HISTÓRIA
DA TECNOLOGIA
NO ENSINO DE
INGLÊS
breve retrospectiva
histórica
Vera Menezes (UFMG/CNPq)
As máquinas dominam as
comunicações no mundo moderno
O ambiente lingüístico tem sido recriado
artificialmente e o professor e o livro têm
sido forçados a se integrarem a esses novos
meios de transmissão.
As máquinas dominam as
comunicações no mundo moderno
O ambiente lingüístico tem sido recriado
artificialmente e o professor e o livro têm
sido forçados a se integrarem a esses novos
meios de transmissão. (Kelly, 1969)
Tecnologias da escrita
Índia: folhas de palmeira
Esquimós: osso de baleia, dentes de foca
China: livros feitos com conchas e cascos de
tartaruga e posteriormente em bambu e seda.
Outros povos: pedra, barro, casca das arvores.
Depois papiro e o pergaminho.
História do Papel
http://www.aracruz.com.br/web/pt/curiosidades/curios_histpap.htm
O homem começou a registrar sua história por
volta de 6000 a.C., através de entalhes em
pedra, madeira ou placas de barro. A escrita
surgiu independentemente no Egito, na
Mesopotâmia e na China.
• 105 d.C. - A invenção de papel é atribuída a T'sai
Lun na China, fabricado a partir de fibras de
cânhamo trituradas e revestidas de uma fina
camada de cálcio, alumínio e sílica.
• 1000 até cerca de 1830 - Trapos velhos eram o
insumo básico da indústria de papel até meados do
século XIX (costume interrompido em meados do
século XVII, quando acreditava-se que os restos de
pano contribuíam para a propagação da peste).
História do Papel
http://www.aracruz.com.br/web/pt/curiosidades/curios_histpap.htm
• 1719 - O naturalista francês Reaumur sugere o uso
da madeira como matéria-prima para o fabrico de
papel, ao observar que as vespas mastigavam
madeira podre e empregavam a pasta resultante
para produzir uma substância semelhante ao papel
na confecção de seus ninhos.
• Meados Séc. XIX - surge a demanda de papel para
a impressão de livros, jornais e fabricação de
outros produtos de consumo, levando à busca de
fontes alternativas de fibras a serem transformadas
em papel.
• 1838 - produção de pasta de palha branqueada.
História do Papel
http://www.aracruz.com.br/web/pt/curiosidades/curios_histpap.htm
• Anos 1840 - Na Alemanha, desenvolve-se um
processo para trituração de madeira. As fibras são
separadas e transformadas no que passou a ser
conhecido como "pasta mecânica" de celulose.
• 1854 - É patenteado na Inglaterra um processo de
produção de pasta celulósica através de tratamento
com soda cáustica. A lignina, cimento orgânico que
une as fibras, é dissolvida e removida, surgindo a
primeira "pasta química".
• Anos 1860 - Invenção do papel couché.
Lançamento do papel higiênico em forma de rolo.
Surgem na Finlândia as primeiras leis sobre
práticas de silvicultura.
Histórico
Sec.I
volumen
codex
Histórico: o livro
1578: Gramática do
Hebraico
Histórico
Língua escrita como sistema
gramatical e conjunto de palavras
1592
• Linea ascendenti,
Pater (Vitricus) 2. et Mater
(Noverca), 3.
Avus, 4. et Avia, 5.
Proavus, 6. et Proavia, 7.
Abavus, 8. et Abavia, 9.
Atavus, 10. et Atavia, 11.
Tritavus, 12. et Tritavia, 13.
Ulteriores dicuntur Majores, 14...
14.
• In Linea descendenti,
Filius (Privignus), 15. et Filia
(Privigna), 16.
Nepos, 17. et Neptis, 18.
Pronepos, 19. et Proneptis, 26.
Abnepos, 21. et Abneptis, 22.
Atnepos, 23. et Atneptis, 24.
Trinepos, 25. et Trineptis, 26.
Ulteriores dicuntur Posteri, 27...
27.
• In Linea collaterali sunt
Patruus, 28. et Amita, 29.
Avunculus, 30. et Matertera, 31.
