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HISTÓRIA DO BRASIL
IMPÉRIO E REPÚBLICA
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A NOVELA BRASILEIRA
Sobre as charges:
Reunindo personagens de diferentes épocas dentro de um
estúdio de televisão como se fossem atores de um interminável
novelão, a História do Brasil Imperial é contada de forma
cronológica, alternando-se com cenas de bastidores do estúdio
de gravação, onde pode se encontrar Tiradentes e Antônio
Conselheiro na sala de maquiagem, Pelé e Zumbi no vestiário,
D.João VI e Fernando Henrique comendo frango no restaurante
da emissora. Uma história que casa a História com o Humor,
ambos com “agá” maiúsculo.
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TV HdoB
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CRONOLOGIA BRASIL IMPÉRIO
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O caminho para a independência
Instalação da Família Real portuguesa no
Brasil
- Bloqueio Continental
- Tratado de Methuen (1703) - Acordo com os
ingleses – dependência portuguesa da
Inglaterra.
 Abertura do portos às Nações Amigas
 Tratado de Aliança e Amizade
 Tratado de Comércio e Navegação
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RETORNO À PORTUGAL
Em 1820, a Revolução do Porto – de caráter liberal –
forçou o retorno de D. João VI à Portugal.
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Administração Joanina
Fundação da Casa da
Moeda
Banco do Brasil
Liberdade industrial
Faculdade de medicina
Academia de Belas artes
Arquivo militar
Teatro São João
Jardim Botânico
Imprensa Régia
Outros...
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A INDEPENDÊNCIA
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A INDEPENDÊNCIA
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A INDEPENDÊNCIA
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BRASIL IMPÉRIO
Primeiro Reinado > 1822 – 1831
Regências > 1831 – 1840
Segundo Reinado > 1840-1889
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PRIMEIRO REINADO (1822-1831)
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Os primeiros anos do
Primeiro Reinado
D. Pedro, ao tornar-se imperador,
possuía imenso prestígio entre os
brasileiros, no entanto, de libertador,
aos poucos será conhecido como
déspota e usurpador português.
O breve governo de D. Pedro será
marcado por lutas pela independência e
pelo sonho dele vir tornar- se um
monarca absolutista.
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Lutas pela independência
Na Bahia, os portugueses
resistem por quase um
ano mas acabam
derrotados em 2 de julho
de 1822 pelas forças
imperiais que contam com
a heróica participação de
Maria Quitéria disfarçada
de homem. Ainda hoje os
baianos fazem da data da
sua independência a maior
festa regional
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Reconhecimento da
independência
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Crise do Primeiro
Reinado
No Rio de Janeiro a
Assembléia Constituinte e o
Imperador não se entendem, os
constituintes querem limitar os
poderes de D. Pedro, que
dissolve a Assembléia em 1823,
prende e exila vários de seus
representantes, entre eles José
Bonifácio, que se bandeara para
a oposição. D. Pedro então reúne
dez pessoas de sua confiança e
encomenda uma Constituição
que fica pronta em 16 dias. Em
março de 1824 o Imperador jura
obedecer a Constituição que
outorga ao Brasil.
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Crise do Primeiro Reinado
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Crise do Primeiro Reinado
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A Abdicação
A situação a cada momento mais insustentável levou D.
Pedro I a abdicar em favor de seu filho Pedro de
Alcântara em 1831. Dentre os motivos da abdicação
destacam-se:
> Seu autoritarismo
> A imposição da Constituição de 1824
> Violência contra a oposição
> Assassinato do jornalista Líbero Badaró – seu opositor
político.
> Influência negativa de Chalaça
> Questão sucessória em Portugal
> Noite das garrafadas
> Demissão do ministério brasileiro
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A Abdicação
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Período Regencial
Regência Trina Provisória
(1831)
Regência Trina
Permanente (1831-1834)
– Bráulio Muniz – Costa
Carvalho – Brig. Lima e
Silva
Regência Uma do Padre
Feijó (1834-1837)
Regência Uma de Araújo
Lima
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O Período regencial
Com a abdicação de D. Pedro
consolidava-se a Independência do
Brasil passando o poder para a elite
nacional.
Esta elite encontrava-se dividida em 3
grupos políticos: Liberais exaltados –
Liberais Moderados e Restauradores
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Grupos políticos
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REGÊNCIAS
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REGÊNCIAS
O período regencial
é marcado
especialmente pelas
inúmeras revoltas
que estouraram no
país.
O governo dos
regentes era muito
instável.
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Revoltas regenciais
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Revoltas regenciais
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Revoltas regenciais
29/03/17 32
Revoltas regenciais
29/03/17 33
REGÊNCIAS
Fica claro que as
mudanças políticas
decorreram dos
interesses das elites
que não desejam
perder a unidade
nacional sacudida
(como nunca) por
inúmeras revoltas
populares e
separatistas.
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O Golpe da Maioridade
O conservador Araújo
Lima abandona a
batuta da regência e o
poder é entregue ao
jovem imperador D.
Pedro de Alcântara.
