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EFEITOS DE UM PROGRAMA DE TREINAMENTO DE FORÇA EM
ADULTOS PORTADORES DE HÉRNIA DE DISCO LOMBAR
Rodrigo Torma1
, Cíntia H. Ritzel1
, Marco A. Vaz1
.
1
Laboratório de Pesquisa do Exercício - Lapex - Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS - POA - RS.
Resumo: Os benefícios da prática regular de treinamento de força têm sido estudados em inúmeros trabalhos, e sua
aplicabilidade e eficácia em populações especiais. Este estudo tem por objetivo investigar os efeitos de um programa de
treinamento de força em indivíduos portadores de hérnia de disco lombar. A massa muscular e o percentual de gordura
foram avaliados e, dezesseis sujeitos pré e após 10 semanas de treinamento de força, e em oito sujeitos do grupo
controle. Os indivíduos do grupo treinamento apresentaram aumento na massa muscular e redução no percentual de
gordura comparando-se as avaliações pré e pós-treinamento (p<0,05). Não foram encontradas diferenças nessas
variáveis no grupo controle. Os resultados sugerem que a prática de treinamento de força produz resultados satisfatórios
para os parâmetros avaliados.
Palavras-chave: Hérnia de disco, dor lombar, treinamento de força.
Abstract: The benefits of a regular strength-training program and its efficacy and applicability in special populations
have received attention in several studies. The purpose of this study was to evaluate muscle mass and fat free mass in
twenty-four subjects with low back pain. Sixteen subjects were assessed before and after a 10-weeks training period.
Eight subjects participated in the control group and were evaluated with the same interval of the experimental group.
Muscle mass increased and fat mass percentage decreased (p<0.05) from pre- to post-training in the experimental
group. No changes were observed in the control group between tests. The results show that the strength-training
program produced satisfactory results for the assessed parameters, despite the wrong belief that strength training
should be avoided with low-back pain patients.
Keywords: lumbar disc herniation, low- back pain, strength training.
INTRODUÇÃO
A discopatia é uma doença que pode ser
descrita como uma saliência, hérnia, ruptura,
deslizamento, degeneração ou extrusão, que ocorre
no disco intervertebral [1]. Essa doença está
relacionada com a ruptura de fibras do anel fibroso
do dosco intervertebral, permitindo ou não a
extrusão ou protusão do centro do disco (núcleo
pulposo).
O grau de deslocamento do núcleo está
associado ao grau da dor lombar. Quando as
camadas do anel se rompem em camadas
sucessivas, o espaço entre elas é ocupado por gel
fluido. Essa ruptura do anel determina um aumento
do volume do disco protusado, resultando em
aumento da dor referida [2].
O treinamento de força tem sido contra-
indicado para pacientes com problemas ósteo-
articulares e portadores de discopatias. Acredita-se
que os discos intervertebrais sejam submetidos a
sobrecargas exageradas quando o corpo é
submetido ao levantamento de pesos [3].
Entretanto, exercícios de força tem sido indicados
em programas de reabilitação [4, 5], devido às
adaptações neuromusculares obtidas com o
treinamento. Essas adaptações incluem a melhora
na coordenação de movimentos e a hipertrofia
muscular.
O uso de exercícios para o tratamento de
lombalgias e discopatias resulta em maior
eficiência na reabilitação, com enfoque na variação
da freqüência, duração e intensidade dos exercícios
[4, 6]. Resultados positivos em relação as
lombalgias foram encontrados em estudos que
utilizaram programas de treinamento de força
muscular [7]. Exercícios de fortalecimento
muscular têm sido indicados na reabilitação de
doenças degenerativas discais [4, 8].
Tratamentos fisioterapêuticos de curta
duração têm resultados limitados, e os melhores
ganhos têm sido obtidos com intervenções de
longa duração, em torno de três meses [9].
