SlideShare uma empresa Scribd logo
Nahor Lopes de Souza Junior, SCJ
 Alguns itens são necessários para iniciar a 
Santa Missa... 
 O essencial e imprenscidível são duas 
substâncias: 
O pão e o vinho
 O templo da Igreja Católica possui dois locais 
distintos: o presbitério e a nave da Igreja. 
 No presbitério, ficam o local mais importante 
para o templo: o altar. Junto ali, tem a mesa 
da palavra (ambão ou púlpito), a cadeira 
presidencial, as cruzes (a fixa, a do altar e 
porventura a processional, as velas do altar e 
a credência. No presbitério ficam sentados o 
presidente da celebração, os diáconos 
assistentes e acólitos. 
 A nave da Igreja é o espaço dedicado ao 
povo.
 Missal Romano 
 Lecionário (dominical, semanal ou santoral)
 Para o padre: Túnica, estola, casula (amito e 
cíngulo quando necessários) 
 Para o diácono: túnica, estola, dalmática 
(amito e cíngulo quando necessários)
 A procissão de entrada, segundo a Instrução 
Geral sobre o Missal Romano (IGMR), é da 
seguinte forma 
1º) Turíbulo e naveta (quando houver); 
2º) Velas e entre elas a cruz processional; 
3º) Os acólitos e outros ministros; 
4º) O leitor, que poderá levar o livro dos 
Evangelhos 
5º) O sacerdote que vai celebrar a missa
 Após a reverência (que pode ser a 
vênia/inclinação ou a genuflexão), o padre 
beija o altar (quando houver incenso usa-se 
depois disso). 
 O sacerdote dá início à Santa Missa com o 
sinal da cruz: 
EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO 
SANTO 
 Cuidar com cantos que contenham mudanças 
nos termos. Ex: “Em nome do Pai, em nome 
do Filho, em nome do Espírito Santo.”
 No Ato Penitencial, os fiéis são convidados a 
um momento de reconciliação com Deus 
através de uma confissão pública rezada ou 
cantada. 
 Convém reforçar, através de invocação pelo 
sacerdote ou canto, o Kirie (Senhor, tende 
piedade) 
 O padre absolve a comunidade com fórmula 
própria.
 “O Glória é um hino antiquíssimo e 
venerável, pelo qual a Igreja glorifica a Deus 
Pai e ao Cordeiro. Não constitui aclamação 
trinitária.” (Documento “Animação da Vida 
Litúrgica no Brasil”, nº 257.)
 A oração da coleta, convidada pelo sacerdote 
no “Oremos”, seguida de um pequeno 
silêncio, é o momento propício para colocar 
as intenções pessoais para a Santa Missa.
 Vai da Primeira Leitura até a Oração dos 
Fiéis. 
 O local de preferência para essas 
ações é o ambão ou púlpito. 
 O leitor, ao dirigir-se para 
proclamar a leitura, deverá fazer 
reverência ao altar.
 As leituras proclamadas pelos leigos são a 
Primeira (geralmente um livro do Antigo 
Testamento ou Atos no tempo Pascal), o 
Salmo e a Segunda Leitura (uma carta 
paulina, omitida nos dias de semana). 
 Fazem juz à história da Salvação. 
 O povo está sentado como ouvinte atento e 
reflexivo.
 No canto do “Aleluia”, todos ficam de pé. O 
sacerdote ou o diácono (este primeiro pede a 
benção do sacerdote) dirige-se ao ambão 
para proclamar o Evangelho. 
 Depois de dizer “O Senhor esteja convosco”, 
ele traça o sinal da cruz sobre o livro, 
dizendo qual evangelista será lido. O povo 
traça o sinal da cruz sobre a fronte, boca e 
peito. Há variadas formas tradicionais de 
rezar em silêncio este momento.
 Na homilia, proferida pelo sacerdote 
presidente, ou eventualmente um outro 
sacerdote ou até o diácono, é o momento 
para explicação das leituras e sua ligação 
com a vida. 
 Por excelência proferida do ambão, o 
sacerdote pode também deslocar-se como 
achar conveniente, mas não algo 
extravagante.
 O Credo, símbolo cristão, é proferido pelo 
sacerdote com o povo. Pede-se uma pequena 
inclinação nas palavras “(...) e se encarnou 
pelo Espírito Santo.” 
 Em seguida, faz-se a Oração Universal ou dos 
Fiéis, onde colocam-se pedidos pela Igreja, 
pelo Santo Padre, clérigos em geral, pelos 
governantes, e outras questões atuais e 
relevantes. 
 Pode ser feita do ambão ou de outro local 
propício.
 Tem início com a apresentação das oferendas. Os 
acólitos trazem o altar as alfaias que se 
encontram na credência. 
 O padre recebe as oferendas do pão e profere 
em voz baixa: 
“Bendito sejais, Senhor, Deus do Universo, pelo 
pão que recebemos de vossa bondade, fruto da 
terra e do trabalho humano, que agora vos 
apresentamos, e para nós se vai tornar pão da 
vida.” 
(Quando o ofertório é feito sem canto, o povo 
responde: “Bendito seja Deus para sempre!”)
 O diácono ou o padre derrama vinho e um 
pouco de água no cálice, simbolizando a 
comunidade diluída no Cristo. 
 O padre recebe as oferendas do vinho e 
profere em voz baixa: 
“Bendito sejais, Senhor, Deus do Universo, 
pelo vinho que recebemos de vossa 
