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6º ano cap 6  biomas brasileiros
BIOMAS
Constituem-se num conjunto de vida (vegetal e animal) com
agrupamentos de vegetação contíguos e identificáveis em escala
regional com condições geoclimáticas similares e história
compartilhada de mudanças, o que resulta numa diversidade
biológica própria.
BIOMAS                                       BRASILEIROS


  Utilizando o mapa abaixo, clique no Bioma e leia as informações referentes no espaço ao lado.
6º ano cap 6  biomas brasileiros
6º ano cap 6  biomas brasileiros
Aventura-te e descobre os sons, os
   odores e as cores da floresta!
  Admira a sua beleza e ajuda a
            protegê-la.
Porque ela faz parte do Mundo que
  é meu, é teu,... é de todos nós!
FLORESTA AMAZÔN ICA –
* O maior bioma terrestre do planeta;
* 9 países da Am. Latina (Brasil, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador,
    Colômbia, Venezuela, Guiana Francesa e Suriname).
* A bacia hidrográfica do Amazonas ocupa uma área de
   7.050.000 km².
* Diversos ecossistemas interagindo em equilíbrio: 65% floresta
  tropical úmida de terra firme.+ -matas de cipó, campinas, matas
  secas, igapós, manguezais, matas de várzeas, cerrados, campos
  de terra firme, campos de várzeas e matas de bambu.
* a maior área de floresta inundada do planeta 700.000 Km2.
   (2.000 mm/ano até 10.000 /mm ano de chuva).
 * representa 35 % de todas florestas do mundo.
 * a maior biodiversidade de todos os continentes: 1/2 das spp de aves hoje
conhecidas,a maior diversidade de insetos (especia/ borboletas).
  Mais spp de peixes que o oceano Atlântico.
• Grande diversidade de mamíferos, especialmente macacos e
felinos, - 30 spp de macacos são endêmicas da mata
amazônica.
* O conhecimento da fauna e flora é extremamente precário.
Acredita-se que não se conheça nem a metade das espécies que
habitam as suas matas e rios.
* Vivem povos humanos primitivos (costumes, linguagens e culturas,
inalterados por milhares de anos). Provavel/ ainda existam povos
primitivos desconhecidos, nas regiões mais inóspitas e inacessíveis.
•* 2 parques nacionais na Amazônia brasileira: * Parque Nacional do Tapajós- 1
milhão de hectares de floresta tropical úmida.
•* Parque Nacional do Pico da Neblina - 2.200.000 hec. Une-se ao parque Serrania
de la Neblina, na Venezuela, com 1.360.000 hec.,(um dos maiores complexos
bióticos protegidos do mundo).

O roedor, os >s papagaios; as s cobras; os peixes (o pirarucu: (+de 3m e 180
Kg); as maiores árvores tropicais; os insetos.
A floresta Amazônica é responsável pela existência de uma massa
de ar continental úmida.
· A Amazônia não é o pulmão do mundo, pois todo o oxigênio lá
produzido, é praticamente consumido pela própria floresta.
· A idéia de homogeneidade da floresta é falsa. Há uma
diversidade de espécies enorme desde o tipo de mata, até o tipo
de relevo.
A mata de igapó é inundada permanentemente, a várzea é
inundada somente nos períodos de cheia e a mata de terra-firme,
normalmente não é inundada.
HIDROGRAFIA: * Rio Negro (de águas negras), o Rio Solimões, Madeira e
Amazonas( águas barrentas ou amarelas) e o Rio Tapajós ( de águas claras ou
transparentes). Apesar dos solos amazônicos serem estruturalmente pobres, nas
várzeas - por receberem matéria orgânica e minerais trazidos na época das cheias -
encontramos maior fertilidade do que no restante da floresta.
6º ano cap 6  biomas brasileiros
6º ano cap 6  biomas brasileiros
6º ano cap 6  biomas brasileiros
6º ano cap 6  biomas brasileiros
Fotos Araquém Alcântara             cântara




                          cântara




                                              Uacari-branco-só existe na reserva de Mamirauá, no
                                              Amazonas. O apelido vem do corpo branco e da cara
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O gavião-real, ou harpia, é a ave mais imponente da
Galo-da-serra -Típico do norte da Amazônia, o galo-
                                                      floresta. Predador voraz, vive no topo das árvores, a
da-serra habita escarpas rochosas e emite barulhos
                                                      mais de 50 metros de altura, de onde mergulha para os
parecidos com miados
                                                      galhos mais baixos atrás de presas como roedores ou
DEGRADAÇÃO
* desmatamento: para agropecuária, extração de madeira e
ocupação;
* mineração: para a exploração de principalmente de ferro,
cassiterita, bauxita e ouro;
* as queimadas: para formação de pastagens, abertura de
estradas, etc.
CONSEQÜÊNCIAS: - sensível alteração do ciclo de nutrientes da
floresta,
  abalando os fatores que a mantém.
* Em menos de 30 anos, uma área maior que a França foi
destruída .
· A floresta Amazônica é responsável pela existência de uma massa de ar
continental úmida.
· A Amazônia não é o pulmão do mundo, pois todo o oxigênio lá produzido, é
praticamente consumido pela própria floresta.
· Os cipós, juntamente com as raízes superficiais e o tronco das árvores (que
podem possuir base maior que o topo), servem de sustentação para as mesmas.
· A idéia de homogeneidade da floresta é falsa. Há uma diversidade de espécies
enorme desde o tipo de mata, até o tipo de relevo.
DEGRADAÇÃO
* Desmatamento: para agropecuária, extração de madeira e
  ocupação.
* Mineração: para a exploração de principalmente de ferro,
  cassiterita, bauxita e ouro;
* Queimadas: para formação de pastagens, abertura de estradas, etc.
CONSEQÜÊNCIAS:
* Sensível alteração do ciclo de nutrientes da floresta.
* Em menos de 30 anos, uma área maior que a França foi destruída .
CONSIDERAÇÕES:
* A floresta Amazônica é responsável pela existência de uma massa
  de ar continental úmida.
* A Amazônia não é o pulmão do mundo, pois todo o oxigênio lá
  produzido, é praticamente consumido pela própria floresta.
* A ideia de homogeneidade da floresta é falsa. Há uma diversidade
  de espécies enorme desde o tipo de mata, até o tipo de relevo.
CERRADOS
* 2º > bioma - ocupa cerca de 22% do território nacional, nos estados de Minas
  Gerais, Mato Grosso, Goiás, partes menores em São Paulo, Paraná, Maranhão,
  Piauí e pequenas manchas no Amazonas, Roraima, Paraná e Rondônia.
* É um ponto de encontro entre a Amazônia, o Nordeste e o Sul.
* É recortado pelos rios das três grandes bacias brasileiras Amazônica, Paraná e
  São Francisco.
* A fisionomia: árvores e arbustos tortuosos, espaçados, com entre 3 e 10m de
  altura. Árvores e arbustos – com troncos de cortiça espessa e folhas coriáceas.
* Clima: tropical , com precipitações anuais acima de 1000mm.
* 2 estações climáticas distintas: inverno seco , apresentando elevada deficiência
  de água (maio - setembro) e verão chuvoso onde ocorre aproximadamente 90% da
  precipitação anual (outubro - março).
* Solo - antigo, intemperizado, ácido, profundo c/ alta concentração de
  alumínio - causa toxidez às plantas, inibindo o seu crescimento, c/ semelhanças
  com a caatinga, ( algumas árvores dão frutos azuis).
* A fisionomia semi-árida da vegetação do cerrado não à deficiência de água –
  (raízes com até 18m de comprimento para alcançar o lençol freático e suprir a
  necessidade hídrica durante as estação seca - mas ao solo,pobre em nutrientes.
•   Riqueza biológica mínima: 320.000 espécies distribuídas por 35 filos e 89
    classes;
•   * São conhecidos até o momento, no Cerrado, 1575 espécies de animais, ( o 2º
      maior conjunto animal do planeta; A flor do ipê (muito comum no Cerrado) -
    flor
      nacional brasileira.
•    * Apenas 2% da área original do Cerrado está preservada em
      parques e reservas;
6º ano cap 6  biomas brasileiros
6º ano cap 6  biomas brasileiros
6º ano cap 6  biomas brasileiros
Pirenópolis
A Constituição Brasileira
protege a Mata Atlântica, a
Amazônia e o Pantanal
como "Patrimônio
Nacional". O Cerrado não
foi incluído nesse artigo,
ficando assim, legalmente
desprotegido.
6º ano cap 6  biomas brasileiros
DEGRADAÇÃO
* O Cerrado foi ocupado durante décadas para pecuária extensiva.
* A partir da década de 70 iniciou-se no Brasil a ocupação efetiva do Cerrado, com a
   plantação de monoculturas (soja para exportação).
* Incentivada pelo governo federal, a ocupação causou e causa ainda hoje
   problemas na biodiversidade do Cerrado.
* Com a ampliação dos trabalhos agrícolas – (a implantação de grandes fazendas
   com a inserção de novas tecnologias de forma descontrolada)
* CONSEQÜÊNCIAS: - desmatamento das árvores originais, erosão, contaminação do
   lençol freático pelo uso de agrotóxicos, queimadas, assoreamento de rios pela
   destruição da mata ciliar.
* A degradação em geral, causa alterações irreversíveis no bioma, que vai perdendo
  suas características originais.
PRINCIPAIS IMPACTOS AMBIENTAIS :
* Empobrecimento genético;
* Empobrecimento dos ecossistemas;
* A destruição da vegetação natural;
* Propagação de ervas exóticas;
* A extinção da fauna nativa;
* Diminuição e poluição dos mananciais hídricos
* Compactação e erosão dos solos;
* Contaminação química das águas e da biota;
* Proliferação de doenças desconhecidas etc.
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO CERRADO

