O documento discute a pobreza menstrual, definida como a falta de acesso a recursos, infraestrutura e conhecimento para cuidar da menstruação. Isso afeta meninas e mulheres, levando algumas a perderem aulas na escola por falta de produtos higiênicos ou banheiros adequados. O documento defende que a higiene menstrual deve ser vista como um direito básico e não como problema individual, conforme recomenda a ONU.