Frater, 32. et Soror, 33.
Patruelis, 34. Sobrinus, 35. et
Amitinus, 36.
•
Precursor das
técnicas audio-
visuais
Herus (Pater familias), 1.
habet Famulos (Servos),
2.
Hera (Marter familias), 3.
Ancillas, 4.
Illi mandant his Opera, 6.
et distribuunt Laborum
Pensa, 5.
qua ab his fideliter sunt
exsequenda
sine murmure et
dispendio;
pro quo Merces et
Alimonia praebentur ipsis.
Servus olim erat Mancipium,
in quem domino potestas
fuit
vitae et necis
Hodie pauperiores serviunt
libere,
conducti mercede.
Auxiliares do livro
push
Histórico: reprodução de voz
1878 – invenção do fonógrafo por
Thomas Edson
Histórico
(foco na linguagem oral)
1925 – International Correspondence
Schools of Scranton
Livros de conversação (inglês,
francês e alemão) gravados em
cilindros.
DISCOS
1920: Discos para ensino de línguas gravados
pela Linguaphone
Filme
1930: estúdios Walt Disney
Cartoons para ensinar inglês básico
1943: uso de atores (March of Times series)
Gravador
1940: Gravador (Mirrophone/fita de papel)
Exercícios de repetição para aprendizagem
de pronúncia
1944: Universidade de Illinois: leitura
Gravador magnético
Fim dos anos 50: Gravador (fita magnética)
Interação entre alunos de continentes
diferentes
Rádio
Anos 50: USIS e VOA
Anos 60: BBC ensino de inglês em 30 línguas
Televisão
1951: primeiro programa de ensino de língua
em uma TV comercial em Atlanta
Laboratórios de Línguas
Fim dos anos 50: Laboratórios de línguas
Princípio do telefone
Problemas
• Não flexível
• Instalações permanentes
• Demanda fiação específica
• Demanda tratamento acústico
• Contato pessoal fica difícil
Conceito de língua e aquisição
• O conceito de língua deixa de ser o de sistema
apenas para ser entendido como comunicação;
As teorias de aquisição enfatizam a importância de
exposição à linguagem em uso, à interação, às
experiências individuais;
• Os corpora de amostras de gêneros diversos
passam a embasar os materiais didáticos. Ex. O
COBUILD
• O material didático vai ficando cada vez mais
sofisticado.
DZ: Well, I stopped by Cambridge
University Press, and I picked up some
Interchange materials [takes out materials as
she speaks]. I got the Interchange student
book, the Interchange workbook, the
Interchange class audio cassette, the
Interchange student audio cassette, the
Interchange teacher's guide to the student
book, the Interchange video, the Interchange
video student book, the Interchange
teacher's guide to the video book, the
Interchange teacher training video, the
Interchange book for the teacher training
video, and the Interchange teacher's book to
the book for the teacher training video, and
the Interchange lunchbox.
TESOL and the humorous spirit Henry G. Widdowson,
Dorothy E. Zemach
HW: The Interchange lunchbox?
DZ: Well, you know how some novice teachers
spend so much time preparing for classes and
grading papers that they don't eat right. The
Interchange lunchbox comes packed with a
supply of fully integrated, multi-ingredient
lunches that give teachers a balanced supply of
the nutrients they need to use the Interchange
materials. (offers a sandwich) Want a bite?
HW: Thanks, but I think I'll wait until the
Interchange lunchbox teacher's guide comes
out.
DZ: Sorry--it's not available till this fall.