Unidades de Proteção Integral:

- 15 Parques Nacionais

- 6 Estações Ecológicas

- 1 Reserva Biológica

- 1 Refúgio de vida silvestre

Unidades de Uso Sustentável:

- 9 Áreas de Proteção Ambiental

- 4 áreas de relevante interesse ecológico

- 3 Reservas Extrativistas

- 5 Florestas Nacionais
Caatinga
 * Estende-se pelo nordeste oriental (sul do Piauí e norte de Minas Gerais).
 * Clima semi-árido, chuvas irregulares,estações do ano não muito bem definidas: uma
    quente e seca, e outra quente e úmida (irregularidade das chuvas somando a circulação
de massas de ar na região).
* O cenário árido é uma descrição da Caatinga – (na língua indígena = Mata Branca) –
* Inverno - período prolongado de seca.
* Relevo - altitudes modestas. Uma disposição para o sentido norte-sul canalizando os
ventos alísios (corredores de vento que dificultam a ocorrência de chuva na região).
* Solo da zona da Caatinga- rico em sais minerais e paupérrimo em matéria orgânica devido
   a intensa luminosidade e calor, que carbonizam a matéria orgânica, dificultando sua
    decomposição. A matéria orgânica carbonizada é espalhada pelo vento.
  - Argiloso não permitindo que a água da chuva circule.
* As plantas - raízes superficiais para o máximo de absorção destas
águas.
* Vegetação- arbustos tortuosos que perdem as folhas na estação
seca, cactáceas e
   bromeliáceas, e por vegetação rasteira que surge na estação
chuvosa. (Aroeira, Juazeiro, com porte arbóreo em condições
favoráveis de solo.
  Cactáceas - xiquexique, o xiquexique do sertão e o mandacaru.
  Bromeliácea - caroá.
* Hidrografia - três bacias hidrográficas: a do São Francisco, que
banha o Sertão, a do
  Parnaíba, que banha o Meio-Norte e a Bacia Secundária do
Nordeste, constituída
  principalmente por rios intermitentes ou temporários.
CAATINGA
 * Estende-se pelo nordeste oriental (sul do Piauí e norte de Minas Gerais).
 * Clima semi-árido, chuvas irregulares,estações do ano não muito bem
   definidas: uma quente e seca, e outra quente e úmida (irregularidade das
   chuvas somando a circulação de massas de ar na região).
* O cenário árido é uma descrição da Caatinga – (na língua indígena = Mata
   Branca) - Inverno - período prolongado de seca.
* Relevo - altitudes modestas. Uma disposição para o sentido norte-sul
   canalizando os ventos alísios (corredores de vento que dificultam a ocorrência
   de chuva na região).
* Solo da zona da Caatinga- rico em sais minerais e paupérrimo em matéria
  orgânica devido a intensa luminosidade e calor, carbonizam a matéria orgânica,
  dificultando sua decomposição. Espalhada pelo vento. Argiloso.
* As plantas - raízes superficiais para o máximo de absorção destas águas.
* Vegetação- arbustos tortuosos que perdem as folhas na estação seca,
  cactáceas e bromeliáceas, e por vegetação rasteira que surge na estação
  chuvosa. (Aroeira, Juazeiro, com porte arbóreo em condições favoráveis de
   solo.
   Cactáceas - xiquexique, o xiquexique do sertão e o mandacaru.
   Bromeliácea - caroá.
* Hidrografia - três bacias hidrográficas: a do São Francisco, que banha o
Sertão,
   a do Parnaíba, que banha o Meio-Norte e a Bacia Secundária do
Nordeste,
   constituída principalmente por rios intermitentes ou temporários.
DEGRADAÇÃO
Principais processos de degradação das caatingas:
* Grandes latifúndios: - desmatamento da vegetação nativa; controle dos
    recursos naturais por grandes grupos econômicos, com destaque para
    recursos hídricos;
*   Êxodo rural; desertificação de grandes áreas.
*   Prospecção e exploração de lençóis d’água subterrâneos e de combustíveis
    fósseis:- Petróleo e gás natural;
*   Contaminação de recursos d’água superficiais;
*   Desmatamento.
* Siderúrgicas, olarias e outras indústrias (corte da vegetação nativa para
   produção de lenha e carvão vegetal); - desertificação.
* Formação de pastagens: devastação da cobertura vegetal; perda progressiva
  da matéria orgânica do solo; erosão. Irrigação e drenagem.
* Salinização do solo (processos de irrigação), - a água evapora mais em
  alguns locais deixando apenas o sal no solo, que, por sua vez reage com os
minerais existentes neste, promovendo reações químicas que dificultam a
  adaptação de algumas espécies ao mesmo. Quanto mais espécies são
  retiradas, mais o solo fica desprotegido, livre à ação da chuva forte, dos ventos e
do sol, promovendo assim a desertificação , contaminação do solo por agrotóxicos
e assoreamento dos açudes.
O mandacaru, planta que simboliza a região nordestina brasileira, se adapta a longos
períodos de seca e solos pedregosos.
Foto: Vidal Cavalcante/BRimagens
A falta de água faz o nordestino caminhar léguas com o jumento de cangalha para o transporte do
precioso líquido. (Foto: Vidal cavalcante/Brimagens).
MANGUEZAIS
* Regiões próximas ao mar - recebem tanto água salgada, pela ação das
  marés, como água doce dos rios que ali desembocam.
* Ecossistema costeiro, de transição entre os ambientes terrestres e
  marinhos, característicos de regiões costeiras tropicais e subtropicais; - nas
  zonas entre marés e sujeito ao regime das marés.
* Faixa de transição entre a terra e o mar, quase sempre, abrigados por rios
  e estuários.
* Vegetação lenhosa e arbórea com adaptações especiais. Algumas árvores,
  têm raízes que permitem a fixação nesse tipo de solo ou que se protejam
  para fora da água, absorvendo assim o oxigênio do ar.
* Solo do lodo salgado e pouco arejado - rico em matéria orgânica, com
  baixo teor de oxigênio.
* Grande variedade de espécies de microorganismos, macro-algas,
   crustáceos e moluscos, adaptados ás constantes variações de
salinidades e fluxo das marés.
* Local favorável, à proteção, alimentação, reprodução e desova de
muitos
   animais.
* Em relação à matéria e energia - sistemas abertos, recebendo, um
importante fluxo de água doce, sedimentos e nutrientes do ambiente
terrestre e exportando água e matéria orgânica para o mar ou águas
estuarinas.
* É um importante transformador de nutrientes em matérias orgânicas e
gerador de bens de serviços.
Rhizophora mangle
(Mangue-Vermelho)
Possuem raízes
escoras, visíveis a longas
distâncias e crescem
rapidamente para atingir o
solo lamoso e dar
estabilidade à planta. O
sistema radicular é
formado por raízes
chamadas rizóforos e
possui membranas
permeáveis que filtram a
água, não permitindo a
passagem do sal para o
interior da planta. É uma
espécie tolerante ao
alagamento por longos
períodos.
Fauna: 2 Grupos
  - 1º - animais residentes- passam toda sua vida no mangue - (os crustáceos e
  moluscos, como os caranguejos que vivem em tocas na lama, se alimentando
 de restos de folhas e pequenas algas presentes nas raízes das árvores e sobre o
  sedimento).
* 2º - animais semi-residentes – (vivem no mangue durante uma fase de sua vida).
   Ex.: - camarão, nasce no mar e vem para o mangue, ainda pequeno, em
   busca de proteção e alimento, retornando ao ambiente marinho depois de
   atingir o estágio juvenil. Já o pitu, deixa a água doce para desovar no
   manguezal. Seus "filhotes" passam os primeiros estágios de vida ali,
   retornando mais tarde para os rios. Na categoria de semi-residentes, muitos
  peixes que visitam os manguezais durante a maré cheia. Tb aves e os mamíferos
Entre os habitantes do manguezal, os mais conhecidos são:
* Aratu - Nome científico: Goniopsis cruentata.