Entretanto, as adaptações neurais e morfológicas
obtidas com um tratamento fisioterapêutico de
longa duração podem se perder facilmente com o
retorno do paciente às suas atividades de vida
diária, quando o mesmo não realiza a prática
regular de exercícios físicos.
De acordo com o princípio da
reversibilidade [10], as adaptações ocorrem ao
longo do tempo desde que o treinamento seja
contínuo, pois a interrupção do treinamento leva a
reversibilidade das adaptações ocorridas, levando
ao destreino, o qual costuma ocorrer mais rápido
que o treinamento. Portanto, a continuidade de um
trabalho de força estruturado para consolidar o
processo de adaptação seria uma boa alternativa
para levar o paciente de discopatia a ter uma vida
normal, prevenindo e/ou reduzindo as crises e a
incidência de dor.
O treinamento de força, se bem estruturado,
pode levar a inúmeros benefícios, tais como
aumento da força e hipertrofia musculares,
aumento de massa livre de gordura e diminuição de
massa gorda, melhora na amplitude de movimentos
e melhora na qualidade de vida [11].
Além disso, estudos indicam que exercícios
de extensão do tronco têm uma importância
primordial no tratamento das discopatias [12].
Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar os
efeitos de um programa de treinamento de força no
percentual de gordura e na massa muscular em
sujeitos com diagnóstico de hérnia de disco
lombar.
MATERIAIS E MÉTODOS
O estudo é de caráter investigativo quase-
experimental. Após o diagnóstico clínico por
médico especialista da presença de hérnia de disco
lombar, os pacientes foram encaminhados a uma
clínica de fisioterapia para a realização de
tratamento conservador. Os pacientes foram
convidados a participar voluntariamente da
pesquisa. Pacientes que não demonstraram
interesse em participar do programa de treinamento
foram convidados a participar do grupo controle. A
partir dessa metodologia, foram selecionados 16
sujeitos para o grupo experimental (ou grupo de
treinamento) e 8 para o grupo controle.
Avaliação de massa muscular e percentual
de gordura foram realizadas com o uso de
protocolos para mensuração das dobras cutâneas,
perimetria, diâmetros ósseos, altura e massa
corporal [13, 14]. A partir da densidade corporal
obtida por meio dos protocolos antropométricos foi
efetuado o fracionamento corporal a fim de se
obter os dados de massa muscular e percentual de
gordura.
As avaliações foram realizadas no pré e pós-
treinamento para o grupo experimental; e para o
grupo controle foram realizadas avaliações nas
semanas 1 e 10.
Antes da sessão de treinamento todos os
sujeitos realizaram um alongamento para cada
grupo muscular a ser treinado, totalizando 10
alongamentos. Além disso, a pressão arterial e a
freqüência cardíaca dos pacientes foram
controladas durante as sessões de treinamento.
Tabela 1:Periodização do programa de treinamento
de 10 semanas em microciclos.
Variável
1o
microciclo
2o
microciclo
3o
microciclo
Carga moderada moderada alta
% 1 RM 50% 50-65% 75%
Séries 2 2 3
Repetições 12 a 15 15 a 25 6 a 12
Intervalo
entre séries
30s e 60s 30s a 90s 60s a 90s
Velocidade
Execução
moderada moderada lenta
Sessões
treinamento
10 10 10
Respiração livre ativa ativa
O programa de treinamento de musculação
consistiu em 30 sessões, com freqüência de três
sessões semanais e intervalo de um ou dois dias
entre as sessões (tabela 1). O programa foi
composto pelos seguintes exercícios: supino reto,
puxada pela frente fechada, abdominal, extensão
de tronco, voador invertido, rosca bíceps, tríceps
testa, leg press, extensão de joelhos, flexão de
joelhos, abdução de quadril e adução de quadril
[15, 16].
Esses exercícios, assim como a sobrecarga
do treinamento, foram adaptados às necessidades
individuais de cada paciente, de acordo com o
nível de dor que cada um apresentava em cada
sessão de treinamento. Portanto, a metodologia
utilizada em cada sessão de treinamento sofreu
pequenos ajustes individuais, apesar de se ter
procurado manter a mesma metodologia para o
grupo treinamento ao longo das 10 semanas de
treino.
