualmente vem ganhando cada vez mais atenção na elaboração das estratégias digitais das marcas.
  • 17.
    Um estudo publicadopelo Adweek revelou que as pessoas se sentem menos propícias a clicar num anúncio que aparece no celular em relação ao computador.
  • 18.
    Em torno de70% dos participantes afirmaram que a tela é pequena, que estão ocupados durante o uso do celular e que nem sempre é fácil voltar para a página anterior após o clique no anúncio.
  • 19.
    42% dos pesquisadosnão gostam das abordagem e não se sentem dispostos em ver anúncios nos seus smartphones.
  • 20.
    Como explicar essa rejeiçãoaos anúncios nos novos dispositivos portáteis?
  • 21.
    Na Tv, asmarcas estão acostumadas a disputar por apenas 30s de atenção...
  • 22.
    Na era dainformação e da nova cultura multiplataforma, essa atenção se tornou um bem ainda mais valioso.
  • 23.
    As novas tecnologiastrouxeram uma grande mudança na forma como interagimos e nos relacionamos, assim como afetaram nosso grau de paciência e de concentração.
  • 24.
    O uso dosdispositivos móveis está diretamente associado a momentos cotidianos de impaciência ou de espera, como na fila do banco, dentro do metrô etc.
  • 25.
    Dentro desse cenário, asmarcas ainda estão utilizando as novas plataformas com a mesma lógica dos veículos tradicionais.
  • 26.
    As propagandas eações de marketing invasivas ainda fazem parte do cenário da comunicação.
  • 27.
    “Anunciantes interrompem consumidores, consumidores ignoramos anunciantes, anunciantes ficam melhores em interromper, consumidores ficam melhores em ignorar.” Tradução livre da citação de Seth Goldstein, CEO Social Media Networks
  • 28.
    As melhores açõesde marketing são aquelas que conseguem enxergar o novo consumidor e suas novas formas de interagir e se comunicar em diferentes plataformas e contextos.
  • 29.
    As pessoas nãoquerem ser interrompidas com anúncios tradicionais. Elas querem se sentir mais conectadas e informadas, de uma forma menos invasiva e mais customizada.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33.
    “PEOPLE WILL FORGETWHAT YOU SAID;THEY WILL FORGET WHAT YOU DID; BUT THEY WILL NEVER FORGET HOW YOU MADE THEM FEEL.” (Maya Angelou)
  • 34.
    Para ser relevante,é necessário pensar primeiramente nas pessoas e depois nas marcas. Entender os desejos e conflitos das novas gerações e como eles também afetam as gerações passadas.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
    Milhões de pessoase milhares de produtos e serviços...como se diferenciar e obter melhores resultados?
  • 39.
  • 40.
    Os anúncios mobiledo Google aparecem nas buscas, nos sites da sua rede de display, em aplicativos e vídeos.
  • 41.
    Suas solucões sãodirecionadas de acordo com o objetivo de marketing do cliente: performance/ conversão em vendas ou construção de marca.
  • 42.
    Uma pesquisa divulgadapelo próprio Google mostra que 90% das pessoas navegam em diferentes dispositivos para atingir um determinado objetivo, como realizar uma compra, por exemplo.
  • 44.
    AdWords Enhanced Campaigns:relevância http://www.google.com/think/products/enhanced-campaigns.html    
  • 45.
    Build a brand:alcance     http://www.google.com/think/products/mobile-ads-branding.html
  • 46.
    Drive performance: callto action http://www.google.com/think/products/mobile-ads-performance.html    
  • 47.
    Um recurso importantetanto do Google quanto Facebook é o remarketing.
  • 48.
    Outro recurso éo Product Listing Ads (PLA): anúncios com imagens dos produtos que aparecem nas buscas.
  • 49.
  • 50.
  • 51.
  • 52.
    Formatos - Anúncios In-stream -Anúncios na Pesquisa - Anúncios em Display
  • 56.
    O Google afirmaque anúncios mobile no Youtube são 3 vezes mais efetivos quando as pessoas têm a opção de “Skip ad”.
  • 57.
    Atualmente, 86% dosanúncios no Youtube são da modalidade TrueView e 25% do seu tráfico é proveniente de smartphones e tablets.
  • 58.
  • 59.
  • 62.
  • 63.
    Promoted Tweets inSearch    
  • 65.
  • 66.
  • 67.
    Os Promoted Trendsconquistam por dia mais de 30 milhões de impressões. Em função do seu alto orçamento, ainda é restrito a grandes marcas e multinacionais.