TESOL and the humorous spirit Henry G. Widdowson,
Dorothy E. Zemach
Linha do tempo
Linha do tempo que sintetiza percurso de
tecnologias:
Volumen/codex/livro fonógrafo/gramofone/gravador projetor/TV/vídeo
Uma nova era : o Computador
1960: máquina de instrução programada
University of Illinois
PLATO (Programmed Logic for Automatic
Teaching Operation)
Linguagem de programação chamada TUTOR
Computador
No Brasil, o computador chega no final da
década de 80
Computador
E a Internet na década de 90
O computador reúne várias
tecnologias
O computador
Criado para atender as exigências dos
Estados Unidos durante a Guerra Fria;
Ensino mediado por computador: PLATO
(Programmed Logic for Automatic teaching
operations) Universidade de Illinois 1930;
Crescimento do programa e conflitos
gerados por ele;
Década de 80: primeiros PCS pessoais no
Brasil;
Inglaterra: primeiro programa reconstrução
de texto;
Acesso do Brasil a rede mundial de
computadores (1991)
Acesso ao público em 1999;
Novas formas de comunicação: interação
com outros falantes através de emails
Primeiras páginas com material gratuito:
ESL cafe criada por David Sperling
Evolução da informática;
Usuário passa de mero consumidor a
produtor de produto;
Rumo a normalização
Pennington (1996): socialização dos
computadores e seu uso na educação podem
ser descritos em 7 fases
1- uso de computadores para cálculo
matemático por cientistas;
2- acesso de professores e estudantes;
3- acesso a toda esfera educacional incluindo
escola pública;
4- objeto de massa atingindo a classe média;
5- educadores usam computador na prática
pedagógica;
6- crianças tornam digitalmente letradas
7- acesso universal a informações e pessoas;
 Bax (2003, p.24-25) propõe sete estágios
até a normalização das atividades de
ensino de línguas mediadas por
computador
1- professores e escolas adotam a tecnologia
por curiosidade.
2- a maioria das pessoas ignora a tecnologia
ou demonstra ceticismo.
3- as pessoas experimentam a
tecnologia, mas rejeitam o novo frente aos
primeiros obstáculos;
4- tentam outra vez porque alguém os
convence que a tecnologia funciona e aí
conseguem ver vantagens relativas.
5- mais pessoas começam a usar a novas
ferramenta, mas ainda existe medo ou
expectativas exageradas.
6- tecnologia vista como algo normal
7- integram-se em nossas vidas
Normalização atingida nos serviços
bancários;
Ensino de línguas estrangeiras em
Universidades três tipos de experiências:
extensão, atividades curriculares e projetos
opcionais
Extensão: pioneira professora Heloísa
Collins oferta de cursos pela PUCSP;
Atividade curricular: Experiência de Paiva
na UFMG;
Extracurricular: Teletandem Brasil UNESP;
Vilson Leffa: Pioneiro em materiais digitais;
Referências:
PAIVA, V.L.M.O. O uso da tecnologia no
ensino de línguas estrangeiras: breve
retrospectiva histórica (submetido
à publicação) 2008 disponível em
http://www.veramenezes.com/techist.pdf
O FUTURO (1997)
O FUTURO
• The PAD (Personal Access Device) will become
the dominant tool for online education, combining
the function of book, notebook, and pen. Think of
the PAD as a lightweight notebook computer with
touchscreen functions and high speed wireless
internet access. The PAD will look like a
contemporary clipboard and will weigh about as
much. Its high-resolution screen will deliver easy-
to-read text, video and multimedia. The PAD will
accept voice commands, recognize your
handwriting, or accept input via a touch-screen
keyboard.
http://www.nald.ca/fulltext/future/page3.htm
Apple IPAD
Kindle
O FUTURO
Normalização
• Algumas tecnologias se transformaram em
elementos essenciais da aprendizagem de
línguas e se tornaram invisíveis. Ex. lápis,
giz, quadro negro, papel
• O computador ainda não atingiu esse
estágio
Estágios de Normalização
Bax (2003) e Brown(1999)
• Inovadores/pioneiros
• Ignorância/ceticismo
• Primeiros adeptos
• Adeptos por pressão
• Medo/espanto
• Tornando-se natural
• Invisibilidade
Conclusão
• A história não é linear
• As diferenças sociais no Brasil impedem
que tecnologias como o papel, o livro, até a
luz cheguem para todos.
• Tecnologias já obsoletas nunca chegaram a
muitas escolas. Ex. projetor de slides
• O computador não chegará para todos.
• Nem o livro e nem o computador farão
milagres no processo de aprendizagem.
Bibliografia
KELLY, L.G. 25 centuries of language
teaching. Rowley, mas.: Newbury, 1969.

História da Tecnologia no ensino de inglês: breve retrospectiva histórica

  • 1.
