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Introdução a Testes de
      Software
            Igor Takenami

       itakenami@gmail.com
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            Versão 1.0
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“Sempre existe defeito em um SW mas com o
  passar do tempo os problemas ficam mais
        difíceis de serem detectados”

“Os testes podem mostrar a presença de erro
           mas não a sua ausência”
                                     Dijkstra
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     Verificação & Validação (V&V)

 Assegurar o funcionamento de acordo com o
que foi especificado e atenda aos requisitos dos
                 stakeholders
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           Onde aplicamos V&V
• Revisão dos requisitos
• Revisões da análise e do projeto
• Inspeções de Código
• Testes
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                 Verificação
• Averiguar se o software está de acordo com as
 especificações preestabelecidas
• Estamos construindo certo o produto?
• verifica problemas e defeitos nos componentes
 prontos
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                 Validação
• Confirmar se a especificação é apropriado e
 consiste com os requisitos do Stakeholder
• Estamos construindo o produto certo?
• Avalia se a construção do componente segue os
 requisitos predefinidos.
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         Verificação                                     Validação
Averiguar se o software está de acordo com   Confirmar se a especificação é apropriado e
     as especificações preestabelecidas       consiste com os requisitos do Stakeholder




  Estamos construindo certo o produto?
                                               Estamos construindo o produto certo?



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          componentes prontos                          os requisitos predefinidos.
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                        Técnica de V&V
• Estática
  - Não envolve a execução do produto
  - Revisões
    a) Revisão de código
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• Dinâmica
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    a) Caixa Branca e Preta
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    Princípios de Teste de Software
• Quando Planejado (sistêmica e rigorosa) =
 Confiabilidade e Qualidade do SW
• Tempo X Custo X Quantidade de Defeitos
• Devem ser planejados (Tempo, Ferramentas e
 Pessoas)
• Teste Primeiros no XP: Identifica o que será
 testado (Entradas e Saídas), auxilia na codificação
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    Princípios de Teste de Software
• Pareto
 - 80% dos resultados estão estão relacionados a 20%
   de nossos esforços
 - Joseph Juran (20% dos componentes de um software
   concentram 80% dos defeitos)
 - Concentrar seus esforços no pronto mais frágil do
   sistema
• Confiabilidade
 - Probabilidade de operar sem apresentar falhas
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                   Casos de Testes
• Possibilidade de casos de teste podem ser astronômicas
  - int qualquer(char b) = 256 combinações possíveis
  - Se [int qualquer(char b, int i)] sendo i um inteiro de 32bis: 28
    x 232
  - Mais de um trilhão de possibilidades
  - Com 1 milhão de combinações por segundo seriam
    necessários 12 dias para testar tudo
• Cobertura: Maior numero de possibilidades para
 execução de um casos de teste
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               Plano de Teste
• Propõe um planejamento com um padrão a ser
 seguido.
• Padrão para Plano de Teste: IEEE 829-1998
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           Fatores Psicológicos
• “O autor não possui nenhuma motivação
 psicológica para inventar casos de teste que
 demonstrem que o seu produto está com falhas
 ou errado” (Yourdon,1989)
• “O código é o resultado do trabalho intelectual
 do programador, procurar erros é uma especie
 de ataque a suas próprias
 convicções” (Weinberg,1971)
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         Dissonância Cognitiva
• Resistência a cumprir a tarefa
• Os testes são sempre feitos com valores óbvios
 enquanto deveriam ser testados com situações
 “impossíveis”
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                    Cobertura
• Cobrir o maior numero possíveis de
 possibilidades
 - if (a==b) e if (a>=b)
 - Testar {a=1;b=2} Estaria certo para os 2 casos.
 - O correto seria {a=2;b=1}
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            Análise de Mutantes
• Gerar versões com defeitos e verificar se os
 casos de teste são capazes de distinguir tais
 programas
• Versões defeituosas são chamados mutantes
• São feitos por modificações aleatórias
 - Substituição de sinal e retirada de uma linha
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    Sendo P um programa e T casos de teste
• Execução de P para cada T
• Geração de mutantes M
• Execução do Mutantes (Separar mutante morto). Para os que
  não são mortos → Os casos de teste T não distinguem entre P e
  M ou P e M são equivalentes
• Calculo do Escore de mutação: N motos / N – N equivalentes
• Análise dos mutantes: se estiver próximo de 1 (quão próximo é
  definido pelo avaliador) , então se considera T um bom conjunto
  de testes para P
• A análise de mutantes clássica é inviável pois tem alto custo
  computacional. Uma técnica é criar mutações de requisitos e
  testar as especificações
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           Classificação de Defeitos
• Conhecer os defeitos para tratar com a técnica correta
  - Uso de dados históricos quantitativos (CMMI nível 4)
  - Prevenção de defeitos (CMMI nível 5)
• Técnica para classificação de defeito: (Defect Prevenction
 Process) da IBM:
  - Analise causal (sistemática);
  - Equipe de ação;
  - Reuniões de partida;
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   Classificação de defeitos adotado pela HP
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Introdução a Testes de Software

