Grupo Espírita Allan Kardec
 www.luzdoespiritismo.com
A mediunidade é uma
 faculdade concedida
por Deus às criaturas,
 que nada pagam por
         ela.



                               Quando desenvolveu a
                         mediunidade nos seus discípulos e
                         os mandou trabalharem com ela em
                          favor da humanidade, Jesus lhes
                           disse: "De graça recebestes, de
                                  graça dai" (Mt 10).
O mestre não somente recomendou o exercício gratuito
da mediunidade, ele o exemplificou, nada cobrando dos
discí-pulos pelo desenvolvimento mediúnico que neles
promoveu e jamais cobrando nada de ninguém por
qualquer das obras espirituais que realizou, até mesmo
as curas.

E, ao expulsar os vendilhões do Templo de Jerusalém,
deu enérgica demonstração de que não se deve
comerciar com as coisas espirituais, nem torná-las objeto
de especulação ou meio de vida.
O trabalho que fazemos na vida terrena é
com o corpo ou com o intelecto e a paga
que recebemos por ele se destina à nossa
sobrevivência corpórea, ao atendimento
das nossas ne-cessidades materiais.

Como cada qual tem sua capacidade ou
aptidão, todos podem trabalhar e ganhar o
seu pão de ca-da dia (com exceção das
crianças,    dos    idosos,  dos    muito
defi-cientes ou enfermos).
O trabalho com a        Enseja um trabalho
 mediunidade é uma         que é espiritual e só
    situação muito           se realiza com o
dife-rente. Trata-se de   concurso dos espíritos
 uma faculdade que:          desencarnados;
Tem por finalidade fazer o
 intercâmbio entre o plano     Precisa estar ao alcance
   material e o espiritual,       de todos os seres
       promovendo o            humanos em geral, mas
  esclarecimento, a aju-da     só pode ser exercida por
mútua e a fraternidade entre   médiuns, que são minoria
    os encarnados e os             na humanidade.
      desen-carnados;
"Deus quer que a luz
                                       chegue a todos, não
                       Os pobres      quer que o mais pobre
     Se a             poderão ter       dela fique privado e
mediunidade for      dificultado ou   possa dizer: não tenho
comercializada        impedido o      fé, porque não a pude
       ou                                pagar; não tive o
profissio-nalizad
                       acesso ao        consolo de rece-ber
  a, eis o que      esclarecimento     encorajamentos e os
     poderá           , conforto e        testemunhos de
   acontecer:             ajuda           afeição dos que
                       espiritual.     pranteio, porque sou
                                      pobre." (Allan Kardec,
                                         ESE,cap. XXVI.)
-No        -Como
                                         -Como      -No caso
                transe      vender o
                                        receber     de serem
     O       mediúnico      que não
                                           pelo      espíritos
 médium        , somos          se
                                        trabalho    familiares
   estará     intermedi     originou
                                           dos      e amigos,
recebend        á-rios,    de nossas
                                        espíritos    não nos
 o a paga      mas os        ideias,
                                       uma paga      repugna
    pelo      espí-ritos   pesqui-sa
                                       em coisas     expô-los
 trabalho        é que         s ou
                                       materiais,   para, com
    dos         falam,      qualquer
                                        que só a        isso,
espíritos,   escrevem,        outra
                                           nós         lucrar
  o que é     ensinam,      espécie
                                       beneficia      alguma
  imoral.    produzem           de
                                         e não a       coisa
             fenômeno       trabalho
                                          eles?     mate-rial?
                   s.       pessoal?
Ora, os
  Teremos de
                      espí-ritos,
   assegurar
                   quando bons,
  resultados,
                  não se prestam      "Explorar a
   mas não o
                    ao comércio      mediu-nidade
 pode-remos
                     mediúnico,       é, portanto,
  fazer, pois a
                    pois não irão   dispor de uma
mediunidade é
                  concorrer para     coisa de que
uma faculdade
                     a cupidez e    realmente não
     fugidia,
                     ambição do       se é dono.
instável, com a
                          seu          Afirmar o
 qual ninguém
                   intermediário;     contrário é
  pode contar
                      e, quando        enganar a
com certeza, já
                  maus, também       quem paga."
    que não
                  não gostam de     (Allan Kardec,
funciona sem o
                  ser explorados       ESE, cap.
 concurso dos
                  e nem sempre           XXVI).
    espíritos.
                   querem atuar.
4) Atrairá para junto do médium espíritos inferiores.


