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Infeção
urinária
Enfº Élio Pires
Conteúdos:
 Epidemiologia
 etiologia
 Sintomatologia
 diagnóstico
 Tratamento, profilaxia e prognóstico
 Intervenções de enfermagem
INFEÇÃO URINÁRIA
INFECÇÃO URINÁRIA
PREVALÊNCIA
 3% das raparigas e 1% dos rapazes têm IU sintomática antes dos 11
anos;
 50% têm recorrências dentro de um ano;
 das crianças com IU:
- 50% têm anormalidades do trato urinário;
- a IU lesa o rim em crescimento predispondo a insuficiência renal
crónica.
INFECÇÃO URINÁRIA
• ETIOPATOGENIA
• Os agentes patogénicos mais frequentes são, por ordem
decrescente:
• 1. Bactérias
• Escherichia Coli (80%)
• Proteus
• Klebsiella / Pseudomonas
2.Fungos (Candida albicans)
3.Vírus (Herpes simples) - As IU por vírus são mais raras, e por
norma apresentam-se com um quadro clínico aparatoso, mas de
INFECÇÃO URINÁRIA
• Geralmente, as ITUs classificam-se de acordo com o local onde
ocorrem no trato urinário, como superiores ou inferiores, apesar de
muitas vezes ser difícil ou impossível para o médico fazer tal
determinação:
• ITU inferior: Infecções da bexiga (cistite)
• ITU superior: Infecção dos rins (pielonefrite)
• Alguns médicos também consideram as infecções na uretra
(uretrite) e próstata (prostatite) como sendo ITU inferior. Em
órgãos duplos (como os rins), a infecção pode ocorrer em um ou
ambos os órgãos.
• As ITUs podem ocorrer tanto em crianças como em adultos.
INFECÇÃO URINÁRIA
SINTOMATOLO
GIA
GERAIS
• Febre
• Irritabilidade /
choro
frequente
• Vómitos / diarreia
/ recusa
alimentar
• Má
progressão
ESPECÍFICOS
• Disúria
• Polaquiúria
• Urgência miccional
• Hematúria
• Dor lombar /
Murphy
renal
INFECÇÃO URINÁRIA
QUADRO CLÍNICO
URINA TIPO II ou
SUMÁRIA
URINOCULTU
RA
O
U
URIN
A
ASSÉPTI
CA:
Jacto
médio
,
Punção supra-
púbica,
Cateterismo
vesical Saco
colector.
DIAGNÓSTICO
INFECÇÃO URINÁRIA
MÉTODOS DE RECOLHA DE URINA
INFECÇÃO URINÁRIA
MÉTODOS DE RECOLHA DE URINA
INFECÇÃO URINÁRIA
• Hidratação: aumenta a diurese com remoção mecânica das bactérias do
aparelho urinário
• Controlo sintomático: febre, vómitos e dor
• Antibioterapia, inicialmente instituída de forma empírica e logo que
possível
ajustada de acordo com o Teste de sensibilidade
aos
antibióticos.
TRATAMENTO
Deve realizar-se nova urocultura às 72h se não houver melhoria
clínica e sempre após conclusão da terapêutica.
INFECÇÃO URINÁRIA
Propõe-se o início da terapêutica em regime de internamento hospitalar,
para antibioterapia endovenosa, nos seguintes casos:
- Recém-nascido ou lactente com menos de 6 meses de idade
-Quadros de gravidade clínica (febre elevada, prostração, vómitos,
estado séptico)
- Existência de patologia nefro-urológica ou outra patologia
crónica que
obrigue a vigilância clínica
- Não tolerância da via oral
- Incerteza do cumprimento da terapêutica em regime ambulatório.
INFECÇÃO URINÁRIA
INTERVENÇÕES
1. GERIR HIDRATATAÇÃO
2. MONITORIZAR DIURESE
3. MONITORIZAR SINAIS VITAIS
4. VIGIAR CARACTERÍSTICAS DA
URINA
INFECÇÃO URINÁRIA
INTERVENÇÕES
Volum
e
Co
r
Cheir
o
INFECÇÃO URINÁRIA
INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
5. GERIR TERAPÊUTICA
6. COLABORAR NA RECOLHA DE URINA
7. ENSINAR, INSTRUIR E TREINAR OS PAIS
8. OPTIMIZAR A PARCERIA DOS PAIS NOS
CUIDADOS
9. GERIR STRESS PARENTAL
10.PLANEAR ACTIVIDADES LÚDICAS
INFECÇÃO URINÁRIA
Referências Bibliográficas
Barreira J. . Pediatria II. Porto: AE FMUP; 1997.
Brazelton T., Greenspan, S.A criança e o seu mundo. Queluz Baixo:
Editorial Presença; 2002.
Bowden V., Greenberg C. Procedimentos de Enfermagem Pediátrica.
Brasil: Guanabara Koogan; 2013.
Finberg L. Manual de clínica pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2000.
Hockenberry M., Wilson D. Wong-Enfermagem da criança e do
adolescente. 9ªed. Loures: Lusociência; 2014.
Lissauer T., Clayden G. Manual Ilustrado de Pediatria. 3ª ed. Brasil:
Elsevier; 2009.
Opperman C. Enfermagem pediátrica contemporânea. - Lisboa:Ed.
