O documento descreve o conflito fundiário na década de 1940-1950 na região de Porecatu no Paraná entre posseiros e fazendeiros. Os posseiros resistiram à doação de terras que ocupavam a grandes proprietários. O Partido Comunista apoiou os posseiros e testou táticas de guerrilha rural, transformando o conflito em uma experiência de luta armada. Violentos confrontos eclodiram entre os grupos, deixando mortos e feridos.