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JANEIRO
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EM DIA
UFBA ganhabiblioteca de 3 millivros do inglês
ktssell-Wood, espeualista em Brasil Colônio.
AG EN DA EVENToS CULTURAIS BRASILAFoRA
DOSSIÊ BRASIL NAZISTA
REPORTAGEM
A outro histó rio brosileiro
Por Alice Melo
Fazendos de São Paulo escondem casos de
simpaüa a nazistas e órfãos escrovizados.
No entreguerros,
entrom os outoritorios
Por Bruno Garcia
Com o crescímento do fasasmo e do soaalisffio,
a democracta chegou a ser chamada de
regime fantasioso.
EDUCAÇÃO
Eugenio se oprendio no escolo
Por Sidney Aguilar Filho
Cansütuição de 1934 defendia a ideia de que
haveria desigualdade de aprendizado enffie
alunos de diferentes cores.
Auto ritorismo com Getulio
Por Maria Lutza Tucci Carneiro
De 1930 a 1945, Brasil se tornou território
livre para a circulação de nazistos, fascistas
e integralistas.
RETRATO
C uidodosos reloções exteriores
Por Roberto Lopes
Apos assumir Itamaraty em momento
conhrbado, Oswaldo Aranha se posinonou
c ontr a Alem anho hitl erist a.
B8 Xenofobio com os cores locois
Por Nashla Dahás
Governos totalitorios da Arnerica Laüna
odoptarann doutrinas discriminatónas europeias
a realidades próprias.
&fi No móxiffio, integrolistos
Por Francisco Eduardo Alves de Almeida
De 191,8 a 7939, marinheirosbrasileiros não
erom influenciqdos pelo Nemanho, mas grupo
seguia Plínio Salgado.
&n Extremo-direito, volver
Por Cristina Luna
Apos ternporada na Alemanha, oflciais do
Exernto brasileiro tentam propogor ideal militar
germâníco nas Forças Armadas.
O condutor de homens
Por Mateus Dalmáz
Propaganda brasileira de autobiografia de
Ilttler mostrava o Führer como personalidade
que arr eb atav a mulüdõ es.
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ENTREVISTA
Tzveton Todorov
Por Bruno Garcia
"TodAs as populações do globo, de todas as épocas,
contarn zuas historíos e cantam seus poemas."
Poro solvor Solvodor
Por Pablo Antonio Iglesias Magalhães
Religiosos üveram de lutar contra holandeses na
então prinupal udade portuguesa, na Arnerica.
LEITURAS
De comer com os olhos
Por Mariana Corção
Cômara Cosaúo anota as origtnais combínações
da cozínhabrasileiro ao longo do tempo.
Muito mois complexos
Por Walter Neves e Mercedes Okumura
Nova forma de usor craniometria mostra
diferenças entre povos pré-históricos que
habitav om a costa br asileir a.
PERSPECTIVA
A luto contro o Moligno
Por Tereza Renata Silva Rocha
Escrita no séanlo XIil, Legenda Áure a narra as
inúmeras batalhas entre santos e demônios na
Idade Média.
Enguonto isso...
Por Marcello Scarrone
Europa vweu um dos seus períodos mais
conhrbados, que ntlminou na epidemia de peste.
ESPECIAL MARTINS PENNA
Juntos e misturodos
Por Luiz Costa-Lima Neto
Uníndo a aria de ópero ao lundu de barbeiros
negros, dramahtrgl mosfuou tensões sociais.
Às morgens do polco
Por Antonio Herculano Lopes
Obra cômica denota simpoüa por classes popula-
res e salpica referênnas à violêncía da escravidão.
QUADRINHOS
Mo ngs é coiso nosso
Por Claudio Roberto Basílio
Pioneiro, Aoudio Seto usouherança familiar
para criar guerreirls somurais e bonecos niryas.
ALMANAQ U E HUMoR E CURIoSIDADES
DECIFRE SE FOR CAPAZ
Monuscritos pintodos
Por Maria Teresa Toribio Brittes Lemos
Lâmina do Codice Bórgia apresenta o deus da
vida e o da morte dos anügos mexicanos.
POR DENTRO DA BIBLIOTECA
Antes do cortão-postol
Por Angélica Barros
Fotografia do seqflo XIX mostra conhectdo ângu-
lo do No de Janeiro, mas sem a poluição urbana.
LIVROS
CARTAS
A HISTORIA DO HISTORIADOR
Próximo demois
Por Eunícia Fernandes
Aprofundamento na pesquisa Wansforma os obje-
tos de eshtdo em personagens de sonhos.
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EM DIA
Aumenta o número de síüos orqueológtcos na
regíão Norte, mas falta mão de obra qualificada.
AG EN DA EVENTOS CULTURAIS BRASILAFORA
DOSSIÊ VIDA PRIVADA NO IMPÉNIO
Criondo intimidode
Por Rodrigo Elias
A noção de tndWifutahdade começa a se consokdar
defirntwarnente a parür do século WIII.
Ocio permitido
Por Mary Del Priore
Lazer deixa de ser quase pecado e se torna
opção para homens e mulheres durante
o reinado de Pedro II.
Reloção desequilibrodo
Por Marcia Amantino e Jonis Freire
Maior numero de escravos homens ditou
as formas de relaaonamento entre caüvos.
lguol o coroção de mõe
Por Roberto Guedes
No Impéno, família não ünha relação direto
com a número de pessoos em casa, mas com o
senür-se parte dela.
Desde cedo
Por Marcos Cezar de Freitas
No Wanscorrer do século XIX, mentnos usavom fl-
lhos de escravos como "onimaiztnhos de fazenda".
Foro de modo
Por Márcia Pinna Raspanti
Com a abertura dos portos, houve uma invasão
dos produtos ingleses, mas brasileiros erom vistos
como desalinhados.
Com um pé no cozinho
Por Maria de Fátima Moraes Argon
A pedido do marido, princesa Isabel tentava
controlar seu peso, mas ünha difiatldade de
resisür ao feqão preto.
Muito mois que prendodo
Por Eneida Queiroz
Num período oinda muito machista, Eufrósia
Teixeira Leite conseguiu ser indeptendente e
inspirar José de Alencar.
REPORTAGEM
Criodo poro se wir
Por Gabriela Nogueira Cunha
Albert Latapie conta em suas memorias como
foi trabalhar para família impenalbrasileira
no exílio francês.
Roubo de bebês
Por Isabel Cristina Leite
e Marcos Oliveira Amorim Tolentino
Durante as ditaduras argenüna e espanhola,
hotwe estarrecedores casos de sumiço dos filhos
de oposinonístas.
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ENTREVISTA
Jooguim Romero Mogolhões
Por Bruno Garcia
"A república portuguesa é resultado da necessi-
dode de novas classes souais, da emergência de
uma classe média, de gente ligada ao clmércíl."
RETRATO
Conspi rsdor litersrio
Por Gustavo Henrique Tuna
Poeta e professor da geração dos inconfidentes,
Silva Alvarenga sofreu por conta de sua
cuno si d a d e int el e cht ol.
Chopodo em Pernombuco
Por João Azevedo Fernandes
Irwasores holandeses chacaram os moradores do
Brasil pelo qrnnüdade e frequ&tcía carn quebebíarn.
LEITURAS
Por um Rio cosmopolito
Por Clara Miguel Asperti Nogueira
Em sua faceta cronista, Olavo Bilac defendeu as
reformas que mudaram a capital da República.
Enguonto isso...
Por Marcello Scarrone
Fim do sécttlo XIX e iníno do XX foi eferuescente
naliterohro mundiql.
PERSPECTIVA
Digno de cortão postol
Por Maria da Ajuda Santos Santana
Em meio à depressão, fotografo francês tento
"vender" ChapAda Diamanüna a europeus"
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Nero inocente?
Por Fábio Duarte Joly
Escritas séculos apos o incidente, prinupais
fontes sobre o incêndio em Roma podem ter
si do influ enciad as p oliü c ament e .
EDUCAÇÃO
Reformo, oovomente
Por Beatriz Boclin Marques dos Santos
e Thiago Rodrigues Nascimento
Mudança no currículo da educação basica
ecoa outras tentaüvas de mexer com o ensino.
ALMANAQ U f HUMoR E cuRtostDADES
DECIFRE SE FOR CAPAZ
Orolidode documentodo
Por João Euripedes Franklin Leal
Pero de Magalhães Gândwo exemplíficava a arte
corrente e atlta de escrever alíngua de seutempo.
POR DENTRO DA BIBLIOTECA
Mopo sentimentol de Vossouros
Por Lia Jordão
Publicação regisffia coüdiano da terra dos barões
do cafe em seu apogeu econômico.
LIVROS
CARTAS
A HISTORIA DO HISTORIADOR
Sem perder o moiestode
Por Alzira Salete Menegat
e Eudes Fernando Leite
Coso da rainha da reforma agroria mostra
a importância dos indivíduos comtlns na
"grande Historia".
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EM DIA
Escavações na regtão central de Pinheiros
revelam formação do bairro mais anügo
de São Paulo.
AG EN DA EVENToS CULTURAIS BRASILAFoRA
DOSSIÊ GUERRILHEIROS
O ovo do revoluçõo
Por Edson Teles
Lutas ormadas na Arnérica Laüna noscerom
dentro da Guerra Fna contra golpes que se
alash ar am p elo conünente.
Ensoio frustrodo
Por Jean Rodrigues Sales
Mílitares que haviqm parücxpado da Cadeiq
da Legalidade fizeram a primeira tentaüva
de guerrilha no Brasil.
Sob o comondo de Lomorcq
Por Wilma Antunes Maciel
No Vale do Nbeira, -1,9
homens se
juntaram para começar a revolução, mas
üveram que combater até aviões de guerra.
Finol infeliz
Por Patricia Sposito Mechi
Militantes do Araguaia resisüram por seis
anos e por três campanhas militares,
mas acab ar am eliminados.
Prestes esguecido
Por Apolo Heringer Lisboa
PCB e seu princrpal líder foram considerados
incapozes de guiar a resistênna popular.
LEITURAS
Monuois po ro o luto ormodo
Por João Quartim de Moraes
Che Guevora e Carlos Marighella escreyeram
obras que se tornaram leihtras obrtgatórias
para guerrilheíros.
lnfogrofico
Caminhos da Revolução Cubana
REPORTAGEM
Apo rel hos, exproprioções
e justiçomentos
Por Ronaldo Pelli
Ex-militanteslembramcoüüanodetreinarnentos,
clandesünidade, prisões e muito medo.
ENTREVISTA
Jeo n-Fro nçois Si rinelli
Por Bruno Garcia
"A Hístoria exige um trabalho que compreenda
a complexidade paro além das formuloções de
bom e man."
Deus e o diobo no te rro
de Anchieto
Por Douglas Soares de Miranda
Padre jextíta protege catokcos e ataca protestantes
em obra sobre a invasão francesa no Rjo.
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s8 Enguonto isso...
Por Marcello Scarrone
No século X/l,literahtra de More, Camões
e Rabelais capta o espírito da Era Moderna.
E.DUCAÇÃo
Opero primo
Por Ciro Flamarion Cardoso
Obras do teatro musical são ferramentas
para eshtdar princrpalmente o período em
que foram compostas.
PERSPECTIVA
O pitoresco e o cotidiono
Por Ana Maria Tavares Cavalcanti
Pintores vialantes retratam o Río de Janeiro
do séailo XIX sob pontos de vista diversos.
Aguo gue vole ouro
Por Marjolaine Carles
Em Vila Rica, políüca de controle das fontes
estava diretamente ligada ò mtneração.
RETRATO
O primeiro líder globol
Por Fernando Bouza Alvares
Fetipe II foi senhor das Índias castelhanas e
portLlgtLesas, mas o processo para unir a penínsu'
la iberica foi complicado.
Unidos deboixo d'oguo
Por Andrea Casanova Maia e
Lise Fernanda Sedrez
Buenos Aires e No de Janeiro dividemha muito
tempo o mesmo problema: são constantemente
assoladas por enchentes.