Lusociência; 2001. Salgado,M.. Protocolo de infecção urinária. Saúde
Infantil . 1996, 18: 85-9
Richard E. , Robert Kl., Hal B., Jenson. Nelson Tratado de Pediatria. 17ª
ed. Editora: Elsevier; 2008.

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  • 1. Infeção urinária Enfº Élio Pires Conteúdos:  Epidemiologia  etiologia  Sintomatologia  diagnóstico  Tratamento, profilaxia e prognóstico  Intervenções de enfermagem
  • 3. INFECÇÃO URINÁRIA PREVALÊNCIA  3% das raparigas e 1% dos rapazes têm IU sintomática antes dos 11 anos;  50% têm recorrências dentro de um ano;  das crianças com IU: - 50% têm anormalidades do trato urinário; - a IU lesa o rim em crescimento predispondo a insuficiência renal crónica.
  • 4. INFECÇÃO URINÁRIA • ETIOPATOGENIA • Os agentes patogénicos mais frequentes são, por ordem decrescente: • 1. Bactérias • Escherichia Coli (80%) • Proteus • Klebsiella / Pseudomonas 2.Fungos (Candida albicans) 3.Vírus (Herpes simples) - As IU por vírus são mais raras, e por norma apresentam-se com um quadro clínico aparatoso, mas de
  • 5. INFECÇÃO URINÁRIA • Geralmente, as ITUs classificam-se de acordo com o local onde ocorrem no trato urinário, como superiores ou inferiores, apesar de muitas vezes ser difícil ou impossível para o médico fazer tal determinação: • ITU inferior: Infecções da bexiga (cistite) • ITU superior: Infecção dos rins (pielonefrite) • Alguns médicos também consideram as infecções na uretra (uretrite) e próstata (prostatite) como sendo ITU inferior. Em órgãos duplos (como os rins), a infecção pode ocorrer em um ou ambos os órgãos. • As ITUs podem ocorrer tanto em crianças como em adultos.
  • 6. INFECÇÃO URINÁRIA SINTOMATOLO GIA GERAIS • Febre • Irritabilidade / choro frequente • Vómitos / diarreia / recusa alimentar • Má progressão ESPECÍFICOS • Disúria • Polaquiúria • Urgência miccional • Hematúria • Dor lombar / Murphy renal
  • 7. INFECÇÃO URINÁRIA QUADRO CLÍNICO URINA TIPO II ou SUMÁRIA URINOCULTU RA O U URIN A ASSÉPTI CA: Jacto médio , Punção supra- púbica, Cateterismo vesical Saco colector. DIAGNÓSTICO
  • 10. INFECÇÃO URINÁRIA • Hidratação: aumenta a diurese com remoção mecânica das bactérias do aparelho urinário • Controlo sintomático: febre, vómitos e dor • Antibioterapia, inicialmente instituída de forma empírica e logo que possível ajustada de acordo com o Teste de sensibilidade aos antibióticos. TRATAMENTO Deve realizar-se nova urocultura às 72h se não houver melhoria clínica e sempre após conclusão da terapêutica.
  • 11. INFECÇÃO URINÁRIA Propõe-se o início da terapêutica em regime de internamento hospitalar, para antibioterapia endovenosa, nos seguintes casos: - Recém-nascido ou lactente com menos de 6 meses de idade -Quadros de gravidade clínica (febre elevada, prostração, vómitos, estado séptico) - Existência de patologia nefro-urológica ou outra patologia crónica que obrigue a vigilância clínica - Não tolerância da via oral - Incerteza do cumprimento da terapêutica em regime ambulatório.
  • 12. INFECÇÃO URINÁRIA INTERVENÇÕES 1. GERIR HIDRATATAÇÃO 2. MONITORIZAR DIURESE 3. MONITORIZAR SINAIS VITAIS 4. VIGIAR CARACTERÍSTICAS DA URINA
  • 14. INFECÇÃO URINÁRIA INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM 5. GERIR TERAPÊUTICA 6. COLABORAR NA RECOLHA DE URINA 7. ENSINAR, INSTRUIR E TREINAR OS PAIS 8. OPTIMIZAR A PARCERIA DOS PAIS NOS CUIDADOS 9. GERIR STRESS PARENTAL 10.PLANEAR ACTIVIDADES LÚDICAS
  • 15. INFECÇÃO URINÁRIA Referências Bibliográficas Barreira J. . Pediatria II. Porto: AE FMUP; 1997. Brazelton T., Greenspan, S.A criança e o seu mundo. Queluz Baixo: Editorial Presença; 2002. Bowden V., Greenberg C. Procedimentos de Enfermagem Pediátrica. Brasil: Guanabara Koogan; 2013. Finberg L. Manual de clínica pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. Hockenberry M., Wilson D. Wong-Enfermagem da criança e do adolescente. 9ªed. Loures: Lusociência; 2014. Lissauer T., Clayden G. Manual Ilustrado de Pediatria. 3ª ed. Brasil: Elsevier; 2009. Opperman C. Enfermagem pediátrica contemporânea. - Lisboa:Ed. Lusociência; 2001. Salgado,M.. Protocolo de infecção urinária. Saúde Infantil . 1996, 18: 85-9 Richard E. , Robert Kl., Hal B., Jenson. Nelson Tratado de Pediatria. 17ª ed. Editora: Elsevier; 2008.