É o ato de consumir produtos e/ou serviços, indiscriminadamente, sem noção de que podem ser nocivos ou
prejudiciais para a nossa saúde ou para o ambiente. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo
de influência que as empresas, por meio da propaganda e da publicidade, bem como a cultura industrial, por
meio da TV e do cinema, exercem nas pessoas. Muitos alegam que elas induzem
ao consumo desnecessário, sendo este um fruto do capitalismo e um fenómeno da sociedade de agora.
•   A diferença entre o consumo e o consumismo é que no consumo as pessoas adquirem somente aquilo que
    lhes é necessário para sobrevivência. Já no consumismo a pessoa gasta tudo aquilo que tem em produtos
    supérfluos, que muitas vezes não é o melhor para ela, porém é o que ela tem curiosidade de experimentar
    devido às propagandas na TV e ao apelo dos produtos de marca. No entanto, a definição de necessidade
    supérfluas é algo relativo, já que um produto considerado supérfluo para alguém pode ser essencial para
    outra, de acordo com as camadas sociais a que a população pertence. Isso pode gerar violência, pois as
    pessoas que cometem crimes na maioria das vezes não roubam ou furtam nada por necessidade, e sim
    por vontade de ter aquele produto, e de não ter condições de adquiri-lo. Nesses casos, a necessidade de
    consumo se torna uma doença, uma compulsão, que deve ser tratada para evitar maiores danos à pessoa.
    Muitas vezes o consumismo chega a ser uma patologia comportamental. Pessoas compram
    compulsivamente coisas que elas não irão usar ou que não têm utilidade para elas apenas para atender à
    vontade de comprar.
• O movimento cooperativista dos consumidores nasceu do pensamento
  liberalista de que as escolhas individuais e racionais dos consumidores têm
  uma influência decisiva sobre o sistema económico. As suas origens
  remontam também aos movimentos utópicos ou reformistas nascidos no
  final do séc. XIX, de onde recolheu a ideia do alcance de uma sociedade
  mais justa através da abolição do lucro e dos intermediários. O movimento
  cooperativista dos consumidores nasceu da evolução destas correntes de
  pensamento, apresentando-se actualmente com iniciativas como o consumo
  ético ou o comércio justo.
•  é um ramo do direito que lida com conflitos de consumo e com a defesa
  dos direitos dosconsumidores, e que se encontra desenvolvido na maior
  parte dos países com sociedades de consumo e sistemas legais funcionais.
• O Direito do consumidor é um ramo relativamente novo do direito,
  principalmente no Direito brasileiro. Somente a partir dos anos cinquenta,
  após a segunda guerra mundial, quando surge a sociedade de massa com
  contratos e produtos padronizados, é que se iniciou uma construção mais
  sólida no sentido de harmonizar as relações de consumo. Os consumidores
  passaram a ganhar proteção contra os abusos sofridos, tornando-se uma
  preocupação social, principalmente nos países da América e da Europa
  Ocidental que se destacaram por serem pioneiros na criação de Órgãos de
  defesa do consumidor.
•   A Nível Nacional
•   Organismos Púbicos:
•      * Instituto do Consumidor
•      * Centros de Informação
•      - Centros de Informação Autárquicos ao Consumidor - CIAC
•      - Serviços Municipais de Informação ao Consumidor - SMIC
•      * Centros de Arbitragem de Conflitos
•      * Conselho Nacional de Consumo
•      * Inspecção Geral das Actividades Económicas
•   Organismos Privados:
•      * Associações de Consumidores
•      - DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor
•      - UGC - União Geral dos Consumidores
•      - ACOP - Associação dos Consumidores de Portugal
•      - APDC - Associação Portuguesa de Direito do Consumo
•      * Cooperativas de Consumo
•      - FENACOOP - Federação Nacional das Cooperativas de Consumo, FCRL
•      - PLURICOOP - Cooperativa de Consumo, CRL
• O termo Consumerismo designa um tipo de atitude oposta ao
  consumismo e que se caracteriza por um consumo
  racional, controlado e responsável e que tem em contas as
  consequências económicas, sociais, culturais e ambientais do
  próprio acto de consumir. Este tipo de atitude tem vindo a
  ganhar forma através da intervenção social de diversos
  indivíduos, movimentos, associações e outros tipos de
  organizações, que entre outras actividades, defendem os
  interesses dos consumidores e promovem o desenvolvimento
  sustentável do ponto de vista social, económico e ambiental.

