Que MeLoDi?  Da Imprensa Regional aos  Media  Locais Digitais MeLoDi Da imprensa aos  Media  Locais Digitais Pedro Jerónimo ICPD (PhD) | U. Porto + U. Aveiro Outubro de 2009 Foto de Luc Legay, licenciada (Creative Commons), em http://flickr.com/photos/luc/
O que é a imprensa? A imprensa e a imprensa regional (IR)
O que é a imprensa? “ A liberdade de imprensa abrange o direito de informar, de se informar e de ser informado, sem impedimentos nem discriminações.”  (Lei de Imprensa, Art. 1.º, ponto 2) O que é a imprensa? “ Integram o conceito de imprensa, para efeitos da presente lei, todas as reproduções impressas de textos ou imagens disponíveis ao público, quaisquer que sejam os processos de impressão e reprodução e o modo de distribuição utilizado.”  (Ibid., Art. 9.º, ponto 1)
Que enquadramento para a IR? “ São publicações de âmbito regional as que, pelo seu conteúdo e distribuição, se destinem predominantemente às comunidades regionais e locais.”  (Lei de Imprensa, Art. 14.º, ponto 2) IR: Que audiência?
Que enquadramento para a IR? IR: Que audiência?
Circulação da IR IR: Que tendência? Fonte: APCT
O que é a imprensa? A internet, a rede...
Evolução da sociedade em rede (1500-1850) Evolução da sociedade em rede (1500-1850)
Evolução da sociedade em rede (1850-1950) Evolução da sociedade em rede (1850-1950)
Evolução da sociedade em rede (1950-2000) Evolução da sociedade em rede (1950-2000)
Evolução da sociedade em rede (2000...) Evolução da sociedade em rede (2000...)
??? “ A emergência do ciberespaço acompanha, traduz e favorece uma evolução geral da civilização.”  (Lévy, 1994) Que impacto? “ A Tecnologia não determina a sociedade: incorpora-a. Mas nem a sociedade determina a inovação tecnológica: usa-a.”  (Castells, 2002)
“ Futuro” na rede? “ Mesmo que você não se relacione com as redes, as redes vão relacionar-se consigo. Enquanto quiser continuar a viver em sociedade, neste tempo e neste lugar, terá que lidar com a sociedade em rede. Porque vivemos na Galáxia Internet.”  (Castells, 2004)  “ Futuro” na rede?
Ignorar as tendências? Ignorar as tendências?
O que é a imprensa? Do papel aos  bits
IR e a internet ..\fontes recentes\imagens\recursos digitais da IR.jpg IR: Que realidade? Fonte: GMCS
Ignorar a audiência? “ A internet treinou as pessoas para que elas recebessem as informações de uma forma social. Os repórteres têm de parar de encarar o seu público como um estorvo. (…) Os jornalistas online tem de encarar o leitor em primeira pessoa e dizer: 'isto nós sabemos e isto nós não sabemos'”.* *  Joshua Benton, jornalista, investigador e director do Nieman Journalism Lab (Universidade de Harvard, EUA), no MediaOn 2009 – 3.º Seminário Internacional de Jornalismo Online (São Paulo, Brasil, 27 a 29 de Outubro de 2009). Ignorar a audiência digital?
Ignorar a audiência? Ignorar a audiência digital?
??? “ A Internet é o contrário da televisão, o intercâmbio tem prioridade sobre a imagem. (...) Com o computador, o utilizador tem a impressão de ser o agente daquilo que faz. É a força do  do it youself .”  (Wolton, 1997) ...e os novos paradigmas? “ La televisió era un “new media” durant els anys cinquanta i d’aquí a una  dècada els blogs i Youtube seran considerats “old media””.  (Scolari, 2008)
??? Novo conceito de proximidade? “ Para enfrentarmos um mundo cada vez mais aberto e, portanto, mais incerto, precisamos, pelo contrário, de estar confiantes na nossa identidade, preparados para nos confrontarmos com outros valores. Em suma, ter raízes.  (Wolton, 2003)
O que é a imprensa? Questões em aberto
Que IR digital? Que IR digital? Num período em que Portugal já assiste a novas formas de jornalismo (móvel), que rumo para a IR?  Como pretende conquistar/fidelizar os nativos digitais?  Que interacção com eles?  E o acesso à informação que a presença na  web  permite (arquivo, base dados...)?  Que (novo) modelo? MeLoDi?
