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A LÓGICA E AS CONCEPÇÕES QUE
NORTEIAM O CURRÍCULO OFICIAL DA
REDE ESTADUAL DE SÃO PAULO
PCNP – César Eduardo
PCNP – Shirley Berçot
O QUE É CURRÍCULO
 entendido como um conjunto de
disciplinas, programas, planos de estudos
e objetivos,
 o currículo deve ir além de uma seleção
de matérias e conteúdos.
 O currículo deve transmitir o legado
histórico e social, adquirindo assim um
saber cultural da sociedade fundamental
no seu papel social.
CURRÍCULO
 Constituído de saberes ( conhecimentos):
 Conteúdos - que devem se aprendidos e ensinados
(contexto);
 Práticas : como é oferecido (métodos de ensino e
aprendizagem);
 Acompanhamento da aprendizagem significativa:
Avaliação visando a promoção : Avaliação
 Recursos usados (ex. livros usados para ministrar
os conteúdos e para o processo ensino-
aprendizagem).
Currículo x seleção de conhecimentos
Um currículo resulta de escolhas
que devem levar em conta não
apenas “o que” deve ser ensinado
e “como” deve ser ensinado, mas
principalmente “por que” este
conhecimento deve ser ensinado.
Tipos de currículos
 CURRÍCULO FORMAL [baseia-se] em um
conjunto de objetivos e resultados previstos (.)
 CURRÍCULO INFORMAL [diz respeito] à
aprendizagem não planejada que ocorre nas salas
de aula, nos espaços da escola ou quando os
estudantes interagem com ou sem a presença do
professor(a).
 O CURRÌCULO OCULTO:
Currículo e cultura
 Cultura
Cultura é todo o conjunto de atitudes, costumes e
crenças; caracteriza um grupo que o distingue dos
outros, reflexos do que existe em uma sociedade. É uma
experiência acumulada pela aprendizagem e que é
transmissível de geração em geração.
Importância da interculturalidade, ou seja, da diferença
de culturas no seu contributo para a cultura de um país.
Competência Cultural
Competência cultural é um conjunto de variáveis que
contribuem para a organização inter-cultural.
CURRÍCULO ARTICULADO AS COMPETÊNCIAS PARA
O conhecer, fazer, conviver e ser.
 A construção do conhecimento pressupõe a construção do seu
próprio saber – Tem por base as experiências vivenciadas.
 A construção de competências e habilidades - a mobilização
destes conhecimentos e sua significação
 A aquisição dos saberes já construídos pela humanidade. a
apropriação mediatizada pela transmissão.
 Os três processos são operações distintas e compete a
escola atuar nesses processos.
●
.
Curriculo
Princípios da organização curricular
 Conteúdos escolhidos para garantir que
todos tenham educação básica
 Prioriza as competências leitoras e
escritoras
 Estão intimamente ligados a cultura e a
diversidade
 Os conteúdos não tem finalidade
em si mesmo.
 Se referem ao desenvolvimento de
habilidades e competências
 Articula as competências para o
aprender
Currriculo
Curriculo X aprendizagem significativa
 É contextualizado no mundo do trabalho
 É comprometido com a aprendizagem efetiva
do aluno
 Aproveitam as diversidades dos alunos para
incentivar a interação
 Parte sempre de conhecimentos que o aluno
já possui , em cada serie ou ciclo.
 Permite avaliar o aluno com um
todo
 Leva em conta as necessidades
dos alunos em seus aspectos
sociais –afetivos e cognitivos.
 Insere a avaliação processual e
continua como parte do processo
ensino aprendizagem
Currículo currículo
 Objetivo da Escola
 Promover a formação integral dos indivíduos
 FUNÇÃO SOCIAL DO ENSINO
 Para atingir esses objetivos ou finalidades a escola precisa
definir que habilidades e competências (capacidades) pretende
desenvolver em seus educandos.