Os dados de porcentagem de gordura e
massa corporal foram comparados entre os grupos
no pré e no pós-treinamento por meio de um test-t
para amostras independentes. Na comparação
intra-grupos, os dados pré e pós-treinamento para o
grupo treinado e teste 1 e 2 para o grupo controle
foi utilizado o test-t pareado. Todas as análises
foram realizadas com o programa SPSS 13. O
nível de significância adotado para todas as
análises foi de p<0,05.
RESULTADOS
Um aumento da massa muscular foi
observado quando se comparou o grupo
treinamento nos períodos pré e pós-
treinamento. O mesmo não ocorreu para o
grupo controle na comparação dos testes da
semana 1 e 10 (Figura1).
Figura 1. Dados da massa muscular (kg) avaliados
na semana 1 (pré) e 10 (pós), nos grupos
treinamento (GT) e controle (GC);
*=p<0,05.
24
25
26
27
28
GT GC
massamusc(Kg)
pré (1sem)
pós (10sem)*
24
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26
27
28
GT GC
massamusc(Kg)
pré (1sem)
pós (10sem)*
Na comparação do percentual de
gordura, foi encontrada uma redução para o
grupo treinamento na comparação entre o pré e
pós-treinamento, mas não houve diferença
nessa variável para o grupo controle (Figura
2).
Figura 2. Dados de percentual de gordura avaliados
nas semanas 1 e 10 dos grupos
treinamento (GT) e controle (GC);
*=p<0,05.
DISCUSSÃO
O treinamento de força realizado com a
freqüência e intensidade propostas na literatura
para sujeitos saudáveis aumenta a massa muscular
e diminui o percentual de gordura. No entanto,
quando se realizam adaptações no treinamento de
acordo com a individualidade biológica de
populações especiais, estes resultados podem não
ser encontrados.
Nosso protocolo de exercícios teve de ser
adaptado para cada um dos pacientes, tendo em
vista a incidência de dor lombar de cada paciente
no dia de treinamento. Apesar dessas pequenas
adaptações à individualidade biológica de cada um
dos pacientes, nossos resultados demonstram que,
mesmo adaptando os exercícios para as
necessidades dos pacientes, todos puderam se
beneficiar destas melhoras. Estes resultados
estão de acordo com os resultados encontrados
após o treinamento de força com sujeitos
saudáveis [11, 17, 18, 19, 20].
Existe uma influência benéfica da prática
de exercícios no tratamento de algias
vertebrais, doenças degenerativas discais e
lombalgias. Os exercícios utilizados em nosso
programa de treinamento não trouxe nenhuma
piora dos quadros de dor a partir de consulta
verbal a todos os pacientes do grupo de
treinamento ao longo das 10 semanas de
tratamento.
Apesar da resistência na utilização de
exercícios de força em programas de atividade
física para pacientes com lombalgias e hérnias
discais, devido à possibilidade das forças
aplicadas durante os exercícios sobre o local
de herniação produzirem uma piora do quadro
clínico, quando bem planejados e aplicados
adequadamente, os exercícios de força podem
ser indicados para fazer parte de programas de
reabilitação de pacientes com hérnia de disco
[4, 5].
CONCLUSÃO
O treinamento de força de 10 semanas
aumentou a massa muscular e diminuiu o
percentual de gordura em indivíduos com
diagnóstico de hérnia de disco lombar.
REFERÊNCIAS
[1]Cailliet, R. Síndrome da Dor Lombar. 5º edição,
Porto Alegre - RS - Brasil, Artmed, 2001.