O que é a imprensa? Bibliografia
Que IR digital? CAMPONEZ, C. (2002).  Jornalismo de Proximidade. Rituais de comunicação na imprensa regional . Edições MinervaCoimbra. ISBN: 9789727980482. CARDOSO, G. (1998).  Para uma Sociologia do Ciberespaço: Comunidades virtuais em português . Celta Editora. ISBN: 972-8027-97-4. FAUSTINO, P. (Org) (1999).  A imprensa primeiro: contributos para a liderança da imprensa em Portugal.  Associação de Imprensa Não-Diária.  SANTOS, S. (2007).  Imprensa Regional – Temas, Problemas e Estratégias da Informação Local. Livros Horizonte . ISBN: 978-972-24-1579-8. WOLTON, D. (2004).  A Outra Globalização . Difel. ISBN: 972-29-0697-6. ALVES, R. (2006).  Jornalismo digital: Dez anos de web… e a revolução continua . Comunicação e Sociedade, vol. 9-10, 2006, pp. 93-102. BARBOSA, S.  A informação de proximidade no jornalismo online . [On-line]  http:// bocc.ubi.pt  (consultado a 13 de Outubro). BRINCA, P. (2006).  Setúbal na Rede: o caso de um projecto pioneiro . Comunicação e Sociedade, vol. 9-10, 2006, pp. 147-150. CANAVILHAS, J.  A Internet como memória . [On-line]  http:// bocc.ubi.pt  (consultado a 13 de Outubro). CORREIA, J.  Jornalismo regional e cidadania . [On-line]  http:// bocc.ubi.pt  (consultado a 13 de Outubro). DALTOÉ, A.  Promessas, desafios e ameaças das tecnologias digitais . [On-line]  http:// bocc.ubi.pt  (consultado a 13 de Outubro). JERÓNIMO, P.  Jornalismo o(ff)nline . [On-line]  http:// bocc.ubi.pt  (consultado a 13 de Outubro).
Que IR digital? JÚNIOR, J.  As relações do jornalismo digital na cibercidade . [On-line]  http:// bocc.ubi.pt  (consultado a 13 de Outubro). LEIVA, M. e STARKS, M. (2009).  Digital switchover across the globe: the emergence of complex regional patterns .  Media Culture Society 2009; 31; 787. DOI: 10.1177/0163443709339465. LUISA, R.  A redacção de um diário regional católico como espaço de socialização . [On-line]  http:// bocc.ubi.pt  (consultado a 13 de Outubro). NUNES, R.  Informação multimédia: quando os leitores são construtores de narrativas . [On-line]  http:// bocc.ubi.pt  (consultado a 13 de Outubro). MONTENEGRO, R. e SILVA, F.  Por uma digitalização da memória jornalística . [On-line]  http:// bocc.ubi.pt  (consultado a 13 de Outubro). SBARDOLOTTO, M.  Do papel aos bits - As alternativas do jornalismo independente contemporâneo . [On-line]  http:// bocc.ubi.pt  (consultado a 13 de Outubro). SILVA, F. (2006).  Jornalismo digital. Poder, responsabilidade e desafios . Comunicação e Sociedade, vol. 9-10, 2006, pp. 161-166.  SOARES, T.  Cibermedi@: Os meios de comunicação social portugueses online . [On-line]  http:// bocc.ubi.pt  (consultado a 13 de Outubro). SOARES, T.  Cibermedi@: Os Meios de Comunic@ção Social na Internet: Contributos par a Análise Sociológica dos Cibermedi@ . [On-line]  http:// bocc.ubi.pt  (consultado a 13 de Outubro). TRELFORD, D. (2004).  Understanding Local Media .  British Journalism Review 2007; 18; 91. DOI: 10.1177/0956474807083754.
