SlideShare uma empresa Scribd logo
 Internet, por onde tudo passa,
      para onde tudo irá
        Sobre a Cultura Digital
O óbvio, mas importante
• A Internet é uma rede de computadores interligados, que permite
  a transferência de dados em escala mundial.

• O acesso doméstico à Internet pode ser de forma discada ou via
  cabos (como ADSL, ISDN), acesso dedicado, sem fio (Wi-Fi), por
  satélite ou por telefones celulares.

• O acesso público pode ser feito em bibliotecas e cafés com
  computadores disponibilizados para uso temporário, além do
  acesso em aeroportos, shoppings e outros lugares públicos por
  meio de rede sem fio.

• Algumas cidades no mundo já possuem cobertura wireless,
  como Filadélfia, nos EUA, Parintins, Piraí e Sud Mennucci no
  Brasil.
Relembrar é viver (e matar o tempo)

• A Internet surgiu de um projeto chamado “ARPANET”,
  criado em 1969 (durante a guerra fria) pela ARPA -
  Advanced Research Projects Agency.

• Sua função era o arquivamento e distribuição de
  informações do governo americano em mais de um
  servidor, evitando, por exemplo, que um ataque em um
  campus danificasse uma base inteira de dados.

• Mais tarde, a ARPANET foi sendo usada para o
  desenvolvimento de pesquisas científicas das
  universidades, saindo do universo militar para o civil, que
  contribuiu decisivamente para a formação da Internet como
  hoje é conhecida. 
“A Internet é, acima de tudo, 
   uma criação cultural".

                                Manuel Castells
         Sociólogo espanhol e estudioso da rede
Relembrar é viver (e matar o tempo)

• Por volta de 1983,  com a queda nos preços dos equipamentos e a
  evolução tecnológica, a internet acabou se estendendo aos lares,
  formando a grande teia de uso comum.

• Em 1996, essa malha interligava 100 mil redes.

• O governo norte-americano (através da National
  Science Foundation) investiu na criação de backbones,
  poderosos computadores conectados com capacidade
  para grandes fluxos de dados.

• Foram criados backbones por empresas particulares, que por sua
  vez conectam redes menores, constituindo a malha anárquica da
  rede mundial.
Relembrar é viver (e matar o tempo)

• No Brasil, as primeiras redes surgiram em 1988, ligando
  universidades e centros de pesquisa do Rio de Janeiro, São Paulo e
  Porto Alegre a instituições nos Estados Unidos.

• A RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa) surgiu em 1989, para
  unir essas redes embrionárias e formar um backbone de alcance
  nacional.

• Em 1991, a RNP inaugurou o primeiro backbone brasileiro, destinado
  exclusivamente à comunidade acadêmica, e em 1995, o governo
  resolveu “abri-lo”, fornecendo conectividade a provedores de
  acesso comerciais.
Cultura digital
Relembrar é viver (e matar o tempo)
• A partir de 1997, iniciou-se uma nova fase
  com o investimento em tecnologias de redes
  avançadas. Em 1999 a migração das
  empresas para o mundo virtual começa a se
  tornar imprescindível.

• Os recursos originalmente destinados para
  outros setores foram redirecionados para o
  desenvolvimento de softwares, ferramentas e
  sites na internet.

• Um dos maiores símbolos dessa febre foi a
  criação da Nasdaq, uma bolsa de valores
  destinada exclusivamente para esta área.

• Em maio de 2001, a "Bolha da Internet" (o
  fenômeno de supervalorização das empresas
  pontocom) estourou. Foi o fim de centenas
  de pequenas empresas virtuais que davam
  seus primeiros passos.
WEB2, um conceito

• Web 2.0 é um termo cunhado em 2004 pela
  empresa estadunidense O'Reilly Media, para
  designar uma segunda geração de
  comunidades e serviços baseados na
  plataforma Web, como wikis e redes sociais
  (orkut, facebook, twitter, etc).

• Alguns especialistas em tecnologia, como
  Tim Berners-Lee (o inventor da World Wide
  Web), alegam que o termo carece de
  sentido, pois a Web 2.0 utiliza muitos
  componentes tecnológicos criados antes
  mesmo do surgimento da Web.
• Outros críticos do termo afirmam também que
  esta é apenas uma jogada de marketing
  (buzzword).
WEB2, um conceito

• A Web 2.0 propõe uma experiência de uso semelhante à de
  aplicativos para desktop, só que estes aplicativos estão mais na
  Internet que nos PCs, de forma que vários programas podem se
  integrar, formando uma grande plataforma.