ALMANAQ U E HUMoR E CURIoSIDADES
DECIFRE SE FOR CAPAZ
Pedro do sorte
Por Sônia Maria Gonçalves
Manuscrito sugere graüflcação a garimpeiros e
líberdade a escravos que encontroram diamanta
POR DENTRO DA BIBLIOTECA
Muy omigo
Por Carolina Ferro
Cor dial correspondência entre N ap oleão
e o prtnnpe D. João mostra pressão sobre
regente porhryuê*
LIVROS
CARTAS
A HISTORIA DO HISTORIADOR
Tempo presente
Por Marco Antonio Villa
Pesquisadores devem se esforçar para trazer
disatssões nas wúversidades ao debate público.
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33 O bom, o mou e o selvogem
Por Mércio Pereira Gomes
A visão ocidental dos índios foi influenciada por
pensadores europeus como Hobbes e Rouss eau.
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REPORTAGEM
Progresso à forço
Por Bernardo Camara
Apesar dalegtslação mais favoravel, natwos
enfrentam problemas parendos com os da época
da ditadura.
Eu me decloro
Por Clarissa Cohn
Índios chegam ao sécuto XXI sem httela do
Estado, mos lutando para ofirmar dwersidades
étnicas.
Divisõo e multiplicoçõo
Por Andreas Kneip e Antonio Mello
Teses sugerem cominhos tomados pelas popula-
ções hryis e guararus paro povoar o continente.
Reloções ontigos
Por Cristiana Bertazoni
Povos amazônicos conseguiram limitar expansão
do Impéno Inca.
Escrovo de pele vermelho
Por Elisa Frühauf Garcia
Naüvos vendiam a portugueses índios de tnbos
rwais antes uülizados em rihtais, como o antro-
pofagío.
Tecnologio totol
Por Simone de Athayde
Mandioca e redes de dormir ainda são usadas tal
e qual os índios do seculo ÃlI faüom.
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43 Os olguimistos ficorom
Por Ana Maria Alfonso-Goldfarb
e Márcia Helena Mendes Ferraz
A "uêncta moderna" não nasceu por decreto e
convweu com abusca pela pedro filosofal.
ENTREVISTA
Monolo Florentino
Por Bruno Garcia
"Nós, historiadores, contírluffinos a fitnctonnr em um
reglstro de escrito socrakzoda da época colornal."
RETRATO
Converstio nacionol
Por Mauricio Parada
Austríaco Oüo Maria Carpeaux adotou não so-
mente o Brosil, mas sualiterahra.
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Enguonto isso...
Por Marcello Scarrone
Enquanto Carpeaux se exilavA, olttros
tnteleútAts, como Freud e Zweig, também
escapovarn de Hitler.
ldolotrio orgentino
Por Paulo Renato Silva
Fenômeno culttral no país wztnho, peronismo
infhrcncía os rutnos do políüca nacional ate hoje.
PERSPECTIVA
Supermercodo perno m bucono
Por Rosilene Gomes Farias
Espaço no bairro de São José, cnado no fim
do séatlo XIX, se tornou ícone por manter sua
arquitehtra de ferco ongtnal.
Biopi roto inglês
Por Louis Carlos Forline
No inícío do séailo XX, o trffico de sementes
para colôrnas asióücas acabou com ahegemonia
da b orr acha arnazôruca.
LEITURAS
Mudonço de cominho
Por Vagner Camilo
José é o lwro de transição na produção de
Drummond: de um enfoque mais intimista para
uma poesia mais engalada.
EDUCAÇÃO
Possodo congelodo
Por Tânia Regina de Luca
Períodicos anügos disponíveis on-lnte são boas
fontes para se mostrar como os episódios são re-
gtsffiados no calor do momento.
ALMANAQU E HUMoR E CURIoSIDADES
DECIFRE SE FOR CAPAZ
Reor gonizoçõo od mi nistrotivo
Por João Eurípedes Franklin Leal
Produztdo no retnado de D. Manuel, foral de
Coímbra de 1,576 e o de maior formato produzt-
do até então.
POR DENTRO DA BIBLIOTECA
Po nfletos reocionó rios
Por Christianne Theodoro de Jesus
Medo de que se repeüsse no Brasil movwnento
parendo com a revolução de 1789levou Poffiryal
a comhater ideais franceses.
LIVROS
CARTAS
A HISTORIA DO HISTORIADOR
Efeitos mois que coloterois
Por Murilo Sebe Bon Meihy
Em uma guerra, a destntição vai além das pesso-
as, aüngtndo também regístros de uma anlura.
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r8 Voo ontigo
Por Mauro Lins de Barros
Sonho de voar remete às anügas mitalagtas, mas
demorou mitênios paro se concreüzar
''Crlise Com osos
Por Claudia Musa Fay
Problemas enfrentados pelas companhias aéreas
começaram junto com o lançamento da prímeira
empresa
EM DtA AVtAÇÃO
Embraer vende 20 Super Tucanos para a Força
Aérea Arnenca,na por US.$ 427 milhões
RETRATO
A crioçõo do poroíso
Jeai de Léry se tornou um dos maiwes divulga-
dores do Brasit do século fVI na Europa
Reveloções médicos
Por James Roberto Silva .:'
Desde a sua irwenção, a fotografia é usada tanto
para o tratamento quanto parabizarnces
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Froncisco Weffort
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dores. Estamos comprometídos com certos aspisç-
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5ó Exemplos o nõo seguir
Por Iacy Maia Mata
Legtslação brasileira que atrasou a libertação de
escrovos inspirou Watamento parendo em Cuba
Ordem e picuinhos
Por Roberto da Silva Ribeiro
Disputa entre freis da Bahia do séntlo XlUI mos-
tra as relações políücas nos conventos
Enguonto isso...
Por Marcello Scarrone
Sob impaüo dos reformas religtosas, ordens cató-
hcas crescerarn e se mnlüplicaram
PERSPECTIVA
AIheio à trodiçõo
Por Maria Eduarda Castro Magalhães Marques
Legado de Mira Schendel foi marcado pnnctpal-
mente p ela lib er dade exp erimental
LEITURAS
Arepúblicoeoonorguio
Por Ricardo Souza de Carvalho
's semeïhanças entre Flonona Peixoto no Brasil
e Juan Manuel Balmaceda no üúle, segwtdo
Joaquim Nabuco
EDUCAÇÃO
Memório visuol
Por Marcelo da Silva Araújo
Descobertas feitas conn charges e desenhos podem
ser muito úteis qo aprendizado de jovens do ensí-
no bósico
A LMANAQ U E HUMoR E CURIoSIDADES
DECIFRE SE FOR CAPAZ
Um "focttltotivo", por fovor
Por Carlos Roberto Bastos Freitas
Por conta do cólera no Impéno, delegacia de São
Fidelis (RJ) teve que pedir aluda à ndade viünha
de Campos
POR DENTRO DA BIBLIOTECA
Cotólogo de sinois
Por Lia Jordão
Lwro pioneiro que catalogou os gestos e as ex-
pressões da comrnticação de surdos saiu em'1875
LIVROS
CARTAS
A HISTORIA DO HISTORIADOR
Pegodos do possodo
Por Emir O. Filipovic
Gato medíeval deixou marcadas suqs "digltais"
em doanmento do século W
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EM DIA
Bois Capnchoso e Garanüdo completam 100 anos
em festa que busca resgatar raízes da tradição
amazôrnca
AG EN DA EVENTOS CULTURAIS BRASILAFORA
16 SEXO E PODER NO BRASIL
ÍB Outros descobrimentos
Por Milena Fernandes Maranho
No iníno da colonízação, portuglteses se uniam a
índías, mesmo com a desaprwação da Igreja
21 Doutrino subvertido
Por Ronaldo Vainfas
Os "tocontentos torpes" dos padres erom comlffirs
na Colôrua
23 Alcovo mestiçq
Por Suely Creusa Cordeiro Almeida
Relações sexuais entre escravos e senhores
erarn até comuns, tnas hierarquias soaais se
manünham inabaladas
Comportomento ilibodo
Por Sheila de Castro Faria
Aasadas de trocar sexo por favores, fficanas no
Brasil ünham uma moral dfuersa da dos eLlropeus
Muito froternidode
Por Marcus J. M. de Carvalho
Ide ais fr ance s es influennar am comp ortamento
femtntno no Reafe do século XIX
Equilíbrio dos vontodes
Por Cristiana Facchinetti
A peça-chave paro regulação dos impulsos era o
casamento prograrnado por criténos nentíficos
Reloções de poder
Por María Elvira Díaz-Benítez
Caso brasíleiro aludq a pensar na sexuakzação
da raça e na ractakzação do sexo
"A suo Altezo Reol"
Por Ana Carolina Delmas
Escrever dedicatónas ero uïnaboa estratégla
paro agradar poderosos. D. João que,o diga...
ENTREVISTA
LuizCosto Limo
Por Bruno Garcia
"Não pergunte a um qhtno de ltterahtra
o que é ltterahra"
REPORTAGEM
Boú revirodo
Por Leandra Silva
Exposição csrn acervo de Frído Kahlo
mostra outros ângulos da prsonnkdade
da artista mexícorwl
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Molditos Molvinos
Por Vicente Palermo e Marcos Novaro
Arquip€lago palco de guerra é ainda entrave para
argentinos se alustarern à ordem internanonal
lndios, de todos os lugores
Por Luís Filipe Silvério Lima
Imagem em Salvador reffiatahna de São
Franitsco Xayier pela corwersão de genüos
Enguonto isso...
Por Marcello Scarrone
Os sécrios XIII e KlIil foram os tempos de
Rl.tb ens, Rembr andt, V elasquez
RETRATO
Origens do mal
Por Eduardo Jardim
Hannah Arendt irwentou nwas formas de pensar
para dar conta dos horrores do século XX
LEITURAS
Letros de combote
Por Pablo Rocca
Com ausência das cíêncías sociais,literahtra
virou fonte para interpretar o período da
ditafuira uruguaía
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Disciplino físico
Por André Mendes Capraro
Apr ov eitando o tnler esse gener akzado, futeb ol
aluda o ensino em dwersas discipltnas
Crime de preconceito
Por João Luiz Ribeiro
No Brasil imperial, A pen& de morte estan
tnümamente relanonada à escravídão
ALMANAQ U E HUMoR E CURIoSIDADES
DECIFRE SE FOR CAPAZ
Escrevendo em grego
Por Maria Olívia de Quadros Saraiva
Manuscrito do sénúo XII ou XIII mostra trecho do
Evangelho de João
POR DENTRO DA BIBLIOTECA
Sem moderoçõo
Por Iuri Lapa
Pubkcação escrita par médico alertava para os
pengos sociais das bebidas alcoólicas
LIVROS
CARTAS
A HISTORIA DO HISTORIADOR
Vocoçõo poro o mogisté rio
Por Antonio Carlos Jucá de Sampaio
O autor revisita seu terrupo de graduando e com-
partílha com os leitores o quanto o professor Ciro
Cardoso tnfluenaou o sua formação
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Conanrsos e eventos aihtrais celebram a memóna
de Chico Mendes, 25 anos após sua morte
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Í6 DOSSTÊ CtVtLtZAÇÃO DO AÇUCAR
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Por José Augusto Pádua
Proveniente do Extremo Oriente, o açúcar
se transformou em um dos ícones do
mundo moderno
REPORTAGEM
Recursos humonos?
Por Aline Salgado
Mecanização é wna das prtnctpais apostas
para dimirunr a yry)erexploração de
Wabolhadores do cana
Donço comigo
Por Maria Leonor Costa
Chegada da fanília real ao Brasil inaugurou a
temporada de bailes na corte do No
Fronteiro tenso
Por Renata Peixoto de Oliveira
Como as relações entre os vizwthos Colômbia e
Venezuela azedaram nas últtmas décadas
Arte morciol ò brosileiro
Por José Tuff Cairus
O Brazilian Jiu-Jítsu nasceu como espetóculo
ctrcense na Arnazônia, urna adaptação do judô
japonês
ENTREVISTA
Benito Bisso
Por Bruno Garcia
"Somls professores públicos, pagos com verbas
públicas, e temos, sim, a obngação de produztr."
