O poema descreve uma mulher escrava chamada Bárbara que possui uma beleza extraordinária tanto física quanto moral. Sua presença parece acalmar a todos ao seu redor, incluindo a natureza. O poeta se declara cativo da mulher, invertendo os papéis tradicionais onde o homem domina. Ao longo do poema, há várias referências hiperbólicas que enfatizam a perfeição e o poder que Bárbara exerce sobre todos.