bondade, fruto da videira e do trabalho 
humano, que agora vos apresentamos, e 
para nós se vai tornar vinho da salvação.” 
 Após outras orações pessoais, o padre faz 
a purificação das mãos.
 Convidando o povo para rezar a fim de que 
Deus aceite o sacrifício, o padre reza a 
oração sobre as oferendas e dá início à 
Oração Eucarística. É uma oração dirigida ao 
Pai. 
 Existem ao todo 14 orações eucarísticas no 
Missal Romano e diversos prefácios para elas. 
 Terminado o prefácio o padre invoca a 
comunidade a rezar ou cantar o Santo. 
 O canto do Santo deve estar de acordo com a 
letra prescrita no Missal Romano.
 Terminado o Santo, vem o momento da 
epíclese: o padre invoca o Espírito Santo 
para santificar as oferendas do pão e do 
vinho para que se tornem o Corpo e o Sangue 
de Jesus Cristo. No momento da invocação 
deve-se ajoelhar. 
 O padre então profere as mesmas palavras de 
Jesus, que não devem ser mudadas em 
nenhuma ocasião, sob o risco de invalidar o 
sacramento.
 TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO 
É O MEU CORPO, QUE SERÁ 
ENTREGUE POR VÓS. 
 Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o 
cálice em suas mãos, deu graças novamente 
e o deu a seus discípulos, dizendo: 
 TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO 
MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA 
ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E 
POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. 
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
 “Eis o mistério da fé!”: a comunidade nesse 
momento fica de pé para anunciar a morte e 
proclamar a ressurreição de Jesus. 
 A oração eucarística continua até a doxologia 
final: “Por Cristo...” que é feita somente 
pelo sacerdote, onde ele eleva o cálice e a 
patena, contendo as espécies sagradas.
 Segue-se com o Pai Nosso, o “Livrai-nos” e a 
Oração da Paz. Somente o Pai Nosso é 
proferido pelo padre e pelo povo juntos. As 
demais orações são reservadas ao sacerdote. 
 Após a Oração da Paz, o sacerdote e o 
diácono convidam o povo para 
cumprimentar-se segundo o costume. Evitar 
deslocamentos grandes e cantos para esse 
momento.
 Após o Abraço da Paz (que pode ser omitido), 
o padre parte o pão e coloca um pedaço no 
cálice, simbolizando agora a união total 
universal. 
 Reza-se ou canta o Cordeiro de Deus. 
 Após algumas orações pessoais prescritas no 
Missal, o padre eleva a hóstia sobre a patena 
e apresenta-a ao povo, com oração própria. 
 A comunidade espera de pé a comunhão.
 Há dois modos de receber a comunhão: 
diretamente na boca ou na mão esquerda e 
pegando a hóstia com a direita, sempre 
comungando na frente do ministro. 
 Diretamente na boca, há duas formas: de joelhos 
ou em pé. 
 Não se pode negar a comunhão para nenhuma 
pessoa, mas pode-se orientar antes da comunhão 
algumas prescrições.
Após a comunhão eucarística, 
momentos de silêncio para oração 
pessoal, mesmo se houver canto de 
ação de graças. 
O padre e/ou os ministros (num 
local apropriado), fazem a 
purificação da patena e do cálice 
(bem como dos cibórios) 
O padre profere a Oração pós-comunhão, 
com a comunidade em 
pé.
 Após o Oremos, se necessário, dar 
comunicações ao povo. Se possível, o próprio 
presidente da celebração ou apenas uma só 
pessoa. Cuidar com longos avisos. 
 O padre profere a benção final com o sinal 
da cruz e o diácono ou o próprio sacerdote 
despede o povo. 
 O sacerdote beija o altar, faz a devida 
reverência e retira-se com os ministros. Caso 
a sacristia seja próximo da porta de entrada, 
não temer em avisar o povo em esperar, até 
educá-los liturgicamente.
 No rito antigo da missa, quando o sacerdote 
ou o diácono despediam o povo, diziam em 
latim: “Ite, missa est.” (“Ide, a missa é”, em 
tradução literal). 
 A missa é a missão iniciada, celebrada, 
transformada e continuada!
 CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL. 
Animação da vida litúrgica no Brasil. 17. ed. São 
Paulo: Paulinas, 2002 (Documentos da CNBB). 
 ________. Cerimonial dos Bispos: Cerimonial da 
Igreja. São Paulo: Paulus, 2013. 
 ________. Guia Litúrgico-Pastoral. 2. ed. Brasília: 
Edições CNBB, s/d. 
 ________. Missal Romano. São Paulo: Paulus, 2014. 
 CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVIDO E A DISCIPLINA 
DOS SACRAMENTOS. Instrução Redemptionis 
Sacramentum: sobre alguns aspectos que se deve 
observar e evitar acerca da Santíssima Eucaristia. 
3. ed. São Paulo: Paulinas: 2004 (Col. Documentos da 
Igreja). 
 VÁRIOS. Código de Direito Canônico. 15. ed. São 
Paulo: Loyola, 2002.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

