Ciclo Menstrual
Fisiologia e prática
ENFERMEIRA: ELIANE VIEIRA
Ciclo menstrual - Conceito
• Período entre o início
de uma menstruação
e o início da próxima
menstruação.
• Controlado
hormonalmente.
• Ocorre, de forma
normal, quando após
a liberação do gameta
feminino a fecundação
não acontece.
Ciclo menstrual
Duração
Segundo informações do Ministério da
Saúde, a duração média de um ciclo menstrual
regular é de 28 dias, embora intervalos entre
25 e 35 dias também sejam considerados
normais.
• Para a interpretação do que é um ciclo menstrual
normal, parâmetros clínicos relacionados a
intervalo, duração e quantidade são comumente
utilizados.
Ciclo menstrual
?
FASES DO CICLO
MENSTRUAL
• Fase do endométrio/uterino
• Fase do ciclo ovariano
Fase do endométrio/uterino
•Fase menstrual: Embrião não é implantado na parede
uterina, ocorre uma queda na concentração do estrogênio e
da progesterona.
•Fase proliferativa: Endométrio está com a menor espessura
indicando o fim da menstruação. O estradiol é liberado,
aumentando novamente a espessura do endométrio.
•Fase secretora: Os hormônios progesterona e estrogênio
preparam o endométrio, tornando o útero um ambiente mais
favorável para a fixação e o sustento do embrião caso ocorra
fecundação
Fase do ciclo ovariano
• Fase folicular: Entre o primeiro dia da menstruação e
a ovulação, o estrogênio aumenta, o óvulo é preparado
para ser liberado, dura em torno de 10 a 22 dias.
• Fase ovulatória: Ocorre cerca de duas semanas após o início
da menstrua o óvulo maduro é liberado e os níveis de
estrogênio continuam aumentando, corpo produza o
hormônio luteinizante (LH), ocorrendo a liberação do
óvulo.
• Fase lútea: A fase entre a ovulação e antecede o
começo da próxima menstruação, o corpo se prepara
para uma possível gravidez, progesterona é produzida,
imediatamente abaixa, dura 14 dias.
Problemas associados a
menstruação
.
• Dismenorreia (cólicas menstruais): Dor pélvica ou
cólicas que ocorrem com a menstruação, e que
podem ser graves ao ponto de interferir nas atividades
diárias.
.
• Endometriose: É uma doença crónica que afeta
mulheres em idade reprodutiva, caracterizada pelo
crescimento de tecido semelhante ao endométrio
(o revestimento interno do útero) fora da cavidade
uterina, podendo provocar dor pélvica, inflamação
e, em alguns casos, dificuldade em engravidar.
.
• MIOMAS UTERINOS: Crescimentos não
cancerosos no útero, que podem causar
sangramento intenso e, por vezes, cólicas fortes.
.
• CISTOS OVARIANOS: Bolsas cheias de líquido
que se formam nos ovários e podem causar
desconforto ou dor.
.
• SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO: Uma
condição hormonal que pode causar distúrbios
menstruais.
.
• DOR INFLAMATÓRIA PÉLVICA ( DIP): Uma
infecção que pode resultar em tecido cicatricial na
pelve e causar dor.
Associado a ação da
progesterona, temos a
diminuição nas concentrações de
estrógeno. Resultado?
Algumas outras definições para
TPM:
- TPM = Todos os Problemas
Misturados
- TPM = Tendências a Pontapés e
Murros
- TPM = Tocou, Perguntou, Morreu
- TPM = Tô Pirada Mêrrmo
- TPM = Tempo Pra Meditação
- TPM = Tendência Para Matar
- TPM = Tira as Patas, Moleque
- TPM = Total Paranóia Mental
TPM ou SPM
• 1) afeto negativo: alterações de humor,
depressão-tristeza, tensão-irritabilidade,
ansiedade-irritabilidade, irritação-agressão-
descontrole, excesso de choro;
• 2) retenção hídrica: suor nas extremidades,
sensibilidade do seio, entumescimento abdominal,
cefaleia, fadiga;
• 3) compulsão alimentar: aumento ou diminuição
do apetite, compulsão por doces ou sal;
• 4) dor: cólicas no baixo abdômen, dor lombar e
dores generalizadas.
Terapia da TPM ou SPM
• Aconselhamento psicológico
• exercício físico,
• Avaliação dietética
• intervenção farmacológica
• Eliminar açúcar, sal, cafeína, álcool, carne
vermelha e outros alimentos gordurosos;
• comer 4-6 refeições por dia e não pular
refeições;
• ingerir maior quantidade de líquidos;
• utilizar técnicas de relaxamento
(respiração profunda, ioga, meditação);
• repousar no período mais agudo; não
planejar atividades estressantes para essa
fase
• Massagens, acupuntura, suplementos
vitamínicos, cálcio, ansiolíticos e
hormônios.
Tudo termina e recomeça!
Ser mulher...
É estar em mil lugares de uma só vez.
