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buscam valorizar as diferenças das
pessoas, reconhecendo suas habilidades,
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pedagógica...
... mas a dificuldade está em como fazer.
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Ensino e Aprendizagem
O aluno desenvolve projetos
usando o computador para
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Neste processo o professor se
transformará no mediador.
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Tese de Doutorado
Março de 1997 a
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Trabalho de campo realizado na Associação de
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Unidade Central de São Paulo
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professor;
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No uso das TIC.
(...) resisti muito quando me pediram para
mudar.
Mudar significava repensar minhas
atitudes, práticas e postura com as quais eu
tinha sido formada e que estava familiarizada
há anos. Logo, negaria toda a formação
realizada até então. Significava deixar de lado
minha segurança como professora acadêmica,
com resultados “satisfatórios” para ir de
encontro a algo totalmente novo para mim. (...)
(...) Para tanto, deixei de ser a personagem
principal da sala e passei a falar menos e a ouvir
mais. Deixei também de ser aquela que ensinava
para ser aquela que pesquisa e que, junto com os
alunos, busca as informações para serem
transformadas em conhecimento. (...)
(...) Os resultados obtidos em um espaço de
tempo tão pequeno me dão a certeza de que, em
minha vida profissional, é um caminho sem
volta, não há mais espaço para as antigas
práticas pedagógicas.(...)
Professora P3 da AACD
Projetos
“O Deficiente” - P2 - 3ª
Série
“Os Animais”- P1- 2ª
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“Eu no Contexto Social” - P3 - 4ª
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Um Mundo em Harmonia
H.S.N. – 11 anos – Paralisia Cerebral -
4a série Escola AACD – P3
Se o mundo estiver em harmonia
As pessoas terão mais alegria
Se o mundo tiver igualdade
O povo terá mais felicidade
Se o mundo tiver mais união
As pessoas terão mais amor no
coração
Se o mundo não tiver dominação
Nós todos seremos irmãos
Se o mundo não tiver preconceito
Todos terão respeito
Se o mundo tiver compreensão
Não haverá separação.
Na Aprendizagem do Aluno
 evolução na escrita, em termos de conteúdo, na
forma de expressar-se, em seqüência lógica e
raciocínio;
 o aluno pôde descobrir a relação dos conceitos
com a sua vivência;
 os conceitos foram formalizados a partir das
informações que eram significativas para o
aluno, transformando-as em conhecimento;
 a origem e peculiaridades do aluno puderam ser
respeitadas;
 o aluno teve contato com uma grande
diversidade de materiais e fontes de informação.
Evolução:
Nome: F.M.R.S.
Título: A gata
Era uma vez: uma gata
que chamava Carina.
Ela era muito bonita
Ela morava em Brasília.
Todo dia ela perguntava
onde está meu irmão? Ele
está trabalhando.
Chegou o aniversário dela.
Ela ganhou uma bolinha
rosa.
Ela gostou muito.
Ela veio morar aqui em
São Paulo.
Escrita
“Antigamente, na hora parecia que eu sabia esta
divisão, mas depois parecia que tinham passado uma
borracha na minha cabeça. Agora com a brincadeira do
supermercado, ajudou muito e todos ajudaram para eu
aprender e com o meu próprio esforço, o meu
raciocínio lógico melhorou”
Aluna L.D.S. - 4ª série.
Raciocínio
lógico
NO CURRÍCULO
 não seguia uma linearidade pré-estabelecida, era
apenas o balizador do processo;
 foi cumprido de forma contextualizada e
significativa;
 a partir dos projetos, fazia-se um esboço do que
poderia ser trabalhado de acordo com as
experiências desenvolvidas e vividas;
 foi construído no cotidiano, após uma
sistematização a partir de uma avaliação dos
conceitos que foram e teriam que ser abordados.
Sistematização
e Formalização
dos Conceitos
Depoimento
“Pesquisar é muito importante porque você busca
informações sobre os assuntos em vários lugares.
Antigamente, eu tinha que saber só o que estava no
livro”.