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Com oçúcor e com conflito
Por Stuart B. Schwartz
A monoqilutra da cana regeu as relações
econômicas, soctaís e políücas no Brasil por,
ao menos, dois séculos
A ene rgio do copitol
Por Daniel Strum
Comérno da pnmetracommodityfoi o responsa-
vel por criar as bases do atual sistema financetro
lnfogrítico
LEITURAS
Senhorzinho de engenho
Por Mariana Miggiolaro Chaguri
Obra de Jose Ltns do Rego mosffia relações
desiguais entre os meninos da casa-grande
e os da senzala
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RETRATO ESPECIAL MAQUIAVEL
ss Os princípios dos Principodos
Por Felipe Charbel Teixeira
Após pqssar os dias na toverna jogando, pensador
voltavo à sua casa paraler dassicos e produzír
zuos obras
PERSPECTIVA
Ponte entre influêncios
Por Fernando Atique
Palqcio Monroe simbolizou o casamento entre
aherança europeia e o "flerte cultural" com os
Estados Unidos
EDUCAÇÃO
A Goiq pedagogio
Por Ludmila Gama Pereira
Peça teatral mostra como o Grena Anüga influen-
cíou arte, esporte, nênno, filosofio e políüca
ALMANAQ U f HUMoR E cuRtoslDADES
DECIFRE SE FOR CAPAZ
Receito complicodo
Por José Eurípedes Franklin Leal
Monuscrito do século Ã/ dó dicas de como se
preparar carnes, conseryas e, claro, doces
POR DENTRO DA BIBLIOTECA
Umo bobó coloniol
Por Lia Jordão
Livro sobre educação infonül do séailo nlII
mosffia como praücas não mudaram tonto nos
úlümos anos
LIVROS
CARTAS
A HISTORIA DO HISTORIADOR
De repentê, o documento
Por Luís Reis Torgal
Professor porluguês conta as dificuldodes e
as coinctdênctas ao pesquisar sobre prédio do
período de Salazar
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Nodo moquiovélico
Por Flávia Roberta Benevenuto de Souza
Italíono acreditava que agxr de forma
ostenswarnente pérfrda, ardilosa ou vinosa
era cqminho certo para a ruína
Receito do possodo
Por Valdei Lopes de Araújo
Escntor políüco foibuscor na Roma Anüga
inspiração para sugenr formas de organizar
cí d a de s - e st o do it ak an qs
Entrevisto com Quentin Skinner
Por Rodrigo Elias
"O verdadeiro glvernante virhtoso yai estar pre-
parado para agxr de forma contrana às virtudes."
Enguonto isso...
Por Marcello Scarrone
No époco de O príncipe, grandes gêruos bnlha-
ram, das artes plasücas ao mundo dos letras
Mitos orientois
Por Susani Silveira Lemos França
Europeus que vialavam para *ia nos sécrios XIII
e XN fazem descríções paradisíacas e infernais
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EM DIA
Denúncta de mo consertação do aceruo do
arüsta Frans Kracjberg gera disputa judiual
AG EN DA EVENTOS CULTURAIS BRASILAFORA
DCSSrÊ ANARQUISMO
Liberdode e solidoriedode
Por Edilene Toledo
Doutrina anarquista se organízo no século XIX
com críücas ò soaedade indusVial
Experiêncio modelo
Por Helena Isabel Mueller
Pequena comunidade no Paranó formadq por
ímigrantes italianos queria provar que utopia
era posswel
Direito (e dever) ò greve
Por Carlos Augusto Addor
Desde o iníuo do século XX, o movimento
para o Brasil embusco de melhorias no
ambiente de trabalho
LEITURAS
Trodiçõo, fomílio e onorguio
Por Maria Lurza Tucci Carneiro
Em sua obra mais famosa, Z6lia Gattai relembra
sua juvenhtde entre parentes e amígos com
ideais libertarios
lnvosõo com consciêncio
Por Cleber Rudy
Desde 1960, grLlpos organizados chamados
squatterc tomam imóveis abandonados contra
e sp e aila ç ã o im obili óri a
REPORTAGEM
Estodo: em reiormo
Por Aline Salgado
Apoiadas em ideais anarquistas, recentes
manifestações querem transformar os pilores
da sociedade
Sonho do jordim próprio
Por Eddy Stols
Na B1lgtco do século XIX, botânica era vista
como símbolo de status, prinnçtalmente paro a
classe emergente
Copitonio sem lei
Por José Eudes Gomes
O coüdiano das vilas e dos sertões do Ceara
colonial foi marcado por tocoias, atentados,
roubos, eshtpros e assassinatos
ENTREVISTA
Zuenir Venturo
Por Alice Melo e Nashla Dahás
"Mesmo muito tempo depois do fim da ditadura,
você se surpreendia com o autocensuro. Esse foi
o grande trabalho diabóhco e peruerso.
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REPORTAGEM
I nven tírios do desordem
Por Gabriela Nogueira Cunha
Por falta de organização, documentos de
cortorios se perdem no burocracia
PERSPECTIVA
Em nome dos deuses
Por Lynn Hunt e Margaret Jacob
No século X/III, francês Bernard Picart criou
impresxonante séríe de gravuras sobre rekglões
de todo o mundo
Conspiroçõo co ntro D. Miguel?
Por Andréa Lisly Gonçalves
Paraense e preso em Portugal por símplevnente co-
mentar a ntuação econômica da anüga metropole
Enguonto isso...
Por Marcello Scarrone
Na época do miguelisffio, alguns impérios
desmoronam, coml o espanhol, enquanto
outros aporecem, caso do alemão
RETRATO
Missõ o: ittrico
Por Lucilene Reginaldo
Padre André Godinho decide fazer incursão
ao Congo para viver, conhecer e morrer na
terra da mãe
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Roto comerciol om szõnico
Por Lodewijk Hulsman
Intercâmbio entre tndios do extremo norte do
Brasil e holandeses era comuffi, para desgosto
dos porhtgueses
EDUCAÇÃO
Letros e virtudes
Por Ludmila Gama Pereira
Jesuítos criaram escolas para levar propostas
da Ordem pora a juvenutde, e fundaram um
projeto pedagógíco
ALMANAQ U f HUMoR E cuRtostDADES
DECIFRE SE FOR CAPAZ
Co rto de oltorrio
Por José Eurípedes Franklin Leal
ÍnAia e escrava, Morcela ganha liberdade por ter
uma filha com o seu senhor
POR DENTRO DA BIBLIOTECA
Fidelidode ou demissõo
Por Christianne Theodoro de Jesus
Documentos mostram como era a pressão para
delatar funcionarios contrórios ao governl
Floriano Peixoto
LIVROS
CA RTA S
A HISTORIA DO HISTORIADCR
lnesperodo descoberto
Por Carolina Ferro
Ao encontror faixo imperial, pesquisadora
se pergunta: Em que ocasião D. Pedro II a
tena usado?
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EM DIA
Biografia e peça comemoram centenório do
c ornp o sitor Wils on B apüsta
AGEN DA EVENToS CULTURAIS BRASILAFoRA
DOSSrÊ CARLOTA JOAQUTNA
RETRATO
A outro Íoce do princeso
Por Francisca Lúcia Nogueira de Azevedo
Fuhtra esposa de D. JoãoW era considerqda
muito instruída quando chegou ainda críança
a Portugal
Por umo penínsulo unido
Por Juliana Gesuelli Meirelles
O casamento de um príncxpe tímido com uma
prtncesa extroverüda foi uma aposta arriscada
Negócios do fomílio
Por Fábio Ferreira
A úrucaherdeira dos Bourbon que se livrou
de Napoleão sonhou em comandar o Império
Espanhol das Américas
lnimigo íntimo
Por Flavio José Gomes Cabral
Ja de volta a Porfltgal, Carlota e seu filho
D. Miguel armqrom para destronar o rei
Sociolismo legol
Por Alberto Aggio
Salvador Allende tentou fazer uma revolução pe-
los meios democróücos, mas foi interrompido em
11 de setembro de 1.973
Sem fronteiros
Por Emir O. Filipovié
Expansão dos otomanos passova pelos Bólcãs
hó 550 anos, rumo à Europa ondental
Tudo o gue foi seró
Por Rafael Lima
Durante o Estodo Novo, era comrfin
a reclamoção pela má qualidade dos
transportes públicos no No
ENTREVISTA
Keilo Grinberg
Por Bruno Garcia
"EIt acho um absurdo a ideia de que a
divulgação e uma massificação que
ne cess ariamente vulgonza o conhe nmento."
REPORTAGEM
Destino mudodo
Por Alice Melo
Ja no exílio, D. Pedro II doa seuherbano para
o Museu Nacional, mos o matenal foi parar no
Jardim Botânico
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ILIOTECA NACIONAT
LEITURAS
Diório do possodo,
presente e futuro
Por Mário Luíz Frungillo
Livro maís antbinoso de Marques Rebelo usa
as três dimensões do tempo para falar sobre o
século XX
Seringo do discórdio
Por Jorge Augusto Carreta
Morle de médico logo após se vacinar causou
dúvidas sobre os xrsos da ciêncta na pnmeira
década do século XX
Enguonto isso...
Por Marcello Scarrone
Enquanto Oswaldo Cruz tentava implantar
melhonas sanitarias no Brasil, o mundo era
inundado por descobertas médicas
PERSPECTIVA
Espelho invertido
Por Pablo Diener e Maria de Fátima Costa
Em autorretrato, Rtgendas mostra seu
posicionamento a favor de causa liberal
no México
REPORTAGEM
Questões diplomóticos
Por Aline Salgado
Esforço de esposa consegue resgatar cônsul
brasileiro sequestrado no Uruguai na década
de 7970
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EDUCAÇAO
Escrovidõo em três tempos
Por Jairo Carvalho do Nascimento
Comparação de documentos de séculos
dtferentes é oporhtnidade pora mostrar
permanêncías soctais
ALMANAQ U E HUMoR E CURIoSIDADES
DECIFRE SE FOR CAPAZ
Grove moléstio
Por Simei Maria de Souza Torres
No século X/Iil, "desenhodor" italiano sofre
eshrytor e fica impossibilitado de exercer sua
profissão no norte do Brasil
POR DENTRC DA BIBLIOTECA
Orgulho em Cristo
Por Iuri A. Lapa e Silva
Porïugueses expulsos do lapão no séntlo ÃlII
rejeitaram clemência e morrerom comhonras
LIVROS
CARTAS
A HISTORIA DO HISTORIADOR
Festo estronho, gente comunisto
Por Márcia Pereira da Silva
Pesquisadora se depara com acusação
contra militante preso durante a ditadura.
Entre os "pecados" do aansado estava o fato
de beber cuba-libre
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EM DIA
Dorumentario sobre o jurista Sobral Pinto
mosha o homem que seguia a Jusüça e a
democracia acima dos ideais pessoais
AG E N DA EVENToS CULTURAIS BRASILAFoRA
DOSSIÊ GUERRA DO PARAGUAI
REPORTAGEM
Botolhos documentois
Por Alice Melo
Arquivo praücamente desconhendo do Museu
Impenal waz novos ângulos sobre o fim do conflito
Sortes e ozores de um nobre
Por Roderick J. Barman
Apesar de vitorias dectsivas, o conde d'Eu se
atlpava por não ter conseguido caphtrar
Solano López
Violêncio recrudescido
Por Herib Caballero Campos
Nas batalhas finais, houve degolas
generalizadas dos prisioneiros paraguaios e
até incêndio em hospital
Fim de festo
Por Ana Beatriz Ramos de Souza
Celebração do encerramento da guerra teve
público ínfimo e organização sob suspeita de
desvio de dinheiro público
Conseg uêncios extroco m po
Por Rodrigo Elias
Conflito consolidou a ideia de naçã0, unindo
brasileiros de norte a xtl, e tornou a escravidão
insustentavel
ENTREVISTA
Froncisco Dorotioto
Por Bruno Garcia
"O coüdiano dessa ditadura [de Lopez]
é algo dtgno de Gabriel García Marquez,
do r e alismo fantósüco."