Como os bons espíritos não se prestam a esse comércio e se afastam, os
que ficam junto do médium mercenário ou ambicioso são espíritos
levianos, pseudo-sábios ou até malé-volos, mas, no mínimo, ignorantes.

O médium que vende seu trabalho mediúnico expõe-se à influência dos
espíritos inferiores, dos quais se fez comparsa e cúmplice, e com isso
compromete sua situação espiritual, presente e futura.
Isto traz grave
                                        prejuízo para o
                      Quando nos
                                       progresso mo-ral
                    fazemos pagar
                                       da humanidade,
                     pelo exercício
                                               pois,
                       mediúnico,
 5) Lançaremos                        desacreditando da
                      acarretamos
descrédito sobre                          manifestação
                   descrédito sobre
 a mediunidade.                           mediúnica, a
                    nós mesmos e
                                          humanidade
                          para o
                                        perde sua fonte
                      intercâm-bio
                                       de informações,
                        espiritual.
                                       conforto e ajuda
                                            espiritual.
Esse tráfico,
 "A mediunidade séria    degenerado em abuso,
 nunca pode constituir        explorado pelo
 uma profissão, isso a       charlatanismo, a
desacredita moralmente        ignorância e a
  e a assimilaria aos         crueldade dos
   ledores da 'buena     supersticiosos, foi que
         dicha'.          levou Moisés a proibi-
                                    la.

                          (...) "A mediunidade é
     O Espiritismo,
                         coisa santa, que deve
  compreendendo a
                                ser praticada
  feição hones-ta do
                                 santamente,
 fenômeno, elevou a
                         religiosamente." (Allan
 mediunidade ao grau
                            Kardec, ESE, cap.
      de missão."
                                   XXVI.)
Observemos que "paga" não é somente o dinheiro, mas
tudo aquilo que represente remuneração, lucro,
vantagem, interesse puramente pessoal, satisfação da
vaidade e do orgu-lho.

Quando um médium dá seu tempo ao público, dizendo
que o faz no interesse da causa espírita, mas não pode
dá-lo de graça, perguntamos com Kardec:
“Mas será no interesse da causa ou no seu próprio que o
dá”? E não será porque ele entrevê aí uma ocupação
lucrativa? Por este preço, encontram-se sempre pessoas
devotadas. Porventura haverá somente este trabalho á
sua disposição?
“Quem não tiver
 com que viver,
procure recurso
    fora da
 mediunidade”.

                Se quiser,
               consagre-lhe
              materialmente o
             tempo disponível.

                            Os espíritos levarão em
                           conta o seu devotamento
                           e sacrifício, ao passo que
                           se afastam de quem dela
                                faça escabelo.
"À parte dessas considerações morais, não
contesta-mos de modo nenhum que possa
haver médiuns interes-seiros honrados e
conscienciosos, porque há pessoas honestas
em todas as profissões; mas se convirá, pelos
motivos que expusemos que o abuso tem
mais razão de estar com os médiuns pagos
do que junto àqueles que, olhando sua
faculdade como um favor, não a empregam
senão para prestar serviços gratuitamente."
(Allan Kardec, ESE, cap. XXVI.)
E podemos              O
                 aduzir que a    desprendiment
               gratuidade dos          oeo
                 serviços no      desinteresse
Kardec está     meio espírita    exigidos valem,
  com a       tem assegurado     pois, co-mo um
  razão.       o afastamento      dispositivo de
                das pessoas         segurança
               interesseiras e        para o
                     mal           movimento
               intencionadas.        espírita.
E a lei de
                                          ação e
                            Afirmou       reação
                            Jesus que     sempre dá
              Todo bem      "digno é o    às criatu-ras
              que           trabalhador   segundo as
A             fazemos,      do seu        suas obras.
remuneração   porém,        salário".
espiritual    sempre tem
              sua
              recom-pensa
              espiritual.
Assim, o médium que
exerce sua faculdade como
                                   -pagar suas dívidas
   Jesus recomenda, sem
                               espirituais anteriores, pelo
   interesses materiais ou
                                bem que ensejar com seu
  egoístas, não deixará de
                                  trabalho mediúnico, e
 receber um natural salário
                               adquirir méritos para novas
 espiritual, pois conseguirá
                                       realizações;
    consequências felizes
         como estas:
1)"Conferiu-lhes o poder", significa que Jesus:
( ) Concedeu um dom milagroso e especial aos seus
apóstolos.
( ) Promoveu o desenvolvimento da mediunidade
nos seus apóstolos.
2)Sobre o exercício da mediunidade ser ou não
gratuito, que ensinou e exemplificou Jesus?
3)Qual o salário espiritual que o médium recebe,
quando nada cobra pelo trabalho mediúnico que faz
objeti-vando o bem? (Resumir).
Coleção: Estudos e cursos Mediunidade Therezinha
de Oliveira
De Allan Kardec:
- O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXVI.
- O Livro dos Médiuns, 2a parte, caps. XXVIII e
   XXXI, item X.
Grupo Espírita Allan Kardec
 www.luzdoespiritismo.com