Aluna J.A.L.- 4ª série
NA FORMA DE AVALIAR O ALUNO
verificou-se o desenvolvimento dos alunos por meio
das diversas manifestações (verbais, ou escritas,
outras produções);
em um processo formativo pôde-se observar o
desenvolvimento do aluno (cognitivo, social, afetivo,
político, emocional) sem classificá-los;
permitiu ajustar de maneira mais sistemática e
individualizada as intervenções;
complementou-se com o depoimento dos pais e
voluntários e a auto-avaliação dos alunos.
“Gostei muito desse jeito novo de estudar. De repente eu
percebi que sou capaz de produzir um texto com início,
meio e fim. Descobri o meu potencial, não é porque sou
deficiente que qualquer coisa que eu faça está bom. Eu
posso fazer coisas com qualidade”.
Aluno J.E.ª - 4ª série
Auto-Avaliação
Avaliação com os Trabalhos
Coletivos - 2ª série
Avaliação com as Produções
no Computador - 3ª série
NO ALUNO
 passou a ser ativo, participativo, criativo,
crítico e independente;
 descobriu a sua identidade, os seus
desejos pessoais e profissionais,
deixando florescer suas habilidades,
emoções;
 soube trabalhar individualmente e
coletivamente, tornando-se colaborativo,
cooperativo e solidário;
 construiu conceitos a partir da
formalização e generalização.
As crianças com deficiência física, mesmo
com as suas dificuldades, encontraram os
seus caminhos isotrópicos, resgataram as
suas potencialidades sentindo-se capazes,
descobrindo suas habilidades e
inteligências, deixando-nos contagiados
com o brilho de seus olhares pela força de
suas superações.
O USO DO COMPUTADOR
 Possibilitou as produções, a comunicação
e a avaliação, favorecendo o
desenvolvimento cognitivo, pois os alunos
puderam:
 desenhar, escrever, criar cenários
 comandar o computador para resolver
problemas por meio de uma linguagem
de programação dentro de um sistema
de autoria;
 buscar informações em redes de
computadores (Internet) e nos mais
diversos meios digitais de armazenagem
de dados.
 possibilitou um sentimento de
capacidade nos alunos, oportunizando
uma autonomia;
 tornou o erro como sendo parte do
processo e não como algo penoso;
 favoreceu uma participação social e
política;
 permitiu ao professor uma avaliação
sobre a capacidade intelectual, social,
política e emocional do aluno.
COMPUTADOR COMO POTENCIALIZADOR
Boletim informativo
dos alunos da 4ª série
Panfletos dos
alunos da 2ª série
Tornar-se mediador significa guiar sua
prática a partir de características
importantes, tais como:
Com estas atitudes o professor consegue
criar um ambiente que realmente valoriza
as diferenças, tornando-se facilitador,...
... deixando de
transmitir
informações,
intervindo em
momentos
adequados e
promovendo a
construção do
conhecimento.
Partindo do “saber” do
aluno para construir os
saberes formais;
Exercendo
constantemente
a reflexão;
Propiciando o compartilhamento de idéias,
sentimentos e ações;
Favorecendo com que
os alunos sejam
capazes de explicar o
que outrora só sabiam
reproduzir;
Incentivando a
formação de grupos;
Sugerindo o estabelecimento de parcerias entre
professores, alunos, pais e comunidade escolar
Assim, o desenvolvimento
de Projetos pode
favorecer tais mudanças.
Que possibilitarão:
• Aprender a partir do interesse, do
contexto e da experiência de cada aluno;
• Vivência, formalização e desenvolvimento
dos conceitos de maneira globalizada;
• Criar desafios e situações para a solução
de problemas.
• Trabalhar valorizando às diferenças
físicas, sociais e cognitivas;
• Usar as TIC para a criação,
representação e formalização dos
conhecimentos adquiridos;
• Pesquisar em diversas fontes (livros,
revistas, jornais, internet).
“ SER UM REAL
EDUCADOR IMPÕE
BEM MAIS QUE
PROFERIR ALGUNS
CONHECIMENTOS,
REQUER ALÉM DA
FORMAÇÃO CULTURAL
E CIENTÍFICA, A
VIVÊNCIA HUMANA , O
CARATER
MORAL E ÉTICO ”.