Enquonto isso...
Por Marcello Scarrone
Enquanto o Paraguailutava contra seus vizínhos,
hotwe varios conflitos no mundo, da Guerra de
Secessão, nos EUA, ao embate franco-prussiano
REPCRTAGEM
Vinicius de Moroes e de roiz
Por Vivi Fernandes de Lima
Normalmente mais associadl clm abossa nova,
o poeta, que completana 100 anos, exaltava
o samba
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Morte e vido beneditino
Por Alícia Duhá Lose
Díario mosha um coüdiano de monges
baianos cheio de marasmo e com pitadas de
assombrações
RETRATO
Supervisõo de Loto
Por Carmen L. Oliveira
A mulher que consVuiu, no século XX, um dos
princtpais marcos urbanísücos do No de Janeiro
LEITURAS
Terro de Bishop
Por Armando Olivetti Ferreira
Vivendo no Brasil, poeüsa americana descreve de
maneira nada óbvía os nosso s lugares-comltns
A sombro de Pinochet
Por Rodrigo Freire de Carvalho e Silva
Qmrenta anos após o golpe que ürou Allende do
poder, Chile tenta superar a divisão interna
PERSPECTIVA
Polócios de exibiçõo
Por Renato Gama-Rosa Costa
O unema, tanto nos filmes como na arquitehra,
se deixou seduür pelo movimento do art déco
Podrõo do trobolhodo r-podrõo
Por Amália Cristóvão dos Santos
Na São Paulo colonial, numerosos "operarios" ja
Wabalhavam em edificações e obras públicas
EDUCAÇÃO
Bom do cobeço
Por Marcos Alvito
Mergulho no universo do samba pode explicar
e contexhtalizar questões do passado e da
idenüdade brasileira
ALMANAQ U f HUMoR E cuRtostDADES
DECIFRE SE FOR CAPAZ
Bo rro limpo
Por Sonia Troitiio
Carta de administrador do período colonial fala
sobre as dificuldades de se realizarem as viagens
interconünentais
POR DENTRO DA BIBLIOTECA
A línguo gerol
Por Rafaella Bettamio
Do contato com os jesuítas até o século XlX, o
Wi se modificoubastante, mas se manteve vivo
LIVROS
CARTAS
A HISTORIA DO HISTORIADOR
Pessoo extroordinoris
Por Dolores Pereira Ribeiro Coutinho
Tataravo de pesquisadora foi coztnheira
do palacio imperial e morreu com 125 anos,
em 1976
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Impéno Carolíngío tomou conta de territorio
' ' ffihwwrl"'1dflo romano com ixJtuêncías de
norte a sul da Earopa
*$"ìiìr.'Além do Médio , ,,
Por Carolina Ferro
Human,istas do séntlo XN italiano renegavam
período anterior, mas bebiam de suos ideias,
mishradas às da Antiguidade
Rozõês :QUé,.o razãq c,ohhece
Por Andrew Hadfield
Shakespeare "compensolt" a demora da
chegada dos ideais renascentistas ao
arqutpelaga britâniro
RETRATO
Humonisto groços o Deus
Por Silüa Pattzzt
Erasmo de Roterdã usava a filosofia da Igreja
para condenar as guerras europeias da virada
do século W para o ÃlI
PERSPECTIVA
A outro idode dos trevos
Por Maria Berbara
Período também foi povoado de imagens
tristes, mórbidas, que oté fundiam o eroüco
com o necroüco
REPORTAGEM
Certidõo de noscimento
e dispenso
Por Alice Melo
FGV, no Rio, demite oito funuonarios ao
conryletarem 65 onos e levanto o questão: ha
limite de idade para ser pesquisador?
LEITURAS
Afirmoçõo por escrito
Por Norma Telles
Produção literaria no séntlo XIX mosffia que
e s critor as br asileir as de s c onstruír am e ster e óüp o s
sobre elas proprias
ENTREVISTA
f ovier Fernóndez Sebostión
Por Bruno Garcia e Cristiane Nascimento
"Durente as primeiras décadas do século XIX
chamar alguém de democrata era geralmente
consider ado um insulto"
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Eclipse nodo oculto
Por Heráclio Duarte Tavares
Fenômeno moüyou peregrinação de
cienüstas russos e americanos ao Brasíl
no iníuo da Guerra Fria
Enguonto isso...
Por Marcello Scarrone
De 1946 a 1948, o mundo se encaminhava para
a divisão entre duas superpotêncías
Constituiçõo moderodo
Por Cecília Helena de Salles Oliveira
Carta outorgada por Pedro I recebeu críücas
pelo carater "absoluüsto", mas apresentava
tamb ém p o siçõe s lib er ais
Simpotio é guose foscismo
Por Franco Savarino
Por afinidades ailutrais e políücas, Itólia de
Mussolini miruta na Brasil e no México como
possíveis aliados na América Laüna
REPORTAGEM
Tempo engo rrofodo
Por Aline Salgado
Sistemas de Wansporte urbano no Brasil
sempre deixaram a desejar em segurança,
comodidade e eficiêncía
EDUCAÇAO
Higiene cerebrol
Por Maria do Carmo Braztl
'lém de almejar civilizar os brasileiros, o escolo
republicana nasceu para criar senümento de
idenüdade nacional
ALMANAQ U f HUMoR E cuRtostDADES
DECIFRE SE FOR CAPAZ
O destruidor de Jerusolém
Por Silvio de Almeida Toledo Neto
Tradução anônima de obra raríssima mostra a
historia do imperador romano Vespasiano
POR DENTRO DA BIBLIOTECA
Recrioçõo poético
Por Iuri A. Lapa e Silva
Em 1.960, Drummond foi o escolhido de honra
poro Wadunr tratado sobre beqa-flores, inédito
havía 130 onos
LIVROS
CARTAS
A HISTORIA DO HISTORIADOR
No seio de umo noçõo
Por Sérgio Alberto Feldman
A coinudência de três dinasüas portuguesas que
foram criadas a parür de descendentes bastardos
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DA NALCIO)TECANA
QutÍhdo os povos'diièm íínõõ"
Desenhos de Tarsila do Amaral I Inédito de Hilda Hilst I Papiros na escola
Especíal Apartheid I Perfil de Peter Lund I Baião polêmico de Luiz Gonzaga
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EM DIA
Fílme sobre Mário Lago mostralndoboêmio e
políüco do nntlüartistn
AG E N DA EVENToS cuLTURAts BRASTL AFoRA
D OSS I Ê REVO LTAS CO LO N IAIS
Rebeldes com couso
Por Rodrigo Elias
Brasil passolt por 3A0 o;nos de tensões e
motitts que tínhffii em cumxn a terüativa de
restnbelectr a wdem prüda
Com oçúcor e cochoço
Por Bruna Milheiro Silva
No sáarlo )(VIl, donos de mgutho se rebelara'm
contra podrosa fartília que usaftuíabmeficios
cnm o comércia colonial
Soberonio olheio
Por Rafael Chambouleyron
Morad,oru do Paró e do Mararúão exynisaram
jesútr.s para mo*rar a qvrcm WrtÊnciarn os índias
Podrõo rebelde
Por Gefferson Ramos Rodrigues
As rwoltas segusrn urna sérte de ritos cunt
caraúerísticas comntns no Brasil e naãwopa do
Anügo Regime
Conexõo Seno-Amozonos
Por Fabiano Vilaça dos Santos
Pornryueses quisram extínguir a esravidão de
ínüos. Em rryresdlia, elite do Grão-Paró tentut
dar a região para a França
3ó lnquietoções generalizodos
Por Luiz Carlos Villalta
Em todo o séaio XJ/Iil e no início do seguintu, o
Brasil foi palco de dMersos protestns
ESPECIAL APARTHEID
44 Mito do superioridode
Por Cristiane Nascimento
Regíme de segregação na Áïr* do Sul cobríu
qunse todo o séa,úo )(X e cousau mortes,
perceg.fições e prisões
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Rocismos desregulodos
PorJerry Dávila
Relatffio de C,ilhrto keyre selwtt de arma para
defmdr a colonizoção poraryuesa na,4frica
MINIENTREVISTA
Somuel Moyn
Por Bnrno Garcia
"AÃfrica do Sut se tornut algo cwno utn
laboratffio de direítos lnnnanos. "
ENTREVISTA
RobertWolker
Por Bruno Garcia
"Se Deils estó morto, se sof?tos todos seanlares,
irwentomos doüs danses para substinú:lo. Um
é o Estndo e o uúro, a econonúa de mscado
capitnlista."
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LEITURAS
óo ttVelho sofodott
Por Alcir Pécora
Em texto desconhecido, Hílda Hikt moit a seu
arsenalliterórto com ironias, atações políücas e
bastante, digamos, ousadia
RETRATO
Cientisto em extinçõo
Por Ana Paula Almeida Marchesotti
O nahraltsta ünomarquês Peter Lund se
entbrenhou por Minas Gerais e mudou a
arqueologtabrasileira
Enquonto isso...
Por Marcello Scanone
Na primeira metade do séaio XJX, abusca pelo
passado longínquo desencalou até pirâmides
E D U CAÇÃo
so A plonto dos hieróglifos
Por Lucas dos Santos Ferreira
Usados para registrar o coüdiano dos egípcios,
os papiros sobrwiveram para contar mwto bem
essa históüa
84 ALMANAQ U f HUMoR E cuRtostDADES
86 DECIFRE SE FOR CA?AZ
Seco, desde sempre
Por Expedito Eloísio Ximene
Padre erwia pedido de ajuda a D. Ioão V, já,
que sua igreja no Ceará estava em situação de
miséria
89 POR DENTRO DA BIBLIOTECA
Os primeiros ftis do cinemo
Por Pedro Lapera
Apaixonados pela séüma arte, um grry,olonçou
um cinechtbe e Ltrn jomal emhomenagem a
Charles Chaplin no início do séatlo XX
LIVROS
CARTAS
A H ISTORIA DO H ISTORIADOR
Entre dois mundos mentois
Por Sérgio Ferretti
A grande habilidade do antropólogo está na sua
capacidade de se corwencer de que areüta na
outra allhra
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7A
PERSPECTIVA
Antes dos cores
Por Lygra Eluf
Desmhos de Tarsila do Amaral mostram archtção
artísüca da grande da.tm do modmúsmo
Poroíbo, mulher mocho
Por José Luciano de Queiroz Aires
Baião imortalizado por Luiz Gonzaga foilançado
em meio à disptta política e causou polêmica: o
que era urn elogio foi considerado urna oferua
76

História da biblioteca nacional 2013

  • 1.
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  • 2.