De graça recebeste de graça dai

  • 1.
    Grupo Espírita AllanKardec www.luzdoespiritismo.com
  • 2.
    A mediunidade éuma faculdade concedida por Deus às criaturas, que nada pagam por ela. Quando desenvolveu a mediunidade nos seus discípulos e os mandou trabalharem com ela em favor da humanidade, Jesus lhes disse: "De graça recebestes, de graça dai" (Mt 10).
  • 3.
    O mestre nãosomente recomendou o exercício gratuito da mediunidade, ele o exemplificou, nada cobrando dos discí-pulos pelo desenvolvimento mediúnico que neles promoveu e jamais cobrando nada de ninguém por qualquer das obras espirituais que realizou, até mesmo as curas. E, ao expulsar os vendilhões do Templo de Jerusalém, deu enérgica demonstração de que não se deve comerciar com as coisas espirituais, nem torná-las objeto de especulação ou meio de vida.
  • 4.
    O trabalho quefazemos na vida terrena é com o corpo ou com o intelecto e a paga que recebemos por ele se destina à nossa sobrevivência corpórea, ao atendimento das nossas ne-cessidades materiais. Como cada qual tem sua capacidade ou aptidão, todos podem trabalhar e ganhar o seu pão de ca-da dia (com exceção das crianças, dos idosos, dos muito defi-cientes ou enfermos).
  • 5.
    O trabalho coma Enseja um trabalho mediunidade é uma que é espiritual e só situação muito se realiza com o dife-rente. Trata-se de concurso dos espíritos uma faculdade que: desencarnados;
  • 6.
    Tem por finalidadefazer o intercâmbio entre o plano Precisa estar ao alcance material e o espiritual, de todos os seres promovendo o humanos em geral, mas esclarecimento, a aju-da só pode ser exercida por mútua e a fraternidade entre médiuns, que são minoria os encarnados e os na humanidade. desen-carnados;
  • 7.
    "Deus quer quea luz chegue a todos, não Os pobres quer que o mais pobre Se a poderão ter dela fique privado e mediunidade for dificultado ou possa dizer: não tenho comercializada impedido o fé, porque não a pude ou pagar; não tive o profissio-nalizad acesso ao consolo de rece-ber a, eis o que esclarecimento encorajamentos e os poderá , conforto e testemunhos de acontecer: ajuda afeição dos que espiritual. pranteio, porque sou pobre." (Allan Kardec, ESE,cap. XXVI.)
  • 8.
    -No -Como -Como -No caso transe vender o receber de serem O mediúnico que não pelo espíritos médium , somos se trabalho familiares estará intermedi originou dos e amigos, recebend á-rios, de nossas espíritos não nos o a paga mas os ideias, uma paga repugna pelo espí-ritos pesqui-sa em coisas expô-los trabalho é que s ou materiais, para, com dos falam, qualquer que só a isso, espíritos, escrevem, outra nós lucrar o que é ensinam, espécie beneficia alguma imoral. produzem de e não a coisa fenômeno trabalho eles? mate-rial? s. pessoal?
  • 9.
    Ora, os Teremos de espí-ritos, assegurar quando bons, resultados, não se prestam "Explorar a mas não o ao comércio mediu-nidade pode-remos mediúnico, é, portanto, fazer, pois a pois não irão dispor de uma mediunidade é concorrer para coisa de que uma faculdade a cupidez e realmente não fugidia, ambição do se é dono. instável, com a seu Afirmar o qual ninguém intermediário; contrário é pode contar e, quando enganar a com certeza, já maus, também quem paga." que não não gostam de (Allan Kardec, funciona sem o ser explorados ESE, cap. concurso dos e nem sempre XXVI). espíritos. querem atuar.
  • 10.
    4) Atrairá parajunto do médium espíritos inferiores. Como os bons espíritos não se prestam a esse comércio e se afastam, os que ficam junto do médium mercenário ou ambicioso são espíritos levianos, pseudo-sábios ou até malé-volos, mas, no mínimo, ignorantes. O médium que vende seu trabalho mediúnico expõe-se à influência dos espíritos inferiores, dos quais se fez comparsa e cúmplice, e com isso compromete sua situação espiritual, presente e futura.
