Plano de Conservação e
Recuperação da Mata Atlântica.
Introdução


  É fundamental que cada município
  possua um Plano Municipal de
  Conservação e Recuperação da Mata
  Atlântica, albergada pela Lei da Mata
  Atlântica(n 11.428/06).
Objetivo I

 Implantar um corredor ecológico no município de
 Miracema, assim podendo além de construir um ambiente mais
 saudável, aumentar a quantidade de animais, árvores e
 transformar Miracema, em um ponto eco turístico.
Propostas

 Diagnosticar as áreas degradadas.
 Priorizar as áreas de recuperação
  ambiental.
Mapa da Mata Atlântica

  Percebemos a diminuição do território da Mata Atlântica
         em relação ao século XVI, ao século XXI.
Mata Atlântica em Miracema-RJ

    O município de Miracema localizado no
    noroeste fluminense está dentro do Bioma
    Mata Atlântica, especificamente dentro das
    formações      da    Floresta     Estacional
    Semidecidual. A recuperação de nossas
    matas, com o plantio de espécies de árvores
    da Mata Atlântica, se constituiu na melhor
    estratégia para melhoria do uso racional de
    solo.
Objetivo II


  Catalogar as espécies de
    plantas presentes do
     parque ecológico de
         Miracema.
Classificação da flora


 O Parque Ecológico de Miracema, situado no
 Estado do Rio de Janeiro, tem clima bom para
 plantio em todo ano dependendo da espécie.
 Existem aproximadamente 100 espécies de
 plantas catalogadas no Parque Ecológico.
Principais espécies da
   flora no Parque
     Ecológico de
      Miracema.
Cajueiro (Anacardium occidentale)

             Características - árvore de 5 a 10
             metros de altura por 25 a 40 cm de
             diâmetro, dotada de tronco curto,
             geralmente tortuoso, revestido por
             casca um pouco áspera e partida que
             descama em pequenas placas de
             formas irregulares.
             Utilidade - planta de múltiplos usos
             locais, tanto alimentar como
             medicinal.      Além       disso,    é
             amplamente         cultivada      para
             aproveitamento industrial de suas
             castanhas.
Cedro (Cedrela fissilis)

            Características - árvore de grande porte, com
            altura de 20 a 25 metros e tronco com 60 a 90 cm
            de diâmetro. Tronco reto revestido de casca
            grossa,     parda    acinzentada,    rugosa     e
            profundamente                             sulcada.
            Madeira - coloração variável desde amarelo-claro
            até rósea ou vermelha, com poucas listras, leve a
            moderadamente         pesada,       macia      ao
            corte, notavelmente durável em ambiente seco e
            aromática.
            Utilidade - sua madeira tem alto valor
            comercial, sendo empregada principalmente na
            construção civil e marcenaria.
Sapucaia (Lecythis pisonis)

             Características - planta semidecídua
             com altura de 20 a 30 metros com copa
             densa e ampla, tronco reto, casca
             espessa, dura e pardo-escura, com
             fissuras, com 50 a 90 cm de diâmetro.
             Folhas       membranáceas,     ovado-
             oblongas, margem serreada, nervação
             bem      nítida   na   face   superior
             glabras, parcialmente renovadas na
             seca.
             Madeira         -      moderadamente
             pesada, dura, resistente, de grande
             durabilidade quando não enterrada.
Bibliografia

    • CAMPANILI, Maura. PROCHNOW, Miriam (orgs). Mata Atlântica –
      Uma Rede pela Floresta. Brasília: Rede de ONG’s da Mata
      Atlântica, 2006.
    • CAPOBIANCO, João Paulo (coord.). Plano de Ação para a Mata
      Atlântica. São Paulo: Fundação SOS Atlântica/Editora
      Interação, 1992.
    • LAMAS, Ivana (et al.).Fundo de Parceri para Ecossistemas Críticos
      (CEPF) na mata Atlântica.Belo Horizonte:Conservação
      Internacional/Fundação SOS Mata Atlântica,2007. LIMA, André
      (org.). Aspectos Jurídicos da Proteção da Mata Atlântica, São Paulo;
      ISA, 2001
    • MINISTÉRIO do MEIO AMBIENTE- Programa Nacional de Capacitação
      de Gestores Ambientais. Volumes 1 a 5 – Brasília, 2006
    • OLIVEIRA, Paula Procópio de. RAMBALDI, Denise Marçal. Pequenas e
      Poderosas- ONG’s ambientalistas do Corredor de Biodiversidade da
      Serra do Mar. Rio de Janeiro: Conservação Internacional, 2007.
    • Projeto do Dr. Gustavo Adolfo Schmidt Suarez.
Grupo e Agradecimentos

         Grupo                         Agradecimentos
•   Linik Silva Pacheco         Orientador: Dr. Gustavo Adolfo
•   Tayná Rodrigues da Rocha     Schmidt Suarez
                                Co-orientadora: Msc. Sandra Maria
•   Tatiely da Silva Candido     Gomes de Azevedo
•    Julyane Josué Araujo       Agradecimentos:        Ao professor
                                 Jorge Belizário, Dra. Ana Lucia Lima
                                 da Costa e a todos os funcionários da
                                 FAETEC – CVT Miracema.
                                 Toda equipe Jovens Talentos, e a
                                 todos que direta ou indiretamente
                                 colaboraram com o projeto.
Obrigado