    JANEIRO IMAG EM DACAPA EM DIA UFBA ganhabiblioteca de 3 millivros do inglês ktssell-Wood, espeualista em Brasil Colônio. AG EN DA EVENToS CULTURAIS BRASILAFoRA DOSSIÊ BRASIL NAZISTA REPORTAGEM A outro histó rio brosileiro Por Alice Melo Fazendos de São Paulo escondem casos de simpaüa a nazistas e órfãos escrovizados. No entreguerros, entrom os outoritorios Por Bruno Garcia Com o crescímento do fasasmo e do soaalisffio, a democracta chegou a ser chamada de regime fantasioso. EDUCAÇÃO Eugenio se oprendio no escolo Por Sidney Aguilar Filho Cansütuição de 1934 defendia a ideia de que haveria desigualdade de aprendizado enffie alunos de diferentes cores. Auto ritorismo com Getulio Por Maria Lutza Tucci Carneiro De 1930 a 1945, Brasil se tornou território livre para a circulação de nazistos, fascistas e integralistas. RETRATO C uidodosos reloções exteriores Por Roberto Lopes Apos assumir Itamaraty em momento conhrbado, Oswaldo Aranha se posinonou c ontr a Alem anho hitl erist a. B8 Xenofobio com os cores locois Por Nashla Dahás Governos totalitorios da Arnerica Laüna odoptarann doutrinas discriminatónas europeias a realidades próprias. &fi No móxiffio, integrolistos Por Francisco Eduardo Alves de Almeida De 191,8 a 7939, marinheirosbrasileiros não erom influenciqdos pelo Nemanho, mas grupo seguia Plínio Salgado. &n Extremo-direito, volver Por Cristina Luna Apos ternporada na Alemanha, oflciais do Exernto brasileiro tentam propogor ideal militar germâníco nas Forças Armadas. O condutor de homens Por Mateus Dalmáz Propaganda brasileira de autobiografia de Ilttler mostrava o Führer como personalidade que arr eb atav a mulüdõ es. J z ô o z U LIJ F o :cô õ or< o z fLL 34 t? ü& ü6 2& 36 3fi
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    1Iì Ê F{(t) f{ rq t "" IOTECANA fâ 2& 58 ú2 && ENTREVISTA Tzveton Todorov PorBruno Garcia "TodAs as populações do globo, de todas as épocas, contarn zuas historíos e cantam seus poemas." Poro solvor Solvodor Por Pablo Antonio Iglesias Magalhães Religiosos üveram de lutar contra holandeses na então prinupal udade portuguesa, na Arnerica. LEITURAS De comer com os olhos Por Mariana Corção Cômara Cosaúo anota as origtnais combínações da cozínhabrasileiro ao longo do tempo. Muito mois complexos Por Walter Neves e Mercedes Okumura Nova forma de usor craniometria mostra diferenças entre povos pré-históricos que habitav om a costa br asileir a. PERSPECTIVA A luto contro o Moligno Por Tereza Renata Silva Rocha Escrita no séanlo XIil, Legenda Áure a narra as inúmeras batalhas entre santos e demônios na Idade Média. Enguonto isso... Por Marcello Scarrone Europa vweu um dos seus períodos mais conhrbados, que ntlminou na epidemia de peste. ESPECIAL MARTINS PENNA Juntos e misturodos Por Luiz Costa-Lima Neto Uníndo a aria de ópero ao lundu de barbeiros negros, dramahtrgl mosfuou tensões sociais. Às morgens do polco Por Antonio Herculano Lopes Obra cômica denota simpoüa por classes popula- res e salpica referênnas à violêncía da escravidão. QUADRINHOS Mo ngs é coiso nosso Por Claudio Roberto Basílio Pioneiro, Aoudio Seto usouherança familiar para criar guerreirls somurais e bonecos niryas. ALMANAQ U E HUMoR E CURIoSIDADES DECIFRE SE FOR CAPAZ Monuscritos pintodos Por Maria Teresa Toribio Brittes Lemos Lâmina do Codice Bórgia apresenta o deus da vida e o da morte dos anügos mexicanos. POR DENTRO DA BIBLIOTECA Antes do cortão-postol Por Angélica Barros Fotografia do seqflo XIX mostra conhectdo ângu- lo do No de Janeiro, mas sem a poluição urbana. LIVROS CARTAS A HISTORIA DO HISTORIADOR Próximo demois Por Eunícia Fernandes Aprofundamento na pesquisa Wansforma os obje- tos de eshtdo em personagens de sonhos. 7& T"r ffiü 84 ffi6 s# 9? ç& r 72 98
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    ANo 8 lNn8g lrnvEREIRo zo1.B IMAGEM DA CAPA EM DIA Aumenta o número de síüos orqueológtcos na regíão Norte, mas falta mão de obra qualificada. AG EN DA EVENTOS CULTURAIS BRASILAFORA DOSSIÊ VIDA PRIVADA NO IMPÉNIO Criondo intimidode Por Rodrigo Elias A noção de tndWifutahdade começa a se consokdar defirntwarnente a parür do século WIII. Ocio permitido Por Mary Del Priore Lazer deixa de ser quase pecado e se torna opção para homens e mulheres durante o reinado de Pedro II. Reloção desequilibrodo Por Marcia Amantino e Jonis Freire Maior numero de escravos homens ditou as formas de relaaonamento entre caüvos. lguol o coroção de mõe Por Roberto Guedes No Impéno, família não ünha relação direto com a número de pessoos em casa, mas com o senür-se parte dela. Desde cedo Por Marcos Cezar de Freitas No Wanscorrer do século XIX, mentnos usavom fl- lhos de escravos como "onimaiztnhos de fazenda". Foro de modo Por Márcia Pinna Raspanti Com a abertura dos portos, houve uma invasão dos produtos ingleses, mas brasileiros erom vistos como desalinhados. Com um pé no cozinho Por Maria de Fátima Moraes Argon A pedido do marido, princesa Isabel tentava controlar seu peso, mas ünha difiatldade de resisür ao feqão preto. Muito mois que prendodo Por Eneida Queiroz Num período oinda muito machista, Eufrósia Teixeira Leite conseguiu ser indeptendente e inspirar José de Alencar. REPORTAGEM Criodo poro se wir Por Gabriela Nogueira Cunha Albert Latapie conta em suas memorias como foi trabalhar para família impenalbrasileira no exílio francês. Roubo de bebês Por Isabel Cristina Leite e Marcos Oliveira Amorim Tolentino Durante as ditaduras argenüna e espanhola, hotwe estarrecedores casos de sumiço dos filhos de oposinonístas. 32 36 J Z o U z U t-ll F o :cO õ or{ ô z )L 34t4 t6 2I 26 ?8 43 3ü
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    sri 0OTECANACIONAL ENTREVISTA Jooguim RomeroMogolhões Por Bruno Garcia "A república portuguesa é resultado da necessi- dode de novas classes souais, da emergência de uma classe média, de gente ligada ao clmércíl." RETRATO Conspi rsdor litersrio Por Gustavo Henrique Tuna Poeta e professor da geração dos inconfidentes, Silva Alvarenga sofreu por conta de sua cuno si d a d e int el e cht ol. Chopodo em Pernombuco Por João Azevedo Fernandes Irwasores holandeses chacaram os moradores do Brasil pelo qrnnüdade e frequ&tcía carn quebebíarn. LEITURAS Por um Rio cosmopolito Por Clara Miguel Asperti Nogueira Em sua faceta cronista, Olavo Bilac defendeu as reformas que mudaram a capital da República. Enguonto isso... Por Marcello Scarrone Fim do sécttlo XIX e iníno do XX foi eferuescente naliterohro mundiql. PERSPECTIVA Digno de cortão postol Por Maria da Ajuda Santos Santana Em meio à depressão, fotografo francês tento "vender" ChapAda Diamanüna a europeus" ?6 &4 ss s3 96 Nero inocente? Por Fábio Duarte Joly Escritas séculos apos o incidente, prinupais fontes sobre o incêndio em Roma podem ter si do influ enciad as p oliü c ament e . EDUCAÇÃO Reformo, oovomente Por Beatriz Boclin Marques dos Santos e Thiago Rodrigues Nascimento Mudança no currículo da educação basica ecoa outras tentaüvas de mexer com o ensino. ALMANAQ U f HUMoR E cuRtostDADES DECIFRE SE FOR CAPAZ Orolidode documentodo Por João Euripedes Franklin Leal Pero de Magalhães Gândwo exemplíficava a arte corrente e atlta de escrever alíngua de seutempo. POR DENTRO DA BIBLIOTECA Mopo sentimentol de Vossouros Por Lia Jordão Publicação regisffia coüdiano da terra dos barões do cafe em seu apogeu econômico. LIVROS CARTAS A HISTORIA DO HISTORIADOR Sem perder o moiestode Por Alzira Salete Menegat e Eudes Fernando Leite Coso da rainha da reforma agroria mostra a importância dos indivíduos comtlns na "grande Historia". s4 5ffi 6S 68 r& ç8
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    TECANACIONAL llü||ilffiil|||ililililil11 il il il[|||il ANo 8 lNn 90 lvrARço 201.8
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    oCI ú Z {L! ô o Ê. o ô o ô F ôLI.J o ô o U :cÔ .f L o l O ú. 3Í â& t6 ANo 8 I90 | UARço zoa7 EM DIA Escavações na regtão central de Pinheiros revelam formação do bairro mais anügo de São Paulo. AG EN DA EVENToS CULTURAIS BRASILAFoRA DOSSIÊ GUERRILHEIROS O ovo do revoluçõo Por Edson Teles Lutas ormadas na Arnérica Laüna noscerom dentro da Guerra Fna contra golpes que se alash ar am p elo conünente. Ensoio frustrodo Por Jean Rodrigues Sales Mílitares que haviqm parücxpado da Cadeiq da Legalidade fizeram a primeira tentaüva de guerrilha no Brasil. Sob o comondo de Lomorcq Por Wilma Antunes Maciel No Vale do Nbeira, -1,9 homens se juntaram para começar a revolução, mas üveram que combater até aviões de guerra. Finol infeliz Por Patricia Sposito Mechi Militantes do Araguaia resisüram por seis anos e por três campanhas militares, mas acab ar am eliminados. Prestes esguecido Por Apolo Heringer Lisboa PCB e seu princrpal líder foram considerados incapozes de guiar a resistênna popular. LEITURAS Monuois po ro o luto ormodo Por João Quartim de Moraes Che Guevora e Carlos Marighella escreyeram obras que se tornaram leihtras obrtgatórias para guerrilheíros. lnfogrofico Caminhos da Revolução Cubana REPORTAGEM Apo rel hos, exproprioções e justiçomentos Por Ronaldo Pelli Ex-militanteslembramcoüüanodetreinarnentos, clandesünidade, prisões e muito medo. ENTREVISTA Jeo n-Fro nçois Si rinelli Por Bruno Garcia "A Hístoria exige um trabalho que compreenda a complexidade paro além das formuloções de bom e man." Deus e o diobo no te rro de Anchieto Por Douglas Soares de Miranda Padre jextíta protege catokcos e ataca protestantes em obra sobre a invasão francesa no Rjo. t& 22 34 3& ã8 54
