Mesa Redonda:
Mapeamento de Risco
Aline Freitas da Silva
DRM-RJ / Serviço Geológico do RJ
afsilva.drmrj@gmail.com
Serviço Geológico do Estado do RJ / DRM-RJ
Fundado em 1975;
Departamento de Recursos Minerais do ERJ;
Diversas áreas de atuação (geologia básica,
mineração, geologia do petróleo, riscos geológicos,
hidrogeologia, meio ambiente);
Corpo técnico é formado por Geólogos, Geógrafos,
além de Engenheiros (civil, minas, petróleo).
www.drm.rj.gov.br
Criação em Junho de 2009 e oficialização em Agosto de 2015;
Núcleo de Análise e Diagnóstico de Escorregamentos
Foi criado visando atender às expectativas da sociedade fluminense em relação à ampliação do
conhecimento sobre Riscos Geológicos e a tomada de decisão pelo Governo do Estado no que se
refere à Gestão de Risco, principalmente no apoio à Defesa Civil estadual e aos municípios;
Atualmente a equipe é composta apenas por oito geólogos.
Programas de Mapeamento
Cartografia de Risco Iminente (2010-2013)
Cartografia Geotécnica de Aptidão Urbana (2013-2015)
Atendimento a solicitações diversas (Ofícios)
Plano de Contingência / Atendimentos Emergenciais
Pesquisa – Correlação Chuva x Escorregamentos
Realização/Participação em eventos técnico-científicos
Estágio e capacitação para estudantes de Geociências
Atividades do NADE/DRM-RJ
Cartografia de Risco Geológico (2016-atual)
Cartografia de Risco Iminente
A classificação de um setor como de RISCO IMINENTE exige a identificação, no setor de risco (na área)
avaliado, de condicionantes geológico-geotécnicas, geomorfológicas e de uso do solo, e que sejam
identificados in loco evidências de movimentação, que permitam deduzir que a probabilidade de
ocorrência de escorregamentos, com destruição imediata de moradias ou morte, num prazo aproximado
de 1 ano, é muito alta. Nestes setores a probabilidade de deflagração do evento destrutivo mesmo em
situações de chuvas regulares é muito alta (ou seja, não é necessária uma chuva atípica e de alta
intensidade), caso se mantenham as condições existentes.
A classificação de risco iminente
Cartografia de Risco Iminente
Licitação por “blocos” de municípios;
Oficina Técnica;
Trabalho de campo;
Sobrevoo de helicóptero;
Produtos;
Entrega pública.
Municípios comtemplados;
Cartografia de Risco Iminente
Cartografia de Risco Iminente
Angra dos Reis
Niterói
Nova Friburgo
Petrópolis
São Gonçalo
Teresópolis
Objetivo
Constituir um Plano de Informações sobre as limitações do meio físico quanto ao seu potencial de
ocorrência de escorregamentos nas encostas.
Metodologia
Escala
Compartimentar o território em unidades geológico-geotécnicas e organizar um Inventário de
Escorregamentos Ocorridos e de Escorregamentos Potenciais, e a partir deles, com base numa análise
estatística simples e numa análise subjetiva baseada em mapeamento de campo, classificar,
qualitativamente, os setores de encostas quanto ao grau de potencial de ocorrência de
escorregamentos.
Gerar e interpretar informações e dados geotécnicos na escala 1:10.000.
Cartografia Geotécnica de Aptidão Urbana
Cartografia Geotécnica de Aptidão Urbana
Inventário de Escorregamentos Mapa Geológico-Geotécnico Carta de Aptidão
Cartografia de Risco Geológico
Necessidade de atualização
Mapeamento da área mais crítica
apontada pelo município
Todos os graus de risco identificados e
classificados (R1 ao RI)
Área piloto (2016) – Jurujuba (Fase 1)
Classificação em constante discussão e
evolução
Cartografia de Risco Geológico
Cartografia de Risco Geológico
Considerações Finais
Metodologia qualitativa e subjetiva
Classificação em constante evolução
O trabalho não termina com a entrega dos produtos
Envolvimento do município antes, durante e após o mapeamento
Dificuldades diversas (técnicas, humanas, orçamentárias, políticas, sociais)
Tem muito ainda a ser feito.
Obrigada!
Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro / DRM-RJ
Diretoria de Geologia
Núcleo de Análise e Diagnóstico de Escorregamentos
Aline Freitas da Silva
afsilva.drmrj@gmail.com

Mapeamento de risco

  • 1.