O sacramento da crisma
O sacramento da crismaO sacramento da crisma
O sacramento da crisma
Si Leão
 
Missa-Origem, gestos e símbolos - Mesa da Palavra - Mesa da Eucarístia
Missa-Origem, gestos e símbolos - Mesa da Palavra -  Mesa da EucarístiaMissa-Origem, gestos e símbolos - Mesa da Palavra -  Mesa da Eucarístia
Missa-Origem, gestos e símbolos - Mesa da Palavra - Mesa da Eucarístia
Cris-Keka Mania
 
Catecumenato
CatecumenatoCatecumenato
Catecumenato
paroquiasaojose
 
Sacramento da eucaristia
Sacramento da eucaristiaSacramento da eucaristia
Sacramento da eucaristia
Jorge Pereira
 
23º Encontro - Sacramento da Confissão
23º Encontro - Sacramento da Confissão23º Encontro - Sacramento da Confissão
23º Encontro - Sacramento da Confissão
Catequese Anjos dos Céus
 
Mistagogia: caminho para o mistério
Mistagogia: caminho para o mistérioMistagogia: caminho para o mistério
Mistagogia: caminho para o mistério
Fábio Vasconcelos
 
O sacramento do Crisma
O sacramento do CrismaO sacramento do Crisma
O sacramento do Crisma
António José Fonseca
 
Gestos
GestosGestos
Material de apoio à iniciação cristã
Material de apoio à iniciação cristãMaterial de apoio à iniciação cristã
Material de apoio à iniciação cristã
Catequese Anjos dos Céus
 
Formação de Liturgia - 03/11/2013
Formação de Liturgia - 03/11/2013Formação de Liturgia - 03/11/2013
Formação de Liturgia - 03/11/2013
eusouaimaculada
 
Curso de-ministros
Curso de-ministrosCurso de-ministros
Curso de-ministros
Wesley Mallbross
 
Missa parte por_parte
Missa parte por_parteMissa parte por_parte
Missa parte por_parte
Presentepravoce SOS
 
Formação em Liturgia
Formação em LiturgiaFormação em Liturgia
Formação em Liturgia
iaymesobrino
 
A missa parte por parte
A missa parte por parteA missa parte por parte
A missa parte por parte
Juliana Cristina M. Muniz
 
Livrinho encontros de preparação batismo
Livrinho encontros de preparação batismoLivrinho encontros de preparação batismo
Livrinho encontros de preparação batismo
torrasko
 
Catequese IVC - Reflexão para Retiro com jovens
Catequese IVC - Reflexão para Retiro com jovensCatequese IVC - Reflexão para Retiro com jovens
Catequese IVC - Reflexão para Retiro com jovens
Fábio Vasconcelos
 
Liturgia: SAGRADA CEIA DO SENHOR: “O MISTÉRIO DA FÉ”
Liturgia: SAGRADA CEIA DO SENHOR: “O MISTÉRIO DA FÉ”Liturgia: SAGRADA CEIA DO SENHOR: “O MISTÉRIO DA FÉ”
Liturgia: SAGRADA CEIA DO SENHOR: “O MISTÉRIO DA FÉ”
Leandro Couto
 
Crisma - Slide formativo
Crisma - Slide formativoCrisma - Slide formativo
Crisma - Slide formativo
Rafael Maciel
 
Uma nova catequese - reflexão para catequese em estilo catecumenal
Uma nova catequese - reflexão para catequese em estilo catecumenalUma nova catequese - reflexão para catequese em estilo catecumenal
Uma nova catequese - reflexão para catequese em estilo catecumenal
IRINEU FILHO
 
Retiro com catequistas
Retiro com catequistasRetiro com catequistas
Retiro com catequistas
José Vieira Dos Santos
 

Mais procurados (20)

O sacramento da crisma
O sacramento da crismaO sacramento da crisma
O sacramento da crisma
 
Missa-Origem, gestos e símbolos - Mesa da Palavra - Mesa da Eucarístia
Missa-Origem, gestos e símbolos - Mesa da Palavra -  Mesa da EucarístiaMissa-Origem, gestos e símbolos - Mesa da Palavra -  Mesa da Eucarístia
Missa-Origem, gestos e símbolos - Mesa da Palavra - Mesa da Eucarístia
 
Catecumenato
CatecumenatoCatecumenato
Catecumenato
 
Sacramento da eucaristia
Sacramento da eucaristiaSacramento da eucaristia
Sacramento da eucaristia
 
23º Encontro - Sacramento da Confissão
23º Encontro - Sacramento da Confissão23º Encontro - Sacramento da Confissão
23º Encontro - Sacramento da Confissão
 
Mistagogia: caminho para o mistério
Mistagogia: caminho para o mistérioMistagogia: caminho para o mistério
Mistagogia: caminho para o mistério
 
O sacramento do Crisma
O sacramento do CrismaO sacramento do Crisma
O sacramento do Crisma
 
Gestos
GestosGestos
Gestos
 
Material de apoio à iniciação cristã
Material de apoio à iniciação cristãMaterial de apoio à iniciação cristã
Material de apoio à iniciação cristã
 
Formação de Liturgia - 03/11/2013
Formação de Liturgia - 03/11/2013Formação de Liturgia - 03/11/2013
Formação de Liturgia - 03/11/2013
 
Curso de-ministros
Curso de-ministrosCurso de-ministros
Curso de-ministros
 
Missa parte por_parte
Missa parte por_parteMissa parte por_parte
Missa parte por_parte
 
Formação em Liturgia
Formação em LiturgiaFormação em Liturgia
Formação em Liturgia
 
A missa parte por parte
A missa parte por parteA missa parte por parte
A missa parte por parte
 
Livrinho encontros de preparação batismo
Livrinho encontros de preparação batismoLivrinho encontros de preparação batismo
Livrinho encontros de preparação batismo
 
Catequese IVC - Reflexão para Retiro com jovens
Catequese IVC - Reflexão para Retiro com jovensCatequese IVC - Reflexão para Retiro com jovens
Catequese IVC - Reflexão para Retiro com jovens
 