ESTRELA
Adaptado de Prof. Dra.Maria
Amélia Máximo de Araújo
Pró-Reitora Unesp
A AÇÃO DOCENTE DEVE AVANÇAR ALÉM DOS
PARÂMETROS QUE ENGLOBAM O PROGRAMA DA
DISCIPLINA E A SALA DE AULA, DEVE CAMINHAR AO
PONTO DE POTENCIALIZAR O ESTÍMULO DO ALUNO À
PESQUISA E A EXTENSÃO, FORTALECENDO A
CRIATIVIDADE.
Adaptado de Prof. Dra.Maria Amélia Máximo de Araújo
Pró-Reitora Unesp
....” O IMPORTANTE NÃO É ENSINAR O QUE TEM
VALOR APENAS PARA A ESCOLA, E SIM O QUE
SERVE PARA A VIDA ”.
João Comênio
Adaptado de Prof. Dra.Maria
Amélia Máximo de Araújo
Pró-Reitora Unesp
Exemplos de Ambientes
Construcionistas que
resultaram na inclusão
Projetos Realizados
Laboratório da FCT
(2002 a 2008)
Acompanhamento individual semanal de PD
(diversas patologias), visando sua Inclusão
Digital, Social e Escolar, por meio de atividades
contextualizadas e significativas, utilizando os
recursos do computador: softwares educativos,
aplicativos do Windows, pesquisas na Internet,
criação de blogs, webjornais e rádios virtuais,
entre outras.
Sala Especial
(2002 e 2003)
Desenvolvimento do projeto “Horta” aliado a
formação de uma professora em serviço, para
melhorar o processo de ensino-aprendizagem
de alunos com Deficiência Mental (DM),
visando sua preparação para a inclusão em
salas de aula regulares.
Atividades Extra-Classe
Atividades no Computador
Eu fiz um trator andar em movimento.
Eu fiz um castelo, uma árvore, uma flor.
A menina ensinou eu entrar no filminho do furacão.
A mulher ensinou o trenzinho ficar grande.
Eu entrei no programa do piano.
Eu troquei a roupinha da tartaruguinha por uma flor,
sol, cachorro, carrinho, estrela, menininha, nuvem.
NAYARA
Altura dos alunos
0
0,5
1
1,5
2
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11
Altura dos alunos
Nome Altura
Denis 1,56
Everson 1,32
Gabriela 1,53
Johnny 1,63
José Roberto 1,53
Matheus 1,35
Marlúcia 1,61
Priscila 1,43
Nayara 1,43
Carlos 1,41
Wesley 1,57
CENOURA ALFACE ABIU
ACELGA COUVE ACEROLA
CEBOLINHA PINHA RABANETE
HORTELÃ PITANGA
Escolas da Rede Regular
(2003/2005 e 2007)
Formação reflexiva de professores em serviço
em escolas do Ensino Fundamental para o
trabalho com projetos e uso das TIC na
construção de conceitos disciplinares, visando
aprimorar o processo de ensino-aprendizagem
de alunos em situação de risco social
(violência) e analfabetismo funcional.
• Em 2003: O corpo docente da escola
detectou problemas de violência,
indisciplina, motivando-os a procurar os
pesquisadores* da FCT/Unesp em busca
de uma “solução”.
• Em 2004: Por meio das provas do início do
ano letivo detectamos um alto índice de
analfabetismo funcional e dificuldades de
relacionamento entre os alunos.
Como modificar a
realidade dos Alunos
da 7ª Série “D” do
período Matutino.
Considerados os
piores daquela série,
com a meta também
de diminuir os
índices de
indisciplina,
desinteresse e
analfabetismo?
ATIVIDADES
DESENVOLVIDAS
• Levantamento de Dados
(quantidades);
• Trabalho em grupo;
• Pesquisa em Casa (Renda Familiar
e consumo de alimentos);
• Confecção tabelas e gráficos no
Microsoft Excel, com os dados
obtidos na pesquisa em casa
(Consumo semanal de Alimentos).