25
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27
28
GT GC
%gordura
pré (1 sem)
pós (10sem)
*
25
26
27
28
GT GC
%gordura
pré (1 sem)
pós (10sem)
*
[2]McKenzie RA. A Physical Therapy Perspective
on Acute Spinal Disorders. In Mayer, TG,
Mooney, V, and Gatchel, RJ. Contemporary
Conservative Care for Painful Spinal
Disorders. Lea & Febiger, Philadelphia, 1991.
[3]Knoplich J. Viva bem Com a Coluna que Você
Tem. 7ª edição, São Paulo, Ibrasa, 1982.
[4]Bisschop P. Lumbar Instability: Consequences
for the Physiotherapist. A System of
Orthopaedic Medicine. 2ª ed, Churchill
Livingstone, 2003.
[5]Descarreaux M, Blouin JS, Teasdale N.
Isometric Force Production Parameters During
Normal and Experimental Low Back Pain
Conditions. BMC Musculoskeletal Disorders.
2005; 6.
[6]Polito MD, Maranhão GA, Lira VA.
Componentes da Aptidão Física e sua
Influência sobre a Prevalência de Lombalgia.
Revista Brasileira de Ciência e Movimento.
2003; v. 11, n° 2.
[7]O’Sullivan PB, Twomey LT, Allison GT.
Evaluation of Specific Stabilizing Exercise in
the Treatment of Chronic Low Pain With
Radiologic Diagnosis of Spondylolysis and
Spondylolysthesis. Spine. 1997; 22.
[8]Guzmán, J, Karjalainen K, Esmail R,
Malmivaara A, Irvin E, Bombardier C.
Multidisciplinary Rehabilitation for Chronic
Low Back Pain: Systematic Review. BMJ.
2001, vol 322.
[9]Selkowitz DM, Kulig K, Poppert EM, Flanagan
SP, Matthews ND, Beneck GJ, Popovich JM,
Lona JR, Yamada KA, Burke WS, Ervin C,
Powers CM. The Immediate and Long-Term
Effects of Exercise and Patient Education on
Physical, Functional, and Quality-of-Life
Outcome Measures After Single Level Lumbar
Microdiscectomy: A Randomized Controlled
Trial Protocol. BMC Musculoskeletal
Disorders. 2006; 7:70.
[10]Guedes DP. Musculação, Estética e Saúde
Feminina. 2ª edição, São Paulo – SP, Phorte,
2003.
[11]ACSM Position Stand: The Recommended
Quantity and Quality of Exercises for
Developing and Maintaining Cardio-
Respiratory and Muscular Fitness in Healthy
Adults. Med. Science Sports Exercise. 1990;
22:265.
[12]Manniche, C. Intensive Dynamic Back
Exercises With or Without Hyperextension in
Chronic Back Pain After Surgery for Lumbar
Disk Protusion. A Clinical Trial. Spine. 1993;
18.
[13]Jackson, A.S.; Pollock, M.L. A Practical
Approach for Assessing Body Composition of
Man, Women, and Athletes. Physician and
Sports Medicine. 1985.
[14]Tritschler, K. Medida e Avaliação em
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McGee. 5ª edição, SP, Manole, 2003.
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Navarro, F.; Pontes Júnior, F.L. Manual de
Musculação: Uma Abordagem Teórico-Prática
do Treinamento de Força. 2ª edição, São Paulo,
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[16]Delavier, F. Guia dos Movimentos de
Musculação, Abordagem Anatômica. 3º edição,
Barueri - SP - Brasil, 2002.
[17]Fleck, S.J.; Kraemer, W.J. Fundamentos do
Treinamento de Força Muscular. 2 º edição,
Porto Alegre - RS - Brasil, Artmed, 2002.
[18]Fleck, S.J. Periodized Strength Training: A
Critical Review. Journal of Strength and
Conditioning Research. 1999; 83-89.
[19]Badillo, J.J.G.; Ayestarán, E.G. Fundamentos
do Treinamento de Força, Aplicação ao Alto
Rendimento Desportivo. 2º edição, Artmed,
Porto Alegre, 2001.