É fazer mil papéis ao mesmo tempo.
É ser forte e fingir que é frágil...
Pra ter um carinho.
Ser mulher...
É entender as fases da lua
por ter suas próprias fases.
Referências utilizadas
Nogueira CW, Silva JLP e. Prevalência dos sintomas da síndrome pré-menstrual. Rev Bras Ginecol
Obstet.2000;22(6):347-51.
• Cota AMM, Sousa EBA, Caetano JPJ, Santiago RC, Marinho RM. Tensão pré-menstrual. Femina.
2003;31(10):897-902.
• Silva CML da, Gigante DP, Carret MLV, Fassa AG. Estudo populacional da síndrome pré-menstrual. Rev
Saúde Pública. 2006;40(1):47-56.
• Della Manna T. Hormônios em Ação. In: O Olhar Adolescente. São Paulo: Duetto, 2007.
• Motluk A. The teen gene: Switching on puberty. In: New
Scientist. 22 /7/2006. Lordelo ER et al. Investimento parental e desenvolvimento da
criança. In: Estud Psicol 2006; 11,3
(Set/Dez).
• ALKJAERSIG, N; FLETCHER, A. P.; ZIEGLER, D.; STEINGOLD, K. A.; MELDRUM, D. R.; JUDD, H. L. -
Blood coagulation in postmenopausal women given estrogen treatment: Comparison of transdermal and
oral administration. J. Lab. Clin. Med., 111: 224- 8, 1988.
• ASTED, B.- Does estrogen replacement therapy predispose to thrombosis ?. Acta Obstet Gynecol
Scand, 130: 71-74, 1985.
• BAR, J.; TEPPER, R.; FUCHS, J.; PARDO, Y.; GOLDBERGER, S.; OVADIA, J. - The effect of estrogen
replacement therapy on platelet aggregation and adenosine triphosphate release in postmenopausal
women. Obstet Gynecol, 81: 261-264, 1993.
• BONDUKI, C. E. - Efeito da terapia de reposição hormonal em mulheres na pós-menopausa sobre o
sistema de coagulação sangüíneo. Tese de mestrado. São Paulo, 1994.
• BONDUKI, C. E. - Efeito da terapia de reposição estroprogestativa sobre o sistema de coagulação
sangüíneo e dos marcadores do estado de hipercoagulabilidade em mulheres na pós-menopausa. Tese
de doutorado. São Paulo, 1997.

MESNTRUAÇÃO.ppt SLIDES PRONTOSS PARA USO

  • 1.
    Ciclo Menstrual Fisiologia eprática ENFERMEIRA: ELIANE VIEIRA
  • 2.
    Ciclo menstrual -Conceito • Período entre o início de uma menstruação e o início da próxima menstruação. • Controlado hormonalmente. • Ocorre, de forma normal, quando após a liberação do gameta feminino a fecundação não acontece.
  • 3.
    Ciclo menstrual Duração Segundo informaçõesdo Ministério da Saúde, a duração média de um ciclo menstrual regular é de 28 dias, embora intervalos entre 25 e 35 dias também sejam considerados normais.
  • 4.
    • Para ainterpretação do que é um ciclo menstrual normal, parâmetros clínicos relacionados a intervalo, duração e quantidade são comumente utilizados. Ciclo menstrual ?
  • 5.
    FASES DO CICLO MENSTRUAL •Fase do endométrio/uterino • Fase do ciclo ovariano
  • 6.
    Fase do endométrio/uterino •Fasemenstrual: Embrião não é implantado na parede uterina, ocorre uma queda na concentração do estrogênio e da progesterona. •Fase proliferativa: Endométrio está com a menor espessura indicando o fim da menstruação. O estradiol é liberado, aumentando novamente a espessura do endométrio. •Fase secretora: Os hormônios progesterona e estrogênio preparam o endométrio, tornando o útero um ambiente mais favorável para a fixação e o sustento do embrião caso ocorra fecundação
  • 8.
    Fase do cicloovariano • Fase folicular: Entre o primeiro dia da menstruação e a ovulação, o estrogênio aumenta, o óvulo é preparado para ser liberado, dura em torno de 10 a 22 dias. • Fase ovulatória: Ocorre cerca de duas semanas após o início da menstrua o óvulo maduro é liberado e os níveis de estrogênio continuam aumentando, corpo produza o hormônio luteinizante (LH), ocorrendo a liberação do óvulo. • Fase lútea: A fase entre a ovulação e antecede o começo da próxima menstruação, o corpo se prepara para uma possível gravidez, progesterona é produzida, imediatamente abaixa, dura 14 dias.
  • 11.
  • 12.
    . • Dismenorreia (cólicasmenstruais): Dor pélvica ou cólicas que ocorrem com a menstruação, e que podem ser graves ao ponto de interferir nas atividades diárias.
  • 13.