• Por exemplo, os seus contatos do programa de e-mail podem ser
  usados no programa de agenda, ou pode-se criar um novo evento
  numa agenda, através do programa de e-mail.

• O avanço tecnológico e a popularização da banda larga
  permitiram que usuários comuns publicassem e consumissem
  informação de forma rápida e constante.
WEB2, um conceito

• Os Blogs e sites como Youtube e o Flickr são exemplos desta
  massificação.

• O uso das redes P2P, nas quais cada usuário é um servidor de
  arquivos, permitindo a troca direta entre eles.

• Começaram a se desenvolver softwares, usados pela Internet e
  vendidos não em pacotes, mas como serviços, pagos
  mensalmente.
“Hora do filminho..."


                         Thiago Skárnio
               Tentando acordar a galera.
Colaborativismo: o começo e fim

• O conteúdo dos websites também sofreu um enorme impacto
  com a Web 2.0, dando ao usuário a possibilidade de participar,
  geralmente e organizando as informações.

• Mesmo quando o conteúdo não é gerado pelos usuários, este
  pode ser enriquecido através de comentários, avaliação, ou
  personalização. Como é o caso da Wikipédia, a enciclopédia
  livre na internet.
Software livre, o meio


• O conceito usado é comparável com o do software livre:
  se há muitas pessoas olhando, todos os erros são corrigidos
  facilmente. Para isso, existem comunidades que se auto-
  moderam, através da participação dos usuários.
O que faço com tanto conteúdo? Libera!


• Dentro dos princípios da Web 2.0 o conteúdo deve ser
  aberto, utilizando licenças como "Creative Commons" que
  flexibilizam os direitos autorais, permitindo que o usuário
  reutilize (republicando, alterando ou colaborando) o
  conteúdo.

• O compartilhamento de informações deve dar ao usuário a
  possibilidade de reutilizá-lo.
O impacto na publicidade


• O marketing e a publicidade online também mudaram muito com
  a web 2.0. Agora, a empresa já não pode apenas comunicar: ela
  deve aprender a interagir.

• A publicidade deixou de ser uma via de mão única, onde a
  empresa emite uma mensagem que o consumidor recebe.
O impacto no jornalismo
• O envolvimento de cidadãos comuns tem se tornado uma prática
  cada vez maior nas publicações. A essa tendência atribui-se o
  conceito de "Jornalismo Participativo" ou "Jornalismo Cidadão".

• Um dos sites mais representativos deste jornalismo é o Digg, que
  permite que usuários cadastrem artigos publicados em outros
  sites. Estes textos recebem votos (diggs) da comunidade e os
  mais populares ganham destaque na página principal do site.

• No Brasil podemos citar os sites OverMundo,
  CMI – Centro de Mídia Independente e SARCASTiCOcomBR como
  exemplos deste conceito.
Seria a cultura digital, então,
a cultura deste nosso tempo?
Histórico
• A adoção dos novos aparatos tecnológicos de
  transferência e depósito da informação
  influencia, cada vez mais, os fenômenos culturais
  contemporâneos. Desde meados do século 20, as
  inovações das telecomunicações e da
  computação realizam uma substituição gradual
  dos sistemas analógicos por sistemas digitais de
  registro de textos, sons e imagens.
• Suportes físicos, como livros, filmes e discos,
  deixam de ser imprescindíveis para a memória, a
  expressão e a transmissão do conhecimento,
  instaurando um novo contexto em que devem ser
  contempladas pela sociedade e o Estado as
  questões relacionadas à democratização do
  acesso e valorização da diversidade.
Conceito
        O conceito de Cultura Digital não está
   consolidado. Aproxima-se de outros como
   sociedade da informação, cibercultura, revolução
   digital, era digital. Cada um deles, utilizado por
   determinados autores, pensadores e ativistas,
   demarca esta época, quando as relações humanas
   são fortemente mediadas por tecnologias e
   comunicações digitais.
• Fonte: http://culturadigital.br/sobre/eixos/
• A era digital da cultura passa exigir políticas
  integradas que possam reverberar nos distintos
  domínios dos saberes e das práticas, a fim de
  assegurar a existência de uma esfera pública
  fortalecida, autoconsciente e aberta à inclusão
  das diferenças constituintes do pluralismo social
  brasileiro.