* Caranguejo-Uçá – Nome científico: Ucides cordatus. Um dos mais conhecidos.
  Alimento para moradores de diversas regiões brasileiras e principal
  fonte de renda de inúmeras famílias.
* Siri - Nome Científico: Callinectes danae, C. sapidus. Os siris habitam desde
as margens lodosas até as áreas mais profundas do estuários.
• Servem de refúgio natural para reprodução e desenvolvimento (berçário), assim
como local para alimentação e proteção para crustáceos, moluscos e peixes de
interesse comercial. Além dessas funções, os manguezais ainda contribuem
  para sobrevivência de aves, répteis e mamíferos, muitos deles integrados às listas
de espécies ameaçadas de extinção
DEGRADAÇÃO
* extrativismo vegetal e animal; -  agricultura; - portuária;- industrial;
 - mineração; - oleodutos e gasodutos; - rodovias e ferrovias;
 - aterros sanitários; - salinas; - barragem; - acidente de contaminação por
   vazamentos de petróleo ou de produtos tóxicos; - desmatamentos e aterro
   de manguezais para dar lugar a portos; - estradas; - agricultura;
 - carcinocultura estuarina; - invasões urbanas e industriais; - lançamento de
   esgoto;- lixo; - poluentes industriais; - agrotóxicos, entre outros.
* Além dos impactos diretos - a necessidade de grandes volumes de água
  potável para as regiões urbanas costeiras e da geração de energia elétrica
  levou à construção de inúmeras barragens em rios que servem não só como
  depósito de água mas também como armadilha para os sedimentos
  transportados pelo rio ( carreados para os estuários e deltas dominados por
  manguezais. Como resultado, muitas áreas costeiras tornaram-se erosivas.
* Em várias regiões do país os manguezais encontram-se seriamente
  ameaçados, em processo adiantado de desaparecimento. A destruição
desses
  ecossistemas gera grandes prejuízos, inclusive para economia, seja direta
ou
  indiretamente, uma vez que são perdidas importantes funções ecológicas
  desempenhadas por esses ecossistemas.
* Outro problema grave- é a pesca predatória, onde é muito comum a
captura do
  caranguejo-úça durante a época da reprodução, ou seja, nas "andadas" ,
fora
  da época ideal não respeitando o seu defeso, quando torna-se presa fácil.
PANTANAL
Pantanal é uma das maiores biodiversidades do planeta
* Reúne diversos ecossistemas e tem catalogado 80 espécies de mamíferos, 50 de
répteis; 263 de peixes e 650 de aves.
• Abriga diversos animais ameaçados de extinção: - o tamanduá-bandeira e a arara
azul.
* Sua baixa declividade faz com que ele se comporte como uma "esponja", retendo a
água que chega pelos rios da Bacia do Alto Paraguai, liderando-a lentamente para a
parte sul, (Feixo dos Morros) .
* A bacia se localiza no centro da América do Sul (360 mil Km²), com porções
representativas da Amazônia, do Cerrado, da Mata Atlântica, do Chaco e do Bosque
Seco Chiquitiano, constituindo uma das regiões de maior diversidade biológica do
mundo. Na região vivem mais de 10 povos indígenas, distribuídos por 30
comunidades.
* Clima quente e úmido no verão, com temperatura média de 32o C, e frio e seco no
P ANTANAL
Pantanal é uma das maiores biodiversidades do planeta
 * Reúne diversos ecossistemas e tem catalogado 80 espécies de mamíferos, 50 de
répteis
 263 de peixes e 650 de aves.
•Abriga diversos animais ameaçados de extinção: - o tamanduá-bandeira e a arara azul.
•* Sua baixa declividade faz com que ele se comporte como uma "esponja", retendo a
água que chega pelos rios da Bacia do Alto Paraguai, liderando-a lentamente para a
parte sul, (Feixo dos Morros) .
• A bacia se localiza no centro da América do Sul (360 mil Km²), com
porções representativas da Amazônia, do Cerrado, da Mata Atlântica, do
Chaco e do Bosque Seco Chiquitiano, constituindo uma das regiões de
maior diversidade biológica do mundo. Na região vivem mais de 10 povos
indígenas, distribuídos por 30 comunidades.
• Clima quente e úmido no verão, com temperatura média de 32o C, e frio
e seco no inverno, com média em torno de 21o C, considerada baixa para
a região.
• De junho a outubro é a época de seca e o período das cheias vai de
novembro a maio. As chuvas se concentram nos meses de dezembro e
janeiro. A média de chuva anual no pantanal é de 1.000 a 1.4000
milímetros.
•Localização: região Centro-Oeste do Brasil, entre os
paralelos 150 e 220 de latitude sul e os meridianos 550
e 580 de longitude oeste. Abrange 12 municípios, com
destaque para Corumbá, Coxim, Aquidauana, Miranda e
Porto Murtinho. Tem 200 mil Km² (140 no Brasil e o
restante na Bolívia e no Paraguai) . A área equivale à
Bélgica, Hungria, Áustria e Portugal juntos.
6º ano cap 6  biomas brasileiros
6º ano cap 6  biomas brasileiros
Flora: - vegetações de três regiões: amazônica, cerrado e chaco (paraguaio e
  argentino). Durante a seca que coincide com o inverno, os campos ficam
  amarelados e a temperatura pode chegar a 0 °C influenciada pelos ventos que
  vem do sul do continente.
• A vegetação do pantanal é diversificada e tem um padrão diferente de acordo
  com a altitude. Nas partes mais baixas predomina a grama que são áreas de
  pasto para o gado.
• Árvores de porte médio misturadas com arbustos e plantas rasteiras, aparece
  nas alturas intermediárias. Poucos metros acima das áreas inundáveis, ficam os
  capões de mato, com arvores maiores como o angico do ipê e a aroeira.
• Altitudes maiores - clima árido e seco torna a paisagem parecida com a
  caatinga, apresentando espécies típicas como o mandacaru, plantas aquáticas,
piúvas (da família dos ipês), palmeira, orquídeas, figueiras e aroeiras.
Fauna: - rica e diversificada. Muitas espécies ameaçadas de extinção em outras
regiões do País ainda apresentam populações vigorosas (capivara, do
   tamanduá-bandeira, do tamanduá-mirim, do lobinho, do veado-mateiro).
• São cerca de 230 peixes, (piranha, pintado, pacu, curimbatá e o dourado).
• 650 aves povoam a região.
• Existem ainda cerca de 80 mamíferos e 50 répteis (cobras sucuri, jararaca,
  cobra-sapo etc.), além dos jacarés que vivem ao redor das baías e lagos. Pouco
se conhece dessa exuberante fauna que está ameaçada de extinção pelas
modificações feitas pelo homem em seu meio ambiente.
MATA ATLÂNTICA
• Cobria 1.000.000 Km², da costa do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul.
• Reúne formações vegetais diversificadas e heterogêneas: 3 tipos de florestas:
• Ombrofilas densas – ao longo da costa;
• Semideciduais e deciduais – interior do Nordeste, Sudeste, Sul e partes do   Centro-
Oeste;
• Ombrófilas Mistas – pinheirais do Sul do Brasil.
• Grande biodiversidade: + de 800 spp de aves, 180 anfíbios e 131 mamíferos as
  4 spp de mico-leão são exclusivos da Mata Atlântica.
DEGRADAÇÃO -
* É a mais devastada das florestas brasileiras:
 * No período colonial – no Nordeste - destruída para a cultura canavieira;
                          - no Sudeste – para cultura cafeeira.
 * É no Sul e no Sudeste que ainda se encontra + preservada – Serra do Mar.
* Extrativismo vegetal: jacarandá, cedro e palmito.
 * Turismo predatório;-
* Elevado índice de poluição da costa brasileira;
 * Uso e ocupação das terras – agricultura, pastagens e silvicultura.
 * Infra-estrutura urbana, portuária, turismo e lazer;
6º ano cap 6  biomas brasileiros
MATA ATLÂNTICA
• Cobria 1.000.000 Km², da costa do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul.