    Mesa Redonda: Mapeamento deRisco Aline Freitas da Silva DRM-RJ / Serviço Geológico do RJ afsilva.drmrj@gmail.com
  • 2.
    Serviço Geológico doEstado do RJ / DRM-RJ Fundado em 1975; Departamento de Recursos Minerais do ERJ; Diversas áreas de atuação (geologia básica, mineração, geologia do petróleo, riscos geológicos, hidrogeologia, meio ambiente); Corpo técnico é formado por Geólogos, Geógrafos, além de Engenheiros (civil, minas, petróleo). www.drm.rj.gov.br
  • 3.
    Criação em Junhode 2009 e oficialização em Agosto de 2015; Núcleo de Análise e Diagnóstico de Escorregamentos Foi criado visando atender às expectativas da sociedade fluminense em relação à ampliação do conhecimento sobre Riscos Geológicos e a tomada de decisão pelo Governo do Estado no que se refere à Gestão de Risco, principalmente no apoio à Defesa Civil estadual e aos municípios; Atualmente a equipe é composta apenas por oito geólogos.
  • 4.
    Programas de Mapeamento Cartografiade Risco Iminente (2010-2013) Cartografia Geotécnica de Aptidão Urbana (2013-2015) Atendimento a solicitações diversas (Ofícios) Plano de Contingência / Atendimentos Emergenciais Pesquisa – Correlação Chuva x Escorregamentos Realização/Participação em eventos técnico-científicos Estágio e capacitação para estudantes de Geociências Atividades do NADE/DRM-RJ Cartografia de Risco Geológico (2016-atual)
  • 5.
    Cartografia de RiscoIminente A classificação de um setor como de RISCO IMINENTE exige a identificação, no setor de risco (na área) avaliado, de condicionantes geológico-geotécnicas, geomorfológicas e de uso do solo, e que sejam identificados in loco evidências de movimentação, que permitam deduzir que a probabilidade de ocorrência de escorregamentos, com destruição imediata de moradias ou morte, num prazo aproximado de 1 ano, é muito alta. Nestes setores a probabilidade de deflagração do evento destrutivo mesmo em situações de chuvas regulares é muito alta (ou seja, não é necessária uma chuva atípica e de alta intensidade), caso se mantenham as condições existentes. A classificação de risco iminente
  • 6.
    Cartografia de RiscoIminente Licitação por “blocos” de municípios; Oficina Técnica; Trabalho de campo; Sobrevoo de helicóptero; Produtos; Entrega pública. Municípios comtemplados;
  • 7.
  • 8.
    Cartografia de RiscoIminente Angra dos Reis Niterói Nova Friburgo Petrópolis São Gonçalo Teresópolis
  • 9.
    Objetivo Constituir um Planode Informações sobre as limitações do meio físico quanto ao seu potencial de ocorrência de escorregamentos nas encostas. Metodologia Escala Compartimentar o território em unidades geológico-geotécnicas e organizar um Inventário de Escorregamentos Ocorridos e de Escorregamentos Potenciais, e a partir deles, com base numa análise estatística simples e numa análise subjetiva baseada em mapeamento de campo, classificar, qualitativamente, os setores de encostas quanto ao grau de potencial de ocorrência de escorregamentos. Gerar e interpretar informações e dados geotécnicos na escala 1:10.000. Cartografia Geotécnica de Aptidão Urbana
  • 10.
    Cartografia Geotécnica deAptidão Urbana Inventário de Escorregamentos Mapa Geológico-Geotécnico Carta de Aptidão
  • 11.
    Cartografia de RiscoGeológico Necessidade de atualização Mapeamento da área mais crítica apontada pelo município Todos os graus de risco identificados e classificados (R1 ao RI) Área piloto (2016) – Jurujuba (Fase 1) Classificação em constante discussão e evolução
  • 12.
  • 13.
  • 14.
    Considerações Finais Metodologia qualitativae subjetiva Classificação em constante evolução O trabalho não termina com a entrega dos produtos Envolvimento do município antes, durante e após o mapeamento Dificuldades diversas (técnicas, humanas, orçamentárias, políticas, sociais) Tem muito ainda a ser feito.
  • 15.
    Obrigada! Serviço Geológico doEstado do Rio de Janeiro / DRM-RJ Diretoria de Geologia Núcleo de Análise e Diagnóstico de Escorregamentos Aline Freitas da Silva afsilva.drmrj@gmail.com