• Escolha do tema: “FOME”;
Conceitos Disciplinares
Trabalhados de:
 Matemática;
 Português.
Resultado do SARESP e do sistema de
avaliação da própria escola: Os alunos com
pior avaliação no início do ano tiveram um
excelente desempenho nos exames finais.
22
20
22
24
13
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11 11
0
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10
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25
30
7ªA 7ªB 7ªC 7ªD
RESULTADO DO SAREM/SARESP
Após o Projeto
Antes do Projeto
Rede Internacional Virtual de
Educação
Mais de 25 softwares educacionais
http://www.rived.mec.gov.br/
MEC - Objetos de Aprendizagem (OA)
Rede Internacional Virtual de Educação
(RIVED)
(2004 a 2007)
Elaboração de recursos digitais acessíveis que
podem subsidiar o Ensino Fundamental e Médio.
Portal do Professor
(2008 e 2009)
Parceria com 6 Universidades
(2008 a 2011)
• Pesquisa, avaliação, catalogação e
tradução de objetos educacionais
digitais elaborados em diversas mídias
e com grande potencial pedagógico,
nas áreas de conhecimento previstas
pela educação básica,
profissionalizante e superior.
(SEED/MEC)
Curso de Tecnologia Assistiva,
Projetos e Acessibilidade:
promovendo a Inclusão
 Curso de Aperfeiçoamento
de 180h;
 Realização de 4 edições e
formação de mais de 3 mil
professores de todo o
Brasil.
SECADI/MEC
 146 turmas
 3291 cursistas
 22 Estados
1ª edição
2ª edição
3ª edição
4ª edição
Curso de Pedagogia
• Formação de professores para a educação inicial para os primeiros
anos da escola primária e para a gestão da unidade escolar
(professores que estão ensinando);
• Distribuição dos Polos de Atendimento: 21 Unidades
• 1350 alunos (27 Classes) – Vestibular – VUNESP;
• Eixo Articulador: Educação Inclusiva e Especial
Pós-graduação – Lato Sensu
• Redefor I - Artes / Geografia / Filosofia / Inglês /
Química/ Filosofia;
• Redefor II - Educação Especial
• Deficiência Física
• Deficiência Auditiva
• Deficiência Visual
• Deficiência Intelectual
• Altas habilidades/superdotação
• Transtornos Globais do Desenvolvimento
• Na Perpectiva da Educação Inclusiva
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL
Área: Deficiência Física
Nossas principais conquistas ao
longo desses anos foram...
 A inserção de pessoas com deficiência no
mundo do trabalho;
 Esclarecimento dos professores em formação e
dos profissionais, em relação ao trabalho com
as PD usando como ferramenta a Tecnologia
Educacional;
 Divulgação de materiais desenvolvidos pelo
grupo (congressos, periódicos da área,
imprensa e ambiente acadêmico em geral);
 Inclusão das PD em salas regulares.
Prêmios Recebidos...
• Inclusão Digital: 2º lugar na categoria
Universidades - Instituto Telemar;
• Metodologia pedagógica diferenciada
desenvolvida com a sala especial;
• Objetos de aprendizagem entre os melhores
desenvolvidos em 2005 e em 2006 para o
concurso do RIVED/MEC;
• Doação do Banco Nossa Caixa para
construção do Centro de Promoção Inclusão
Digital, Educacional e Social (CPIDES).
A estrutura do CPIDES conta com: salas
pedagógicas, biblioteca, sala de informática,
sala multifuncional e salas de desenvolvimento.
É importante valorizarmos
cada avanço obtido na
busca de uma Escola
Inclusiva e de qualidade
para todos. Os educadores
passaram a valorizar
diversas experiências
tanto nas instituições
quanto nas escolas
públicas regulares...
Assim, a
mensagem
apresentada a
seguir representa o
que esperamos da
inclusão em nosso
País...
elisa@fct.unesp.br
Quando isso será
possível?
Cada um de nós tem o seu tempo...
Nunca é tarde demais...
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  • 1.