Definição do Fórum da Cultura Digital Brasileiro
Fontes
http://pt.wikipedia.org/wiki/World_Wide_Web 
 
http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u18517.shtml
 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0
 
http://tecnologia.terra.com.br/internet10anos/interna/0,,OI542324-EI5026,00.html
 
http://www.rnp.br/noticias/imprensa/2002/not-imp-marco2002.html
 
http://www.rnp.br/backbone/index.php
 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet
 
http://www.webmais.com/cidades-brasileiras-com-internet-wireless-gratis

http://www.alquimidia.org/ganesha/index.php?mod=pagina&id=3219&grupo

http://culturadigital.br

http://culturadigital.br/movimento/biblioteca
 
Produção de Conteúdo

Fernanda Afonso
e-mail: fernanda@ganesha.org.br
Luciane Zue
e-mail: luzue@ganesha.org.br
Thiago Skárnio
e-mail: thiago@skarnio.tv


               Pontão Ganesha de Cultura Digital
                     www.ganesha.org.br
Apresentação

Thiago Skárnio
e-mail: thiago@skarnio.tv
skype: skarnio
gtalk: skarnio@gmail.com
blog: http://skarnio.tv
twitter: @skarnio




                      Tuxáua de Cultura Digital
                    http://culturadigital.br/skarnio

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Projeto de mídias
Projeto de mídiasProjeto de mídias
Projeto de mídias
kelcilene
 
A Pesquisa em Ciências da Informação: Novas Perspectivas
A Pesquisa em Ciências da Informação: Novas PerspectivasA Pesquisa em Ciências da Informação: Novas Perspectivas
A Pesquisa em Ciências da Informação: Novas Perspectivas
Universidade Federal do Ceará
 
Serviços de informação na web 2.0 e 3.0
Serviços de informação na web 2.0 e 3.0Serviços de informação na web 2.0 e 3.0
Serviços de informação na web 2.0 e 3.0
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Concurso do Senado
Concurso do SenadoConcurso do Senado
Concurso do Senado
Alberto Marques
 
Redes & Novas Mídias
Redes & Novas MídiasRedes & Novas Mídias
Redes & Novas Mídias
Tallita Alves
 
Difusão do Conteúdo
Difusão do ConteúdoDifusão do Conteúdo
Difusão do Conteúdo
Tallita Alves
 
Webjornalismo: características
Webjornalismo: característicasWebjornalismo: características
Webjornalismo: características
Mayara de Araújo
 
Redes tecnologicas dr4 stc.
Redes tecnologicas dr4 stc.Redes tecnologicas dr4 stc.
Redes tecnologicas dr4 stc.
IsabelSatierf
 
História da internet
História da internetHistória da internet
História da internet
Sandro Lopes
 
Bibliotecas de hoje e do futuro
Bibliotecas de hoje e do futuroBibliotecas de hoje e do futuro
Bibliotecas de hoje e do futuro
FEBAB
 
Convergência e interoperabilidade grupo 1 ok
Convergência e interoperabilidade   grupo 1 okConvergência e interoperabilidade   grupo 1 ok
Convergência e interoperabilidade grupo 1 ok
SardimR
 
A história da internet
A história da internetA história da internet
A história da internet
Fátima R. Santos
 
AULA 3 - JORNALISMO NA INTERNET E FASES DO JORNALISMO
AULA 3 - JORNALISMO NA INTERNET E FASES DO JORNALISMOAULA 3 - JORNALISMO NA INTERNET E FASES DO JORNALISMO
AULA 3 - JORNALISMO NA INTERNET E FASES DO JORNALISMO
aulasdejornalismo
 
Revolução digital letícia
Revolução digital letícia Revolução digital letícia
Revolução digital letícia
Cleiziane Salvador
 
Aula1 2012-2
Aula1   2012-2Aula1   2012-2
Aula1 2012-2
Marco Pinheiro
 
Ccna exploration fundamentos de rede - 1 vivendo em um mundo centrado na rede
Ccna exploration   fundamentos de rede - 1 vivendo em um mundo centrado na redeCcna exploration   fundamentos de rede - 1 vivendo em um mundo centrado na rede
Ccna exploration fundamentos de rede - 1 vivendo em um mundo centrado na rede
veruzkavaz
 