 O papel dos objetivos educacionais
 COLL(1986) Classificação das capacidades do ser
humano:
 Capacidades de Cognição ou Intelectuais
 Capacidades Motoras
 Capacidades de equilíbrio e autonomia pessoal (afetivas)
 Capacidades de relação interpessoal
 Capacidades de inserção
 Capacidades de atuação social.
Função social dos educadores
 Compreender seu papel de mediador e facilitador no
processo de desenvolvimento e amadurecimento dos
educandos.
 Identificar os fatores que incidem no crescimento dos
alunos.
 Aceitar o papel que podemos ter nesse crescimento
e avaliar se nossa intervenção é coerente com a idéia
que temos da função social da escola e de nossa
função social como educadores
Os Conteúdos de Aprendizagem :
Instrumentos das intenções educativas
 Intenções educativas: globais e gerais
 O que ensinamos? ( conteúdos = conhecimentos de cada
disciplina, conceitos, princípios, enunciados teoremas)
 O que deve se aprender?
 Aprendizagem ampla esta ligada a conteúdos de variadas
naturezas: dados, habilidades, técnicas, atitudes, conceitos.
 Para que ensinamos?
 Desenvolvimento das habilidades e competências : gerais e
especificas para que todos adquiram autonomia para saber,
(conhecer), no saber fazer ( aplicar) e no saber conviver e
ser ( formação)
Tipologia dos conteúdos
( COLL, in Zaballa)
CONCEITUAIS
FATOS , CONCEITOS,
PRINCÍPIOS
PROCEDIMENT
AIS
PROCEDIMENTOS
TÉCNICAS
MÉTODOS
ATITUDINAI
S
VALORES
ATITUDES
NORMAS
PROCESSOS DE APRENDIZAGEM
DOS CONTEÚDOS - DIVERSIDADE
 COMO OS ALUNOS APRENDEM?
 1- AS APRENDIZAGENS DEPENDEM DAS
CARACTERÍSTICAS SINGULARES DE CADA ALUNO.
 2- APRENDEM CONFORME SUAS CAPACIDADES,
MOTIVAÇÕES E INTERESSES
 3 – A PARTIR DO QUE JÁ SABEM.
 4 – QUANDO ESTÃO MOBILIZADOS E MOTIVADOS
 CONTEXTOS X PERCURSOS X INTER RELAÇÕES
A APRENDIZAGEM DOS CONTEÚDOS SEGUNDO SUA TIPOLOGIA
FATOS PROCEDIMENT
OS
CONCEITOS ATITUDES
• TELEFONE
• DATAS
COMEMORA
TI -
VAS
• NOMES
Dirigir carro
Cozinhar
Jogar FUTEBOL
Pintar um
QUADRO
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Letras
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Divisão
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Responsabili
dade
Hábito de
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MEMÓRIA
Exercitar e
repetir várias
vezes
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Receber ajuda
daquele que sabe
CONSTRUÇÂ
O PESSOAL
Pensar,
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mpreender,
estabelecer
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Vivenciar
situações que
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CURRÍCULO
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APRENDIZAGEM
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ALUNO
E DO PROFESSOR
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Como organizar os conteúdos
 A organização dos conteúdos
 Há duas formas de se organizar os conteúdos:
 1 - Tomando como ponto de partida e referencial básico as disciplinas ou matérias;
neste caso os conteúdos podem ser classificados conforme sua natureza em:
multidisciplinares, interdisciplinares, transdisciplinares.
 A multidisciplinaridade - é a organização de conteúdos mais tradicionais. Os
conteúdos escolares são organizados por matérias independentes umas das outras.
 A interdisciplinaridade – é a interação entre duas ou mais disciplinas, que pode ir
desde a simples comunicação de idéias até a integração recíproca dos conceitos
fundamentais e da teoria do conhecimento, da metodologia e dos dados de pesquisa.
 A transdisciplinaridade - é o grau máximo de relação entre as disciplinas e supõe
uma integração global dentro de um sistema totalizador. É a realidade sem
parcelamento.