OBRIGADO! OBRIGADO! Foto de Luc Legay, licensed under Creative Commons: http://flickr.com/photos/luc/ pedro.jeronimo@iol.pt  http://twitter.com/pjeronimo  http://jornalices.com

MeLoDi - Da Imprensa aos Media Locais Regionais

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    Que MeLoDi? Da Imprensa Regional aos Media Locais Digitais MeLoDi Da imprensa aos Media Locais Digitais Pedro Jerónimo ICPD (PhD) | U. Porto + U. Aveiro Outubro de 2009 Foto de Luc Legay, licenciada (Creative Commons), em http://flickr.com/photos/luc/
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    O que éa imprensa? A imprensa e a imprensa regional (IR)
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    O que éa imprensa? “ A liberdade de imprensa abrange o direito de informar, de se informar e de ser informado, sem impedimentos nem discriminações.” (Lei de Imprensa, Art. 1.º, ponto 2) O que é a imprensa? “ Integram o conceito de imprensa, para efeitos da presente lei, todas as reproduções impressas de textos ou imagens disponíveis ao público, quaisquer que sejam os processos de impressão e reprodução e o modo de distribuição utilizado.” (Ibid., Art. 9.º, ponto 1)
  • 4.
    Que enquadramento paraa IR? “ São publicações de âmbito regional as que, pelo seu conteúdo e distribuição, se destinem predominantemente às comunidades regionais e locais.” (Lei de Imprensa, Art. 14.º, ponto 2) IR: Que audiência?
  • 5.
    Que enquadramento paraa IR? IR: Que audiência?
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    Circulação da IRIR: Que tendência? Fonte: APCT
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    O que éa imprensa? A internet, a rede...
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    Evolução da sociedadeem rede (1500-1850) Evolução da sociedade em rede (1500-1850)
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    Evolução da sociedadeem rede (1850-1950) Evolução da sociedade em rede (1850-1950)
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    Evolução da sociedadeem rede (1950-2000) Evolução da sociedade em rede (1950-2000)
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    Evolução da sociedadeem rede (2000...) Evolução da sociedade em rede (2000...)
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    ??? “ Aemergência do ciberespaço acompanha, traduz e favorece uma evolução geral da civilização.” (Lévy, 1994) Que impacto? “ A Tecnologia não determina a sociedade: incorpora-a. Mas nem a sociedade determina a inovação tecnológica: usa-a.” (Castells, 2002)
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    “ Futuro” narede? “ Mesmo que você não se relacione com as redes, as redes vão relacionar-se consigo. Enquanto quiser continuar a viver em sociedade, neste tempo e neste lugar, terá que lidar com a sociedade em rede. Porque vivemos na Galáxia Internet.” (Castells, 2004) “ Futuro” na rede?
  • 14.
    Ignorar as tendências?Ignorar as tendências?
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    O que éa imprensa? Do papel aos bits
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    IR e ainternet ..\fontes recentes\imagens\recursos digitais da IR.jpg IR: Que realidade? Fonte: GMCS
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    Ignorar a audiência?“ A internet treinou as pessoas para que elas recebessem as informações de uma forma social. Os repórteres têm de parar de encarar o seu público como um estorvo. (…) Os jornalistas online tem de encarar o leitor em primeira pessoa e dizer: 'isto nós sabemos e isto nós não sabemos'”.* * Joshua Benton, jornalista, investigador e director do Nieman Journalism Lab (Universidade de Harvard, EUA), no MediaOn 2009 – 3.º Seminário Internacional de Jornalismo Online (São Paulo, Brasil, 27 a 29 de Outubro de 2009). Ignorar a audiência digital?
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    Ignorar a audiência?Ignorar a audiência digital?
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    ??? “ AInternet é o contrário da televisão, o intercâmbio tem prioridade sobre a imagem. (...) Com o computador, o utilizador tem a impressão de ser o agente daquilo que faz. É a força do do it youself .” (Wolton, 1997) ...e os novos paradigmas? “ La televisió era un “new media” durant els anys cinquanta i d’aquí a una dècada els blogs i Youtube seran considerats “old media””. (Scolari, 2008)
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    ??? Novo conceitode proximidade? “ Para enfrentarmos um mundo cada vez mais aberto e, portanto, mais incerto, precisamos, pelo contrário, de estar confiantes na nossa identidade, preparados para nos confrontarmos com outros valores. Em suma, ter raízes. (Wolton, 2003)
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    O que éa imprensa? Questões em aberto
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    Que IR digital?Que IR digital? Num período em que Portugal já assiste a novas formas de jornalismo (móvel), que rumo para a IR? Como pretende conquistar/fidelizar os nativos digitais? Que interacção com eles? E o acesso à informação que a presença na web permite (arquivo, base dados...)? Que (novo) modelo? MeLoDi?