Liturgia: SAGRADA CEIA DO SENHOR: “O MISTÉRIO DA FÉ”
Liturgia: SAGRADA CEIA DO SENHOR: “O MISTÉRIO DA FÉ”Liturgia: SAGRADA CEIA DO SENHOR: “O MISTÉRIO DA FÉ”
Liturgia: SAGRADA CEIA DO SENHOR: “O MISTÉRIO DA FÉ”
 
Crisma - Slide formativo
Crisma - Slide formativoCrisma - Slide formativo
Crisma - Slide formativo
 
Uma nova catequese - reflexão para catequese em estilo catecumenal
Uma nova catequese - reflexão para catequese em estilo catecumenalUma nova catequese - reflexão para catequese em estilo catecumenal
Uma nova catequese - reflexão para catequese em estilo catecumenal
 
Retiro com catequistas
Retiro com catequistasRetiro com catequistas
Retiro com catequistas
 

Destaque

Missa parte por parte março 2015
Missa parte por parte março 2015Missa parte por parte março 2015
Missa parte por parte março 2015
Oswaldo Michaelano
 
A missa parte por parte
A missa parte por parteA missa parte por parte
A missa parte por parte
nyllolucas
 
Missa pronta para datashow 09/12/12
Missa pronta para datashow 09/12/12Missa pronta para datashow 09/12/12
Missa pronta para datashow 09/12/12
Nacreto
 
A santa missa para crianças.
A santa missa   para crianças.A santa missa   para crianças.
A santa missa para crianças.
Izabel Sampaio
 
Missa do 1º Domingo da Quaresma - ANO B (Slides)
Missa do 1º Domingo da Quaresma - ANO B (Slides)Missa do 1º Domingo da Quaresma - ANO B (Slides)
Missa do 1º Domingo da Quaresma - ANO B (Slides)
IEE Wilcam
 
Formação de acólitos
Formação de acólitosFormação de acólitos
Formação de acólitos
Jean
 
Catequese da Missa Tridentina - Símbolos
Catequese da Missa Tridentina - SímbolosCatequese da Missa Tridentina - Símbolos
Catequese da Missa Tridentina - Símbolos
Orlando Junior
 
Missa parte a parte
Missa parte a parteMissa parte a parte
Missa parte a parte
Rafael Campolina
 
Marialis cultus (apresentação didática)
Marialis cultus (apresentação didática)Marialis cultus (apresentação didática)
Marialis cultus (apresentação didática)
Afonso Murad (FAJE)
 
Oração eucarística ii
Oração eucarística iiOração eucarística ii
Oração eucarística ii
rosipaes
 
Comunicacao_Liturgia
Comunicacao_LiturgiaComunicacao_Liturgia
Comunicacao_Liturgia
Renata Aprá Viana
 
VIVÊNCIA LITÚRGICA PARTE I
VIVÊNCIA LITÚRGICA PARTE I VIVÊNCIA LITÚRGICA PARTE I
VIVÊNCIA LITÚRGICA PARTE I
José Luiz Silva Pinto
 
Apostila do curso de liturgia
Apostila do curso de liturgiaApostila do curso de liturgia
Apostila do curso de liturgia
Simone Oliveira
 
Comunicação na liturgia
Comunicação na liturgiaComunicação na liturgia
Comunicação na liturgia
Bernadetecebs .
 
A igreja Católica e seus Modelos e a Eclesiologia Latino Americana
A igreja Católica e seus Modelos e a Eclesiologia Latino AmericanaA igreja Católica e seus Modelos e a Eclesiologia Latino Americana
A igreja Católica e seus Modelos e a Eclesiologia Latino Americana
Rodrigo F Menegatti
 
Comunicação na Liturgia
Comunicação na LiturgiaComunicação na Liturgia
Comunicação na Liturgia
Rodrigo Catini Flaibam
 
Eclesiologia igreja
Eclesiologia   igrejaEclesiologia   igreja
Eclesiologia igreja
Zé Vitor Rabelo
 
Mistagogia
MistagogiaMistagogia
Missa das crianças tempo comum
Missa das crianças tempo comumMissa das crianças tempo comum
Missa das crianças tempo comum
Escola Pública/Particular
 
Igreja
IgrejaIgreja

Destaque (20)

Missa parte por parte março 2015
Missa parte por parte março 2015Missa parte por parte março 2015
Missa parte por parte março 2015
 
A missa parte por parte
A missa parte por parteA missa parte por parte
A missa parte por parte
 
Missa pronta para datashow 09/12/12
Missa pronta para datashow 09/12/12Missa pronta para datashow 09/12/12
Missa pronta para datashow 09/12/12
 
A santa missa para crianças.
A santa missa   para crianças.A santa missa   para crianças.
A santa missa para crianças.
 
Missa do 1º Domingo da Quaresma - ANO B (Slides)
Missa do 1º Domingo da Quaresma - ANO B (Slides)Missa do 1º Domingo da Quaresma - ANO B (Slides)
Missa do 1º Domingo da Quaresma - ANO B (Slides)
 
Formação de acólitos
Formação de acólitosFormação de acólitos
Formação de acólitos
 
Catequese da Missa Tridentina - Símbolos
Catequese da Missa Tridentina - SímbolosCatequese da Missa Tridentina - Símbolos
Catequese da Missa Tridentina - Símbolos
 
Missa parte a parte
Missa parte a parteMissa parte a parte
Missa parte a parte
 
Marialis cultus (apresentação didática)
Marialis cultus (apresentação didática)Marialis cultus (apresentação didática)
Marialis cultus (apresentação didática)
 
Oração eucarística ii
Oração eucarística iiOração eucarística ii
Oração eucarística ii
 