  • 11.
    Isto traz grave prejuízo para o Quando nos progresso mo-ral fazemos pagar da humanidade, pelo exercício pois, mediúnico, 5) Lançaremos desacreditando da acarretamos descrédito sobre manifestação descrédito sobre a mediunidade. mediúnica, a nós mesmos e humanidade para o perde sua fonte intercâm-bio de informações, espiritual. conforto e ajuda espiritual.
  • 12.
    Esse tráfico, "Amediunidade séria degenerado em abuso, nunca pode constituir explorado pelo uma profissão, isso a charlatanismo, a desacredita moralmente ignorância e a e a assimilaria aos crueldade dos ledores da 'buena supersticiosos, foi que dicha'. levou Moisés a proibi- la. (...) "A mediunidade é O Espiritismo, coisa santa, que deve compreendendo a ser praticada feição hones-ta do santamente, fenômeno, elevou a religiosamente." (Allan mediunidade ao grau Kardec, ESE, cap. de missão." XXVI.)
  • 13.
    Observemos que "paga"não é somente o dinheiro, mas tudo aquilo que represente remuneração, lucro, vantagem, interesse puramente pessoal, satisfação da vaidade e do orgu-lho. Quando um médium dá seu tempo ao público, dizendo que o faz no interesse da causa espírita, mas não pode dá-lo de graça, perguntamos com Kardec: “Mas será no interesse da causa ou no seu próprio que o dá”? E não será porque ele entrevê aí uma ocupação lucrativa? Por este preço, encontram-se sempre pessoas devotadas. Porventura haverá somente este trabalho á sua disposição?
  • 14.
    “Quem não tiver com que viver, procure recurso fora da mediunidade”. Se quiser, consagre-lhe materialmente o tempo disponível. Os espíritos levarão em conta o seu devotamento e sacrifício, ao passo que se afastam de quem dela faça escabelo.
  • 15.
    "À parte dessasconsiderações morais, não contesta-mos de modo nenhum que possa haver médiuns interes-seiros honrados e conscienciosos, porque há pessoas honestas em todas as profissões; mas se convirá, pelos motivos que expusemos que o abuso tem mais razão de estar com os médiuns pagos do que junto àqueles que, olhando sua faculdade como um favor, não a empregam senão para prestar serviços gratuitamente." (Allan Kardec, ESE, cap. XXVI.)
  • 16.
    E podemos O aduzir que a desprendiment gratuidade dos oeo serviços no desinteresse Kardec está meio espírita exigidos valem, com a tem assegurado pois, co-mo um razão. o afastamento dispositivo de das pessoas segurança interesseiras e para o mal movimento intencionadas. espírita.
  • 17.
    E a leide ação e Afirmou reação Jesus que sempre dá Todo bem "digno é o às criatu-ras que trabalhador segundo as A fazemos, do seu suas obras. remuneração porém, salário". espiritual sempre tem sua recom-pensa espiritual.
  • 18.
    Assim, o médiumque exerce sua faculdade como -pagar suas dívidas Jesus recomenda, sem espirituais anteriores, pelo interesses materiais ou bem que ensejar com seu egoístas, não deixará de trabalho mediúnico, e receber um natural salário adquirir méritos para novas espiritual, pois conseguirá realizações; consequências felizes como estas:
  • 20.
    1)"Conferiu-lhes o poder",significa que Jesus: ( ) Concedeu um dom milagroso e especial aos seus apóstolos. ( ) Promoveu o desenvolvimento da mediunidade nos seus apóstolos. 2)Sobre o exercício da mediunidade ser ou não gratuito, que ensinou e exemplificou Jesus? 3)Qual o salário espiritual que o médium recebe, quando nada cobra pelo trabalho mediúnico que faz objeti-vando o bem? (Resumir).
  • 21.
    Coleção: Estudos ecursos Mediunidade Therezinha de Oliveira De Allan Kardec: - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXVI. - O Livro dos Médiuns, 2a parte, caps. XXVIII e XXXI, item X.
  • 22.
    Grupo Espírita AllanKardec www.luzdoespiritismo.com