•Reúne formações vegetais diversificadas e heterogêneas: 3 tipos de florestas:
• * Ombrofilas densas – ao longo da costa;
• Semideciduais e deciduais – interior do Nordeste, Sudeste, Sul e partes dp
Centro-Oeste;
• Ombrófilas Mistas – pinheirais do Sul do Brasil.
• Grande biodiversidade: + de 800 spp de aves, 180 anfíbios e 131 mamíferos ( as
  4 spp de mico-leão são exclusivos da Mata Atlântica.
DEGRADAÇÃO -
* É a mais devastada das florestas brasileiras:
 * No período colonial – no Nordeste - destruída para a cultura canavieira; -
no Sudeste – para cultura cafeeira.
 * É no Sul e no Sudeste que ainda se encontra + preservada – Serra do
Mar.
* Extrativismo vegetal: jacarandá, cedro e palmito.
 * Turismo predatório;-    * Elevado índice de poluição da costa brasileira;
 * Uso e ocupação das terras – agricultura, pastagens e silvicultura.
 * Infra-estrutura urbana, portuária, turismo e lazer;
Área Original da Mata Atlântica
Situação Atual
Da Mata Atlântica do séc. XVI ...
                                    ...restou pouco nos dias de hoje.
Pesquisa em cativeiro preservando os micos-leões
                                                   Mico-leão-da-cara-dourada

                                                                               O macaco Muriqui
                                                                               (Brachyteles arachnoides ),
                                                                               que só é encontrado na Mata
                                                                               Atlântica, é o maior primata
                                                                               das Américas. Infelizmente,
                                                                               embora reconhecido pela
                                                                               UNESCO como identificador
                                                                               de qualidade ambiental, que
                                                                               o utiliza como símbolo de
                                                                               Reserva da Biosfera da Mata
  Mico-leão-preto                                                              Atlântica, o Muriqui está entre
                                                                               as 35 espécies mais
Machinho nas costas da mãe é o milésimo mico-leão-
 dourado na Reserva Ecológica de Poço das Antas
6º ano cap 6  biomas brasileiros
6º ano cap 6  biomas brasileiros
6º ano cap 6  biomas brasileiros
MATA DAS ARAUCÁRIAS
* Área de dispersão do pinheiro-do-paraná( Araucaria angustifolia), a sp
  dominante, cujo fruto é o pinhão (semente). Atingem + de 30m e possuem
  formação aberta. * Floresta aciculifoliada, com outras espécies também
  ameaçadas de extinção, como a canela sassafrás, canela preta e imbuia, além
  da canela-amarela ou a carne-de-vaca” (raras e endêmicas).
* Clima dominante é temperado mesotérmico superúmido, sem estação seca.
DEGRADAÇÃO
 * A mata de araucária cobria, originalmente, cerca de 185.000 Km2, dos estados
do Sul do Brasil, concentrada nos estados do Paraná (37% do Estado), Santa
Catarina (31%) e Rio Grande do Sul (25%), em regiões com + 500m de altitude.
 * Caracterizado pela bela paisagem das copas dos pinheiros, essa formação
conta atualmente com apenas 410 Km2 parcialmente protegidos, ou seja, 0,22%
da área original. Calcula-se que, da década de 30 até hoje, cerca de 100 milhões
de pinheiros brasileiros foram derrubados.
* A redução das araucárias tem tornado raras também espécies da fauna, como a
gralha azul, o macuco ou o papagaio charão.
* Uso e ocupação de terras é agrícola (produção de grãos nas áreas planas e
colinas).
Regiões de grande importância para a criação de Unidades de Conservação e corredores
ecológicos, interligando os principais fragmentos.
As plantações de Pinus são uma das maiores
ameaças às araucárias.
O palmiteiro (Euterpe edulis) é uma das espécies
mais abundantes no PE Vila Rica, mas está
ameaçado em função da predação de suas
plântulas pelo macaco-prego (Cebus apella), que
ocorre em super-população nesta Unidade de
Conservação.
                                  Apesar do pequeno
                                 tamanho (354ha), o
                                   PE Vila Rica é um
                                  dos únicos redutos
                                 para a rica fauna da
                                  Floresta Estacional
                                    Semidecidual da
                                  região centro-oeste
                                  do Paraná, como o
                                 pica-pau-joão-velho
                                 (Celeus flavescens).

                                  Fotos: S. B. Mikich
CAMPOS SULINOS
 * Coberturas vegetais encontradas no sul do país (RS) estendendo-se por países
vizinhos (Uruguai e Argentina).
* Área: 203.875 Km². (50% supõe-se que ainda esteja recoberto por alguma vegetação
nativa.
•Clima – subtropical, com verão quente e inverno bem frio e chuvas regularmente
distribuídas.
•* Flora – se predomina vegetação rasteira (gramíneas) – “ campos limpos” . Se
ocorrem misturados gramíneas, ervas e arbustos – “campos sujos”. – “Campos de
altitude (alt. + de 100m) – na Serra da Mantiqueira e no planalto das Guianas.
• “Campos meridionais” – região da campanha Gaúcha.
• Árvores- pau-de-lenha, unha-de-gato, sombra-de-touro.*
•* Fauna - raposa-do-campo, gato-do-pampa, guaraxaim e vários roedores.
• Área propícia para a criação de gado.


•DEGRADAÇÃO
• Campos naturais intensamente alterados : - intenso pastoreio; uso e ocupação das
terras em atividades agrícolas (culturas de ciclo curto, médio e perene); e com a
pecuária (pastagens plantadas); - capoeiras e pequenos talhões reflorestados.
6º ano cap 6  biomas brasileiros
“Uma árvore consome mais água do que uma planta rasteira ou um
                                            arbusto e isso pode ser problemático numa região como a serra
                                            gaúcha, que têm uma estação marcada pela baixa disponibilidade
                                            de água, no caso, o inverno, sobretudo quando as florestas são
                                            plantadas em áreas de nascentes e pequenos cursos d’água, que
                                            podem secar”, afirma. Silvia ainda ressalta a importância de um
                                            efeito pouco comentado da plantação indiscriminada de pinnus,
                                            que é a invasão da espécie em áreas adjacentes. A dispersão de
                                            sementes de pinnus se dá com o vento e a topografia da serra
                                            gaúcha, aliada a ventos constantes, facilita a perda de controle ,
                                            transformando o pinnus numa espécie invasora.

Depois de 5 anos, cada pinheiro dá origem a outros
100, transformando a espécie em invasora .

