O documento discute a redefinição da memória e do patrimônio no novo "regime de historicidade" no Ocidente após a queda do Muro de Berlim. O autor argumenta que ocorreu um crescimento do presente como categoria dominante, o que ele chama de "presentismo", onde vivemos entre a amnésia e a vontade de não esquecer. Ele usa exemplos como Berlim para ilustrar como diferentes ordens do tempo podem ser vistas e como a noção de "regime de historicidade" pode ajudar a entender nossa