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    O que éa imprensa? Bibliografia
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    Que IR digital?CAMPONEZ, C. (2002). Jornalismo de Proximidade. Rituais de comunicação na imprensa regional . Edições MinervaCoimbra. ISBN: 9789727980482. CARDOSO, G. (1998). Para uma Sociologia do Ciberespaço: Comunidades virtuais em português . Celta Editora. ISBN: 972-8027-97-4. FAUSTINO, P. (Org) (1999). A imprensa primeiro: contributos para a liderança da imprensa em Portugal. Associação de Imprensa Não-Diária. SANTOS, S. (2007). Imprensa Regional – Temas, Problemas e Estratégias da Informação Local. Livros Horizonte . ISBN: 978-972-24-1579-8. WOLTON, D. (2004). A Outra Globalização . Difel. ISBN: 972-29-0697-6. ALVES, R. (2006). Jornalismo digital: Dez anos de web… e a revolução continua . Comunicação e Sociedade, vol. 9-10, 2006, pp. 93-102. BARBOSA, S. A informação de proximidade no jornalismo online . [On-line] http:// bocc.ubi.pt (consultado a 13 de Outubro). BRINCA, P. (2006). Setúbal na Rede: o caso de um projecto pioneiro . Comunicação e Sociedade, vol. 9-10, 2006, pp. 147-150. CANAVILHAS, J. A Internet como memória . [On-line] http:// bocc.ubi.pt (consultado a 13 de Outubro). CORREIA, J. Jornalismo regional e cidadania . [On-line] http:// bocc.ubi.pt (consultado a 13 de Outubro). DALTOÉ, A. Promessas, desafios e ameaças das tecnologias digitais . [On-line] http:// bocc.ubi.pt (consultado a 13 de Outubro). JERÓNIMO, P. Jornalismo o(ff)nline . [On-line] http:// bocc.ubi.pt (consultado a 13 de Outubro).
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    Que IR digital?JÚNIOR, J. As relações do jornalismo digital na cibercidade . [On-line] http:// bocc.ubi.pt (consultado a 13 de Outubro). LEIVA, M. e STARKS, M. (2009). Digital switchover across the globe: the emergence of complex regional patterns . Media Culture Society 2009; 31; 787. DOI: 10.1177/0163443709339465. LUISA, R. A redacção de um diário regional católico como espaço de socialização . [On-line] http:// bocc.ubi.pt (consultado a 13 de Outubro). NUNES, R. Informação multimédia: quando os leitores são construtores de narrativas . [On-line] http:// bocc.ubi.pt (consultado a 13 de Outubro). MONTENEGRO, R. e SILVA, F. Por uma digitalização da memória jornalística . [On-line] http:// bocc.ubi.pt (consultado a 13 de Outubro). SBARDOLOTTO, M. Do papel aos bits - As alternativas do jornalismo independente contemporâneo . [On-line] http:// bocc.ubi.pt (consultado a 13 de Outubro). SILVA, F. (2006). Jornalismo digital. Poder, responsabilidade e desafios . Comunicação e Sociedade, vol. 9-10, 2006, pp. 161-166. SOARES, T. Cibermedi@: Os meios de comunicação social portugueses online . [On-line] http:// bocc.ubi.pt (consultado a 13 de Outubro). SOARES, T. Cibermedi@: Os Meios de Comunic@ção Social na Internet: Contributos par a Análise Sociológica dos Cibermedi@ . [On-line] http:// bocc.ubi.pt (consultado a 13 de Outubro). TRELFORD, D. (2004). Understanding Local Media . British Journalism Review 2007; 18; 91. DOI: 10.1177/0956474807083754.
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