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Dor torácica de origem não
cardíaca
O termo pneumotórax é utilizado para definir a
situação clínica em que existe ar dentro do espaço
pleural, ou seja, existe ar entre as duas pleuras,
onde apenas deveria existir o líquido pleural.
À medida que a quantidade de ar dentro da pleura
aumenta, a pressão sobre o pulmão aumenta
também, acabando por provocar o colapso deste.
Na maioria dos casos esta situação tem origem
traumática.
Asma
Asma
A asma é uma doença inflamatória
crónica das vias aéreas associada a
hiperreatividade, que condiciona
episódios recorrentes de pieira,
dispneia e tosse, com obstrução
mais ou menos generalizada à
passagem do ar nas pequenas vias
aéreas, habitualmente reversíveis
espontaneamente ou com
tratamento.
Asma
Entre os fatores que condicionam o
seu desenvolvimento contam-se
além dos genéticos, a exposição a
alérgenos domésticos (ex. pelos de
animais, ácaros), do exterior (ex.
pólen, poluição atmosférica), a
determinadas infeções, ao tabaco,
entre outros.
Asma
Os brônquios são as estruturas mais
uma vez que são de
afetadas durante este processo
pequeno
calibre. Assim, quando sujeitos a
um estímulo (alérgico ou infecioso)
reagem contraindo a sua estrutura
muscular, o que provoca uma
diminuição do seu lúmen interno
com a consequente dificuldade à
passagem do ar
.
Asma
A contração muscular e a diminuição do
diâmetro dos brônquios, alteram o volume
de ar que normalmente deveria entrar e
sair dos pulmões, resultando na alteração
da função ventilatória. A ventilação torna-
se ruidosa - em especial durante a fase
expiratória.
Nesta fase, o asmático sente maior
dificuldade e tem que exercer um maior
esforço para expulsar o ar dos pulmões
para o exterior.
Asma
Sinais e Sintomas:
Dispneia (dificuldade em respirar);
Aumento da frequência ventilatória;
Pieira (expiração sibilante, ruidosa);
Cianose;
Ansiedade;
Ingurgitamento jugular (veias do pescoço distendidas);
Tosse;
Incapacidade do indivíduo para completar frases/palavras
sem interrupção.
Asma
O que pode ser feito:
Exame primário;
Durante o pedido de ajuda fornecer informações que
possam agilizar a ativação dos meios adequados
(Circunstâncias, Histórico, Medicação);
Procurar retirar o doente do ambiente onde poderá estar
a origem das crises (ex. tintas, vernizes, gasolinas, pós,
flores);
Asma
O que pode ser feito:
Proporcionar à vítima uma posição cómoda e confortável
de modo a facilitar-lhe a ventilação (a posição de sentado
ou semi-sentado facilita a ventilação, por proporcionar
uma maior expansão e utilização dos músculos
respiratórios);
Minimizar esforços;
Verificar e registar os sinais vitais - ter especial atenção
às características da respiração;
Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica
A DPOC é uma situação em que existe uma
obstrução permanente à passagem de ar ao
nível dos brônquios, devido a inflamação
permanente destes.
Consequentemente ocorre diminuição do seu
lúmen, o que provoca uma dificuldade
persistente e mantida à entrada e saída de ar
.
Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica
Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica
O tabagismo, a poluição, certas doenças
profissionais, e as doenças bronco pulmonares
da infância são as principais causas de DPOC.
Uma vez que a DPOC é uma doença crónica,
esta apenas se torna numa emergência médica
numa fase de agudização.
Os valores normais de Spo2 no doente variam
entre 88% - 92%.
Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica
Sinais e Sintomas:
Dispneia;
Cianose acentuada;
Tosse persistente;
Expetoração;
Agitação e ansiedade;
Alterações de consciência;
Nos casos mais graves pode surgir respiração
ruidosa provocada pela acumulação de
expetoração e acentuada diminuição do lúmen
dos brônquios.
Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica
O que pode ser feito:
Exame primário;
Durante o pedido de ajuda fornecer informações que
possam agilizar a ativação dos meios adequados
(Circunstâncias, Histórico, Medicação);
Procurar retirar o doente do ambiente onde poderá
estar a origem das crises (ex. tintas, vernizes,
gasolinas, pós, flores);
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O que pode ser feito:
Proporcionar à vítima uma posição cómoda e
confortável de modo a facilitar a ventilação (posição
de sentado ou semi-sentado facilita a ventilação, por
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músculos respiratórios);
Minimizar esforços;
Verificar e registar os sinais vitais - ter especial
atenção às características da respiração;
Edema Agudo do Pulmão
O edema agudo do pulmão (EAP) resulta da
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capilares pulmonares, levando a uma acumulação
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Edema Agudo do Pulmão
Sinais e sintomas:
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Durante o pedido de ajuda fornecer informações
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(Circunstâncias, Histórico, Medicação);
Sentar o doente com as pernas pendentes, numa
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Acalmar a vítima;
Manter a temperatura corporal;
Verificar e registar os sinais vitais - ter especial
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  • 1. Dor torácica de origem não cardíaca O termo pneumotórax é utilizado para definir a situação clínica em que existe ar dentro do espaço pleural, ou seja, existe ar entre as duas pleuras, onde apenas deveria existir o líquido pleural. À medida que a quantidade de ar dentro da pleura aumenta, a pressão sobre o pulmão aumenta também, acabando por provocar o colapso deste. Na maioria dos casos esta situação tem origem traumática.