[20]Baker, D.; WILSON G.; CARLYON, R.
Periodization: The Effect on Strength of
Manipulating Volume and Intensity. Journal of
Strength and Conditioning Research. 1994;
235-242.
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Efeitos de treino de força em hérnia de disco

  • 1. EFEITOS DE UM PROGRAMA DE TREINAMENTO DE FORÇA EM ADULTOS PORTADORES DE HÉRNIA DE DISCO LOMBAR Rodrigo Torma1 , Cíntia H. Ritzel1 , Marco A. Vaz1 . 1 Laboratório de Pesquisa do Exercício - Lapex - Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS - POA - RS. Resumo: Os benefícios da prática regular de treinamento de força têm sido estudados em inúmeros trabalhos, e sua aplicabilidade e eficácia em populações especiais. Este estudo tem por objetivo investigar os efeitos de um programa de treinamento de força em indivíduos portadores de hérnia de disco lombar. A massa muscular e o percentual de gordura foram avaliados e, dezesseis sujeitos pré e após 10 semanas de treinamento de força, e em oito sujeitos do grupo controle. Os indivíduos do grupo treinamento apresentaram aumento na massa muscular e redução no percentual de gordura comparando-se as avaliações pré e pós-treinamento (p<0,05). Não foram encontradas diferenças nessas variáveis no grupo controle. Os resultados sugerem que a prática de treinamento de força produz resultados satisfatórios para os parâmetros avaliados. Palavras-chave: Hérnia de disco, dor lombar, treinamento de força. Abstract: The benefits of a regular strength-training program and its efficacy and applicability in special populations have received attention in several studies. The purpose of this study was to evaluate muscle mass and fat free mass in twenty-four subjects with low back pain. Sixteen subjects were assessed before and after a 10-weeks training period. Eight subjects participated in the control group and were evaluated with the same interval of the experimental group. Muscle mass increased and fat mass percentage decreased (p<0.05) from pre- to post-training in the experimental group. No changes were observed in the control group between tests. The results show that the strength-training program produced satisfactory results for the assessed parameters, despite the wrong belief that strength training should be avoided with low-back pain patients. Keywords: lumbar disc herniation, low- back pain, strength training. INTRODUÇÃO A discopatia é uma doença que pode ser descrita como uma saliência, hérnia, ruptura, deslizamento, degeneração ou extrusão, que ocorre no disco intervertebral [1]. Essa doença está relacionada com a ruptura de fibras do anel fibroso do dosco intervertebral, permitindo ou não a extrusão ou protusão do centro do disco (núcleo pulposo). O grau de deslocamento do núcleo está associado ao grau da dor lombar. Quando as camadas do anel se rompem em camadas sucessivas, o espaço entre elas é ocupado por gel fluido. Essa ruptura do anel determina um aumento do volume do disco protusado, resultando em aumento da dor referida [2]. O treinamento de força tem sido contra- indicado para pacientes com problemas ósteo- articulares e portadores de discopatias. Acredita-se que os discos intervertebrais sejam submetidos a sobrecargas exageradas quando o corpo é submetido ao levantamento de pesos [3]. Entretanto, exercícios de força tem sido indicados em programas de reabilitação [4, 5], devido às adaptações neuromusculares obtidas com o treinamento. Essas adaptações incluem a melhora na coordenação de movimentos e a hipertrofia muscular. O uso de exercícios para o tratamento de lombalgias e discopatias resulta em maior eficiência na reabilitação, com enfoque na variação da freqüência, duração e intensidade dos exercícios [4, 6]. Resultados positivos em relação as