Vitor Maia - Redes e Tecnologias
Vitor Maia - Redes e TecnologiasVitor Maia - Redes e Tecnologias
Vitor Maia - Redes e Tecnologias
Diabinho Mata
 
Aula 3 caracteristicas do jornalismo na internet
Aula 3   caracteristicas do jornalismo na internetAula 3   caracteristicas do jornalismo na internet
Aula 3 caracteristicas do jornalismo na internet
aulasdejornalismo
 
Web 2 0 Nas Organizacoes
Web 2 0 Nas OrganizacoesWeb 2 0 Nas Organizacoes
Web 2 0 Nas Organizacoes
crquevedos
 
Ficha tic-dr4-hélio.doc--1
 Ficha tic-dr4-hélio.doc--1 Ficha tic-dr4-hélio.doc--1
Ficha tic-dr4-hélio.doc--1
heliocosta
 

Mais procurados (20)

Projeto de mídias
Projeto de mídiasProjeto de mídias
Projeto de mídias
 
A Pesquisa em Ciências da Informação: Novas Perspectivas
A Pesquisa em Ciências da Informação: Novas PerspectivasA Pesquisa em Ciências da Informação: Novas Perspectivas
A Pesquisa em Ciências da Informação: Novas Perspectivas
 
Serviços de informação na web 2.0 e 3.0
Serviços de informação na web 2.0 e 3.0Serviços de informação na web 2.0 e 3.0
Serviços de informação na web 2.0 e 3.0
 
Concurso do Senado
Concurso do SenadoConcurso do Senado
Concurso do Senado
 
Redes & Novas Mídias
Redes & Novas MídiasRedes & Novas Mídias
Redes & Novas Mídias
 
Difusão do Conteúdo
Difusão do ConteúdoDifusão do Conteúdo
Difusão do Conteúdo
 
Webjornalismo: características
Webjornalismo: característicasWebjornalismo: características
Webjornalismo: características
 
Redes tecnologicas dr4 stc.
Redes tecnologicas dr4 stc.Redes tecnologicas dr4 stc.
Redes tecnologicas dr4 stc.
 
História da internet
História da internetHistória da internet
História da internet
 
Bibliotecas de hoje e do futuro
Bibliotecas de hoje e do futuroBibliotecas de hoje e do futuro
Bibliotecas de hoje e do futuro
 
Convergência e interoperabilidade grupo 1 ok
Convergência e interoperabilidade   grupo 1 okConvergência e interoperabilidade   grupo 1 ok
Convergência e interoperabilidade grupo 1 ok
 
A história da internet
A história da internetA história da internet
A história da internet
 
AULA 3 - JORNALISMO NA INTERNET E FASES DO JORNALISMO
AULA 3 - JORNALISMO NA INTERNET E FASES DO JORNALISMOAULA 3 - JORNALISMO NA INTERNET E FASES DO JORNALISMO
AULA 3 - JORNALISMO NA INTERNET E FASES DO JORNALISMO
 
Revolução digital letícia
Revolução digital letícia Revolução digital letícia
Revolução digital letícia
 
Aula1 2012-2
Aula1   2012-2Aula1   2012-2
Aula1 2012-2
 
Ccna exploration fundamentos de rede - 1 vivendo em um mundo centrado na rede
Ccna exploration   fundamentos de rede - 1 vivendo em um mundo centrado na redeCcna exploration   fundamentos de rede - 1 vivendo em um mundo centrado na rede
Ccna exploration fundamentos de rede - 1 vivendo em um mundo centrado na rede
 
Vitor Maia - Redes e Tecnologias
Vitor Maia - Redes e TecnologiasVitor Maia - Redes e Tecnologias
Vitor Maia - Redes e Tecnologias
 
Aula 3 caracteristicas do jornalismo na internet
Aula 3   caracteristicas do jornalismo na internetAula 3   caracteristicas do jornalismo na internet
Aula 3 caracteristicas do jornalismo na internet
 
Web 2 0 Nas Organizacoes
Web 2 0 Nas OrganizacoesWeb 2 0 Nas Organizacoes
Web 2 0 Nas Organizacoes
 
Ficha tic-dr4-hélio.doc--1
 Ficha tic-dr4-hélio.doc--1 Ficha tic-dr4-hélio.doc--1
Ficha tic-dr4-hélio.doc--1
 

Destaque

As Empresas e as Redes Sociais CIRS2
As Empresas e as Redes Sociais CIRS2As Empresas e as Redes Sociais CIRS2
As Empresas e as Redes Sociais CIRS2
augustodefranco .
 
