LEITORES/AS
Texto da Instrução Geral do Missal Romano e do Ordo Lectionum Missae (Introdução do Lecionário):

Leituras bíblicas
IGMR 57: Mediante as leituras é preparada para os fiéis a mesa da palavra de Deus e abrem-se para eles os
tesouros da Bíblia. Por isso, é melhor conservar a disposição das leituras bíblicas pela qual se manifesta a
unidade dos dois Testamentos e da história da salvação; nem é permitido trocar as leituras e o salmo
responsorial, constituídos da palavra de Deus, por outros textos não bíblicos.
IGMR 58: Na celebração da Missa com povo, as leituras são sempre proferidas do ambão (Introdução do
Lecionário, n. 16n – cf. 32-34).
O.L.M. 11: As leituras tiradas da Sagrada Escritura, com os cânticos que se intercalam, constituem a parte
principal da liturgia da palavra; a homilia, a profissão de fé e a oração universal ou oração dos fiéis a
desenvolvem e concluem.
Os (as) leitores (as)
O.L.M. 14: “O que mais contribui para uma adequada comunicação da palavra de Deus à assembleia por meio
das leituras é a própria maneira de proclamar dos leitores, que devem fazê-lo em voz alta e clara, tendo
conhecimento do que leem. As leituras, tiradas de edições aprovadas, segundo a índole dos diferentes idiomas
podem ser cantadas, mas de tal forma que o canto não obscureça as palavras, mas as esclareça...”
O.L.M. 52: A assembleia precisa ter leitores, ainda que não tenham sido instituídos para esta função. Por isso, é
preciso procurar que haja alguns leigos, os mais aptos, que estejam preparados para desempenhar este ministério.
O.L.M. 55: Para que os fiéis cheguem a adquirir uma estima viva da Sagrada Escritura pela audição das leituras
divinas, é necessário que os leitores que desempenham este ministério, embora não tenham sido oficialmente
instituídos nele, sejam realmente aptos e estejam cuidadosamente preparados. Essa preparação em primeiro
lugar espiritual, mas é necessária também uma preparação técnica. A preparação espiritual supõe pelo menos
dupla instrução: bíblica e litúrgica. A instrução bíblica deve encaminhar-se no sentido de que os leitores possam
compreender as leituras em seu contexto próprio e entender à luz da fé o núcleo central da mensagem
revelada. A instrução litúrgica deve facilitar aos leitores certa percepção do sentido e da estrutura da liturgia da
palavra e a relação entre a liturgia eucarística. A preparação técnica deve capacitar os leitores para que se
tornem sempre mais aptos na arte de ler diante do povo, seja de viva voz, seja com a ajuda de instrumentos
modernos para a ampliação da voz”.

Dicas importantes
Treinar a expressão do texto:
•       Grife as palavras importantes, além da frase principal.
•       Marque as pausas e os silêncios.
•       Procure o tom de voz que combine com o gênero literário do texto (discurso, narração, oração...).
•       Enfatize as palavras mais importantes.
•       Descubra o ritmo que mais combina com cada parte do texto (depressa, devagar...).
•       Cuide da respiração, aspirando pelo nariz, sem fazer barulho.
•       Cuide da dicção, pronunciando bem cada palavra, cada sílaba
•       Diga o texto algumas vezes em voz alta.
 Faça da leitura uma meditação, uma oração. Comece a preparar a leitura no início da semana; assim terá um
tempo maior para assimilá-la no coração e na vida. Aprenda de cor as passagens mais significativas e repita-as
várias vezes ao longo do dia.
Em frente à assembleia
1. Suba até à estante com tranquilidade.
2. Coloque-se em pé, com a cabeça erguida, as costas retas para poder respirar melhor.
3. Olhe para a assembleia, reúna, chame o povo a olhar, tudo isto em silêncio valoriza a palavra.
4. Faça a leitura de maneira calma e pausada, com dicção clara.
5. No final, aguarde a resposta da assembleia e depois, tranquilamente deixe a estante e volte ao seu lugar. E
assim com a ajuda de Deus, possa a leitura se tornar para você, e para todos, uma Palavra de Salvação.
Concluindo
Precisamos redescobrir a liturgia da Palavra como um diálogo vivo, atual de Jesus com os seus discípulos, um
diálogo amoroso, através do qual o Senhor vem alimentar nossa esperança, podar nossos vícios, aprofundar nossa
fé, colocar a comunidade com mais firmeza no caminho do Reino. (...)