  • 2. para o afloramento de potencialidades. É o processo por meio do qual escola sociedade buscam valorizar as diferenças das pessoas, reconhecendo suas habilidades, reestruturando a sua organização utilizando os mais diversos recursos para os Estudantes Publico Alvo da Educação Especial (EPAEE)
  • 3. É possível conquistar a inclusão como ensinamos atualmente?
  • 4. Nós professores já compreendemos a necessidade da inclusão e a mudança na prática pedagógica... ... mas a dificuldade está em como fazer.
  • 5. Abordagem Construcionista de Ensino e Aprendizagem O aluno desenvolve projetos usando o computador para resolver problemas reais .
  • 6. Neste processo o professor se transformará no mediador. Mas, o que significa essa transformação?
  • 7. Tese de Doutorado Março de 1997 a Novembro de 2000 Trabalho de campo realizado na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) Unidade Central de São Paulo
  • 8. No processo de formação do professor; No currículo; No sistema de avaliação No papel do aluno; No uso das TIC.
  • 9. (...) resisti muito quando me pediram para mudar. Mudar significava repensar minhas atitudes, práticas e postura com as quais eu tinha sido formada e que estava familiarizada há anos. Logo, negaria toda a formação realizada até então. Significava deixar de lado minha segurança como professora acadêmica, com resultados “satisfatórios” para ir de encontro a algo totalmente novo para mim. (...)
  • 10. (...) Para tanto, deixei de ser a personagem principal da sala e passei a falar menos e a ouvir mais. Deixei também de ser aquela que ensinava para ser aquela que pesquisa e que, junto com os alunos, busca as informações para serem transformadas em conhecimento. (...) (...) Os resultados obtidos em um espaço de tempo tão pequeno me dão a certeza de que, em minha vida profissional, é um caminho sem volta, não há mais espaço para as antigas práticas pedagógicas.(...) Professora P3 da AACD
  • 11. Projetos “O Deficiente” - P2 - 3ª Série “Os Animais”- P1- 2ª Série “Eu no Contexto Social” - P3 - 4ª Série Um Mundo em Harmonia H.S.N. – 11 anos – Paralisia Cerebral - 4a série Escola AACD – P3 Se o mundo estiver em harmonia As pessoas terão mais alegria Se o mundo tiver igualdade O povo terá mais felicidade Se o mundo tiver mais união As pessoas terão mais amor no coração Se o mundo não tiver dominação Nós todos seremos irmãos Se o mundo não tiver preconceito Todos terão respeito Se o mundo tiver compreensão Não haverá separação.
  • 12.
  • 13. Na Aprendizagem do Aluno  evolução na escrita, em termos de conteúdo, na forma de expressar-se, em seqüência lógica e raciocínio;  o aluno pôde descobrir a relação dos conceitos com a sua vivência;  os conceitos foram formalizados a partir das informações que eram significativas para o aluno, transformando-as em conhecimento;  a origem e peculiaridades do aluno puderam ser respeitadas;  o aluno teve contato com uma grande diversidade de materiais e fontes de informação.
  • 14. Evolução: Nome: F.M.R.S. Título: A gata Era uma vez: uma gata que chamava Carina. Ela era muito bonita Ela morava em Brasília. Todo dia ela perguntava onde está meu irmão? Ele está trabalhando. Chegou o aniversário dela. Ela ganhou uma bolinha rosa. Ela gostou muito. Ela veio morar aqui em São Paulo. Escrita “Antigamente, na hora parecia que eu sabia esta divisão, mas depois parecia que tinham passado uma borracha na minha cabeça. Agora com a brincadeira do supermercado, ajudou muito e todos ajudaram para eu aprender e com o meu próprio esforço, o meu raciocínio lógico melhorou” Aluna L.D.S. - 4ª série. Raciocínio lógico
  • 15. NO CURRÍCULO  não seguia uma linearidade pré-estabelecida, era apenas o balizador do processo;  foi cumprido de forma contextualizada e significativa;  a partir dos projetos, fazia-se um esboço do que poderia ser trabalhado de acordo com as experiências desenvolvidas e vividas;  foi construído no cotidiano, após uma sistematização a partir de uma avaliação dos conceitos que foram e teriam que ser abordados.