  • 2. lombalgias foram encontrados em estudos que utilizaram programas de treinamento de força muscular [7]. Exercícios de fortalecimento muscular têm sido indicados na reabilitação de doenças degenerativas discais [4, 8]. Tratamentos fisioterapêuticos de curta duração têm resultados limitados, e os melhores ganhos têm sido obtidos com intervenções de longa duração, em torno de três meses [9]. Entretanto, as adaptações neurais e morfológicas obtidas com um tratamento fisioterapêutico de longa duração podem se perder facilmente com o retorno do paciente às suas atividades de vida diária, quando o mesmo não realiza a prática regular de exercícios físicos. De acordo com o princípio da reversibilidade [10], as adaptações ocorrem ao longo do tempo desde que o treinamento seja contínuo, pois a interrupção do treinamento leva a reversibilidade das adaptações ocorridas, levando ao destreino, o qual costuma ocorrer mais rápido que o treinamento. Portanto, a continuidade de um trabalho de força estruturado para consolidar o processo de adaptação seria uma boa alternativa para levar o paciente de discopatia a ter uma vida normal, prevenindo e/ou reduzindo as crises e a incidência de dor. O treinamento de força, se bem estruturado, pode levar a inúmeros benefícios, tais como aumento da força e hipertrofia musculares, aumento de massa livre de gordura e diminuição de massa gorda, melhora na amplitude de movimentos e melhora na qualidade de vida [11]. Além disso, estudos indicam que exercícios de extensão do tronco têm uma importância primordial no tratamento das discopatias [12]. Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos de um programa de treinamento de força no percentual de gordura e na massa muscular em sujeitos com diagnóstico de hérnia de disco lombar. MATERIAIS E MÉTODOS O estudo é de caráter investigativo quase- experimental. Após o diagnóstico clínico por médico especialista da presença de hérnia de disco lombar, os pacientes foram encaminhados a uma clínica de fisioterapia para a realização de tratamento conservador. Os pacientes foram convidados a participar voluntariamente da pesquisa. Pacientes que não demonstraram interesse em participar do programa de treinamento foram convidados a participar do grupo controle. A partir dessa metodologia, foram selecionados 16 sujeitos para o grupo experimental (ou grupo de treinamento) e 8 para o grupo controle. Avaliação de massa muscular e percentual de gordura foram realizadas com o uso de protocolos para mensuração das dobras cutâneas, perimetria, diâmetros ósseos, altura e massa corporal [13, 14]. A partir da densidade corporal obtida por meio dos protocolos antropométricos foi efetuado o fracionamento corporal a fim de se obter os dados de massa muscular e percentual de gordura. As avaliações foram realizadas no pré e pós- treinamento para o grupo experimental; e para o grupo controle foram realizadas avaliações nas semanas 1 e 10. Antes da sessão de treinamento todos os sujeitos realizaram um alongamento para cada grupo muscular a ser treinado, totalizando 10 alongamentos. Além disso, a pressão arterial e a freqüência cardíaca dos pacientes foram controladas durante as sessões de treinamento.