Orientações para leitores

  • 1.
    LEITORES/AS Texto da InstruçãoGeral do Missal Romano e do Ordo Lectionum Missae (Introdução do Lecionário): Leituras bíblicas IGMR 57: Mediante as leituras é preparada para os fiéis a mesa da palavra de Deus e abrem-se para eles os tesouros da Bíblia. Por isso, é melhor conservar a disposição das leituras bíblicas pela qual se manifesta a unidade dos dois Testamentos e da história da salvação; nem é permitido trocar as leituras e o salmo responsorial, constituídos da palavra de Deus, por outros textos não bíblicos. IGMR 58: Na celebração da Missa com povo, as leituras são sempre proferidas do ambão (Introdução do Lecionário, n. 16n – cf. 32-34). O.L.M. 11: As leituras tiradas da Sagrada Escritura, com os cânticos que se intercalam, constituem a parte principal da liturgia da palavra; a homilia, a profissão de fé e a oração universal ou oração dos fiéis a desenvolvem e concluem. Os (as) leitores (as) O.L.M. 14: “O que mais contribui para uma adequada comunicação da palavra de Deus à assembleia por meio das leituras é a própria maneira de proclamar dos leitores, que devem fazê-lo em voz alta e clara, tendo conhecimento do que leem. As leituras, tiradas de edições aprovadas, segundo a índole dos diferentes idiomas podem ser cantadas, mas de tal forma que o canto não obscureça as palavras, mas as esclareça...” O.L.M. 52: A assembleia precisa ter leitores, ainda que não tenham sido instituídos para esta função. Por isso, é preciso procurar que haja alguns leigos, os mais aptos, que estejam preparados para desempenhar este ministério. O.L.M. 55: Para que os fiéis cheguem a adquirir uma estima viva da Sagrada Escritura pela audição das leituras divinas, é necessário que os leitores que desempenham este ministério, embora não tenham sido oficialmente instituídos nele, sejam realmente aptos e estejam cuidadosamente preparados. Essa preparação em primeiro lugar espiritual, mas é necessária também uma preparação técnica. A preparação espiritual supõe pelo menos dupla instrução: bíblica e litúrgica. A instrução bíblica deve encaminhar-se no sentido de que os leitores possam compreender as leituras em seu contexto próprio e entender à luz da fé o núcleo central da mensagem revelada. A instrução litúrgica deve facilitar aos leitores certa percepção do sentido e da estrutura da liturgia da palavra e a relação entre a liturgia eucarística. A preparação técnica deve capacitar os leitores para que se tornem sempre mais aptos na arte de ler diante do povo, seja de viva voz, seja com a ajuda de instrumentos modernos para a ampliação da voz”. Dicas importantes Treinar a expressão do texto: • Grife as palavras importantes, além da frase principal. • Marque as pausas e os silêncios. • Procure o tom de voz que combine com o gênero literário do texto (discurso, narração, oração...). • Enfatize as palavras mais importantes. • Descubra o ritmo que mais combina com cada parte do texto (depressa, devagar...). • Cuide da respiração, aspirando pelo nariz, sem fazer barulho. • Cuide da dicção, pronunciando bem cada palavra, cada sílaba • Diga o texto algumas vezes em voz alta. Faça da leitura uma meditação, uma oração. Comece a preparar a leitura no início da semana; assim terá um tempo maior para assimilá-la no coração e na vida. Aprenda de cor as passagens mais significativas e repita-as várias vezes ao longo do dia. Em frente à assembleia 1. Suba até à estante com tranquilidade. 2. Coloque-se em pé, com a cabeça erguida, as costas retas para poder respirar melhor. 3. Olhe para a assembleia, reúna, chame o povo a olhar, tudo isto em silêncio valoriza a palavra. 4. Faça a leitura de maneira calma e pausada, com dicção clara. 5. No final, aguarde a resposta da assembleia e depois, tranquilamente deixe a estante e volte ao seu lugar. E assim com a ajuda de Deus, possa a leitura se tornar para você, e para todos, uma Palavra de Salvação. Concluindo Precisamos redescobrir a liturgia da Palavra como um diálogo vivo, atual de Jesus com os seus discípulos, um diálogo amoroso, através do qual o Senhor vem alimentar nossa esperança, podar nossos vícios, aprofundar nossa fé, colocar a comunidade com mais firmeza no caminho do Reino. (...)