  • 16. Sistematização e Formalização dos Conceitos Depoimento “Pesquisar é muito importante porque você busca informações sobre os assuntos em vários lugares. Antigamente, eu tinha que saber só o que estava no livro”. Aluna J.A.L.- 4ª série
  • 17. NA FORMA DE AVALIAR O ALUNO verificou-se o desenvolvimento dos alunos por meio das diversas manifestações (verbais, ou escritas, outras produções); em um processo formativo pôde-se observar o desenvolvimento do aluno (cognitivo, social, afetivo, político, emocional) sem classificá-los; permitiu ajustar de maneira mais sistemática e individualizada as intervenções; complementou-se com o depoimento dos pais e voluntários e a auto-avaliação dos alunos.
  • 18. “Gostei muito desse jeito novo de estudar. De repente eu percebi que sou capaz de produzir um texto com início, meio e fim. Descobri o meu potencial, não é porque sou deficiente que qualquer coisa que eu faça está bom. Eu posso fazer coisas com qualidade”. Aluno J.E.ª - 4ª série Auto-Avaliação Avaliação com os Trabalhos Coletivos - 2ª série Avaliação com as Produções no Computador - 3ª série
  • 19. NO ALUNO  passou a ser ativo, participativo, criativo, crítico e independente;  descobriu a sua identidade, os seus desejos pessoais e profissionais, deixando florescer suas habilidades, emoções;  soube trabalhar individualmente e coletivamente, tornando-se colaborativo, cooperativo e solidário;  construiu conceitos a partir da formalização e generalização.
  • 20. As crianças com deficiência física, mesmo com as suas dificuldades, encontraram os seus caminhos isotrópicos, resgataram as suas potencialidades sentindo-se capazes, descobrindo suas habilidades e inteligências, deixando-nos contagiados com o brilho de seus olhares pela força de suas superações.
  • 21. O USO DO COMPUTADOR  Possibilitou as produções, a comunicação e a avaliação, favorecendo o desenvolvimento cognitivo, pois os alunos puderam:  desenhar, escrever, criar cenários  comandar o computador para resolver problemas por meio de uma linguagem de programação dentro de um sistema de autoria;  buscar informações em redes de computadores (Internet) e nos mais diversos meios digitais de armazenagem de dados.
  • 22.  possibilitou um sentimento de capacidade nos alunos, oportunizando uma autonomia;  tornou o erro como sendo parte do processo e não como algo penoso;  favoreceu uma participação social e política;  permitiu ao professor uma avaliação sobre a capacidade intelectual, social, política e emocional do aluno.
  • 24. Boletim informativo dos alunos da 4ª série Panfletos dos alunos da 2ª série
  • 25. Tornar-se mediador significa guiar sua prática a partir de características importantes, tais como:
  • 26. Com estas atitudes o professor consegue criar um ambiente que realmente valoriza as diferenças, tornando-se facilitador,... ... deixando de transmitir informações, intervindo em momentos adequados e promovendo a construção do conhecimento.
  • 27. Partindo do “saber” do aluno para construir os saberes formais; Exercendo constantemente a reflexão; Propiciando o compartilhamento de idéias, sentimentos e ações; Favorecendo com que os alunos sejam capazes de explicar o que outrora só sabiam reproduzir; Incentivando a formação de grupos; Sugerindo o estabelecimento de parcerias entre professores, alunos, pais e comunidade escolar
  • 28. Assim, o desenvolvimento de Projetos pode favorecer tais mudanças.
  • 29. Que possibilitarão: • Aprender a partir do interesse, do contexto e da experiência de cada aluno; • Vivência, formalização e desenvolvimento dos conceitos de maneira globalizada; • Criar desafios e situações para a solução de problemas.
  • 30. • Trabalhar valorizando às diferenças físicas, sociais e cognitivas; • Usar as TIC para a criação, representação e formalização dos conhecimentos adquiridos; • Pesquisar em diversas fontes (livros, revistas, jornais, internet).