2 - Métodos globalizados
 Centra-se no aluno e suas necessidades educacionais, suas capacidades, interesses,
motivações. O aluno se transforma no protagonista do ensino.
 É o conhecimento adquirido através de visões globais e com posterior
aprofundamento através da análise. Inicialmente suscita o interesse do aluno e a
partir daí, a interpretação da realidade. Esta concepção psicológica da percepção
humana e da necessidade de despertar o interesse dos alunos, é o primeiro
desencadeante dos métodos globalizados.
 Existem diversos métodos que podem ser considerados globalizados: os centos de
interesse de Décroly, o sistema de complexos da escola soviética, o estudo do meio
do MEC, o currículo experimental de Taba, o trabalho por tópicos, os projetos de
trabalho.
 Todos partem de uma situação real: conhecer um tema, realizar um projeto,
resolver certas questões ou elaborar um dossiê. A diferença fundamental entre eles
está na intenção do trabalho a ser realizado e nas fases que devem ser seguidas.
ATIVIDADE X BOA SITUAÇÃO
DE APRENDIZAGEM
 TRABALHO SEM ADEQUAÇÃO
 NÃO PRECISA SER DESAFIADORA
 NÃO EXIGE REFLEXÃO: CÓPIA, SIGA O
MODELO
 GARANTE CIRCULAÇÃO DE
INFORMAÇÕES
 PREVÊ DESAFIOS E TOMADAS
DE DECISÃO
 MANTÊM AS CARACTERÍSTICAS
SÓCIO CULTURAIS DO OBJETO
A SER APRENDIDO
 FAVORECE A REFLEXÃO SOBRE
O CONTEÚDO A SER
TRABALHADO
ATIVIDADES
BOA SITUAÇÃO DE
APRENDIZAGEM
Princípios didáticos que definem uma boa
situação de aprendizagem
1 – Os aprendizes
precisam por em
jogo tudo o sabem
e pensam sobre o
conteúdo em
torno do qual o
professor
organizou a tarefa
2 – os aprendizes
têm problemas a
resolver e
decisões a tomar
em função do que
se propõem a
produzir;
Modalidades organizativas – como
ensinar
 Mantendo a Articulação /integração entre as áreas
de conhecimento - ensino interdisciplinar
 Contextualizando
 Organização do Tempo Pedagógico que garanta o
aprendizado de todos no tempo real.
Modalidades organizativas
ATIVIDADES
PERMANENTES
ATIVIDADES
INDEPENDENTES
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PROJETOS
SEQÜÊNCIA
S
DIDÁTICAS
Atividades permanentes
Situações didáticas propostas com
regularidade, com o objetivo de construir
atitudes, criar hábitos, etc...
Ex:
 Você sabia?
 Noticia da hora.
 Nossa semana foi assim.
 No mundo da arte
 Roda literária
 Cantando e encantando
 Comunidade muito Prazer
Situações independentes
sistematização
 Têm como objetivo principal a
sistematização de conhecimentos
 EX:
 Pontuação
 Escala cartográfica
 Algoritmo
 acentuação
projetos
 Prevê um produto final e planejamento com
tempo definido e objetivos claros.
 Periodicidade: depende das necessidades , dos
objetivos e do alcance das metas previstas;
 Contextualizam as atividades: ler , escrever,
estudar , pesquisar...
 Permitem o trabalho com diferentes linguagens
 Finalidade = compartilhada por todos os
envolvidos, que se expressa em um produto
final.
Seqüencias didáticas
 São ações didáticas articuladas, que
possuem uma seqüência de realização,
cujo critério principal são os níveis de
dificuldade.