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    trl ^lr{ F-{ (f) lr+ trl t DA rïïs fl 0HBLIOTECANACIONAT s8 Enguonto isso... Por Marcello Scarrone No século X/l,literahtra de More, Camões e Rabelais capta o espírito da Era Moderna. E.DUCAÇÃo Opero primo Por Ciro Flamarion Cardoso Obras do teatro musical são ferramentas para eshtdar princrpalmente o período em que foram compostas. PERSPECTIVA O pitoresco e o cotidiono Por Ana Maria Tavares Cavalcanti Pintores vialantes retratam o Río de Janeiro do séailo XIX sob pontos de vista diversos. Aguo gue vole ouro Por Marjolaine Carles Em Vila Rica, políüca de controle das fontes estava diretamente ligada ò mtneração. RETRATO O primeiro líder globol Por Fernando Bouza Alvares Fetipe II foi senhor das Índias castelhanas e portLlgtLesas, mas o processo para unir a penínsu' la iberica foi complicado. Unidos deboixo d'oguo Por Andrea Casanova Maia e Lise Fernanda Sedrez Buenos Aires e No de Janeiro dividemha muito tempo o mesmo problema: são constantemente assoladas por enchentes. ALMANAQ U E HUMoR E CURIoSIDADES DECIFRE SE FOR CAPAZ Pedro do sorte Por Sônia Maria Gonçalves Manuscrito sugere graüflcação a garimpeiros e líberdade a escravos que encontroram diamanta POR DENTRO DA BIBLIOTECA Muy omigo Por Carolina Ferro Cor dial correspondência entre N ap oleão e o prtnnpe D. João mostra pressão sobre regente porhryuê* LIVROS CARTAS A HISTORIA DO HISTORIADOR Tempo presente Por Marco Antonio Villa Pesquisadores devem se esforçar para trazer disatssões nas wúversidades ao debate público. 8CI 90 *2 96 ó0 64 ?l ï6 98
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    33 O bom,o mou e o selvogem Por Mércio Pereira Gomes A visão ocidental dos índios foi influenciada por pensadores europeus como Hobbes e Rouss eau. s6 REPORTAGEM Progresso à forço Por Bernardo Camara Apesar dalegtslação mais favoravel, natwos enfrentam problemas parendos com os da época da ditadura. Eu me decloro Por Clarissa Cohn Índios chegam ao sécuto XXI sem httela do Estado, mos lutando para ofirmar dwersidades étnicas. Divisõo e multiplicoçõo Por Andreas Kneip e Antonio Mello Teses sugerem cominhos tomados pelas popula- ções hryis e guararus paro povoar o continente. Reloções ontigos Por Cristiana Bertazoni Povos amazônicos conseguiram limitar expansão do Impéno Inca. Escrovo de pele vermelho Por Elisa Frühauf Garcia Naüvos vendiam a portugueses índios de tnbos rwais antes uülizados em rihtais, como o antro- pofagío. Tecnologio totol Por Simone de Athayde Mandioca e redes de dormir ainda são usadas tal e qual os índios do seculo ÃlI faüom. or( L,} )ô oú. ô_ Llr ú f& ãÍ 43 Os olguimistos ficorom Por Ana Maria Alfonso-Goldfarb e Márcia Helena Mendes Ferraz A "uêncta moderna" não nasceu por decreto e convweu com abusca pela pedro filosofal. ENTREVISTA Monolo Florentino Por Bruno Garcia "Nós, historiadores, contírluffinos a fitnctonnr em um reglstro de escrito socrakzoda da época colornal." RETRATO Converstio nacionol Por Mauricio Parada Austríaco Oüo Maria Carpeaux adotou não so- mente o Brosil, mas sualiterahra. 24 2T 4S 3t! 54
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    tr' a sfi 0ffiIIOTECA NACIONAL 5S 60 64 Enguontoisso... Por Marcello Scarrone Enquanto Carpeaux se exilavA, olttros tnteleútAts, como Freud e Zweig, também escapovarn de Hitler. ldolotrio orgentino Por Paulo Renato Silva Fenômeno culttral no país wztnho, peronismo infhrcncía os rutnos do políüca nacional ate hoje. PERSPECTIVA Supermercodo perno m bucono Por Rosilene Gomes Farias Espaço no bairro de São José, cnado no fim do séatlo XIX, se tornou ícone por manter sua arquitehtra de ferco ongtnal. Biopi roto inglês Por Louis Carlos Forline No inícío do séailo XX, o trffico de sementes para colôrnas asióücas acabou com ahegemonia da b orr acha arnazôruca. LEITURAS Mudonço de cominho Por Vagner Camilo José é o lwro de transição na produção de Drummond: de um enfoque mais intimista para uma poesia mais engalada. EDUCAÇÃO Possodo congelodo Por Tânia Regina de Luca Períodicos anügos disponíveis on-lnte são boas fontes para se mostrar como os episódios são re- gtsffiados no calor do momento. ALMANAQU E HUMoR E CURIoSIDADES DECIFRE SE FOR CAPAZ Reor gonizoçõo od mi nistrotivo Por João Eurípedes Franklin Leal Produztdo no retnado de D. Manuel, foral de Coímbra de 1,576 e o de maior formato produzt- do até então. POR DENTRO DA BIBLIOTECA Po nfletos reocionó rios Por Christianne Theodoro de Jesus Medo de que se repeüsse no Brasil movwnento parendo com a revolução de 1789levou Poffiryal a comhater ideais franceses. LIVROS CARTAS A HISTORIA DO HISTORIADOR Efeitos mois que coloterois Por Murilo Sebe Bon Meihy Em uma guerra, a destntição vai além das pesso- as, aüngtndo também regístros de uma anlura. &8 &4 93 96 70 75 r 9&
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    NALCIOInTECANAB[Bil Fq Ê Í ts aìr{ H t DA -Ft * Ë,1 *t##$ F, 1,.,,,,},:,,,;,,:',, : **- è f F=Él " t- À, #r ry Èg,.. È' ff 4 rt'C #frlv- i& "#' : llüllilffiilllflililililu11 ilt] ü[| ilr ANo 8 I Nn gz I uAro 201.3
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    { I ,i^ s ANo 8 INq gz i vrAro zo1.g 8 EM DIA Bfulioteca dígttal contém 2,5 mil documentos em porfltgttês sobre o conünente fficano Ë3 AG E N DA EVENToS CULTURAIS BRASIL AFoRA {4 DOSSTÊ AVtAÇÃO r8 Voo ontigo Por Mauro Lins de Barros Sonho de voar remete às anügas mitalagtas, mas demorou mitênios paro se concreüzar ''Crlise Com osos Por Claudia Musa Fay Problemas enfrentados pelas companhias aéreas começaram junto com o lançamento da prímeira empresa EM DtA AVtAÇÃO Embraer vende 20 Super Tucanos para a Força Aérea Arnenca,na por US.$ 427 milhões RETRATO A crioçõo do poroíso Jeai de Léry se tornou um dos maiwes divulga- dores do Brasit do século fVI na Europa Reveloções médicos Por James Roberto Silva .:' Desde a sua irwenção, a fotografia é usada tanto para o tratamento quanto parabizarnces 36 n2 /,& S:.$ Froncisco Weffort "iNós "Odos Sam,o,i,'dc'alwmà ' êiÌ'o, consenta- dores. Estamos comprometídos com certos aspisç- tos da wadilão" ' ': 35 5'S
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    rq Ê i'{ct) f-{ 14 t DA 5ó Exemplos onõo seguir Por Iacy Maia Mata Legtslação brasileira que atrasou a libertação de escrovos inspirou Watamento parendo em Cuba Ordem e picuinhos Por Roberto da Silva Ribeiro Disputa entre freis da Bahia do séntlo XlUI mos- tra as relações políücas nos conventos Enguonto isso... Por Marcello Scarrone Sob impaüo dos reformas religtosas, ordens cató- hcas crescerarn e se mnlüplicaram PERSPECTIVA AIheio à trodiçõo Por Maria Eduarda Castro Magalhães Marques Legado de Mira Schendel foi marcado pnnctpal- mente p ela lib er dade exp erimental LEITURAS Arepúblicoeoonorguio Por Ricardo Souza de Carvalho 's semeïhanças entre Flonona Peixoto no Brasil e Juan Manuel Balmaceda no üúle, segwtdo Joaquim Nabuco EDUCAÇÃO Memório visuol Por Marcelo da Silva Araújo Descobertas feitas conn charges e desenhos podem ser muito úteis qo aprendizado de jovens do ensí- no bósico A LMANAQ U E HUMoR E CURIoSIDADES DECIFRE SE FOR CAPAZ Um "focttltotivo", por fovor Por Carlos Roberto Bastos Freitas Por conta do cólera no Impéno, delegacia de São Fidelis (RJ) teve que pedir aluda à ndade viünha de Campos POR DENTRO DA BIBLIOTECA Cotólogo de sinois Por Lia Jordão Lwro pioneiro que catalogou os gestos e as ex- pressões da comrnticação de surdos saiu em'1875 LIVROS CARTAS A HISTORIA DO HISTORIADOR Pegodos do possodo Por Emir O. Filipovic Gato medíeval deixou marcadas suqs "digltais" em doanmento do século W ót ?8 s# ffi1g& s& óó ó8 74 98
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    ANo 8 lNn93 lluNHo zo1,B l4 EM DIA Bois Capnchoso e Garanüdo completam 100 anos em festa que busca resgatar raízes da tradição amazôrnca AG EN DA EVENTOS CULTURAIS BRASILAFORA 16 SEXO E PODER NO BRASIL ÍB Outros descobrimentos Por Milena Fernandes Maranho No iníno da colonízação, portuglteses se uniam a índías, mesmo com a desaprwação da Igreja 21 Doutrino subvertido Por Ronaldo Vainfas Os "tocontentos torpes" dos padres erom comlffirs na Colôrua 23 Alcovo mestiçq Por Suely Creusa Cordeiro Almeida Relações sexuais entre escravos e senhores erarn até comuns, tnas hierarquias soaais se manünham inabaladas Comportomento ilibodo Por Sheila de Castro Faria Aasadas de trocar sexo por favores, fficanas no Brasil ünham uma moral dfuersa da dos eLlropeus Muito froternidode Por Marcus J. M. de Carvalho Ide ais fr ance s es influennar am comp ortamento femtntno no Reafe do século XIX Equilíbrio dos vontodes Por Cristiana Facchinetti A peça-chave paro regulação dos impulsos era o casamento prograrnado por criténos nentíficos Reloções de poder Por María Elvira Díaz-Benítez Caso brasíleiro aludq a pensar na sexuakzação da raça e na ractakzação do sexo "A suo Altezo Reol" Por Ana Carolina Delmas Escrever dedicatónas ero uïnaboa estratégla paro agradar poderosos. D. João que,o diga... ENTREVISTA LuizCosto Limo Por Bruno Garcia "Não pergunte a um qhtno de ltterahtra o que é ltterahra" REPORTAGEM Boú revirodo Por Leandra Silva Exposição csrn acervo de Frído Kahlo mostra outros ângulos da prsonnkdade da artista mexícorwl 32 35 29 s{}
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    srl 0 Molditos Molvinos PorVicente Palermo e Marcos Novaro Arquip€lago palco de guerra é ainda entrave para argentinos se alustarern à ordem internanonal lndios, de todos os lugores Por Luís Filipe Silvério Lima Imagem em Salvador reffiatahna de São Franitsco Xayier pela corwersão de genüos Enguonto isso... Por Marcello Scarrone Os sécrios XIII e KlIil foram os tempos de Rl.tb ens, Rembr andt, V elasquez RETRATO Origens do mal Por Eduardo Jardim Hannah Arendt irwentou nwas formas de pensar para dar conta dos horrores do século XX LEITURAS Letros de combote Por Pablo Rocca Com ausência das cíêncías sociais,literahtra virou fonte para interpretar o período da ditafuira uruguaía 5ó ó0 66 ó8 ffiPERSPECTIVA 76 80 84 8ó 89 92 96 E D U CAÇÃo Disciplino físico Por André Mendes Capraro Apr ov eitando o tnler esse gener akzado, futeb ol aluda o ensino em dwersas discipltnas Crime de preconceito Por João Luiz Ribeiro No Brasil imperial, A pen& de morte estan tnümamente relanonada à escravídão ALMANAQ U E HUMoR E CURIoSIDADES DECIFRE SE FOR CAPAZ Escrevendo em grego Por Maria Olívia de Quadros Saraiva Manuscrito do sénúo XII ou XIII mostra trecho do Evangelho de João POR DENTRO DA BIBLIOTECA Sem moderoçõo Por Iuri Lapa Pubkcação escrita par médico alertava para os pengos sociais das bebidas alcoólicas LIVROS CARTAS A HISTORIA DO HISTORIADOR Vocoçõo poro o mogisté rio Por Antonio Carlos Jucá de Sampaio O autor revisita seu terrupo de graduando e com- partílha com os leitores o quanto o professor Ciro Cardoso tnfluenaou o sua formação 72 98