  • 31. “ SER UM REAL EDUCADOR IMPÕE BEM MAIS QUE PROFERIR ALGUNS CONHECIMENTOS, REQUER ALÉM DA FORMAÇÃO CULTURAL E CIENTÍFICA, A VIVÊNCIA HUMANA , O CARATER MORAL E ÉTICO ”. ESTRELA Adaptado de Prof. Dra.Maria Amélia Máximo de Araújo Pró-Reitora Unesp
  • 32. A AÇÃO DOCENTE DEVE AVANÇAR ALÉM DOS PARÂMETROS QUE ENGLOBAM O PROGRAMA DA DISCIPLINA E A SALA DE AULA, DEVE CAMINHAR AO PONTO DE POTENCIALIZAR O ESTÍMULO DO ALUNO À PESQUISA E A EXTENSÃO, FORTALECENDO A CRIATIVIDADE. Adaptado de Prof. Dra.Maria Amélia Máximo de Araújo Pró-Reitora Unesp
  • 33. ....” O IMPORTANTE NÃO É ENSINAR O QUE TEM VALOR APENAS PARA A ESCOLA, E SIM O QUE SERVE PARA A VIDA ”. João Comênio Adaptado de Prof. Dra.Maria Amélia Máximo de Araújo Pró-Reitora Unesp
  • 34. Exemplos de Ambientes Construcionistas que resultaram na inclusão
  • 36. Laboratório da FCT (2002 a 2008) Acompanhamento individual semanal de PD (diversas patologias), visando sua Inclusão Digital, Social e Escolar, por meio de atividades contextualizadas e significativas, utilizando os recursos do computador: softwares educativos, aplicativos do Windows, pesquisas na Internet, criação de blogs, webjornais e rádios virtuais, entre outras.
  • 37. Sala Especial (2002 e 2003) Desenvolvimento do projeto “Horta” aliado a formação de uma professora em serviço, para melhorar o processo de ensino-aprendizagem de alunos com Deficiência Mental (DM), visando sua preparação para a inclusão em salas de aula regulares.
  • 39. Atividades no Computador Eu fiz um trator andar em movimento. Eu fiz um castelo, uma árvore, uma flor. A menina ensinou eu entrar no filminho do furacão. A mulher ensinou o trenzinho ficar grande. Eu entrei no programa do piano. Eu troquei a roupinha da tartaruguinha por uma flor, sol, cachorro, carrinho, estrela, menininha, nuvem. NAYARA Altura dos alunos 0 0,5 1 1,5 2 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Altura dos alunos Nome Altura Denis 1,56 Everson 1,32 Gabriela 1,53 Johnny 1,63 José Roberto 1,53 Matheus 1,35 Marlúcia 1,61 Priscila 1,43 Nayara 1,43 Carlos 1,41 Wesley 1,57
  • 40. CENOURA ALFACE ABIU ACELGA COUVE ACEROLA CEBOLINHA PINHA RABANETE HORTELÃ PITANGA
  • 41.
  • 42. Escolas da Rede Regular (2003/2005 e 2007) Formação reflexiva de professores em serviço em escolas do Ensino Fundamental para o trabalho com projetos e uso das TIC na construção de conceitos disciplinares, visando aprimorar o processo de ensino-aprendizagem de alunos em situação de risco social (violência) e analfabetismo funcional.
  • 43. • Em 2003: O corpo docente da escola detectou problemas de violência, indisciplina, motivando-os a procurar os pesquisadores* da FCT/Unesp em busca de uma “solução”. • Em 2004: Por meio das provas do início do ano letivo detectamos um alto índice de analfabetismo funcional e dificuldades de relacionamento entre os alunos.
  • 44. Como modificar a realidade dos Alunos da 7ª Série “D” do período Matutino. Considerados os piores daquela série, com a meta também de diminuir os índices de indisciplina, desinteresse e analfabetismo?
  • 45. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS • Levantamento de Dados (quantidades); • Trabalho em grupo; • Pesquisa em Casa (Renda Familiar e consumo de alimentos); • Confecção tabelas e gráficos no Microsoft Excel, com os dados obtidos na pesquisa em casa (Consumo semanal de Alimentos). • Escolha do tema: “FOME”;
  • 46. Conceitos Disciplinares Trabalhados de:  Matemática;  Português.