  • 3. Tabela 1:Periodização do programa de treinamento de 10 semanas em microciclos. Variável 1o microciclo 2o microciclo 3o microciclo Carga moderada moderada alta % 1 RM 50% 50-65% 75% Séries 2 2 3 Repetições 12 a 15 15 a 25 6 a 12 Intervalo entre séries 30s e 60s 30s a 90s 60s a 90s Velocidade Execução moderada moderada lenta Sessões treinamento 10 10 10 Respiração livre ativa ativa O programa de treinamento de musculação consistiu em 30 sessões, com freqüência de três sessões semanais e intervalo de um ou dois dias entre as sessões (tabela 1). O programa foi composto pelos seguintes exercícios: supino reto, puxada pela frente fechada, abdominal, extensão de tronco, voador invertido, rosca bíceps, tríceps testa, leg press, extensão de joelhos, flexão de joelhos, abdução de quadril e adução de quadril [15, 16]. Esses exercícios, assim como a sobrecarga do treinamento, foram adaptados às necessidades individuais de cada paciente, de acordo com o nível de dor que cada um apresentava em cada sessão de treinamento. Portanto, a metodologia utilizada em cada sessão de treinamento sofreu pequenos ajustes individuais, apesar de se ter procurado manter a mesma metodologia para o grupo treinamento ao longo das 10 semanas de treino. Os dados de porcentagem de gordura e massa corporal foram comparados entre os grupos no pré e no pós-treinamento por meio de um test-t para amostras independentes. Na comparação intra-grupos, os dados pré e pós-treinamento para o grupo treinado e teste 1 e 2 para o grupo controle foi utilizado o test-t pareado. Todas as análises foram realizadas com o programa SPSS 13. O nível de significância adotado para todas as análises foi de p<0,05. RESULTADOS Um aumento da massa muscular foi observado quando se comparou o grupo treinamento nos períodos pré e pós- treinamento. O mesmo não ocorreu para o grupo controle na comparação dos testes da semana 1 e 10 (Figura1). Figura 1. Dados da massa muscular (kg) avaliados na semana 1 (pré) e 10 (pós), nos grupos treinamento (GT) e controle (GC); *=p<0,05. 24 25 26 27 28 GT GC massamusc(Kg) pré (1sem) pós (10sem)* 24 25 26 27 28 GT GC massamusc(Kg) pré (1sem) pós (10sem)*
  • 4. Na comparação do percentual de gordura, foi encontrada uma redução para o grupo treinamento na comparação entre o pré e pós-treinamento, mas não houve diferença nessa variável para o grupo controle (Figura 2). Figura 2. Dados de percentual de gordura avaliados nas semanas 1 e 10 dos grupos treinamento (GT) e controle (GC); *=p<0,05. DISCUSSÃO O treinamento de força realizado com a freqüência e intensidade propostas na literatura para sujeitos saudáveis aumenta a massa muscular e diminui o percentual de gordura. No entanto, quando se realizam adaptações no treinamento de acordo com a individualidade biológica de populações especiais, estes resultados podem não ser encontrados. Nosso protocolo de exercícios teve de ser adaptado para cada um dos pacientes, tendo em vista a incidência de dor lombar de cada paciente no dia de treinamento. Apesar dessas pequenas adaptações à individualidade biológica de cada um dos pacientes, nossos resultados demonstram que, mesmo adaptando os exercícios para as necessidades dos pacientes, todos puderam se beneficiar destas melhoras. Estes resultados estão de acordo com os resultados encontrados após o treinamento de força com sujeitos saudáveis [11, 17, 18, 19, 20]. Existe uma influência benéfica da prática de exercícios no tratamento de algias vertebrais, doenças degenerativas discais e lombalgias. Os exercícios utilizados em nosso programa de treinamento não trouxe nenhuma piora dos quadros de dor a partir de consulta verbal a todos os pacientes do grupo de treinamento ao longo das 10 semanas de tratamento. Apesar da resistência na utilização de exercícios de força em programas de atividade física para pacientes com lombalgias e hérnias discais, devido à possibilidade das forças aplicadas durante os exercícios sobre o local de herniação produzirem uma piora do quadro clínico, quando bem planejados e aplicados adequadamente, os exercícios de força podem ser indicados para fazer parte de programas de reabilitação de pacientes com hérnia de disco [4, 5]. CONCLUSÃO O treinamento de força de 10 semanas aumentou a massa muscular e diminuiu o percentual de gordura em indivíduos com diagnóstico de hérnia de disco lombar. REFERÊNCIAS [1]Cailliet, R. Síndrome da Dor Lombar. 5º edição, Porto Alegre - RS - Brasil, Artmed, 2001. 25 26 27 28 GT GC %gordura pré (1 sem) pós (10sem) * 25 26 27 28 GT GC %gordura pré (1 sem) pós (10sem) *