  • 68.
    Os maiores picosde comentários no Twitter normalmente estão associados à transmissão de programas, séries/novelas ou campeonatos na TV, o que demonstra a importância da integração dessas mídias no planejamento de uma campanha de marketing.
  • 69.
    MOBILE ADS NOFACEBOOK
  • 70.
    No segundo semestrede 2013, o Facebook reconheceu a queda do alcance orgânico dos posts, aumentando ainda mais a necessidade das empresas em investir em publicações patrocinadas.
  • 71.
  • 72.
    Formatos - Posts patrocinados -Histórias patrocinadas (até 04/14) - Ofertas - Aplicativos
  • 73.
  • 74.
  • 75.
  • 76.
  • 77.
    Um estudo doFacebook de 2012 revelou que os anúncios na sua plataforma geram 2,5 mais cliques na versão mobile que na versão desktop.
  • 78.
    MOBILE ADS NOFOURSQUARE
  • 79.
    Mais de 45milhões de pessoas usam o Foursquare para decidir onde ir, onde comer, onde sair para dançar etc.
  • 80.
    Através da localizaçãodo usuário, o Foursquare exibe anúncios de acordo com as suas buscas, além de oferecer a possibilidade de ofertas e/ou descontos no momento de um check-in.
  • 81.
  • 82.
    47% dos consumidores aceitamcompartilhar sua localização, não apenas no Foursquare, para receber ofertas.
  • 83.
    Geolocalização ainda é umrecurso que precisa ser mais explorado nas campanhas de comunicação e marketing.
  • 84.
    MOBILE ADS EMVEÍCULOS DE MÍDIA
  • 85.
    Através dos novosdispositivos e tablets, é possível criar anúncios multimídia, veiculando em publicações de grande circulação.
  • 86.
    Os formatos epreços vão depender de cada publicação. Mas é importante não restringir a criatividade a esses formatos pré-definidos, afinal eles podem ser adaptados para viabilizar a ideia planejada.
  • 87.
  • 88.
    Case: Série RayDonovan (Showtime) / NY Times     http://www.youtube.com/watch?v=FHQyKU0zXYY
  • 89.
    MOBILE ADS NOINSTAGRAM
  • 90.
    Sabemos que, em2012, o Instagram foi comprado pelo Facebook por mais de 1 bilhão de dólares. Em 2013, o Instagram ultrapassou o número de 150 milhões de usuários.
  • 91.
    O Ceo daplataforma fez a seguinte afirmação numa entrevista recente para a Fast Company: “Se o Instagram continuar a crescer nesse ritmo se tornará a maior rede social do planeta, a frente do Facebook.”
  • 92.
    Um estudo daFamily Online Safe Institute revelou que 42% dos adolescentes postaram no Instagram nos últimos 30 dias. Este mesmo estudo mostrou que o Instagram lidera a preferência dos jovens de 13 a 17 anos.
  • 93.
    Já o Facebookvem sofrendo uma queda de popularidade entre os adolescentes, que estão migrando para aplicativos como o snapchat. O Instagram lançou recentemente o recurso de envio de fotos para usuários específicos. Seria para competir com o Snapchat?
  • 94.
    Vale lembrar quetambém em 2013, para competir com o app Vine, o Instagram lançou seu recurso de upload de vídeos. Os perfis das marcas já são responsáveis por mais de 40% dos vídeos mais populares do Instagram.
  • 95.
    É importante destacarque os gastos mundiais com publicidade digital devem subir de 20,6% para 26,6% em 2016. Só na categoria mobile, crescerá a uma média de 50% ao ano. (Financial Times) #INSTAGRAM= #MOBILE
  • 96.
    Grandes marcas dosEUA já têm uma presença online bastante relevante no instagram, o que tende a aumentar graças ao novo recurso de publicações patrocinadas. Fonte: Track Maven
  • 97.
    Isso nos levaa dois questionamentos:     1) Será que o alcance dos posts das marcas no Instagram também vão sofrer uma queda para incentivar o investimento em mídia? 2) Como os anúncios no Instagram vão afetar a estratégia digital das marcas?
  • 98.
    Quais os pontospositivos que as marcas podem se beneficiar com os posts patrocinados no Instagram?
  • 99.
    1) Um alcancemuito maior     O gráfico ao lado publicado no Mashable demonstra a grande diferença de engajamento (número de likes) entre os posts patrocinados e os posts orgânicos no Instagram.
  • 100.
  • 101.