é Mi h propi paulo s oares

  • 2.
    É o atode consumir produtos e/ou serviços, indiscriminadamente, sem noção de que podem ser nocivos ou prejudiciais para a nossa saúde ou para o ambiente. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de influência que as empresas, por meio da propaganda e da publicidade, bem como a cultura industrial, por meio da TV e do cinema, exercem nas pessoas. Muitos alegam que elas induzem ao consumo desnecessário, sendo este um fruto do capitalismo e um fenómeno da sociedade de agora.
  • 3.
    A diferença entre o consumo e o consumismo é que no consumo as pessoas adquirem somente aquilo que lhes é necessário para sobrevivência. Já no consumismo a pessoa gasta tudo aquilo que tem em produtos supérfluos, que muitas vezes não é o melhor para ela, porém é o que ela tem curiosidade de experimentar devido às propagandas na TV e ao apelo dos produtos de marca. No entanto, a definição de necessidade supérfluas é algo relativo, já que um produto considerado supérfluo para alguém pode ser essencial para outra, de acordo com as camadas sociais a que a população pertence. Isso pode gerar violência, pois as pessoas que cometem crimes na maioria das vezes não roubam ou furtam nada por necessidade, e sim por vontade de ter aquele produto, e de não ter condições de adquiri-lo. Nesses casos, a necessidade de consumo se torna uma doença, uma compulsão, que deve ser tratada para evitar maiores danos à pessoa. Muitas vezes o consumismo chega a ser uma patologia comportamental. Pessoas compram compulsivamente coisas que elas não irão usar ou que não têm utilidade para elas apenas para atender à vontade de comprar.
  • 4.
    • O movimentocooperativista dos consumidores nasceu do pensamento liberalista de que as escolhas individuais e racionais dos consumidores têm uma influência decisiva sobre o sistema económico. As suas origens remontam também aos movimentos utópicos ou reformistas nascidos no final do séc. XIX, de onde recolheu a ideia do alcance de uma sociedade mais justa através da abolição do lucro e dos intermediários. O movimento cooperativista dos consumidores nasceu da evolução destas correntes de pensamento, apresentando-se actualmente com iniciativas como o consumo ético ou o comércio justo.
  • 5.
    • éum ramo do direito que lida com conflitos de consumo e com a defesa dos direitos dosconsumidores, e que se encontra desenvolvido na maior parte dos países com sociedades de consumo e sistemas legais funcionais. • O Direito do consumidor é um ramo relativamente novo do direito, principalmente no Direito brasileiro. Somente a partir dos anos cinquenta, após a segunda guerra mundial, quando surge a sociedade de massa com contratos e produtos padronizados, é que se iniciou uma construção mais sólida no sentido de harmonizar as relações de consumo. Os consumidores passaram a ganhar proteção contra os abusos sofridos, tornando-se uma preocupação social, principalmente nos países da América e da Europa Ocidental que se destacaram por serem pioneiros na criação de Órgãos de defesa do consumidor.
  • 7.
    A Nível Nacional • Organismos Púbicos: • * Instituto do Consumidor • * Centros de Informação • - Centros de Informação Autárquicos ao Consumidor - CIAC • - Serviços Municipais de Informação ao Consumidor - SMIC • * Centros de Arbitragem de Conflitos • * Conselho Nacional de Consumo • * Inspecção Geral das Actividades Económicas • Organismos Privados: • * Associações de Consumidores • - DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor • - UGC - União Geral dos Consumidores • - ACOP - Associação dos Consumidores de Portugal • - APDC - Associação Portuguesa de Direito do Consumo • * Cooperativas de Consumo • - FENACOOP - Federação Nacional das Cooperativas de Consumo, FCRL • - PLURICOOP - Cooperativa de Consumo, CRL
  • 8.
    • O termoConsumerismo designa um tipo de atitude oposta ao consumismo e que se caracteriza por um consumo racional, controlado e responsável e que tem em contas as consequências económicas, sociais, culturais e ambientais do próprio acto de consumir. Este tipo de atitude tem vindo a ganhar forma através da intervenção social de diversos indivíduos, movimentos, associações e outros tipos de organizações, que entre outras actividades, defendem os interesses dos consumidores e promovem o desenvolvimento sustentável do ponto de vista social, económico e ambiental.