  • 5. [2]McKenzie RA. A Physical Therapy Perspective on Acute Spinal Disorders. In Mayer, TG, Mooney, V, and Gatchel, RJ. Contemporary Conservative Care for Painful Spinal Disorders. Lea & Febiger, Philadelphia, 1991. [3]Knoplich J. Viva bem Com a Coluna que Você Tem. 7ª edição, São Paulo, Ibrasa, 1982. [4]Bisschop P. Lumbar Instability: Consequences for the Physiotherapist. A System of Orthopaedic Medicine. 2ª ed, Churchill Livingstone, 2003. [5]Descarreaux M, Blouin JS, Teasdale N. Isometric Force Production Parameters During Normal and Experimental Low Back Pain Conditions. BMC Musculoskeletal Disorders. 2005; 6. [6]Polito MD, Maranhão GA, Lira VA. Componentes da Aptidão Física e sua Influência sobre a Prevalência de Lombalgia. Revista Brasileira de Ciência e Movimento. 2003; v. 11, n° 2. [7]O’Sullivan PB, Twomey LT, Allison GT. Evaluation of Specific Stabilizing Exercise in the Treatment of Chronic Low Pain With Radiologic Diagnosis of Spondylolysis and Spondylolysthesis. Spine. 1997; 22. [8]Guzmán, J, Karjalainen K, Esmail R, Malmivaara A, Irvin E, Bombardier C. Multidisciplinary Rehabilitation for Chronic Low Back Pain: Systematic Review. BMJ. 2001, vol 322. [9]Selkowitz DM, Kulig K, Poppert EM, Flanagan SP, Matthews ND, Beneck GJ, Popovich JM, Lona JR, Yamada KA, Burke WS, Ervin C, Powers CM. The Immediate and Long-Term Effects of Exercise and Patient Education on Physical, Functional, and Quality-of-Life Outcome Measures After Single Level Lumbar Microdiscectomy: A Randomized Controlled Trial Protocol. BMC Musculoskeletal Disorders. 2006; 7:70. [10]Guedes DP. Musculação, Estética e Saúde Feminina. 2ª edição, São Paulo – SP, Phorte, 2003. [11]ACSM Position Stand: The Recommended Quantity and Quality of Exercises for Developing and Maintaining Cardio- Respiratory and Muscular Fitness in Healthy Adults. Med. Science Sports Exercise. 1990; 22:265. [12]Manniche, C. Intensive Dynamic Back Exercises With or Without Hyperextension in Chronic Back Pain After Surgery for Lumbar Disk Protusion. A Clinical Trial. Spine. 1993; 18. [13]Jackson, A.S.; Pollock, M.L. A Practical Approach for Assessing Body Composition of Man, Women, and Athletes. Physician and Sports Medicine. 1985. [14]Tritschler, K. Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow & McGee. 5ª edição, SP, Manole, 2003. [15]Uchida, M.C.; Charro, M.A.; Bacurau, R.F.P.; Navarro, F.; Pontes Júnior, F.L. Manual de Musculação: Uma Abordagem Teórico-Prática do Treinamento de Força. 2ª edição, São Paulo, Phorte, 2004. [16]Delavier, F. Guia dos Movimentos de Musculação, Abordagem Anatômica. 3º edição, Barueri - SP - Brasil, 2002. [17]Fleck, S.J.; Kraemer, W.J. Fundamentos do Treinamento de Força Muscular. 2 º edição, Porto Alegre - RS - Brasil, Artmed, 2002. [18]Fleck, S.J. Periodized Strength Training: A Critical Review. Journal of Strength and Conditioning Research. 1999; 83-89. [19]Badillo, J.J.G.; Ayestarán, E.G. Fundamentos do Treinamento de Força, Aplicação ao Alto Rendimento Desportivo. 2º edição, Artmed, Porto Alegre, 2001. [20]Baker, D.; WILSON G.; CARLYON, R. Periodization: The Effect on Strength of Manipulating Volume and Intensity. Journal of Strength and Conditioning Research. 1994; 235-242. The author has requested enhancement of the downloaded file. All in-text references underlined in blue are linked to publications on ResearchGate.The author has requested enhancement of the downloaded file. All in-text references underlined in blue are linked to publications on ResearchGate.