Campinas - Os chamados Campos de Cima da Serra, no Rio Grande do Sul, estão
desaparecendo à sombra de florestas de pinheiros exóticos (Pinus elliottii), plantadas para
suprir os mercados de madeira e papel. O florestamento surge como uma opção de renda
imediata para os produtores rurais, mas custa caro aos ecossistemas, ocasionando graves
perdas de biodiversidade e alterações na disponibilidade de água, sobretudo de nascentes e
pequenos cursos, no alto da serra gaúcha. Para conter a invasão dos pinnus, pesquisadores e
ambientalistas uniram-se ao historiador Sebastião Fonseca, numa campanha que pretende
recuperar e proteger, para fins turísticos, as paisagens do antigo Caminho das Tropas, por
onde as mulas criadas no Rio Grande do Sul eram levadas até Sorocaba, no interior de São
Paulo, para o trabalho nos engenhos de açúcar e nas indústrias nascentes.
      “Jamais deveria ser plantada uma floresta de pinnus a sudoeste de um parque como o Aparados
      da Serra, pois é de lá que sopram os ventos predominantes no inv erno, quando as sementes são
      lançadas ao vento”, exemplifica Silvia Ziller. “Isso deve ser considerado nas certificações
      florestais, que têm sido concedidas a despeito destes efeitos ne gativos”.

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6º ano cap 6 biomas brasileiros