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    Fì Ê CIONALÏOTECANAB-IBil Ht t',',.n:[,, .,,,,,','",t l'' Í,::' }'',',"' Frl"'" ú ue ulruflIillll[l[il ililr]utilrl ANo 8 lNn 94 llurno zo1.g
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    ANo 8 Is4 I 8 EM DIA Conanrsos e eventos aihtrais celebram a memóna de Chico Mendes, 25 anos após sua morte I4 AG E N DA EVENToS CULTURAIS BRASIL AFCRA Í6 DOSSTÊ CtVtLtZAÇÃO DO AÇUCAR rs Primeiro necessidode Por José Augusto Pádua Proveniente do Extremo Oriente, o açúcar se transformou em um dos ícones do mundo moderno REPORTAGEM Recursos humonos? Por Aline Salgado Mecanização é wna das prtnctpais apostas para dimirunr a yry)erexploração de Wabolhadores do cana Donço comigo Por Maria Leonor Costa Chegada da fanília real ao Brasil inaugurou a temporada de bailes na corte do No Fronteiro tenso Por Renata Peixoto de Oliveira Como as relações entre os vizwthos Colômbia e Venezuela azedaram nas últtmas décadas Arte morciol ò brosileiro Por José Tuff Cairus O Brazilian Jiu-Jítsu nasceu como espetóculo ctrcense na Arnazônia, urna adaptação do judô japonês ENTREVISTA Benito Bisso Por Bruno Garcia "Somls professores públicos, pagos com verbas públicas, e temos, sim, a obngação de produztr." 22 ?"6 3& Com oçúcor e com conflito Por Stuart B. Schwartz A monoqilutra da cana regeu as relações econômicas, soctaís e políücas no Brasil por, ao menos, dois séculos A ene rgio do copitol Por Daniel Strum Comérno da pnmetracommodityfoi o responsa- vel por criar as bases do atual sistema financetro lnfogrítico LEITURAS Senhorzinho de engenho Por Mariana Miggiolaro Chaguri Obra de Jose Ltns do Rego mosffia relações desiguais entre os meninos da casa-grande e os da senzala 36 32 52
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    RETRATO ESPECIAL MAQUIAVEL ssOs princípios dos Principodos Por Felipe Charbel Teixeira Após pqssar os dias na toverna jogando, pensador voltavo à sua casa paraler dassicos e produzír zuos obras PERSPECTIVA Ponte entre influêncios Por Fernando Atique Palqcio Monroe simbolizou o casamento entre aherança europeia e o "flerte cultural" com os Estados Unidos EDUCAÇÃO A Goiq pedagogio Por Ludmila Gama Pereira Peça teatral mostra como o Grena Anüga influen- cíou arte, esporte, nênno, filosofio e políüca ALMANAQ U f HUMoR E cuRtoslDADES DECIFRE SE FOR CAPAZ Receito complicodo Por José Eurípedes Franklin Leal Monuscrito do século Ã/ dó dicas de como se preparar carnes, conseryas e, claro, doces POR DENTRO DA BIBLIOTECA Umo bobó coloniol Por Lia Jordão Livro sobre educação infonül do séailo nlII mosffia como praücas não mudaram tonto nos úlümos anos LIVROS CARTAS A HISTORIA DO HISTORIADOR De repentê, o documento Por Luís Reis Torgal Professor porluguês conta as dificuldodes e as coinctdênctas ao pesquisar sobre prédio do período de Salazar 6? 64 6S Nodo moquiovélico Por Flávia Roberta Benevenuto de Souza Italíono acreditava que agxr de forma ostenswarnente pérfrda, ardilosa ou vinosa era cqminho certo para a ruína Receito do possodo Por Valdei Lopes de Araújo Escntor políüco foibuscor na Roma Anüga inspiração para sugenr formas de organizar cí d a de s - e st o do it ak an qs Entrevisto com Quentin Skinner Por Rodrigo Elias "O verdadeiro glvernante virhtoso yai estar pre- parado para agxr de forma contrana às virtudes." Enguonto isso... Por Marcello Scarrone No époco de O príncipe, grandes gêruos bnlha- ram, das artes plasücas ao mundo dos letras Mitos orientois Por Susani Silveira Lemos França Europeus que vialavam para *ia nos sécrios XIII e XN fazem descríções paradisíacas e infernais 7& 80 84 ss E9 &?t& ?ü 98
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    ANo 8 INn 95 | acosro 2c.'Lg J z LJ o z U Lll F o =cO co or( (-) ô z fu [4 [6 EM DIA Denúncta de mo consertação do aceruo do arüsta Frans Kracjberg gera disputa judiual AG EN DA EVENTOS CULTURAIS BRASILAFORA DCSSrÊ ANARQUISMO Liberdode e solidoriedode Por Edilene Toledo Doutrina anarquista se organízo no século XIX com críücas ò soaedade indusVial Experiêncio modelo Por Helena Isabel Mueller Pequena comunidade no Paranó formadq por ímigrantes italianos queria provar que utopia era posswel Direito (e dever) ò greve Por Carlos Augusto Addor Desde o iníuo do século XX, o movimento para o Brasil embusco de melhorias no ambiente de trabalho LEITURAS Trodiçõo, fomílio e onorguio Por Maria Lurza Tucci Carneiro Em sua obra mais famosa, Z6lia Gattai relembra sua juvenhtde entre parentes e amígos com ideais libertarios lnvosõo com consciêncio Por Cleber Rudy Desde 1960, grLlpos organizados chamados squatterc tomam imóveis abandonados contra e sp e aila ç ã o im obili óri a REPORTAGEM Estodo: em reiormo Por Aline Salgado Apoiadas em ideais anarquistas, recentes manifestações querem transformar os pilores da sociedade Sonho do jordim próprio Por Eddy Stols Na B1lgtco do século XIX, botânica era vista como símbolo de status, prinnçtalmente paro a classe emergente Copitonio sem lei Por José Eudes Gomes O coüdiano das vilas e dos sertões do Ceara colonial foi marcado por tocoias, atentados, roubos, eshtpros e assassinatos ENTREVISTA Zuenir Venturo Por Alice Melo e Nashla Dahás "Mesmo muito tempo depois do fim da ditadura, você se surpreendia com o autocensuro. Esse foi o grande trabalho diabóhco e peruerso. 3? 3ó 22 ?3
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    s?l oTECANACIONAT REPORTAGEM I nventírios do desordem Por Gabriela Nogueira Cunha Por falta de organização, documentos de cortorios se perdem no burocracia PERSPECTIVA Em nome dos deuses Por Lynn Hunt e Margaret Jacob No século X/III, francês Bernard Picart criou impresxonante séríe de gravuras sobre rekglões de todo o mundo Conspiroçõo co ntro D. Miguel? Por Andréa Lisly Gonçalves Paraense e preso em Portugal por símplevnente co- mentar a ntuação econômica da anüga metropole Enguonto isso... Por Marcello Scarrone Na época do miguelisffio, alguns impérios desmoronam, coml o espanhol, enquanto outros aporecem, caso do alemão RETRATO Missõ o: ittrico Por Lucilene Reginaldo Padre André Godinho decide fazer incursão ao Congo para viver, conhecer e morrer na terra da mãe 54 58 64 9? *6 Roto comerciol om szõnico Por Lodewijk Hulsman Intercâmbio entre tndios do extremo norte do Brasil e holandeses era comuffi, para desgosto dos porhtgueses EDUCAÇÃO Letros e virtudes Por Ludmila Gama Pereira Jesuítos criaram escolas para levar propostas da Ordem pora a juvenutde, e fundaram um projeto pedagógíco ALMANAQ U f HUMoR E cuRtostDADES DECIFRE SE FOR CAPAZ Co rto de oltorrio Por José Eurípedes Franklin Leal ÍnAia e escrava, Morcela ganha liberdade por ter uma filha com o seu senhor POR DENTRO DA BIBLIOTECA Fidelidode ou demissõo Por Christianne Theodoro de Jesus Documentos mostram como era a pressão para delatar funcionarios contrórios ao governl Floriano Peixoto LIVROS CA RTA S A HISTORIA DO HISTORIADCR lnesperodo descoberto Por Carolina Ferro Ao encontror faixo imperial, pesquisadora se pergunta: Em que ocasião D. Pedro II a tena usado? ï0 ç8
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    .J z o ú z U UJ i- o =ó õ or< Õ z fÌ! l4 tó EM DIA Biografia epeça comemoram centenório do c ornp o sitor Wils on B apüsta AGEN DA EVENToS CULTURAIS BRASILAFoRA DOSSrÊ CARLOTA JOAQUTNA RETRATO A outro Íoce do princeso Por Francisca Lúcia Nogueira de Azevedo Fuhtra esposa de D. JoãoW era considerqda muito instruída quando chegou ainda críança a Portugal Por umo penínsulo unido Por Juliana Gesuelli Meirelles O casamento de um príncxpe tímido com uma prtncesa extroverüda foi uma aposta arriscada Negócios do fomílio Por Fábio Ferreira A úrucaherdeira dos Bourbon que se livrou de Napoleão sonhou em comandar o Império Espanhol das Américas lnimigo íntimo Por Flavio José Gomes Cabral Ja de volta a Porfltgal, Carlota e seu filho D. Miguel armqrom para destronar o rei Sociolismo legol Por Alberto Aggio Salvador Allende tentou fazer uma revolução pe- los meios democróücos, mas foi interrompido em 11 de setembro de 1.973 Sem fronteiros Por Emir O. Filipovié Expansão dos otomanos passova pelos Bólcãs hó 550 anos, rumo à Europa ondental Tudo o gue foi seró Por Rafael Lima Durante o Estodo Novo, era comrfin a reclamoção pela má qualidade dos transportes públicos no No ENTREVISTA Keilo Grinberg Por Bruno Garcia "EIt acho um absurdo a ideia de que a divulgação e uma massificação que ne cess ariamente vulgonza o conhe nmento." REPORTAGEM Destino mudodo Por Alice Melo Ja no exílio, D. Pedro II doa seuherbano para o Museu Nacional, mos o matenal foi parar no Jardim Botânico 3ó 42 50 22 26 30 5ó
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    ILIOTECA NACIONAT LEITURAS Diório dopossodo, presente e futuro Por Mário Luíz Frungillo Livro maís antbinoso de Marques Rebelo usa as três dimensões do tempo para falar sobre o século XX Seringo do discórdio Por Jorge Augusto Carreta Morle de médico logo após se vacinar causou dúvidas sobre os xrsos da ciêncta na pnmeira década do século XX Enguonto isso... Por Marcello Scarrone Enquanto Oswaldo Cruz tentava implantar melhonas sanitarias no Brasil, o mundo era inundado por descobertas médicas PERSPECTIVA Espelho invertido Por Pablo Diener e Maria de Fátima Costa Em autorretrato, Rtgendas mostra seu posicionamento a favor de causa liberal no México REPORTAGEM Questões diplomóticos Por Aline Salgado Esforço de esposa consegue resgatar cônsul brasileiro sequestrado no Uruguai na década de 7970 J z o o U uJ F o =cÊ õ or{ L} ô z fL &4 68 ?ü 80 s4 86 89 92 96 EDUCAÇAO Escrovidõo em três tempos Por Jairo Carvalho do Nascimento Comparação de documentos de séculos dtferentes é oporhtnidade pora mostrar permanêncías soctais ALMANAQ U E HUMoR E CURIoSIDADES DECIFRE SE FOR CAPAZ Grove moléstio Por Simei Maria de Souza Torres No século X/Iil, "desenhodor" italiano sofre eshrytor e fica impossibilitado de exercer sua profissão no norte do Brasil POR DENTRC DA BIBLIOTECA Orgulho em Cristo Por Iuri A. Lapa e Silva Porïugueses expulsos do lapão no séntlo ÃlII rejeitaram clemência e morrerom comhonras LIVROS CARTAS A HISTORIA DO HISTORIADOR Festo estronho, gente comunisto Por Márcia Pereira da Silva Pesquisadora se depara com acusação contra militante preso durante a ditadura. Entre os "pecados" do aansado estava o fato de beber cuba-libre 'r& 98