Linik correto

  • 1.
    Plano de Conservaçãoe Recuperação da Mata Atlântica.
  • 2.
    Introdução Éfundamental que cada município possua um Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica, albergada pela Lei da Mata Atlântica(n 11.428/06).
  • 3.
    Objetivo I Implantarum corredor ecológico no município de Miracema, assim podendo além de construir um ambiente mais saudável, aumentar a quantidade de animais, árvores e transformar Miracema, em um ponto eco turístico.
  • 4.
    Propostas Diagnosticar asáreas degradadas. Priorizar as áreas de recuperação ambiental.
  • 5.
    Mapa da MataAtlântica Percebemos a diminuição do território da Mata Atlântica em relação ao século XVI, ao século XXI.
  • 6.
    Mata Atlântica emMiracema-RJ O município de Miracema localizado no noroeste fluminense está dentro do Bioma Mata Atlântica, especificamente dentro das formações da Floresta Estacional Semidecidual. A recuperação de nossas matas, com o plantio de espécies de árvores da Mata Atlântica, se constituiu na melhor estratégia para melhoria do uso racional de solo.
  • 7.
    Objetivo II Catalogar as espécies de plantas presentes do parque ecológico de Miracema.
  • 8.
    Classificação da flora O Parque Ecológico de Miracema, situado no Estado do Rio de Janeiro, tem clima bom para plantio em todo ano dependendo da espécie. Existem aproximadamente 100 espécies de plantas catalogadas no Parque Ecológico.
  • 9.
    Principais espécies da flora no Parque Ecológico de Miracema.
  • 10.
    Cajueiro (Anacardium occidentale) Características - árvore de 5 a 10 metros de altura por 25 a 40 cm de diâmetro, dotada de tronco curto, geralmente tortuoso, revestido por casca um pouco áspera e partida que descama em pequenas placas de formas irregulares. Utilidade - planta de múltiplos usos locais, tanto alimentar como medicinal. Além disso, é amplamente cultivada para aproveitamento industrial de suas castanhas.
  • 11.
    Cedro (Cedrela fissilis) Características - árvore de grande porte, com altura de 20 a 25 metros e tronco com 60 a 90 cm de diâmetro. Tronco reto revestido de casca grossa, parda acinzentada, rugosa e profundamente sulcada. Madeira - coloração variável desde amarelo-claro até rósea ou vermelha, com poucas listras, leve a moderadamente pesada, macia ao corte, notavelmente durável em ambiente seco e aromática. Utilidade - sua madeira tem alto valor comercial, sendo empregada principalmente na construção civil e marcenaria.
  • 12.
    Sapucaia (Lecythis pisonis) Características - planta semidecídua com altura de 20 a 30 metros com copa densa e ampla, tronco reto, casca espessa, dura e pardo-escura, com fissuras, com 50 a 90 cm de diâmetro. Folhas membranáceas, ovado- oblongas, margem serreada, nervação bem nítida na face superior glabras, parcialmente renovadas na seca. Madeira - moderadamente pesada, dura, resistente, de grande durabilidade quando não enterrada.
  • 13.
    Bibliografia • CAMPANILI, Maura. PROCHNOW, Miriam (orgs). Mata Atlântica – Uma Rede pela Floresta. Brasília: Rede de ONG’s da Mata Atlântica, 2006. • CAPOBIANCO, João Paulo (coord.). Plano de Ação para a Mata Atlântica. São Paulo: Fundação SOS Atlântica/Editora Interação, 1992. • LAMAS, Ivana (et al.).Fundo de Parceri para Ecossistemas Críticos (CEPF) na mata Atlântica.Belo Horizonte:Conservação Internacional/Fundação SOS Mata Atlântica,2007. LIMA, André (org.). Aspectos Jurídicos da Proteção da Mata Atlântica, São Paulo; ISA, 2001 • MINISTÉRIO do MEIO AMBIENTE- Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais. Volumes 1 a 5 – Brasília, 2006 • OLIVEIRA, Paula Procópio de. RAMBALDI, Denise Marçal. Pequenas e Poderosas- ONG’s ambientalistas do Corredor de Biodiversidade da Serra do Mar. Rio de Janeiro: Conservação Internacional, 2007. • Projeto do Dr. Gustavo Adolfo Schmidt Suarez.
  • 14.
    Grupo e Agradecimentos Grupo Agradecimentos • Linik Silva Pacheco  Orientador: Dr. Gustavo Adolfo • Tayná Rodrigues da Rocha Schmidt Suarez  Co-orientadora: Msc. Sandra Maria • Tatiely da Silva Candido Gomes de Azevedo • Julyane Josué Araujo  Agradecimentos: Ao professor Jorge Belizário, Dra. Ana Lucia Lima da Costa e a todos os funcionários da FAETEC – CVT Miracema. Toda equipe Jovens Talentos, e a todos que direta ou indiretamente colaboraram com o projeto.
  • 15.