  • 2. BIOMAS Constituem-se num conjunto de vida (vegetal e animal) com agrupamentos de vegetação contíguos e identificáveis em escala regional com condições geoclimáticas similares e história compartilhada de mudanças, o que resulta numa diversidade biológica própria.
  • 3. BIOMAS BRASILEIROS Utilizando o mapa abaixo, clique no Bioma e leia as informações referentes no espaço ao lado.
  • 6. Aventura-te e descobre os sons, os odores e as cores da floresta! Admira a sua beleza e ajuda a protegê-la. Porque ela faz parte do Mundo que é meu, é teu,... é de todos nós!
  • 7. FLORESTA AMAZÔN ICA – * O maior bioma terrestre do planeta; * 9 países da Am. Latina (Brasil, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana Francesa e Suriname). * A bacia hidrográfica do Amazonas ocupa uma área de 7.050.000 km². * Diversos ecossistemas interagindo em equilíbrio: 65% floresta tropical úmida de terra firme.+ -matas de cipó, campinas, matas secas, igapós, manguezais, matas de várzeas, cerrados, campos de terra firme, campos de várzeas e matas de bambu.
  • 8. * a maior área de floresta inundada do planeta 700.000 Km2. (2.000 mm/ano até 10.000 /mm ano de chuva). * representa 35 % de todas florestas do mundo. * a maior biodiversidade de todos os continentes: 1/2 das spp de aves hoje conhecidas,a maior diversidade de insetos (especia/ borboletas). Mais spp de peixes que o oceano Atlântico.
  • 9. • Grande diversidade de mamíferos, especialmente macacos e felinos, - 30 spp de macacos são endêmicas da mata amazônica. * O conhecimento da fauna e flora é extremamente precário. Acredita-se que não se conheça nem a metade das espécies que habitam as suas matas e rios. * Vivem povos humanos primitivos (costumes, linguagens e culturas, inalterados por milhares de anos). Provavel/ ainda existam povos primitivos desconhecidos, nas regiões mais inóspitas e inacessíveis.
  • 10. •* 2 parques nacionais na Amazônia brasileira: * Parque Nacional do Tapajós- 1 milhão de hectares de floresta tropical úmida. •* Parque Nacional do Pico da Neblina - 2.200.000 hec. Une-se ao parque Serrania de la Neblina, na Venezuela, com 1.360.000 hec.,(um dos maiores complexos bióticos protegidos do mundo). O roedor, os >s papagaios; as s cobras; os peixes (o pirarucu: (+de 3m e 180 Kg); as maiores árvores tropicais; os insetos.
  • 11. A floresta Amazônica é responsável pela existência de uma massa de ar continental úmida. · A Amazônia não é o pulmão do mundo, pois todo o oxigênio lá produzido, é praticamente consumido pela própria floresta. · A idéia de homogeneidade da floresta é falsa. Há uma diversidade de espécies enorme desde o tipo de mata, até o tipo de relevo. A mata de igapó é inundada permanentemente, a várzea é inundada somente nos períodos de cheia e a mata de terra-firme, normalmente não é inundada.
  • 12. HIDROGRAFIA: * Rio Negro (de águas negras), o Rio Solimões, Madeira e Amazonas( águas barrentas ou amarelas) e o Rio Tapajós ( de águas claras ou transparentes). Apesar dos solos amazônicos serem estruturalmente pobres, nas várzeas - por receberem matéria orgânica e minerais trazidos na época das cheias - encontramos maior fertilidade do que no restante da floresta.
  • 17. Fotos Araquém Alcântara cântara cântara Uacari-branco-só existe na reserva de Mamirauá, no Amazonas. O apelido vem do corpo branco e da cara
  • 19. O gavião-real, ou harpia, é a ave mais imponente da Galo-da-serra -Típico do norte da Amazônia, o galo- floresta. Predador voraz, vive no topo das árvores, a da-serra habita escarpas rochosas e emite barulhos mais de 50 metros de altura, de onde mergulha para os parecidos com miados galhos mais baixos atrás de presas como roedores ou
  • 20. DEGRADAÇÃO * desmatamento: para agropecuária, extração de madeira e ocupação; * mineração: para a exploração de principalmente de ferro, cassiterita, bauxita e ouro; * as queimadas: para formação de pastagens, abertura de estradas, etc. CONSEQÜÊNCIAS: - sensível alteração do ciclo de nutrientes da floresta, abalando os fatores que a mantém. * Em menos de 30 anos, uma área maior que a França foi destruída .
  • 21. · A floresta Amazônica é responsável pela existência de uma massa de ar continental úmida. · A Amazônia não é o pulmão do mundo, pois todo o oxigênio lá produzido, é praticamente consumido pela própria floresta. · Os cipós, juntamente com as raízes superficiais e o tronco das árvores (que podem possuir base maior que o topo), servem de sustentação para as mesmas. · A idéia de homogeneidade da floresta é falsa. Há uma diversidade de espécies enorme desde o tipo de mata, até o tipo de relevo.
  • 22. DEGRADAÇÃO * Desmatamento: para agropecuária, extração de madeira e ocupação. * Mineração: para a exploração de principalmente de ferro, cassiterita, bauxita e ouro; * Queimadas: para formação de pastagens, abertura de estradas, etc. CONSEQÜÊNCIAS: * Sensível alteração do ciclo de nutrientes da floresta. * Em menos de 30 anos, uma área maior que a França foi destruída .
  • 23. CONSIDERAÇÕES: * A floresta Amazônica é responsável pela existência de uma massa de ar continental úmida. * A Amazônia não é o pulmão do mundo, pois todo o oxigênio lá produzido, é praticamente consumido pela própria floresta. * A ideia de homogeneidade da floresta é falsa. Há uma diversidade de espécies enorme desde o tipo de mata, até o tipo de relevo.
  • 24. CERRADOS * 2º > bioma - ocupa cerca de 22% do território nacional, nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, partes menores em São Paulo, Paraná, Maranhão, Piauí e pequenas manchas no Amazonas, Roraima, Paraná e Rondônia. * É um ponto de encontro entre a Amazônia, o Nordeste e o Sul. * É recortado pelos rios das três grandes bacias brasileiras Amazônica, Paraná e São Francisco. * A fisionomia: árvores e arbustos tortuosos, espaçados, com entre 3 e 10m de altura. Árvores e arbustos – com troncos de cortiça espessa e folhas coriáceas. * Clima: tropical , com precipitações anuais acima de 1000mm. * 2 estações climáticas distintas: inverno seco , apresentando elevada deficiência de água (maio - setembro) e verão chuvoso onde ocorre aproximadamente 90% da precipitação anual (outubro - março).
  • 25. * Solo - antigo, intemperizado, ácido, profundo c/ alta concentração de alumínio - causa toxidez às plantas, inibindo o seu crescimento, c/ semelhanças com a caatinga, ( algumas árvores dão frutos azuis). * A fisionomia semi-árida da vegetação do cerrado não à deficiência de água – (raízes com até 18m de comprimento para alcançar o lençol freático e suprir a necessidade hídrica durante as estação seca - mas ao solo,pobre em nutrientes.
  • 26. Riqueza biológica mínima: 320.000 espécies distribuídas por 35 filos e 89 classes; • * São conhecidos até o momento, no Cerrado, 1575 espécies de animais, ( o 2º maior conjunto animal do planeta; A flor do ipê (muito comum no Cerrado) - flor nacional brasileira. • * Apenas 2% da área original do Cerrado está preservada em parques e reservas;
  • 30. Pirenópolis A Constituição Brasileira protege a Mata Atlântica, a Amazônia e o Pantanal como "Patrimônio Nacional". O Cerrado não foi incluído nesse artigo, ficando assim, legalmente desprotegido.
  • 32. DEGRADAÇÃO * O Cerrado foi ocupado durante décadas para pecuária extensiva. * A partir da década de 70 iniciou-se no Brasil a ocupação efetiva do Cerrado, com a plantação de monoculturas (soja para exportação). * Incentivada pelo governo federal, a ocupação causou e causa ainda hoje problemas na biodiversidade do Cerrado. * Com a ampliação dos trabalhos agrícolas – (a implantação de grandes fazendas com a inserção de novas tecnologias de forma descontrolada) * CONSEQÜÊNCIAS: - desmatamento das árvores originais, erosão, contaminação do lençol freático pelo uso de agrotóxicos, queimadas, assoreamento de rios pela destruição da mata ciliar. * A degradação em geral, causa alterações irreversíveis no bioma, que vai perdendo suas características originais.
  • 33. PRINCIPAIS IMPACTOS AMBIENTAIS : * Empobrecimento genético; * Empobrecimento dos ecossistemas; * A destruição da vegetação natural; * Propagação de ervas exóticas; * A extinção da fauna nativa; * Diminuição e poluição dos mananciais hídricos * Compactação e erosão dos solos; * Contaminação química das águas e da biota; * Proliferação de doenças desconhecidas etc.
  • 34. UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO CERRADO Unidades de Proteção Integral: - 15 Parques Nacionais - 6 Estações Ecológicas - 1 Reserva Biológica - 1 Refúgio de vida silvestre Unidades de Uso Sustentável: - 9 Áreas de Proteção Ambiental - 4 áreas de relevante interesse ecológico - 3 Reservas Extrativistas - 5 Florestas Nacionais
  • 35. Caatinga * Estende-se pelo nordeste oriental (sul do Piauí e norte de Minas Gerais). * Clima semi-árido, chuvas irregulares,estações do ano não muito bem definidas: uma quente e seca, e outra quente e úmida (irregularidade das chuvas somando a circulação de massas de ar na região). * O cenário árido é uma descrição da Caatinga – (na língua indígena = Mata Branca) – * Inverno - período prolongado de seca. * Relevo - altitudes modestas. Uma disposição para o sentido norte-sul canalizando os ventos alísios (corredores de vento que dificultam a ocorrência de chuva na região). * Solo da zona da Caatinga- rico em sais minerais e paupérrimo em matéria orgânica devido a intensa luminosidade e calor, que carbonizam a matéria orgânica, dificultando sua decomposição. A matéria orgânica carbonizada é espalhada pelo vento. - Argiloso não permitindo que a água da chuva circule.