Comunicacao_Liturgia
Comunicacao_LiturgiaComunicacao_Liturgia
Comunicacao_Liturgia
 
VIVÊNCIA LITÚRGICA PARTE I
VIVÊNCIA LITÚRGICA PARTE I VIVÊNCIA LITÚRGICA PARTE I
VIVÊNCIA LITÚRGICA PARTE I
 
Apostila do curso de liturgia
Apostila do curso de liturgiaApostila do curso de liturgia
Apostila do curso de liturgia
 
Comunicação na liturgia
Comunicação na liturgiaComunicação na liturgia
Comunicação na liturgia
 
A igreja Católica e seus Modelos e a Eclesiologia Latino Americana
A igreja Católica e seus Modelos e a Eclesiologia Latino AmericanaA igreja Católica e seus Modelos e a Eclesiologia Latino Americana
A igreja Católica e seus Modelos e a Eclesiologia Latino Americana
 
Comunicação na Liturgia
Comunicação na LiturgiaComunicação na Liturgia
Comunicação na Liturgia
 
Eclesiologia igreja
Eclesiologia   igrejaEclesiologia   igreja
Eclesiologia igreja
 
Mistagogia
MistagogiaMistagogia
Mistagogia
 
Missa das crianças tempo comum
Missa das crianças tempo comumMissa das crianças tempo comum
Missa das crianças tempo comum
 
Igreja
IgrejaIgreja
Igreja
 

Semelhante a Missa parte por parte

MISSA PASSO A PASSO.pptx
MISSA PASSO A PASSO.pptxMISSA PASSO A PASSO.pptx
MISSA PASSO A PASSO.pptx
ChristianBarbosa26
 
Formação litúrgica 16.09.2017 3
Formação litúrgica 16.09.2017 3Formação litúrgica 16.09.2017 3
Formação litúrgica 16.09.2017 3
parsantanajequeri
 
Amissaparteporparte
Amissaparteporparte Amissaparteporparte
Amissaparteporparte
Milton Junior
 
Eucaristia
EucaristiaEucaristia
Eucaristia
jcsa.media
 
A missa parte por parte
A missa parte por parteA missa parte por parte
A missa parte por parte
Antonio CEBs
 
A missa parte por parte
A missa parte por parteA missa parte por parte
A missa parte por parte
nyllolucas
 
A santa missa
A santa missaA santa missa
A santa missa
Lucas Barros
 
Mudanças no Missal - 3ª Edição Típica do Missal Romano.pdf
Mudanças no Missal - 3ª Edição Típica do Missal Romano.pdfMudanças no Missal - 3ª Edição Típica do Missal Romano.pdf
Mudanças no Missal - 3ª Edição Típica do Missal Romano.pdf
AntonioCardoso633408
 
Acólitos no rito da missa
Acólitos no rito da missaAcólitos no rito da missa
Acólitos no rito da missa
Jean
 
FORMAÇÃO LITÚRGICA - MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS.pptx
FORMAÇÃO LITÚRGICA - MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS.pptxFORMAÇÃO LITÚRGICA - MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS.pptx
FORMAÇÃO LITÚRGICA - MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS.pptx
odairmarques5
 
Formação litúrgica 2017 VS CMC
Formação litúrgica 2017 VS CMCFormação litúrgica 2017 VS CMC
Formação litúrgica 2017 VS CMC
Victor Silvestre
 
curso_de_liturgia_partes_celebr_eucar.pptx
curso_de_liturgia_partes_celebr_eucar.pptxcurso_de_liturgia_partes_celebr_eucar.pptx
curso_de_liturgia_partes_celebr_eucar.pptx
LAIS462532
 
curso_de_liturgia_partes_celebr_eucar (5).pptx
curso_de_liturgia_partes_celebr_eucar (5).pptxcurso_de_liturgia_partes_celebr_eucar (5).pptx
curso_de_liturgia_partes_celebr_eucar (5).pptx
Elma Lopes Sousa GUIDINE
 
Curso sobre o Missal Romano | Aula 5 | A Instrução Geral do Missal Romano (...
Curso sobre o Missal Romano | Aula 5 | A Instrução Geral do Missal Romano (...Curso sobre o Missal Romano | Aula 5 | A Instrução Geral do Missal Romano (...
Curso sobre o Missal Romano | Aula 5 | A Instrução Geral do Missal Romano (...
FASBAM
 
santa-missa-explicada-ok.pdf
santa-missa-explicada-ok.pdfsanta-missa-explicada-ok.pdf
santa-missa-explicada-ok.pdf
FatimaSanta1
 
Eucaristia Ceia do Senhor
Eucaristia Ceia do SenhorEucaristia Ceia do Senhor
Eucaristia Ceia do Senhor
José Vieira Dos Santos
 
Amissaparteporparte 101224221903-phpapp02
Amissaparteporparte 101224221903-phpapp02Amissaparteporparte 101224221903-phpapp02
Amissaparteporparte 101224221903-phpapp02
Paróquia Menino Jesus
 
Eucaristia: Escola Vivencial
Eucaristia: Escola VivencialEucaristia: Escola Vivencial
Eucaristia: Escola Vivencial
José Vieira Dos Santos
 
Vamos a igreja para participar da santa missa
Vamos a igreja para participar da santa missaVamos a igreja para participar da santa missa
Vamos a igreja para participar da santa missa
SITEclarissasmarilia
 