  • 1. http://www.takenami.com.br Introdução a Testes de Software Igor Takenami itakenami@gmail.com http://twitter.com/itakenami Versão 1.0
  • 2. http://www.takenami.com.br “Sempre existe defeito em um SW mas com o passar do tempo os problemas ficam mais difíceis de serem detectados” “Os testes podem mostrar a presença de erro mas não a sua ausência” Dijkstra
  • 3. http://www.takenami.com.br Verificação & Validação (V&V) Assegurar o funcionamento de acordo com o que foi especificado e atenda aos requisitos dos stakeholders
  • 4. http://www.takenami.com.br Onde aplicamos V&V • Revisão dos requisitos • Revisões da análise e do projeto • Inspeções de Código • Testes
  • 5. http://www.takenami.com.br Verificação • Averiguar se o software está de acordo com as especificações preestabelecidas • Estamos construindo certo o produto? • verifica problemas e defeitos nos componentes prontos
  • 6. http://www.takenami.com.br Validação • Confirmar se a especificação é apropriado e consiste com os requisitos do Stakeholder • Estamos construindo o produto certo? • Avalia se a construção do componente segue os requisitos predefinidos.
  • 7. http://www.takenami.com.br Verificação Validação Averiguar se o software está de acordo com Confirmar se a especificação é apropriado e as especificações preestabelecidas consiste com os requisitos do Stakeholder Estamos construindo certo o produto? Estamos construindo o produto certo? Verifica problemas e defeitos nos Avalia se a construção do componente segue componentes prontos os requisitos predefinidos.
  • 8. http://www.takenami.com.br Técnica de V&V • Estática - Não envolve a execução do produto - Revisões a) Revisão de código b) Revisão em par • Dinâmica - Testes a) Caixa Branca e Preta b) Estresse c) Integração d) Aceitação
  • 9. http://www.takenami.com.br Princípios de Teste de Software • Quando Planejado (sistêmica e rigorosa) = Confiabilidade e Qualidade do SW • Tempo X Custo X Quantidade de Defeitos • Devem ser planejados (Tempo, Ferramentas e Pessoas) • Teste Primeiros no XP: Identifica o que será testado (Entradas e Saídas), auxilia na codificação
  • 10. http://www.takenami.com.br Princípios de Teste de Software • Pareto - 80% dos resultados estão estão relacionados a 20% de nossos esforços - Joseph Juran (20% dos componentes de um software concentram 80% dos defeitos) - Concentrar seus esforços no pronto mais frágil do sistema • Confiabilidade - Probabilidade de operar sem apresentar falhas
  • 11. http://www.takenami.com.br Casos de Testes • Possibilidade de casos de teste podem ser astronômicas - int qualquer(char b) = 256 combinações possíveis - Se [int qualquer(char b, int i)] sendo i um inteiro de 32bis: 28 x 232 - Mais de um trilhão de possibilidades - Com 1 milhão de combinações por segundo seriam necessários 12 dias para testar tudo • Cobertura: Maior numero de possibilidades para execução de um casos de teste
  • 12. http://www.takenami.com.br Plano de Teste • Propõe um planejamento com um padrão a ser seguido. • Padrão para Plano de Teste: IEEE 829-1998
  • 13. http://www.takenami.com.br Fatores Psicológicos • “O autor não possui nenhuma motivação psicológica para inventar casos de teste que demonstrem que o seu produto está com falhas ou errado” (Yourdon,1989) • “O código é o resultado do trabalho intelectual do programador, procurar erros é uma especie de ataque a suas próprias convicções” (Weinberg,1971)
  • 14. http://www.takenami.com.br Dissonância Cognitiva • Resistência a cumprir a tarefa • Os testes são sempre feitos com valores óbvios enquanto deveriam ser testados com situações “impossíveis”
  • 15. http://www.takenami.com.br Cobertura • Cobrir o maior numero possíveis de possibilidades - if (a==b) e if (a>=b) - Testar {a=1;b=2} Estaria certo para os 2 casos. - O correto seria {a=2;b=1}
  • 16. http://www.takenami.com.br Análise de Mutantes • Gerar versões com defeitos e verificar se os casos de teste são capazes de distinguir tais programas • Versões defeituosas são chamados mutantes • São feitos por modificações aleatórias - Substituição de sinal e retirada de uma linha
  • 17. http://www.takenami.com.br Sendo P um programa e T casos de teste • Execução de P para cada T • Geração de mutantes M • Execução do Mutantes (Separar mutante morto). Para os que não são mortos → Os casos de teste T não distinguem entre P e M ou P e M são equivalentes • Calculo do Escore de mutação: N motos / N – N equivalentes • Análise dos mutantes: se estiver próximo de 1 (quão próximo é definido pelo avaliador) , então se considera T um bom conjunto de testes para P • A análise de mutantes clássica é inviável pois tem alto custo computacional. Uma técnica é criar mutações de requisitos e testar as especificações
  • 18. http://www.takenami.com.br Classificação de Defeitos • Conhecer os defeitos para tratar com a técnica correta - Uso de dados históricos quantitativos (CMMI nível 4) - Prevenção de defeitos (CMMI nível 5) • Técnica para classificação de defeito: (Defect Prevenction Process) da IBM: - Analise causal (sistemática); - Equipe de ação; - Reuniões de partida; - Ferramentas e base de dados para registro de informação - Redução em média de 50% dos defeitos.
  • 19. http://www.takenami.com.br Classificação de defeitos adotado pela HP • Origem: Onde? • Tipo: O quê? • Modo: Por quê?