 Funcionam de forma parecida com os
projetos e podem integrá- los,
desenvolvem habilidades e competências
mas não fornecem, necessariamente, um
produto final predeterminado
Levantament
o de
Conheci-
mentos
prévios
Sobre o
problema
Exige
negociação
de significados
Etapa s
apresentar
problem
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analisar
contextualiza
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discutir
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ANÁLISE DE TEXTOS
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Aprendizagem
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Apresentação currículo para o curso PAA e PA

  • 1. A LÓGICA E AS CONCEPÇÕES QUE NORTEIAM O CURRÍCULO OFICIAL DA REDE ESTADUAL DE SÃO PAULO PCNP – César Eduardo PCNP – Shirley Berçot
  • 2. O QUE É CURRÍCULO  entendido como um conjunto de disciplinas, programas, planos de estudos e objetivos,  o currículo deve ir além de uma seleção de matérias e conteúdos.  O currículo deve transmitir o legado histórico e social, adquirindo assim um saber cultural da sociedade fundamental no seu papel social.
  • 3. CURRÍCULO  Constituído de saberes ( conhecimentos):  Conteúdos - que devem se aprendidos e ensinados (contexto);  Práticas : como é oferecido (métodos de ensino e aprendizagem);  Acompanhamento da aprendizagem significativa: Avaliação visando a promoção : Avaliação  Recursos usados (ex. livros usados para ministrar os conteúdos e para o processo ensino- aprendizagem).
  • 4. Currículo x seleção de conhecimentos Um currículo resulta de escolhas que devem levar em conta não apenas “o que” deve ser ensinado e “como” deve ser ensinado, mas principalmente “por que” este conhecimento deve ser ensinado.
  • 5. Tipos de currículos  CURRÍCULO FORMAL [baseia-se] em um conjunto de objetivos e resultados previstos (.)  CURRÍCULO INFORMAL [diz respeito] à aprendizagem não planejada que ocorre nas salas de aula, nos espaços da escola ou quando os estudantes interagem com ou sem a presença do professor(a).  O CURRÌCULO OCULTO:
  • 6. Currículo e cultura  Cultura Cultura é todo o conjunto de atitudes, costumes e crenças; caracteriza um grupo que o distingue dos outros, reflexos do que existe em uma sociedade. É uma experiência acumulada pela aprendizagem e que é transmissível de geração em geração. Importância da interculturalidade, ou seja, da diferença de culturas no seu contributo para a cultura de um país. Competência Cultural Competência cultural é um conjunto de variáveis que contribuem para a organização inter-cultural.
  • 7. CURRÍCULO ARTICULADO AS COMPETÊNCIAS PARA O conhecer, fazer, conviver e ser.  A construção do conhecimento pressupõe a construção do seu próprio saber – Tem por base as experiências vivenciadas.  A construção de competências e habilidades - a mobilização destes conhecimentos e sua significação  A aquisição dos saberes já construídos pela humanidade. a apropriação mediatizada pela transmissão.  Os três processos são operações distintas e compete a escola atuar nesses processos. ● .
  • 8. Curriculo Princípios da organização curricular  Conteúdos escolhidos para garantir que todos tenham educação básica  Prioriza as competências leitoras e escritoras  Estão intimamente ligados a cultura e a diversidade  Os conteúdos não tem finalidade em si mesmo.  Se referem ao desenvolvimento de habilidades e competências  Articula as competências para o aprender Currriculo
  • 9. Curriculo X aprendizagem significativa  É contextualizado no mundo do trabalho  É comprometido com a aprendizagem efetiva do aluno  Aproveitam as diversidades dos alunos para incentivar a interação  Parte sempre de conhecimentos que o aluno já possui , em cada serie ou ciclo.  Permite avaliar o aluno com um todo  Leva em conta as necessidades dos alunos em seus aspectos sociais –afetivos e cognitivos.  Insere a avaliação processual e continua como parte do processo ensino aprendizagem Currículo currículo
  • 10.  Objetivo da Escola  Promover a formação integral dos indivíduos  FUNÇÃO SOCIAL DO ENSINO  Para atingir esses objetivos ou finalidades a escola precisa definir que habilidades e competências (capacidades) pretende desenvolver em seus educandos.  O papel dos objetivos educacionais  COLL(1986) Classificação das capacidades do ser humano:  Capacidades de Cognição ou Intelectuais  Capacidades Motoras  Capacidades de equilíbrio e autonomia pessoal (afetivas)  Capacidades de relação interpessoal  Capacidades de inserção  Capacidades de atuação social.