2 OFÍCIO DIVINO DAS COMUNIDADES - rito
2 OFÍCIO DIVINO DAS COMUNIDADES -   rito2 OFÍCIO DIVINO DAS COMUNIDADES -   rito
2 OFÍCIO DIVINO DAS COMUNIDADES - rito
Liana Plentz
 

Semelhante a Missa parte por parte (20)

MISSA PASSO A PASSO.pptx
MISSA PASSO A PASSO.pptxMISSA PASSO A PASSO.pptx
MISSA PASSO A PASSO.pptx
 
Formação litúrgica 16.09.2017 3
Formação litúrgica 16.09.2017 3Formação litúrgica 16.09.2017 3
Formação litúrgica 16.09.2017 3
 
Amissaparteporparte
Amissaparteporparte Amissaparteporparte
Amissaparteporparte
 
Eucaristia
EucaristiaEucaristia
Eucaristia
 
A missa parte por parte
A missa parte por parteA missa parte por parte
A missa parte por parte
 
A missa parte por parte
A missa parte por parteA missa parte por parte
A missa parte por parte
 
A santa missa
A santa missaA santa missa
A santa missa
 
Mudanças no Missal - 3ª Edição Típica do Missal Romano.pdf
Mudanças no Missal - 3ª Edição Típica do Missal Romano.pdfMudanças no Missal - 3ª Edição Típica do Missal Romano.pdf
Mudanças no Missal - 3ª Edição Típica do Missal Romano.pdf
 
Acólitos no rito da missa
Acólitos no rito da missaAcólitos no rito da missa
Acólitos no rito da missa
 
FORMAÇÃO LITÚRGICA - MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS.pptx
FORMAÇÃO LITÚRGICA - MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS.pptxFORMAÇÃO LITÚRGICA - MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS.pptx
FORMAÇÃO LITÚRGICA - MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS.pptx
 
Formação litúrgica 2017 VS CMC
Formação litúrgica 2017 VS CMCFormação litúrgica 2017 VS CMC
Formação litúrgica 2017 VS CMC
 
curso_de_liturgia_partes_celebr_eucar.pptx
curso_de_liturgia_partes_celebr_eucar.pptxcurso_de_liturgia_partes_celebr_eucar.pptx
curso_de_liturgia_partes_celebr_eucar.pptx
 
curso_de_liturgia_partes_celebr_eucar (5).pptx
curso_de_liturgia_partes_celebr_eucar (5).pptxcurso_de_liturgia_partes_celebr_eucar (5).pptx
curso_de_liturgia_partes_celebr_eucar (5).pptx
 
Curso sobre o Missal Romano | Aula 5 | A Instrução Geral do Missal Romano (...
Curso sobre o Missal Romano | Aula 5 | A Instrução Geral do Missal Romano (...Curso sobre o Missal Romano | Aula 5 | A Instrução Geral do Missal Romano (...
Curso sobre o Missal Romano | Aula 5 | A Instrução Geral do Missal Romano (...
 
santa-missa-explicada-ok.pdf
santa-missa-explicada-ok.pdfsanta-missa-explicada-ok.pdf
santa-missa-explicada-ok.pdf
 
Eucaristia Ceia do Senhor
Eucaristia Ceia do SenhorEucaristia Ceia do Senhor
Eucaristia Ceia do Senhor
 
Amissaparteporparte 101224221903-phpapp02
Amissaparteporparte 101224221903-phpapp02Amissaparteporparte 101224221903-phpapp02
Amissaparteporparte 101224221903-phpapp02
 
Eucaristia: Escola Vivencial
Eucaristia: Escola VivencialEucaristia: Escola Vivencial
Eucaristia: Escola Vivencial
 
Vamos a igreja para participar da santa missa
Vamos a igreja para participar da santa missaVamos a igreja para participar da santa missa
Vamos a igreja para participar da santa missa
 
2 OFÍCIO DIVINO DAS COMUNIDADES - rito
2 OFÍCIO DIVINO DAS COMUNIDADES -   rito2 OFÍCIO DIVINO DAS COMUNIDADES -   rito
2 OFÍCIO DIVINO DAS COMUNIDADES - rito
 

Último

Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos AgricultoresOração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Nilson Almeida
 
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdfO-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
WELITONNOGUEIRA3
 
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptxLição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Celso Napoleon
 
Cultura de Paz - educar para a paz para um mundo melhor
Cultura de Paz - educar para a paz para um mundo melhorCultura de Paz - educar para a paz para um mundo melhor
Cultura de Paz - educar para a paz para um mundo melhor
MasaCalixto2
 
Zacarias - 005.ppt xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Zacarias - 005.ppt xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxZacarias - 005.ppt xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Zacarias - 005.ppt xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
lindalva da cruz
 
CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]
CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]
CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]
ESCRIBA DE CRISTO
 
CARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADAS
CARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADASCARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADAS
CARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADAS
ESCRIBA DE CRISTO
 
Manual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docx
Manual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docx
Manual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docx
Janilson Noca
 
Bíblia Sagrada - Amós - slides powerpoint.ppsx
Bíblia Sagrada - Amós - slides powerpoint.ppsxBíblia Sagrada - Amós - slides powerpoint.ppsx
Bíblia Sagrada - Amós - slides powerpoint.ppsx
Igreja Jesus é o Verbo
 
Bíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptxBíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptx
Igreja Jesus é o Verbo
 
Escola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTAS
Escola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTASEscola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTAS
Escola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTAS
ceciliafonseca16
 
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimentoHabacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
ayronleonardo
 