  • 36. * As plantas - raízes superficiais para o máximo de absorção destas águas. * Vegetação- arbustos tortuosos que perdem as folhas na estação seca, cactáceas e bromeliáceas, e por vegetação rasteira que surge na estação chuvosa. (Aroeira, Juazeiro, com porte arbóreo em condições favoráveis de solo. Cactáceas - xiquexique, o xiquexique do sertão e o mandacaru. Bromeliácea - caroá. * Hidrografia - três bacias hidrográficas: a do São Francisco, que banha o Sertão, a do Parnaíba, que banha o Meio-Norte e a Bacia Secundária do Nordeste, constituída principalmente por rios intermitentes ou temporários.
  • 37. CAATINGA * Estende-se pelo nordeste oriental (sul do Piauí e norte de Minas Gerais). * Clima semi-árido, chuvas irregulares,estações do ano não muito bem definidas: uma quente e seca, e outra quente e úmida (irregularidade das chuvas somando a circulação de massas de ar na região). * O cenário árido é uma descrição da Caatinga – (na língua indígena = Mata Branca) - Inverno - período prolongado de seca. * Relevo - altitudes modestas. Uma disposição para o sentido norte-sul canalizando os ventos alísios (corredores de vento que dificultam a ocorrência de chuva na região). * Solo da zona da Caatinga- rico em sais minerais e paupérrimo em matéria orgânica devido a intensa luminosidade e calor, carbonizam a matéria orgânica, dificultando sua decomposição. Espalhada pelo vento. Argiloso.
  • 38. * As plantas - raízes superficiais para o máximo de absorção destas águas. * Vegetação- arbustos tortuosos que perdem as folhas na estação seca, cactáceas e bromeliáceas, e por vegetação rasteira que surge na estação chuvosa. (Aroeira, Juazeiro, com porte arbóreo em condições favoráveis de solo. Cactáceas - xiquexique, o xiquexique do sertão e o mandacaru. Bromeliácea - caroá. * Hidrografia - três bacias hidrográficas: a do São Francisco, que banha o Sertão, a do Parnaíba, que banha o Meio-Norte e a Bacia Secundária do Nordeste, constituída principalmente por rios intermitentes ou temporários.
  • 39. DEGRADAÇÃO Principais processos de degradação das caatingas: * Grandes latifúndios: - desmatamento da vegetação nativa; controle dos recursos naturais por grandes grupos econômicos, com destaque para recursos hídricos; * Êxodo rural; desertificação de grandes áreas. * Prospecção e exploração de lençóis d’água subterrâneos e de combustíveis fósseis:- Petróleo e gás natural; * Contaminação de recursos d’água superficiais; * Desmatamento.
  • 40. * Siderúrgicas, olarias e outras indústrias (corte da vegetação nativa para produção de lenha e carvão vegetal); - desertificação. * Formação de pastagens: devastação da cobertura vegetal; perda progressiva da matéria orgânica do solo; erosão. Irrigação e drenagem. * Salinização do solo (processos de irrigação), - a água evapora mais em alguns locais deixando apenas o sal no solo, que, por sua vez reage com os minerais existentes neste, promovendo reações químicas que dificultam a adaptação de algumas espécies ao mesmo. Quanto mais espécies são retiradas, mais o solo fica desprotegido, livre à ação da chuva forte, dos ventos e do sol, promovendo assim a desertificação , contaminação do solo por agrotóxicos e assoreamento dos açudes.
  • 41. O mandacaru, planta que simboliza a região nordestina brasileira, se adapta a longos períodos de seca e solos pedregosos. Foto: Vidal Cavalcante/BRimagens
  • 42. A falta de água faz o nordestino caminhar léguas com o jumento de cangalha para o transporte do precioso líquido. (Foto: Vidal cavalcante/Brimagens).
  • 43. MANGUEZAIS * Regiões próximas ao mar - recebem tanto água salgada, pela ação das marés, como água doce dos rios que ali desembocam. * Ecossistema costeiro, de transição entre os ambientes terrestres e marinhos, característicos de regiões costeiras tropicais e subtropicais; - nas zonas entre marés e sujeito ao regime das marés. * Faixa de transição entre a terra e o mar, quase sempre, abrigados por rios e estuários. * Vegetação lenhosa e arbórea com adaptações especiais. Algumas árvores, têm raízes que permitem a fixação nesse tipo de solo ou que se protejam para fora da água, absorvendo assim o oxigênio do ar. * Solo do lodo salgado e pouco arejado - rico em matéria orgânica, com baixo teor de oxigênio.
  • 44. * Grande variedade de espécies de microorganismos, macro-algas, crustáceos e moluscos, adaptados ás constantes variações de salinidades e fluxo das marés. * Local favorável, à proteção, alimentação, reprodução e desova de muitos animais. * Em relação à matéria e energia - sistemas abertos, recebendo, um importante fluxo de água doce, sedimentos e nutrientes do ambiente terrestre e exportando água e matéria orgânica para o mar ou águas estuarinas. * É um importante transformador de nutrientes em matérias orgânicas e gerador de bens de serviços.
  • 45. Rhizophora mangle (Mangue-Vermelho) Possuem raízes escoras, visíveis a longas distâncias e crescem rapidamente para atingir o solo lamoso e dar estabilidade à planta. O sistema radicular é formado por raízes chamadas rizóforos e possui membranas permeáveis que filtram a água, não permitindo a passagem do sal para o interior da planta. É uma espécie tolerante ao alagamento por longos períodos.
  • 46. Fauna: 2 Grupos - 1º - animais residentes- passam toda sua vida no mangue - (os crustáceos e moluscos, como os caranguejos que vivem em tocas na lama, se alimentando de restos de folhas e pequenas algas presentes nas raízes das árvores e sobre o sedimento). * 2º - animais semi-residentes – (vivem no mangue durante uma fase de sua vida). Ex.: - camarão, nasce no mar e vem para o mangue, ainda pequeno, em busca de proteção e alimento, retornando ao ambiente marinho depois de atingir o estágio juvenil. Já o pitu, deixa a água doce para desovar no manguezal. Seus "filhotes" passam os primeiros estágios de vida ali, retornando mais tarde para os rios. Na categoria de semi-residentes, muitos peixes que visitam os manguezais durante a maré cheia. Tb aves e os mamíferos
  • 47. Entre os habitantes do manguezal, os mais conhecidos são: * Aratu - Nome científico: Goniopsis cruentata. * Caranguejo-Uçá – Nome científico: Ucides cordatus. Um dos mais conhecidos. Alimento para moradores de diversas regiões brasileiras e principal fonte de renda de inúmeras famílias. * Siri - Nome Científico: Callinectes danae, C. sapidus. Os siris habitam desde as margens lodosas até as áreas mais profundas do estuários.
  • 48. • Servem de refúgio natural para reprodução e desenvolvimento (berçário), assim como local para alimentação e proteção para crustáceos, moluscos e peixes de interesse comercial. Além dessas funções, os manguezais ainda contribuem para sobrevivência de aves, répteis e mamíferos, muitos deles integrados às listas de espécies ameaçadas de extinção
  • 49. DEGRADAÇÃO * extrativismo vegetal e animal; - agricultura; - portuária;- industrial; - mineração; - oleodutos e gasodutos; - rodovias e ferrovias; - aterros sanitários; - salinas; - barragem; - acidente de contaminação por vazamentos de petróleo ou de produtos tóxicos; - desmatamentos e aterro de manguezais para dar lugar a portos; - estradas; - agricultura; - carcinocultura estuarina; - invasões urbanas e industriais; - lançamento de esgoto;- lixo; - poluentes industriais; - agrotóxicos, entre outros. * Além dos impactos diretos - a necessidade de grandes volumes de água potável para as regiões urbanas costeiras e da geração de energia elétrica levou à construção de inúmeras barragens em rios que servem não só como depósito de água mas também como armadilha para os sedimentos transportados pelo rio ( carreados para os estuários e deltas dominados por manguezais. Como resultado, muitas áreas costeiras tornaram-se erosivas.
  • 50. * Em várias regiões do país os manguezais encontram-se seriamente ameaçados, em processo adiantado de desaparecimento. A destruição desses ecossistemas gera grandes prejuízos, inclusive para economia, seja direta ou indiretamente, uma vez que são perdidas importantes funções ecológicas desempenhadas por esses ecossistemas. * Outro problema grave- é a pesca predatória, onde é muito comum a captura do caranguejo-úça durante a época da reprodução, ou seja, nas "andadas" , fora da época ideal não respeitando o seu defeso, quando torna-se presa fácil.
  • 51. PANTANAL Pantanal é uma das maiores biodiversidades do planeta * Reúne diversos ecossistemas e tem catalogado 80 espécies de mamíferos, 50 de répteis; 263 de peixes e 650 de aves. • Abriga diversos animais ameaçados de extinção: - o tamanduá-bandeira e a arara azul. * Sua baixa declividade faz com que ele se comporte como uma "esponja", retendo a água que chega pelos rios da Bacia do Alto Paraguai, liderando-a lentamente para a parte sul, (Feixo dos Morros) . * A bacia se localiza no centro da América do Sul (360 mil Km²), com porções representativas da Amazônia, do Cerrado, da Mata Atlântica, do Chaco e do Bosque Seco Chiquitiano, constituindo uma das regiões de maior diversidade biológica do mundo. Na região vivem mais de 10 povos indígenas, distribuídos por 30 comunidades. * Clima quente e úmido no verão, com temperatura média de 32o C, e frio e seco no
  • 52. P ANTANAL Pantanal é uma das maiores biodiversidades do planeta * Reúne diversos ecossistemas e tem catalogado 80 espécies de mamíferos, 50 de répteis 263 de peixes e 650 de aves. •Abriga diversos animais ameaçados de extinção: - o tamanduá-bandeira e a arara azul. •* Sua baixa declividade faz com que ele se comporte como uma "esponja", retendo a água que chega pelos rios da Bacia do Alto Paraguai, liderando-a lentamente para a parte sul, (Feixo dos Morros) .