  • 11. Função social dos educadores  Compreender seu papel de mediador e facilitador no processo de desenvolvimento e amadurecimento dos educandos.  Identificar os fatores que incidem no crescimento dos alunos.  Aceitar o papel que podemos ter nesse crescimento e avaliar se nossa intervenção é coerente com a idéia que temos da função social da escola e de nossa função social como educadores
  • 12. Os Conteúdos de Aprendizagem : Instrumentos das intenções educativas  Intenções educativas: globais e gerais  O que ensinamos? ( conteúdos = conhecimentos de cada disciplina, conceitos, princípios, enunciados teoremas)  O que deve se aprender?  Aprendizagem ampla esta ligada a conteúdos de variadas naturezas: dados, habilidades, técnicas, atitudes, conceitos.  Para que ensinamos?  Desenvolvimento das habilidades e competências : gerais e especificas para que todos adquiram autonomia para saber, (conhecer), no saber fazer ( aplicar) e no saber conviver e ser ( formação)
  • 13. Tipologia dos conteúdos ( COLL, in Zaballa) CONCEITUAIS FATOS , CONCEITOS, PRINCÍPIOS PROCEDIMENT AIS PROCEDIMENTOS TÉCNICAS MÉTODOS ATITUDINAI S VALORES ATITUDES NORMAS
  • 14. PROCESSOS DE APRENDIZAGEM DOS CONTEÚDOS - DIVERSIDADE  COMO OS ALUNOS APRENDEM?  1- AS APRENDIZAGENS DEPENDEM DAS CARACTERÍSTICAS SINGULARES DE CADA ALUNO.  2- APRENDEM CONFORME SUAS CAPACIDADES, MOTIVAÇÕES E INTERESSES  3 – A PARTIR DO QUE JÁ SABEM.  4 – QUANDO ESTÃO MOBILIZADOS E MOTIVADOS  CONTEXTOS X PERCURSOS X INTER RELAÇÕES
  • 15. A APRENDIZAGEM DOS CONTEÚDOS SEGUNDO SUA TIPOLOGIA FATOS PROCEDIMENT OS CONCEITOS ATITUDES • TELEFONE • DATAS COMEMORA TI - VAS • NOMES Dirigir carro Cozinhar Jogar FUTEBOL Pintar um QUADRO Grafia das Letras Sistema alfabético Teoremas Divisão Fotossíntese Responsabili dade Hábito de leitura Solidariedade Respeito Prontidão MEMÓRIA Exercitar e repetir várias vezes FREQUÊNCIA Receber ajuda daquele que sabe CONSTRUÇÂ O PESSOAL Pensar, comparar,co mpreender, estabelecer relações COERÊNCIA Vivenciar situações que representem valores
  • 17. Como organizar os conteúdos  A organização dos conteúdos  Há duas formas de se organizar os conteúdos:  1 - Tomando como ponto de partida e referencial básico as disciplinas ou matérias; neste caso os conteúdos podem ser classificados conforme sua natureza em: multidisciplinares, interdisciplinares, transdisciplinares.  A multidisciplinaridade - é a organização de conteúdos mais tradicionais. Os conteúdos escolares são organizados por matérias independentes umas das outras.  A interdisciplinaridade – é a interação entre duas ou mais disciplinas, que pode ir desde a simples comunicação de idéias até a integração recíproca dos conceitos fundamentais e da teoria do conhecimento, da metodologia e dos dados de pesquisa.  A transdisciplinaridade - é o grau máximo de relação entre as disciplinas e supõe uma integração global dentro de um sistema totalizador. É a realidade sem parcelamento.