    HISTÓRIA DA TECNOLOGIA NO ENSINODE INGLÊS breve retrospectiva histórica Vera Menezes (UFMG/CNPq)
  • 2.
    As máquinas dominamas comunicações no mundo moderno O ambiente lingüístico tem sido recriado artificialmente e o professor e o livro têm sido forçados a se integrarem a esses novos meios de transmissão.
  • 3.
    As máquinas dominamas comunicações no mundo moderno O ambiente lingüístico tem sido recriado artificialmente e o professor e o livro têm sido forçados a se integrarem a esses novos meios de transmissão. (Kelly, 1969)
  • 4.
    Tecnologias da escrita Índia:folhas de palmeira Esquimós: osso de baleia, dentes de foca China: livros feitos com conchas e cascos de tartaruga e posteriormente em bambu e seda. Outros povos: pedra, barro, casca das arvores. Depois papiro e o pergaminho.
  • 5.
    História do Papel http://www.aracruz.com.br/web/pt/curiosidades/curios_histpap.htm Ohomem começou a registrar sua história por volta de 6000 a.C., através de entalhes em pedra, madeira ou placas de barro. A escrita surgiu independentemente no Egito, na Mesopotâmia e na China. • 105 d.C. - A invenção de papel é atribuída a T'sai Lun na China, fabricado a partir de fibras de cânhamo trituradas e revestidas de uma fina camada de cálcio, alumínio e sílica. • 1000 até cerca de 1830 - Trapos velhos eram o insumo básico da indústria de papel até meados do século XIX (costume interrompido em meados do século XVII, quando acreditava-se que os restos de pano contribuíam para a propagação da peste).
  • 6.
    História do Papel http://www.aracruz.com.br/web/pt/curiosidades/curios_histpap.htm •1719 - O naturalista francês Reaumur sugere o uso da madeira como matéria-prima para o fabrico de papel, ao observar que as vespas mastigavam madeira podre e empregavam a pasta resultante para produzir uma substância semelhante ao papel na confecção de seus ninhos. • Meados Séc. XIX - surge a demanda de papel para a impressão de livros, jornais e fabricação de outros produtos de consumo, levando à busca de fontes alternativas de fibras a serem transformadas em papel. • 1838 - produção de pasta de palha branqueada.
  • 7.
    História do Papel http://www.aracruz.com.br/web/pt/curiosidades/curios_histpap.htm •Anos 1840 - Na Alemanha, desenvolve-se um processo para trituração de madeira. As fibras são separadas e transformadas no que passou a ser conhecido como "pasta mecânica" de celulose. • 1854 - É patenteado na Inglaterra um processo de produção de pasta celulósica através de tratamento com soda cáustica. A lignina, cimento orgânico que une as fibras, é dissolvida e removida, surgindo a primeira "pasta química". • Anos 1860 - Invenção do papel couché. Lançamento do papel higiênico em forma de rolo. Surgem na Finlândia as primeiras leis sobre práticas de silvicultura.
  • 8.
  • 9.
    Histórico: o livro 1578:Gramática do Hebraico
  • 10.
    Histórico Língua escrita comosistema gramatical e conjunto de palavras 1592
  • 11.
    • Linea ascendenti, Pater(Vitricus) 2. et Mater (Noverca), 3. Avus, 4. et Avia, 5. Proavus, 6. et Proavia, 7. Abavus, 8. et Abavia, 9. Atavus, 10. et Atavia, 11. Tritavus, 12. et Tritavia, 13. Ulteriores dicuntur Majores, 14... 14. • In Linea descendenti, Filius (Privignus), 15. et Filia (Privigna), 16. Nepos, 17. et Neptis, 18. Pronepos, 19. et Proneptis, 26. Abnepos, 21. et Abneptis, 22. Atnepos, 23. et Atneptis, 24. Trinepos, 25. et Trineptis, 26. Ulteriores dicuntur Posteri, 27... 27. • In Linea collaterali sunt Patruus, 28. et Amita, 29. Avunculus, 30. et Matertera, 31. Frater, 32. et Soror, 33. Patruelis, 34. Sobrinus, 35. et Amitinus, 36. • Precursor das técnicas audio- visuais
  • 12.