    2) Novos seguidorescom intenção de compra     Michael Kors obteve uma média de 54.000 seguidores em apenas 18 horas após a publicação do seu primeiro anúncio. 3% dos 1600 comentários expressaram intenção de compra neste primeiro post. Esse percentual aumentou para 13% no último anúncio postado pela marca.
  • 102.
    3) ‘Qualidade derevista’     Para garantir a qualidade da imagem dos anúncios publicados na plataforma, o aplicativo possui um processo de revisão que monitora a qualidade das imagens. A ideia é que navegar no Instagram seja como folhear uma revista, com anúncios criativos e interessantes.
  • 103.
    Sabemos que oInstagram funciona como um diário pessoal, onde as pessoas compartilham fotos inusitadas, criativas ou divertidas.    
  • 104.
    É por issoque as marcas devem seguir esse mesmo caminho, transmitindo sensações e momentos inspiradores em suas publicações/anúncios.    
  • 105.
    O foco doInstagram é manter sua essência aspiracional, sem os elementos mais comerciais que as marcas já exploram no Facebook ou nos anúncios do Google, por exemplo.    
  • 106.
    Obviamente também hápontos negativos neste start do Instagram no mercado de anúncios.
  • 107.
    1) Efeito spam:comunicação invasiva     Como ainda há opções restritas de segmentação de públicos e interesses, os anúncios acabam tendo uma maior probabilidade de gerar reações negativas.
  • 108.
    No primeiro anúncioda Michael Kors houve mais de 800 comentários negativos. Nos posts seguintes, esse número de reclamações diminuiu, como no exemplo ao lado.
  • 109.
    2) Impossibilidade degerar conversão     O Instagram não tem como objetivo levar tráfego imediato para outras mídias, como uma loja online, por exemplo, o que dificulta a mensuração dos resultados das marcas nesta rede.
  • 110.
    3) Poucos dadose informações     Novas ferramentas e formas de mensurar resultados já estão sendo lançadas. A Social Bakers lançou recentemente um app de análises e suporte para gestão do Instagram. Por enquanto, o Instagram não irá divulgar os números de retorno dos seus anúncios.
  • 111.
    Será que arejeição aos anúncios por parte dos usuários realmente tende a diminuir?    
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    Imagine um mundosem   comerciais ao longo de um programa de TV e que uma emissora resolva inserir gradativamente anúncios na sua programação.
  • 113.
    Isso também gerariaum estranhamento inicial do usuário. É exatamente o que está acontecendo no Instagram atualmente, afinal, tudo ainda é novidade.
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    A diferença éque, nas redes socias, as pessoas fazem questão de manifestar esse incômodo. Ao contrário da TV, em que durante um comercial, você pode simplesmente ir ao banheiro, mandar mensagens no smartphone, mudar de canal etc.
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    Independente de serna Tv, no Instagram ou no cinema, o conteúdo oferecido pelas marcas precisa ser divertido e inusitado, provocar sensações positivas ou impactantes.
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    Há diferentes perfisde usuários no Instagram e demais redes, cada um com seus objetivos e estilos de publicações. As marcas precisam encontrar a linguagem ideal para conversar com cada um deles.
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    Ainda há muitoo que ser aprimorado na plataforma de anúncios do Instagram: trending hashtags (como no Twitter), mais opções de segmentação etc.
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    É preciso aproveitara característica da constante busca e descoberta dessa rede social, para que a comunicação feita pelas marcas seja mais inspiradora e menos invasiva.
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    Investir em mídiano Instagram e outras plataformas já está deixando de ser uma escolha. Ganha a marca que souber fazer esse investimento da melhor forma, com conteúdo de maior relevância. Sendo pioneira em se adaptar a novos formatos e possibilidades.
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    BRIEFING . Cliente: Redede Cinemas UCI . Problema: A rede precisa aumentar o seu número de ingressos vendidos online. O seu objetivo é gradativamente diminuir o tamanho das bilheterias físicas e concentrar boa parte das vendas no online e nos caixas automáticos. . Desafio: Pensar numa estratégia digital, com foco em mobile, que envolva pelo menos três das seguintes plataformas: Google, Youtube, Twitter, Facebook, Instagram, Foursquare, veículos de mídia e games. . Provocação/públicos: Pensar em como utilizar estas plataformas de uma forma mais relevante e menos invasiva, de modo que possa atrair o interesse do público jovem de 15 a 25 anos. . Entrega: descrever a ideia da ação mobile (uma breve proposta e defesa) e explicar como cada uma das plataformas poderá ajudar a atingir o resultado desejado pelo cliente a médio-longo prazo.
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