  • 18. 2 - Métodos globalizados  Centra-se no aluno e suas necessidades educacionais, suas capacidades, interesses, motivações. O aluno se transforma no protagonista do ensino.  É o conhecimento adquirido através de visões globais e com posterior aprofundamento através da análise. Inicialmente suscita o interesse do aluno e a partir daí, a interpretação da realidade. Esta concepção psicológica da percepção humana e da necessidade de despertar o interesse dos alunos, é o primeiro desencadeante dos métodos globalizados.  Existem diversos métodos que podem ser considerados globalizados: os centos de interesse de Décroly, o sistema de complexos da escola soviética, o estudo do meio do MEC, o currículo experimental de Taba, o trabalho por tópicos, os projetos de trabalho.  Todos partem de uma situação real: conhecer um tema, realizar um projeto, resolver certas questões ou elaborar um dossiê. A diferença fundamental entre eles está na intenção do trabalho a ser realizado e nas fases que devem ser seguidas.
  • 19. ATIVIDADE X BOA SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM  TRABALHO SEM ADEQUAÇÃO  NÃO PRECISA SER DESAFIADORA  NÃO EXIGE REFLEXÃO: CÓPIA, SIGA O MODELO  GARANTE CIRCULAÇÃO DE INFORMAÇÕES  PREVÊ DESAFIOS E TOMADAS DE DECISÃO  MANTÊM AS CARACTERÍSTICAS SÓCIO CULTURAIS DO OBJETO A SER APRENDIDO  FAVORECE A REFLEXÃO SOBRE O CONTEÚDO A SER TRABALHADO ATIVIDADES BOA SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM
  • 20. Princípios didáticos que definem uma boa situação de aprendizagem 1 – Os aprendizes precisam por em jogo tudo o sabem e pensam sobre o conteúdo em torno do qual o professor organizou a tarefa 2 – os aprendizes têm problemas a resolver e decisões a tomar em função do que se propõem a produzir;
  • 21. Modalidades organizativas – como ensinar  Mantendo a Articulação /integração entre as áreas de conhecimento - ensino interdisciplinar  Contextualizando  Organização do Tempo Pedagógico que garanta o aprendizado de todos no tempo real.
  • 23. Atividades permanentes Situações didáticas propostas com regularidade, com o objetivo de construir atitudes, criar hábitos, etc... Ex:  Você sabia?  Noticia da hora.  Nossa semana foi assim.  No mundo da arte  Roda literária  Cantando e encantando  Comunidade muito Prazer
  • 24. Situações independentes sistematização  Têm como objetivo principal a sistematização de conhecimentos  EX:  Pontuação  Escala cartográfica  Algoritmo  acentuação
  • 25. projetos  Prevê um produto final e planejamento com tempo definido e objetivos claros.  Periodicidade: depende das necessidades , dos objetivos e do alcance das metas previstas;  Contextualizam as atividades: ler , escrever, estudar , pesquisar...  Permitem o trabalho com diferentes linguagens  Finalidade = compartilhada por todos os envolvidos, que se expressa em um produto final.
  • 26. Seqüencias didáticas  São ações didáticas articuladas, que possuem uma seqüência de realização, cujo critério principal são os níveis de dificuldade.  Funcionam de forma parecida com os projetos e podem integrá- los, desenvolvem habilidades e competências mas não fornecem, necessariamente, um produto final predeterminado
  • 27.
  • 31. Seqüência didática é uma seqüência de ATIVIDADES LEITURA S AULAS PRÁTICA S TRABALH O EM GRUPO AULAS EXPOSI - TIVAS AULAS PRÁTICA S ANÁLISE DE TEXTOS PARA PROMOVER ENSINO E APRENDIZAGEM
  • 32. Deve promover Conflito cognitivo Meta – cognição Aprendizagem significativa compreensão Atitude favorável motivação Seqüência didática
  • 33. SEQÜÊNCIA DIDÁTICA DEVE APRESENTAR INTERDISCIPLIN A- RIDADE PODE UTILIZAR MAPAS CONCEITUAIS ANTONI ZABALA - A PRATICA EDUCATIVA – COMO ENSINAR – PAG 53 A 86 – AS SEQUENCIAS DIDATICAS E AS SEQUENCIAS DE CONTEÚDOS