Este artigo discute a necessidade de uma abordagem não agonística ao estudar teorias teatrais, evitando enxergá-las como textos homogêneos e fechados. Propõe explorar a interface entre a argumentação dessas teorias e os processos criativos que referenciam. Como exemplo, analisa textos iniciais de Meyerhold, mostrando como ele reagia à noção de teatro como reprodução da realidade, defendendo uma concepção mais experimental.