Estudo Bíblico da Carta aos Filipenses - introdução
Estudo Bíblico da Carta aos Filipenses - introduçãoEstudo Bíblico da Carta aos Filipenses - introdução
Estudo Bíblico da Carta aos Filipenses - introdução
Pr. Welfany Nolasco Rodrigues
 
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOSDIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
ESCRIBA DE CRISTO
 
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptxA CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
JonasRibeiro61
 
JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]
JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]
JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]
ESCRIBA DE CRISTO
 
DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]
DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]
DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]
ESCRIBA DE CRISTO
 
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptxLição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Celso Napoleon
 

Último (18)

Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos AgricultoresOração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
 
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdfO-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
 
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptxLição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
 
Cultura de Paz - educar para a paz para um mundo melhor
Cultura de Paz - educar para a paz para um mundo melhorCultura de Paz - educar para a paz para um mundo melhor
Cultura de Paz - educar para a paz para um mundo melhor
 
Zacarias - 005.ppt xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Zacarias - 005.ppt xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxZacarias - 005.ppt xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Zacarias - 005.ppt xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
 
CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]
CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]
CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]
 
CARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADAS
CARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADASCARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADAS
CARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADAS
 
Manual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docx
Manual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docx
Manual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docx
 
Bíblia Sagrada - Amós - slides powerpoint.ppsx
Bíblia Sagrada - Amós - slides powerpoint.ppsxBíblia Sagrada - Amós - slides powerpoint.ppsx
Bíblia Sagrada - Amós - slides powerpoint.ppsx
 
Bíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptxBíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptx
 
Escola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTAS
Escola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTASEscola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTAS
Escola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTAS
 
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimentoHabacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
 
Estudo Bíblico da Carta aos Filipenses - introdução
Estudo Bíblico da Carta aos Filipenses - introduçãoEstudo Bíblico da Carta aos Filipenses - introdução
Estudo Bíblico da Carta aos Filipenses - introdução
 
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOSDIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
 
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptxA CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
 
JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]
JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]
JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]
 
DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]
DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]
DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]
 
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptxLição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
 