  • 53. • A bacia se localiza no centro da América do Sul (360 mil Km²), com porções representativas da Amazônia, do Cerrado, da Mata Atlântica, do Chaco e do Bosque Seco Chiquitiano, constituindo uma das regiões de maior diversidade biológica do mundo. Na região vivem mais de 10 povos indígenas, distribuídos por 30 comunidades. • Clima quente e úmido no verão, com temperatura média de 32o C, e frio e seco no inverno, com média em torno de 21o C, considerada baixa para a região. • De junho a outubro é a época de seca e o período das cheias vai de novembro a maio. As chuvas se concentram nos meses de dezembro e janeiro. A média de chuva anual no pantanal é de 1.000 a 1.4000 milímetros.
  • 54. •Localização: região Centro-Oeste do Brasil, entre os paralelos 150 e 220 de latitude sul e os meridianos 550 e 580 de longitude oeste. Abrange 12 municípios, com destaque para Corumbá, Coxim, Aquidauana, Miranda e Porto Murtinho. Tem 200 mil Km² (140 no Brasil e o restante na Bolívia e no Paraguai) . A área equivale à Bélgica, Hungria, Áustria e Portugal juntos.
  • 57. Flora: - vegetações de três regiões: amazônica, cerrado e chaco (paraguaio e argentino). Durante a seca que coincide com o inverno, os campos ficam amarelados e a temperatura pode chegar a 0 °C influenciada pelos ventos que vem do sul do continente. • A vegetação do pantanal é diversificada e tem um padrão diferente de acordo com a altitude. Nas partes mais baixas predomina a grama que são áreas de pasto para o gado. • Árvores de porte médio misturadas com arbustos e plantas rasteiras, aparece nas alturas intermediárias. Poucos metros acima das áreas inundáveis, ficam os capões de mato, com arvores maiores como o angico do ipê e a aroeira.
  • 58. • Altitudes maiores - clima árido e seco torna a paisagem parecida com a caatinga, apresentando espécies típicas como o mandacaru, plantas aquáticas, piúvas (da família dos ipês), palmeira, orquídeas, figueiras e aroeiras. Fauna: - rica e diversificada. Muitas espécies ameaçadas de extinção em outras regiões do País ainda apresentam populações vigorosas (capivara, do tamanduá-bandeira, do tamanduá-mirim, do lobinho, do veado-mateiro). • São cerca de 230 peixes, (piranha, pintado, pacu, curimbatá e o dourado). • 650 aves povoam a região. • Existem ainda cerca de 80 mamíferos e 50 répteis (cobras sucuri, jararaca, cobra-sapo etc.), além dos jacarés que vivem ao redor das baías e lagos. Pouco se conhece dessa exuberante fauna que está ameaçada de extinção pelas modificações feitas pelo homem em seu meio ambiente.
  • 59. MATA ATLÂNTICA • Cobria 1.000.000 Km², da costa do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. • Reúne formações vegetais diversificadas e heterogêneas: 3 tipos de florestas: • Ombrofilas densas – ao longo da costa; • Semideciduais e deciduais – interior do Nordeste, Sudeste, Sul e partes do Centro- Oeste; • Ombrófilas Mistas – pinheirais do Sul do Brasil. • Grande biodiversidade: + de 800 spp de aves, 180 anfíbios e 131 mamíferos as 4 spp de mico-leão são exclusivos da Mata Atlântica.
  • 60. DEGRADAÇÃO - * É a mais devastada das florestas brasileiras: * No período colonial – no Nordeste - destruída para a cultura canavieira; - no Sudeste – para cultura cafeeira. * É no Sul e no Sudeste que ainda se encontra + preservada – Serra do Mar. * Extrativismo vegetal: jacarandá, cedro e palmito. * Turismo predatório;- * Elevado índice de poluição da costa brasileira; * Uso e ocupação das terras – agricultura, pastagens e silvicultura. * Infra-estrutura urbana, portuária, turismo e lazer;
  • 62. MATA ATLÂNTICA • Cobria 1.000.000 Km², da costa do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. •Reúne formações vegetais diversificadas e heterogêneas: 3 tipos de florestas: • * Ombrofilas densas – ao longo da costa; • Semideciduais e deciduais – interior do Nordeste, Sudeste, Sul e partes dp Centro-Oeste; • Ombrófilas Mistas – pinheirais do Sul do Brasil. • Grande biodiversidade: + de 800 spp de aves, 180 anfíbios e 131 mamíferos ( as 4 spp de mico-leão são exclusivos da Mata Atlântica.
  • 63. DEGRADAÇÃO - * É a mais devastada das florestas brasileiras: * No período colonial – no Nordeste - destruída para a cultura canavieira; - no Sudeste – para cultura cafeeira. * É no Sul e no Sudeste que ainda se encontra + preservada – Serra do Mar. * Extrativismo vegetal: jacarandá, cedro e palmito. * Turismo predatório;- * Elevado índice de poluição da costa brasileira; * Uso e ocupação das terras – agricultura, pastagens e silvicultura. * Infra-estrutura urbana, portuária, turismo e lazer;
  • 64. Área Original da Mata Atlântica
  • 66. Da Mata Atlântica do séc. XVI ... ...restou pouco nos dias de hoje.
  • 67. Pesquisa em cativeiro preservando os micos-leões Mico-leão-da-cara-dourada O macaco Muriqui (Brachyteles arachnoides ), que só é encontrado na Mata Atlântica, é o maior primata das Américas. Infelizmente, embora reconhecido pela UNESCO como identificador de qualidade ambiental, que o utiliza como símbolo de Reserva da Biosfera da Mata Mico-leão-preto Atlântica, o Muriqui está entre as 35 espécies mais
  • 68. Machinho nas costas da mãe é o milésimo mico-leão- dourado na Reserva Ecológica de Poço das Antas
  • 72. MATA DAS ARAUCÁRIAS * Área de dispersão do pinheiro-do-paraná( Araucaria angustifolia), a sp dominante, cujo fruto é o pinhão (semente). Atingem + de 30m e possuem formação aberta. * Floresta aciculifoliada, com outras espécies também ameaçadas de extinção, como a canela sassafrás, canela preta e imbuia, além da canela-amarela ou a carne-de-vaca” (raras e endêmicas). * Clima dominante é temperado mesotérmico superúmido, sem estação seca.
  • 73. DEGRADAÇÃO * A mata de araucária cobria, originalmente, cerca de 185.000 Km2, dos estados do Sul do Brasil, concentrada nos estados do Paraná (37% do Estado), Santa Catarina (31%) e Rio Grande do Sul (25%), em regiões com + 500m de altitude. * Caracterizado pela bela paisagem das copas dos pinheiros, essa formação conta atualmente com apenas 410 Km2 parcialmente protegidos, ou seja, 0,22% da área original. Calcula-se que, da década de 30 até hoje, cerca de 100 milhões de pinheiros brasileiros foram derrubados. * A redução das araucárias tem tornado raras também espécies da fauna, como a gralha azul, o macuco ou o papagaio charão. * Uso e ocupação de terras é agrícola (produção de grãos nas áreas planas e colinas).
  • 74. Regiões de grande importância para a criação de Unidades de Conservação e corredores ecológicos, interligando os principais fragmentos.
  • 75. As plantações de Pinus são uma das maiores ameaças às araucárias.
  • 76. O palmiteiro (Euterpe edulis) é uma das espécies mais abundantes no PE Vila Rica, mas está ameaçado em função da predação de suas plântulas pelo macaco-prego (Cebus apella), que ocorre em super-população nesta Unidade de Conservação. Apesar do pequeno tamanho (354ha), o PE Vila Rica é um dos únicos redutos para a rica fauna da Floresta Estacional Semidecidual da região centro-oeste do Paraná, como o pica-pau-joão-velho (Celeus flavescens). Fotos: S. B. Mikich
  • 77. CAMPOS SULINOS * Coberturas vegetais encontradas no sul do país (RS) estendendo-se por países vizinhos (Uruguai e Argentina). * Área: 203.875 Km². (50% supõe-se que ainda esteja recoberto por alguma vegetação nativa. •Clima – subtropical, com verão quente e inverno bem frio e chuvas regularmente distribuídas. •* Flora – se predomina vegetação rasteira (gramíneas) – “ campos limpos” . Se ocorrem misturados gramíneas, ervas e arbustos – “campos sujos”. – “Campos de altitude (alt. + de 100m) – na Serra da Mantiqueira e no planalto das Guianas. • “Campos meridionais” – região da campanha Gaúcha. • Árvores- pau-de-lenha, unha-de-gato, sombra-de-touro.* •* Fauna - raposa-do-campo, gato-do-pampa, guaraxaim e vários roedores. • Área propícia para a criação de gado. •DEGRADAÇÃO • Campos naturais intensamente alterados : - intenso pastoreio; uso e ocupação das terras em atividades agrícolas (culturas de ciclo curto, médio e perene); e com a pecuária (pastagens plantadas); - capoeiras e pequenos talhões reflorestados.
  • 79. “Uma árvore consome mais água do que uma planta rasteira ou um arbusto e isso pode ser problemático numa região como a serra gaúcha, que têm uma estação marcada pela baixa disponibilidade de água, no caso, o inverno, sobretudo quando as florestas são plantadas em áreas de nascentes e pequenos cursos d’água, que podem secar”, afirma. Silvia ainda ressalta a importância de um efeito pouco comentado da plantação indiscriminada de pinnus, que é a invasão da espécie em áreas adjacentes. A dispersão de sementes de pinnus se dá com o vento e a topografia da serra gaúcha, aliada a ventos constantes, facilita a perda de controle , transformando o pinnus numa espécie invasora. Depois de 5 anos, cada pinheiro dá origem a outros 100, transformando a espécie em invasora . Campinas - Os chamados Campos de Cima da Serra, no Rio Grande do Sul, estão desaparecendo à sombra de florestas de pinheiros exóticos (Pinus elliottii), plantadas para suprir os mercados de madeira e papel. O florestamento surge como uma opção de renda imediata para os produtores rurais, mas custa caro aos ecossistemas, ocasionando graves perdas de biodiversidade e alterações na disponibilidade de água, sobretudo de nascentes e pequenos cursos, no alto da serra gaúcha. Para conter a invasão dos pinnus, pesquisadores e ambientalistas uniram-se ao historiador Sebastião Fonseca, numa campanha que pretende recuperar e proteger, para fins turísticos, as paisagens do antigo Caminho das Tropas, por onde as mulas criadas no Rio Grande do Sul eram levadas até Sorocaba, no interior de São Paulo, para o trabalho nos engenhos de açúcar e nas indústrias nascentes. “Jamais deveria ser plantada uma floresta de pinnus a sudoeste de um parque como o Aparados da Serra, pois é de lá que sopram os ventos predominantes no inv erno, quando as sementes são lançadas ao vento”, exemplifica Silvia Ziller. “Isso deve ser considerado nas certificações florestais, que têm sido concedidas a despeito destes efeitos ne gativos”.