O Golpe da Maioridade
foi uma estratégia para
que os liberais
retornassem ao poder.

Império e república

  • 1.
    29/03/17 1 HISTÓRIA DOBRASIL IMPÉRIO E REPÚBLICA
  • 2.
    29/03/17 2 A NOVELABRASILEIRA Sobre as charges: Reunindo personagens de diferentes épocas dentro de um estúdio de televisão como se fossem atores de um interminável novelão, a História do Brasil Imperial é contada de forma cronológica, alternando-se com cenas de bastidores do estúdio de gravação, onde pode se encontrar Tiradentes e Antônio Conselheiro na sala de maquiagem, Pelé e Zumbi no vestiário, D.João VI e Fernando Henrique comendo frango no restaurante da emissora. Uma história que casa a História com o Humor, ambos com “agá” maiúsculo.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
    29/03/17 5 O caminhopara a independência Instalação da Família Real portuguesa no Brasil - Bloqueio Continental - Tratado de Methuen (1703) - Acordo com os ingleses – dependência portuguesa da Inglaterra.  Abertura do portos às Nações Amigas  Tratado de Aliança e Amizade  Tratado de Comércio e Navegação
  • 6.
    29/03/17 6 RETORNO ÀPORTUGAL Em 1820, a Revolução do Porto – de caráter liberal – forçou o retorno de D. João VI à Portugal.
  • 7.
    29/03/17 7 Administração Joanina Fundaçãoda Casa da Moeda Banco do Brasil Liberdade industrial Faculdade de medicina Academia de Belas artes Arquivo militar Teatro São João Jardim Botânico Imprensa Régia Outros...
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
    29/03/17 11 BRASIL IMPÉRIO PrimeiroReinado > 1822 – 1831 Regências > 1831 – 1840 Segundo Reinado > 1840-1889
  • 12.
  • 13.
    29/03/17 13 Os primeirosanos do Primeiro Reinado D. Pedro, ao tornar-se imperador, possuía imenso prestígio entre os brasileiros, no entanto, de libertador, aos poucos será conhecido como déspota e usurpador português. O breve governo de D. Pedro será marcado por lutas pela independência e pelo sonho dele vir tornar- se um monarca absolutista.
  • 14.
    29/03/17 14 Lutas pelaindependência Na Bahia, os portugueses resistem por quase um ano mas acabam derrotados em 2 de julho de 1822 pelas forças imperiais que contam com a heróica participação de Maria Quitéria disfarçada de homem. Ainda hoje os baianos fazem da data da sua independência a maior festa regional
  • 15.
  • 16.
    29/03/17 16 Crise doPrimeiro Reinado No Rio de Janeiro a Assembléia Constituinte e o Imperador não se entendem, os constituintes querem limitar os poderes de D. Pedro, que dissolve a Assembléia em 1823, prende e exila vários de seus representantes, entre eles José Bonifácio, que se bandeara para a oposição. D. Pedro então reúne dez pessoas de sua confiança e encomenda uma Constituição que fica pronta em 16 dias. Em março de 1824 o Imperador jura obedecer a Constituição que outorga ao Brasil.
  • 17.
    29/03/17 17 Crise doPrimeiro Reinado
  • 18.
    29/03/17 18 Crise doPrimeiro Reinado
  • 19.
  • 20.
  • 21.
    29/03/17 21 A Abdicação Asituação a cada momento mais insustentável levou D. Pedro I a abdicar em favor de seu filho Pedro de Alcântara em 1831. Dentre os motivos da abdicação destacam-se: > Seu autoritarismo > A imposição da Constituição de 1824 > Violência contra a oposição > Assassinato do jornalista Líbero Badaró – seu opositor político. > Influência negativa de Chalaça > Questão sucessória em Portugal > Noite das garrafadas > Demissão do ministério brasileiro
  • 22.
  • 23.
    29/03/17 23 Período Regencial RegênciaTrina Provisória (1831) Regência Trina Permanente (1831-1834) – Bráulio Muniz – Costa Carvalho – Brig. Lima e Silva Regência Uma do Padre Feijó (1834-1837) Regência Uma de Araújo Lima
  • 24.
    29/03/17 24 O Períodoregencial Com a abdicação de D. Pedro consolidava-se a Independência do Brasil passando o poder para a elite nacional. Esta elite encontrava-se dividida em 3 grupos políticos: Liberais exaltados – Liberais Moderados e Restauradores
  • 25.
  • 26.
  • 27.
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    29/03/17 28 REGÊNCIAS O períodoregencial é marcado especialmente pelas inúmeras revoltas que estouraram no país. O governo dos regentes era muito instável.
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    29/03/17 33 REGÊNCIAS Fica claroque as mudanças políticas decorreram dos interesses das elites que não desejam perder a unidade nacional sacudida (como nunca) por inúmeras revoltas populares e separatistas.
  • 34.
    29/03/17 34 O Golpeda Maioridade O conservador Araújo Lima abandona a batuta da regência e o poder é entregue ao jovem imperador D. Pedro de Alcântara. O Golpe da Maioridade foi uma estratégia para que os liberais retornassem ao poder.