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    *4 ü6 EM DIA Dorumentario sobreo jurista Sobral Pinto mosha o homem que seguia a Jusüça e a democracia acima dos ideais pessoais AG E N DA EVENToS CULTURAIS BRASILAFoRA DOSSIÊ GUERRA DO PARAGUAI REPORTAGEM Botolhos documentois Por Alice Melo Arquivo praücamente desconhendo do Museu Impenal waz novos ângulos sobre o fim do conflito Sortes e ozores de um nobre Por Roderick J. Barman Apesar de vitorias dectsivas, o conde d'Eu se atlpava por não ter conseguido caphtrar Solano López Violêncio recrudescido Por Herib Caballero Campos Nas batalhas finais, houve degolas generalizadas dos prisioneiros paraguaios e até incêndio em hospital Fim de festo Por Ana Beatriz Ramos de Souza Celebração do encerramento da guerra teve público ínfimo e organização sob suspeita de desvio de dinheiro público Conseg uêncios extroco m po Por Rodrigo Elias Conflito consolidou a ideia de naçã0, unindo brasileiros de norte a xtl, e tornou a escravidão insustentavel ENTREVISTA Froncisco Dorotioto Por Bruno Garcia "O coüdiano dessa ditadura [de Lopez] é algo dtgno de Gabriel García Marquez, do r e alismo fantósüco." Enquonto isso... Por Marcello Scarrone Enquanto o Paraguailutava contra seus vizínhos, hotwe varios conflitos no mundo, da Guerra de Secessão, nos EUA, ao embate franco-prussiano REPCRTAGEM Vinicius de Moroes e de roiz Por Vivi Fernandes de Lima Normalmente mais associadl clm abossa nova, o poeta, que completana 100 anos, exaltava o samba 36 3ffi x& 3& 33
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    lrì Ê H V) )-{ rrl t DilBTBLIOTECANA 58 54 58 &2 Morte e vidobeneditino Por Alícia Duhá Lose Díario mosha um coüdiano de monges baianos cheio de marasmo e com pitadas de assombrações RETRATO Supervisõo de Loto Por Carmen L. Oliveira A mulher que consVuiu, no século XX, um dos princtpais marcos urbanísücos do No de Janeiro LEITURAS Terro de Bishop Por Armando Olivetti Ferreira Vivendo no Brasil, poeüsa americana descreve de maneira nada óbvía os nosso s lugares-comltns A sombro de Pinochet Por Rodrigo Freire de Carvalho e Silva Qmrenta anos após o golpe que ürou Allende do poder, Chile tenta superar a divisão interna PERSPECTIVA Polócios de exibiçõo Por Renato Gama-Rosa Costa O unema, tanto nos filmes como na arquitehra, se deixou seduür pelo movimento do art déco Podrõo do trobolhodo r-podrõo Por Amália Cristóvão dos Santos Na São Paulo colonial, numerosos "operarios" ja Wabalhavam em edificações e obras públicas EDUCAÇÃO Bom do cobeço Por Marcos Alvito Mergulho no universo do samba pode explicar e contexhtalizar questões do passado e da idenüdade brasileira ALMANAQ U f HUMoR E cuRtostDADES DECIFRE SE FOR CAPAZ Bo rro limpo Por Sonia Troitiio Carta de administrador do período colonial fala sobre as dificuldades de se realizarem as viagens interconünentais POR DENTRO DA BIBLIOTECA A línguo gerol Por Rafaella Bettamio Do contato com os jesuítas até o século XlX, o Wi se modificoubastante, mas se manteve vivo LIVROS CARTAS A HISTORIA DO HISTORIADOR Pessoo extroordinoris Por Dolores Pereira Ribeiro Coutinho Tataravo de pesquisadora foi coztnheira do palacio imperial e morreu com 125 anos, em 1976 74 ?9 #4 ffi& ffiç g2 s6 68 çffi
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    ANo 9 INn g8 [NovEMBRo 2o7g ) z LJ o z U ul F o =cO õ or{ Íl ô z fI $,4 *6 g#.,.'',:Barbofo,íïÌênte lotinos .'''.....'.......PRo.$oElias Impéno Carolíngío tomou conta de territorio ' ' ffihwwrl"'1dflo romano com ixJtuêncías de norte a sul da Earopa *$"ìiìr.'Além do Médio , ,, Por Carolina Ferro Human,istas do séntlo XN italiano renegavam período anterior, mas bebiam de suos ideias, mishradas às da Antiguidade Rozõês :QUé,.o razãq c,ohhece Por Andrew Hadfield Shakespeare "compensolt" a demora da chegada dos ideais renascentistas ao arqutpelaga britâniro RETRATO Humonisto groços o Deus Por Silüa Pattzzt Erasmo de Roterdã usava a filosofia da Igreja para condenar as guerras europeias da virada do século W para o ÃlI PERSPECTIVA A outro idode dos trevos Por Maria Berbara Período também foi povoado de imagens tristes, mórbidas, que oté fundiam o eroüco com o necroüco REPORTAGEM Certidõo de noscimento e dispenso Por Alice Melo FGV, no Rio, demite oito funuonarios ao conryletarem 65 onos e levanto o questão: ha limite de idade para ser pesquisador? LEITURAS Afirmoçõo por escrito Por Norma Telles Produção literaria no séntlo XIX mosffia que e s critor as br asileir as de s c onstruír am e ster e óüp o s sobre elas proprias ENTREVISTA f ovier Fernóndez Sebostión Por Bruno Garcia e Cristiane Nascimento "Durente as primeiras décadas do século XIX chamar alguém de democrata era geralmente consider ado um insulto" 34 3&Ë& ,'::::!:i|: 3ffi PFÈ sd,
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    64 5ffi É6 ?f; Eclipse nodo oculto PorHeráclio Duarte Tavares Fenômeno moüyou peregrinação de cienüstas russos e americanos ao Brasíl no iníuo da Guerra Fria Enguonto isso... Por Marcello Scarrone De 1946 a 1948, o mundo se encaminhava para a divisão entre duas superpotêncías Constituiçõo moderodo Por Cecília Helena de Salles Oliveira Carta outorgada por Pedro I recebeu críücas pelo carater "absoluüsto", mas apresentava tamb ém p o siçõe s lib er ais Simpotio é guose foscismo Por Franco Savarino Por afinidades ailutrais e políücas, Itólia de Mussolini miruta na Brasil e no México como possíveis aliados na América Laüna REPORTAGEM Tempo engo rrofodo Por Aline Salgado Sistemas de Wansporte urbano no Brasil sempre deixaram a desejar em segurança, comodidade e eficiêncía EDUCAÇAO Higiene cerebrol Por Maria do Carmo Braztl 'lém de almejar civilizar os brasileiros, o escolo republicana nasceu para criar senümento de idenüdade nacional ALMANAQ U f HUMoR E cuRtostDADES DECIFRE SE FOR CAPAZ O destruidor de Jerusolém Por Silvio de Almeida Toledo Neto Tradução anônima de obra raríssima mostra a historia do imperador romano Vespasiano POR DENTRO DA BIBLIOTECA Recrioçõo poético Por Iuri A. Lapa e Silva Em 1.960, Drummond foi o escolhido de honra poro Wadunr tratado sobre beqa-flores, inédito havía 130 onos LIVROS CARTAS A HISTORIA DO HISTORIADOR No seio de umo noçõo Por Sérgio Alberto Feldman A coinudência de três dinasüas portuguesas que foram criadas a parür de descendentes bastardos &ü &4 &6 &s p? ç6 T v# s&
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    Fq Ê Í F(n: F{ Fq t DA NALCIO)TECANA QutÍhdo ospovos'diièm íínõõ" Desenhos de Tarsila do Amaral I Inédito de Hilda Hilst I Papiros na escola Especíal Apartheid I Perfil de Peter Lund I Baião polêmico de Luiz Gonzaga lilüïntlilfilillililil tllnllltltil ANo g I Nn 99 | oEZEMBRo zo1.B
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    z o ú z uut F o J co õ o u o z)l! t4 EM DIA Fílme sobreMário Lago mostralndoboêmio e políüco do nntlüartistn AG E N DA EVENToS cuLTURAts BRASTL AFoRA D OSS I Ê REVO LTAS CO LO N IAIS Rebeldes com couso Por Rodrigo Elias Brasil passolt por 3A0 o;nos de tensões e motitts que tínhffii em cumxn a terüativa de restnbelectr a wdem prüda Com oçúcor e cochoço Por Bruna Milheiro Silva No sáarlo )(VIl, donos de mgutho se rebelara'm contra podrosa fartília que usaftuíabmeficios cnm o comércia colonial Soberonio olheio Por Rafael Chambouleyron Morad,oru do Paró e do Mararúão exynisaram jesútr.s para mo*rar a qvrcm WrtÊnciarn os índias Podrõo rebelde Por Gefferson Ramos Rodrigues As rwoltas segusrn urna sérte de ritos cunt caraúerísticas comntns no Brasil e naãwopa do Anügo Regime Conexõo Seno-Amozonos Por Fabiano Vilaça dos Santos Pornryueses quisram extínguir a esravidão de ínüos. Em rryresdlia, elite do Grão-Paró tentut dar a região para a França 3ó lnquietoções generalizodos Por Luiz Carlos Villalta Em todo o séaio XJ/Iil e no início do seguintu, o Brasil foi palco de dMersos protestns ESPECIAL APARTHEID 44 Mito do superioridode Por Cristiane Nascimento Regíme de segregação na Áïr* do Sul cobríu qunse todo o séa,úo )(X e cousau mortes, perceg.fições e prisões tó 20 24 28 52 54 Rocismos desregulodos PorJerry Dávila Relatffio de C,ilhrto keyre selwtt de arma para defmdr a colonizoção poraryuesa na,4frica MINIENTREVISTA Somuel Moyn Por Bnrno Garcia "AÃfrica do Sut se tornut algo cwno utn laboratffio de direítos lnnnanos. " ENTREVISTA RobertWolker Por Bruno Garcia "Se Deils estó morto, se sof?tos todos seanlares, irwentomos doüs danses para substinú:lo. Um é o Estndo e o uúro, a econonúa de mscado capitnlista." 32
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    s?l oIIoTECANACIONAI ó8 LEITURAS óo ttVelhosofodott Por Alcir Pécora Em texto desconhecido, Hílda Hikt moit a seu arsenalliterórto com ironias, atações políücas e bastante, digamos, ousadia RETRATO Cientisto em extinçõo Por Ana Paula Almeida Marchesotti O nahraltsta ünomarquês Peter Lund se entbrenhou por Minas Gerais e mudou a arqueologtabrasileira Enquonto isso... Por Marcello Scanone Na primeira metade do séaio XJX, abusca pelo passado longínquo desencalou até pirâmides E D U CAÇÃo so A plonto dos hieróglifos Por Lucas dos Santos Ferreira Usados para registrar o coüdiano dos egípcios, os papiros sobrwiveram para contar mwto bem essa históüa 84 ALMANAQ U f HUMoR E cuRtostDADES 86 DECIFRE SE FOR CA?AZ Seco, desde sempre Por Expedito Eloísio Ximene Padre erwia pedido de ajuda a D. Ioão V, já, que sua igreja no Ceará estava em situação de miséria 89 POR DENTRO DA BIBLIOTECA Os primeiros ftis do cinemo Por Pedro Lapera Apaixonados pela séüma arte, um grry,olonçou um cinechtbe e Ltrn jomal emhomenagem a Charles Chaplin no início do séatlo XX LIVROS CARTAS A H ISTORIA DO H ISTORIADOR Entre dois mundos mentois Por Sérgio Ferretti A grande habilidade do antropólogo está na sua capacidade de se corwencer de que areüta na outra allhra 92 7A PERSPECTIVA Antes dos cores Por Lygra Eluf Desmhos de Tarsila do Amaral mostram archtção artísüca da grande da.tm do modmúsmo Poroíbo, mulher mocho Por José Luciano de Queiroz Aires Baião imortalizado por Luiz Gonzaga foilançado em meio à disptta política e causou polêmica: o que era urn elogio foi considerado urna oferua 76