  • 47. Resultado do SARESP e do sistema de avaliação da própria escola: Os alunos com pior avaliação no início do ano tiveram um excelente desempenho nos exames finais. 22 20 22 24 13 10 11 11 0 5 10 15 20 25 30 7ªA 7ªB 7ªC 7ªD RESULTADO DO SAREM/SARESP Após o Projeto Antes do Projeto
  • 48. Rede Internacional Virtual de Educação Mais de 25 softwares educacionais http://www.rived.mec.gov.br/
  • 49. MEC - Objetos de Aprendizagem (OA) Rede Internacional Virtual de Educação (RIVED) (2004 a 2007) Elaboração de recursos digitais acessíveis que podem subsidiar o Ensino Fundamental e Médio.
  • 50.
  • 51. Portal do Professor (2008 e 2009) Parceria com 6 Universidades
  • 52. (2008 a 2011) • Pesquisa, avaliação, catalogação e tradução de objetos educacionais digitais elaborados em diversas mídias e com grande potencial pedagógico, nas áreas de conhecimento previstas pela educação básica, profissionalizante e superior. (SEED/MEC)
  • 53. Curso de Tecnologia Assistiva, Projetos e Acessibilidade: promovendo a Inclusão  Curso de Aperfeiçoamento de 180h;  Realização de 4 edições e formação de mais de 3 mil professores de todo o Brasil. SECADI/MEC
  • 54.  146 turmas  3291 cursistas  22 Estados 1ª edição 2ª edição 3ª edição 4ª edição
  • 55.
  • 56. Curso de Pedagogia • Formação de professores para a educação inicial para os primeiros anos da escola primária e para a gestão da unidade escolar (professores que estão ensinando); • Distribuição dos Polos de Atendimento: 21 Unidades • 1350 alunos (27 Classes) – Vestibular – VUNESP; • Eixo Articulador: Educação Inclusiva e Especial
  • 57.
  • 58. Pós-graduação – Lato Sensu • Redefor I - Artes / Geografia / Filosofia / Inglês / Química/ Filosofia; • Redefor II - Educação Especial • Deficiência Física • Deficiência Auditiva • Deficiência Visual • Deficiência Intelectual • Altas habilidades/superdotação • Transtornos Globais do Desenvolvimento • Na Perpectiva da Educação Inclusiva CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL Área: Deficiência Física
  • 59. Nossas principais conquistas ao longo desses anos foram...  A inserção de pessoas com deficiência no mundo do trabalho;  Esclarecimento dos professores em formação e dos profissionais, em relação ao trabalho com as PD usando como ferramenta a Tecnologia Educacional;  Divulgação de materiais desenvolvidos pelo grupo (congressos, periódicos da área, imprensa e ambiente acadêmico em geral);  Inclusão das PD em salas regulares.
  • 60. Prêmios Recebidos... • Inclusão Digital: 2º lugar na categoria Universidades - Instituto Telemar; • Metodologia pedagógica diferenciada desenvolvida com a sala especial; • Objetos de aprendizagem entre os melhores desenvolvidos em 2005 e em 2006 para o concurso do RIVED/MEC; • Doação do Banco Nossa Caixa para construção do Centro de Promoção Inclusão Digital, Educacional e Social (CPIDES).
  • 61. A estrutura do CPIDES conta com: salas pedagógicas, biblioteca, sala de informática, sala multifuncional e salas de desenvolvimento.
  • 62. É importante valorizarmos cada avanço obtido na busca de uma Escola Inclusiva e de qualidade para todos. Os educadores passaram a valorizar diversas experiências tanto nas instituições quanto nas escolas públicas regulares...
  • 63. Assim, a mensagem apresentada a seguir representa o que esperamos da inclusão em nosso País...
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  • 86. Cada um de nós tem o seu tempo... Nunca é tarde demais...
  • 87. Para uma vida melhor para todos... Muito obrigada! Elisa elisa@fct.unesp.br Danielle Danielle17@gmail.com (18) 32295316