  • 3. Asma A asma é uma doença inflamatória crónica das vias aéreas associada a hiperreatividade, que condiciona episódios recorrentes de pieira, dispneia e tosse, com obstrução mais ou menos generalizada à passagem do ar nas pequenas vias aéreas, habitualmente reversíveis espontaneamente ou com tratamento.
  • 4. Asma Entre os fatores que condicionam o seu desenvolvimento contam-se além dos genéticos, a exposição a alérgenos domésticos (ex. pelos de animais, ácaros), do exterior (ex. pólen, poluição atmosférica), a determinadas infeções, ao tabaco, entre outros.
  • 5. Asma Os brônquios são as estruturas mais uma vez que são de afetadas durante este processo pequeno calibre. Assim, quando sujeitos a um estímulo (alérgico ou infecioso) reagem contraindo a sua estrutura muscular, o que provoca uma diminuição do seu lúmen interno com a consequente dificuldade à passagem do ar .
  • 6. Asma A contração muscular e a diminuição do diâmetro dos brônquios, alteram o volume de ar que normalmente deveria entrar e sair dos pulmões, resultando na alteração da função ventilatória. A ventilação torna- se ruidosa - em especial durante a fase expiratória. Nesta fase, o asmático sente maior dificuldade e tem que exercer um maior esforço para expulsar o ar dos pulmões para o exterior.
  • 7. Asma Sinais e Sintomas: Dispneia (dificuldade em respirar); Aumento da frequência ventilatória; Pieira (expiração sibilante, ruidosa); Cianose; Ansiedade; Ingurgitamento jugular (veias do pescoço distendidas); Tosse; Incapacidade do indivíduo para completar frases/palavras sem interrupção.
  • 8. Asma O que pode ser feito: Exame primário; Durante o pedido de ajuda fornecer informações que possam agilizar a ativação dos meios adequados (Circunstâncias, Histórico, Medicação); Procurar retirar o doente do ambiente onde poderá estar a origem das crises (ex. tintas, vernizes, gasolinas, pós, flores);
  • 9. Asma O que pode ser feito: Proporcionar à vítima uma posição cómoda e confortável de modo a facilitar-lhe a ventilação (a posição de sentado ou semi-sentado facilita a ventilação, por proporcionar uma maior expansão e utilização dos músculos respiratórios); Minimizar esforços; Verificar e registar os sinais vitais - ter especial atenção às características da respiração;
  • 10. Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica A DPOC é uma situação em que existe uma obstrução permanente à passagem de ar ao nível dos brônquios, devido a inflamação permanente destes. Consequentemente ocorre diminuição do seu lúmen, o que provoca uma dificuldade persistente e mantida à entrada e saída de ar .
  • 12. Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica O tabagismo, a poluição, certas doenças profissionais, e as doenças bronco pulmonares da infância são as principais causas de DPOC. Uma vez que a DPOC é uma doença crónica, esta apenas se torna numa emergência médica numa fase de agudização. Os valores normais de Spo2 no doente variam entre 88% - 92%.
  • 13. Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica Sinais e Sintomas: Dispneia; Cianose acentuada; Tosse persistente; Expetoração; Agitação e ansiedade; Alterações de consciência; Nos casos mais graves pode surgir respiração ruidosa provocada pela acumulação de expetoração e acentuada diminuição do lúmen dos brônquios.
  • 14. Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica O que pode ser feito: Exame primário; Durante o pedido de ajuda fornecer informações que possam agilizar a ativação dos meios adequados (Circunstâncias, Histórico, Medicação); Procurar retirar o doente do ambiente onde poderá estar a origem das crises (ex. tintas, vernizes, gasolinas, pós, flores);
  • 15. Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica O que pode ser feito: Proporcionar à vítima uma posição cómoda e confortável de modo a facilitar a ventilação (posição de sentado ou semi-sentado facilita a ventilação, por proporcionar uma maior expansão e utilização dos músculos respiratórios); Minimizar esforços; Verificar e registar os sinais vitais - ter especial atenção às características da respiração;
  • 16. Edema Agudo do Pulmão O edema agudo do pulmão (EAP) resulta da incapacidade do lado esquerdo do coração em bombear o sangue ou da alteração dos vasos capilares pulmonares, levando a uma acumulação de líquido no interior dos alvéolos pulmonares (impedindo o afluxo de oxigénio ao seu interior, o dificultando as trocas gasosas e provocando uma oxigenação deficiente).
  • 17. Edema Agudo do Pulmão
  • 18. Edema Agudo do Pulmão Sinais e sintomas: Dispneia; Cianose; Ansiedade e agitação; Expetoração rosada e espumosa; Sensação de afogamento;
  • 19. Edema Agudo do Pulmão Sinais e sintomas: Aumento da frequência respiratória; Aumento da frequência cardíaca; Aumento da pressão arterial (na maioria dos casos); Palidez e sudorese; Respiração ruidosa tipo farfalheira, comparável ao som provocado por uma panela de água a ferver.
  • 20. Edema Agudo do Pulmão O que pode ser feito? Exame primário; Durante o pedido de ajuda fornecer informações que possam agilizar a ativação dos meios adequados (Circunstâncias, Histórico, Medicação); Sentar o doente com as pernas pendentes, numa posição confortável minimizando os esforços; Acalmar a vítima; Manter a temperatura corporal; Verificar e registar os sinais vitais - ter especial atenção às características da respiração e do pulso;
  • 21. Nunca se esqueçam: Em qualquer situação, quando existem dúvidas de como atuar seguir sempre o princípio: Primum non nocere (Primeiro, não fazer mal)