Missa parte por parte

  • 1. Nahor Lopes de Souza Junior, SCJ
  • 2.  Alguns itens são necessários para iniciar a Santa Missa...  O essencial e imprenscidível são duas substâncias: O pão e o vinho
  • 3.  O templo da Igreja Católica possui dois locais distintos: o presbitério e a nave da Igreja.  No presbitério, ficam o local mais importante para o templo: o altar. Junto ali, tem a mesa da palavra (ambão ou púlpito), a cadeira presidencial, as cruzes (a fixa, a do altar e porventura a processional, as velas do altar e a credência. No presbitério ficam sentados o presidente da celebração, os diáconos assistentes e acólitos.  A nave da Igreja é o espaço dedicado ao povo.
  • 4.
  • 5.  Missal Romano  Lecionário (dominical, semanal ou santoral)
  • 6.  Para o padre: Túnica, estola, casula (amito e cíngulo quando necessários)  Para o diácono: túnica, estola, dalmática (amito e cíngulo quando necessários)
  • 7.  A procissão de entrada, segundo a Instrução Geral sobre o Missal Romano (IGMR), é da seguinte forma 1º) Turíbulo e naveta (quando houver); 2º) Velas e entre elas a cruz processional; 3º) Os acólitos e outros ministros; 4º) O leitor, que poderá levar o livro dos Evangelhos 5º) O sacerdote que vai celebrar a missa
  • 8.  Após a reverência (que pode ser a vênia/inclinação ou a genuflexão), o padre beija o altar (quando houver incenso usa-se depois disso).  O sacerdote dá início à Santa Missa com o sinal da cruz: EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO  Cuidar com cantos que contenham mudanças nos termos. Ex: “Em nome do Pai, em nome do Filho, em nome do Espírito Santo.”
  • 9.  No Ato Penitencial, os fiéis são convidados a um momento de reconciliação com Deus através de uma confissão pública rezada ou cantada.  Convém reforçar, através de invocação pelo sacerdote ou canto, o Kirie (Senhor, tende piedade)  O padre absolve a comunidade com fórmula própria.
  • 10.  “O Glória é um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja glorifica a Deus Pai e ao Cordeiro. Não constitui aclamação trinitária.” (Documento “Animação da Vida Litúrgica no Brasil”, nº 257.)
  • 11.  A oração da coleta, convidada pelo sacerdote no “Oremos”, seguida de um pequeno silêncio, é o momento propício para colocar as intenções pessoais para a Santa Missa.
  • 12.  Vai da Primeira Leitura até a Oração dos Fiéis.  O local de preferência para essas ações é o ambão ou púlpito.  O leitor, ao dirigir-se para proclamar a leitura, deverá fazer reverência ao altar.
  • 13.  As leituras proclamadas pelos leigos são a Primeira (geralmente um livro do Antigo Testamento ou Atos no tempo Pascal), o Salmo e a Segunda Leitura (uma carta paulina, omitida nos dias de semana).  Fazem juz à história da Salvação.  O povo está sentado como ouvinte atento e reflexivo.
  • 14.  No canto do “Aleluia”, todos ficam de pé. O sacerdote ou o diácono (este primeiro pede a benção do sacerdote) dirige-se ao ambão para proclamar o Evangelho.  Depois de dizer “O Senhor esteja convosco”, ele traça o sinal da cruz sobre o livro, dizendo qual evangelista será lido. O povo traça o sinal da cruz sobre a fronte, boca e peito. Há variadas formas tradicionais de rezar em silêncio este momento.
  • 15.  Na homilia, proferida pelo sacerdote presidente, ou eventualmente um outro sacerdote ou até o diácono, é o momento para explicação das leituras e sua ligação com a vida.  Por excelência proferida do ambão, o sacerdote pode também deslocar-se como achar conveniente, mas não algo extravagante.
  • 16.  O Credo, símbolo cristão, é proferido pelo sacerdote com o povo. Pede-se uma pequena inclinação nas palavras “(...) e se encarnou pelo Espírito Santo.”  Em seguida, faz-se a Oração Universal ou dos Fiéis, onde colocam-se pedidos pela Igreja, pelo Santo Padre, clérigos em geral, pelos governantes, e outras questões atuais e relevantes.  Pode ser feita do ambão ou de outro local propício.
  • 17.  Tem início com a apresentação das oferendas. Os acólitos trazem o altar as alfaias que se encontram na credência.  O padre recebe as oferendas do pão e profere em voz baixa: “Bendito sejais, Senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.” (Quando o ofertório é feito sem canto, o povo responde: “Bendito seja Deus para sempre!”)
  • 18.  O diácono ou o padre derrama vinho e um pouco de água no cálice, simbolizando a comunidade diluída no Cristo.  O padre recebe as oferendas do vinho e profere em voz baixa: “Bendito sejais, Senhor, Deus do Universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.”  Após outras orações pessoais, o padre faz a purificação das mãos.
  • 19.  Convidando o povo para rezar a fim de que Deus aceite o sacrifício, o padre reza a oração sobre as oferendas e dá início à Oração Eucarística. É uma oração dirigida ao Pai.  Existem ao todo 14 orações eucarísticas no Missal Romano e diversos prefácios para elas.  Terminado o prefácio o padre invoca a comunidade a rezar ou cantar o Santo.  O canto do Santo deve estar de acordo com a letra prescrita no Missal Romano.
  • 20.  Terminado o Santo, vem o momento da epíclese: o padre invoca o Espírito Santo para santificar as oferendas do pão e do vinho para que se tornem o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo. No momento da invocação deve-se ajoelhar.  O padre então profere as mesmas palavras de Jesus, que não devem ser mudadas em nenhuma ocasião, sob o risco de invalidar o sacramento.
  • 21.  TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.  Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos, dizendo:  TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
  • 22.  “Eis o mistério da fé!”: a comunidade nesse momento fica de pé para anunciar a morte e proclamar a ressurreição de Jesus.  A oração eucarística continua até a doxologia final: “Por Cristo...” que é feita somente pelo sacerdote, onde ele eleva o cálice e a patena, contendo as espécies sagradas.
  • 23.  Segue-se com o Pai Nosso, o “Livrai-nos” e a Oração da Paz. Somente o Pai Nosso é proferido pelo padre e pelo povo juntos. As demais orações são reservadas ao sacerdote.  Após a Oração da Paz, o sacerdote e o diácono convidam o povo para cumprimentar-se segundo o costume. Evitar deslocamentos grandes e cantos para esse momento.
  • 24.  Após o Abraço da Paz (que pode ser omitido), o padre parte o pão e coloca um pedaço no cálice, simbolizando agora a união total universal.  Reza-se ou canta o Cordeiro de Deus.  Após algumas orações pessoais prescritas no Missal, o padre eleva a hóstia sobre a patena e apresenta-a ao povo, com oração própria.  A comunidade espera de pé a comunhão.
  • 25.  Há dois modos de receber a comunhão: diretamente na boca ou na mão esquerda e pegando a hóstia com a direita, sempre comungando na frente do ministro.  Diretamente na boca, há duas formas: de joelhos ou em pé.  Não se pode negar a comunhão para nenhuma pessoa, mas pode-se orientar antes da comunhão algumas prescrições.
  • 26. Após a comunhão eucarística, momentos de silêncio para oração pessoal, mesmo se houver canto de ação de graças. O padre e/ou os ministros (num local apropriado), fazem a purificação da patena e do cálice (bem como dos cibórios) O padre profere a Oração pós-comunhão, com a comunidade em pé.
  • 27.  Após o Oremos, se necessário, dar comunicações ao povo. Se possível, o próprio presidente da celebração ou apenas uma só pessoa. Cuidar com longos avisos.  O padre profere a benção final com o sinal da cruz e o diácono ou o próprio sacerdote despede o povo.  O sacerdote beija o altar, faz a devida reverência e retira-se com os ministros. Caso a sacristia seja próximo da porta de entrada, não temer em avisar o povo em esperar, até educá-los liturgicamente.
  • 28.  No rito antigo da missa, quando o sacerdote ou o diácono despediam o povo, diziam em latim: “Ite, missa est.” (“Ide, a missa é”, em tradução literal).  A missa é a missão iniciada, celebrada, transformada e continuada!
  • 29.  CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL. Animação da vida litúrgica no Brasil. 17. ed. São Paulo: Paulinas, 2002 (Documentos da CNBB).  ________. Cerimonial dos Bispos: Cerimonial da Igreja. São Paulo: Paulus, 2013.  ________. Guia Litúrgico-Pastoral. 2. ed. Brasília: Edições CNBB, s/d.  ________. Missal Romano. São Paulo: Paulus, 2014.  CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVIDO E A DISCIPLINA DOS SACRAMENTOS. Instrução Redemptionis Sacramentum: sobre alguns aspectos que se deve observar e evitar acerca da Santíssima Eucaristia. 3. ed. São Paulo: Paulinas: 2004 (Col. Documentos da Igreja).  VÁRIOS. Código de Direito Canônico. 15. ed. São Paulo: Loyola, 2002.