    Herus (Pater familias),1. habet Famulos (Servos), 2. Hera (Marter familias), 3. Ancillas, 4. Illi mandant his Opera, 6. et distribuunt Laborum Pensa, 5. qua ab his fideliter sunt exsequenda sine murmure et dispendio; pro quo Merces et Alimonia praebentur ipsis. Servus olim erat Mancipium, in quem domino potestas fuit vitae et necis Hodie pauperiores serviunt libere, conducti mercede.
  • 13.
  • 14.
    Histórico: reprodução devoz 1878 – invenção do fonógrafo por Thomas Edson
  • 15.
    Histórico (foco na linguagemoral) 1925 – International Correspondence Schools of Scranton Livros de conversação (inglês, francês e alemão) gravados em cilindros.
  • 16.
    DISCOS 1920: Discos paraensino de línguas gravados pela Linguaphone
  • 17.
    Filme 1930: estúdios WaltDisney Cartoons para ensinar inglês básico 1943: uso de atores (March of Times series)
  • 18.
    Gravador 1940: Gravador (Mirrophone/fitade papel) Exercícios de repetição para aprendizagem de pronúncia 1944: Universidade de Illinois: leitura
  • 19.
    Gravador magnético Fim dosanos 50: Gravador (fita magnética) Interação entre alunos de continentes diferentes
  • 20.
    Rádio Anos 50: USISe VOA Anos 60: BBC ensino de inglês em 30 línguas
  • 21.
    Televisão 1951: primeiro programade ensino de língua em uma TV comercial em Atlanta
  • 22.
    Laboratórios de Línguas Fimdos anos 50: Laboratórios de línguas Princípio do telefone
  • 23.
    Problemas • Não flexível •Instalações permanentes • Demanda fiação específica • Demanda tratamento acústico • Contato pessoal fica difícil
  • 24.
    Conceito de línguae aquisição • O conceito de língua deixa de ser o de sistema apenas para ser entendido como comunicação; As teorias de aquisição enfatizam a importância de exposição à linguagem em uso, à interação, às experiências individuais; • Os corpora de amostras de gêneros diversos passam a embasar os materiais didáticos. Ex. O COBUILD • O material didático vai ficando cada vez mais sofisticado.
  • 25.
    DZ: Well, Istopped by Cambridge University Press, and I picked up some Interchange materials [takes out materials as she speaks]. I got the Interchange student book, the Interchange workbook, the Interchange class audio cassette, the Interchange student audio cassette, the Interchange teacher's guide to the student book, the Interchange video, the Interchange video student book, the Interchange teacher's guide to the video book, the Interchange teacher training video, the Interchange book for the teacher training video, and the Interchange teacher's book to the book for the teacher training video, and the Interchange lunchbox. TESOL and the humorous spirit Henry G. Widdowson, Dorothy E. Zemach
  • 26.
    HW: The Interchangelunchbox? DZ: Well, you know how some novice teachers spend so much time preparing for classes and grading papers that they don't eat right. The Interchange lunchbox comes packed with a supply of fully integrated, multi-ingredient lunches that give teachers a balanced supply of the nutrients they need to use the Interchange materials. (offers a sandwich) Want a bite? HW: Thanks, but I think I'll wait until the Interchange lunchbox teacher's guide comes out. DZ: Sorry--it's not available till this fall. TESOL and the humorous spirit Henry G. Widdowson, Dorothy E. Zemach
  • 27.
    Linha do tempo Linhado tempo que sintetiza percurso de tecnologias: Volumen/codex/livro fonógrafo/gramofone/gravador projetor/TV/vídeo
  • 28.
    Uma nova era: o Computador 1960: máquina de instrução programada University of Illinois PLATO (Programmed Logic for Automatic Teaching Operation) Linguagem de programação chamada TUTOR
  • 29.
    Computador No Brasil, ocomputador chega no final da década de 80
  • 30.
    Computador E a Internetna década de 90
  • 31.
    O computador reúnevárias tecnologias
  • 32.
