O documento discute a analogia entre circuitos elétricos e mediúnicos, onde uma "vontade-apelo" e uma "vontade-resposta" circulam entre o emissor e receptor como uma corrente contínua ou alternada. Também aborda a necessidade de o circuito mediúnico permanecer "fechado" para a corrente mental se manter, requerendo a atenção constante do médium.