    . • Endometriose: Éuma doença crónica que afeta mulheres em idade reprodutiva, caracterizada pelo crescimento de tecido semelhante ao endométrio (o revestimento interno do útero) fora da cavidade uterina, podendo provocar dor pélvica, inflamação e, em alguns casos, dificuldade em engravidar.
  • 14.
    . • MIOMAS UTERINOS:Crescimentos não cancerosos no útero, que podem causar sangramento intenso e, por vezes, cólicas fortes.
  • 15.
    . • CISTOS OVARIANOS:Bolsas cheias de líquido que se formam nos ovários e podem causar desconforto ou dor.
  • 16.
    . • SÍNDROME DOOVÁRIO POLICÍSTICO: Uma condição hormonal que pode causar distúrbios menstruais.
  • 17.
    . • DOR INFLAMATÓRIAPÉLVICA ( DIP): Uma infecção que pode resultar em tecido cicatricial na pelve e causar dor.
  • 18.
    Associado a açãoda progesterona, temos a diminuição nas concentrações de estrógeno. Resultado?
  • 19.
    Algumas outras definiçõespara TPM: - TPM = Todos os Problemas Misturados - TPM = Tendências a Pontapés e Murros - TPM = Tocou, Perguntou, Morreu - TPM = Tô Pirada Mêrrmo - TPM = Tempo Pra Meditação - TPM = Tendência Para Matar - TPM = Tira as Patas, Moleque - TPM = Total Paranóia Mental
  • 20.
    TPM ou SPM •1) afeto negativo: alterações de humor, depressão-tristeza, tensão-irritabilidade, ansiedade-irritabilidade, irritação-agressão- descontrole, excesso de choro; • 2) retenção hídrica: suor nas extremidades, sensibilidade do seio, entumescimento abdominal, cefaleia, fadiga; • 3) compulsão alimentar: aumento ou diminuição do apetite, compulsão por doces ou sal; • 4) dor: cólicas no baixo abdômen, dor lombar e dores generalizadas.
  • 21.
    Terapia da TPMou SPM • Aconselhamento psicológico • exercício físico, • Avaliação dietética • intervenção farmacológica • Eliminar açúcar, sal, cafeína, álcool, carne vermelha e outros alimentos gordurosos; • comer 4-6 refeições por dia e não pular refeições; • ingerir maior quantidade de líquidos; • utilizar técnicas de relaxamento (respiração profunda, ioga, meditação); • repousar no período mais agudo; não planejar atividades estressantes para essa fase • Massagens, acupuntura, suplementos vitamínicos, cálcio, ansiolíticos e hormônios.
  • 22.
    Tudo termina erecomeça!
  • 23.
    Ser mulher... É estarem mil lugares de uma só vez. É fazer mil papéis ao mesmo tempo. É ser forte e fingir que é frágil... Pra ter um carinho. Ser mulher... É entender as fases da lua por ter suas próprias fases.
  • 24.
    Referências utilizadas Nogueira CW,Silva JLP e. Prevalência dos sintomas da síndrome pré-menstrual. Rev Bras Ginecol Obstet.2000;22(6):347-51. • Cota AMM, Sousa EBA, Caetano JPJ, Santiago RC, Marinho RM. Tensão pré-menstrual. Femina. 2003;31(10):897-902. • Silva CML da, Gigante DP, Carret MLV, Fassa AG. Estudo populacional da síndrome pré-menstrual. Rev Saúde Pública. 2006;40(1):47-56. • Della Manna T. Hormônios em Ação. In: O Olhar Adolescente. São Paulo: Duetto, 2007. • Motluk A. The teen gene: Switching on puberty. In: New Scientist. 22 /7/2006. Lordelo ER et al. Investimento parental e desenvolvimento da criança. In: Estud Psicol 2006; 11,3 (Set/Dez). • ALKJAERSIG, N; FLETCHER, A. P.; ZIEGLER, D.; STEINGOLD, K. A.; MELDRUM, D. R.; JUDD, H. L. - Blood coagulation in postmenopausal women given estrogen treatment: Comparison of transdermal and oral administration. J. Lab. Clin. Med., 111: 224- 8, 1988. • ASTED, B.- Does estrogen replacement therapy predispose to thrombosis ?. Acta Obstet Gynecol Scand, 130: 71-74, 1985. • BAR, J.; TEPPER, R.; FUCHS, J.; PARDO, Y.; GOLDBERGER, S.; OVADIA, J. - The effect of estrogen replacement therapy on platelet aggregation and adenosine triphosphate release in postmenopausal women. Obstet Gynecol, 81: 261-264, 1993. • BONDUKI, C. E. - Efeito da terapia de reposição hormonal em mulheres na pós-menopausa sobre o sistema de coagulação sangüíneo. Tese de mestrado. São Paulo, 1994. • BONDUKI, C. E. - Efeito da terapia de reposição estroprogestativa sobre o sistema de coagulação sangüíneo e dos marcadores do estado de hipercoagulabilidade em mulheres na pós-menopausa. Tese de doutorado. São Paulo, 1997.