    O computador Criado paraatender as exigências dos Estados Unidos durante a Guerra Fria; Ensino mediado por computador: PLATO (Programmed Logic for Automatic teaching operations) Universidade de Illinois 1930; Crescimento do programa e conflitos gerados por ele;
  • 33.
    Década de 80:primeiros PCS pessoais no Brasil; Inglaterra: primeiro programa reconstrução de texto; Acesso do Brasil a rede mundial de computadores (1991) Acesso ao público em 1999; Novas formas de comunicação: interação com outros falantes através de emails
  • 34.
    Primeiras páginas commaterial gratuito: ESL cafe criada por David Sperling Evolução da informática; Usuário passa de mero consumidor a produtor de produto;
  • 35.
    Rumo a normalização Pennington(1996): socialização dos computadores e seu uso na educação podem ser descritos em 7 fases 1- uso de computadores para cálculo matemático por cientistas; 2- acesso de professores e estudantes; 3- acesso a toda esfera educacional incluindo escola pública;
  • 36.
    4- objeto demassa atingindo a classe média; 5- educadores usam computador na prática pedagógica; 6- crianças tornam digitalmente letradas 7- acesso universal a informações e pessoas;
  • 37.
     Bax (2003,p.24-25) propõe sete estágios até a normalização das atividades de ensino de línguas mediadas por computador 1- professores e escolas adotam a tecnologia por curiosidade. 2- a maioria das pessoas ignora a tecnologia ou demonstra ceticismo.
  • 38.
    3- as pessoasexperimentam a tecnologia, mas rejeitam o novo frente aos primeiros obstáculos; 4- tentam outra vez porque alguém os convence que a tecnologia funciona e aí conseguem ver vantagens relativas. 5- mais pessoas começam a usar a novas ferramenta, mas ainda existe medo ou expectativas exageradas.
  • 39.
    6- tecnologia vistacomo algo normal 7- integram-se em nossas vidas Normalização atingida nos serviços bancários; Ensino de línguas estrangeiras em Universidades três tipos de experiências: extensão, atividades curriculares e projetos opcionais
  • 40.
    Extensão: pioneira professoraHeloísa Collins oferta de cursos pela PUCSP; Atividade curricular: Experiência de Paiva na UFMG; Extracurricular: Teletandem Brasil UNESP; Vilson Leffa: Pioneiro em materiais digitais;
  • 41.
    Referências: PAIVA, V.L.M.O. Ouso da tecnologia no ensino de línguas estrangeiras: breve retrospectiva histórica (submetido à publicação) 2008 disponível em http://www.veramenezes.com/techist.pdf
  • 42.
  • 43.
    O FUTURO • ThePAD (Personal Access Device) will become the dominant tool for online education, combining the function of book, notebook, and pen. Think of the PAD as a lightweight notebook computer with touchscreen functions and high speed wireless internet access. The PAD will look like a contemporary clipboard and will weigh about as much. Its high-resolution screen will deliver easy- to-read text, video and multimedia. The PAD will accept voice commands, recognize your handwriting, or accept input via a touch-screen keyboard. http://www.nald.ca/fulltext/future/page3.htm
  • 44.
  • 45.
  • 46.
  • 47.
    Normalização • Algumas tecnologiasse transformaram em elementos essenciais da aprendizagem de línguas e se tornaram invisíveis. Ex. lápis, giz, quadro negro, papel • O computador ainda não atingiu esse estágio
  • 48.
    Estágios de Normalização Bax(2003) e Brown(1999) • Inovadores/pioneiros • Ignorância/ceticismo • Primeiros adeptos • Adeptos por pressão • Medo/espanto • Tornando-se natural • Invisibilidade
  • 49.
    Conclusão • A histórianão é linear • As diferenças sociais no Brasil impedem que tecnologias como o papel, o livro, até a luz cheguem para todos. • Tecnologias já obsoletas nunca chegaram a muitas escolas. Ex. projetor de slides • O computador não chegará para todos. • Nem o livro e nem o computador farão milagres no processo de aprendizagem.
  • 50.
    Bibliografia KELLY, L.G. 25centuries of language teaching. Rowley, mas.: Newbury, 1969.