Impacto do cruzamento de informações na privacidade do Usuário do facebook
Impacto do cruzamento de informações na privacidade do Usuário do facebookImpacto do cruzamento de informações na privacidade do Usuário do facebook
Impacto do cruzamento de informações na privacidade do Usuário do facebook
Juliana Lemos
 
Polientes, MiéRcoles
Polientes, MiéRcolesPolientes, MiéRcoles
Polientes, MiéRcoles
angelencinas2
 
Anuncie Vitamina Publicitaria
Anuncie Vitamina PublicitariaAnuncie Vitamina Publicitaria
Anuncie Vitamina Publicitaria
Ricardo Rosaa
 
Semana do trânsito
Semana do trânsitoSemana do trânsito
Semana do trânsito
IedaSantana
 
Responsabilidade por atos de terceiros
Responsabilidade por atos de terceirosResponsabilidade por atos de terceiros
Responsabilidade por atos de terceiros
Marco Lima
 
Subordinação8 ano
Subordinação8 anoSubordinação8 ano
Subordinação8 ano
Cristina Fontes
 
Os milionarios da internet 4
Os milionarios da internet 4Os milionarios da internet 4
Os milionarios da internet 4
grupointernet
 
Reta comercial 2 sociedade anônima
Reta comercial 2 sociedade anônima Reta comercial 2 sociedade anônima
Reta comercial 2 sociedade anônima
RBXJURIDICO
 
Bísaro ipb 06 05-2013
Bísaro ipb 06 05-2013Bísaro ipb 06 05-2013
Bísaro ipb 06 05-2013
Bísaro - Salsicharia Tradicional
 
Maná da segunda 15/10/2012
Maná da segunda 15/10/2012Maná da segunda 15/10/2012
Maná da segunda 15/10/2012
Primeira Igreja Batista de Joinville
 
Motivos para aplicar e-learning na sua empresa (Parte 2 de 5)
Motivos para aplicar e-learning na sua empresa (Parte 2 de 5)Motivos para aplicar e-learning na sua empresa (Parte 2 de 5)
Motivos para aplicar e-learning na sua empresa (Parte 2 de 5)
Eduardo Leopold
 
Animais n i a b c
Animais n i a b cAnimais n i a b c
Animais n i a b c
momangas
 
Exito y liderazgo[1]
Exito y liderazgo[1]Exito y liderazgo[1]
Exito y liderazgo[1]
nathalia0223
 
Namorados euteamo
Namorados euteamoNamorados euteamo
Namorados euteamo
Carlos Manzoli
 
Adn e a hereditariedade
Adn e a hereditariedadeAdn e a hereditariedade
Adn e a hereditariedade
Bernardo Pinto
 
Brambila Feiras
Brambila FeirasBrambila Feiras
Brambila Feiras
Brambilla Eventos
 
Calendário escolar 2011 2012
Calendário escolar 2011 2012Calendário escolar 2011 2012
Calendário escolar 2011 2012
bloguedaesag
 
O racismo
O racismoO racismo
O racismo
partilhacom
 

Destaque (20)

As Empresas e as Redes Sociais CIRS2
As Empresas e as Redes Sociais CIRS2As Empresas e as Redes Sociais CIRS2
As Empresas e as Redes Sociais CIRS2
 
Tecido nervoso
Tecido nervosoTecido nervoso
Tecido nervoso
 
Impacto do cruzamento de informações na privacidade do Usuário do facebook
Impacto do cruzamento de informações na privacidade do Usuário do facebookImpacto do cruzamento de informações na privacidade do Usuário do facebook
Impacto do cruzamento de informações na privacidade do Usuário do facebook
 
Polientes, MiéRcoles
Polientes, MiéRcolesPolientes, MiéRcoles
Polientes, MiéRcoles
 
Anuncie Vitamina Publicitaria
Anuncie Vitamina PublicitariaAnuncie Vitamina Publicitaria
Anuncie Vitamina Publicitaria
 
Semana do trânsito
Semana do trânsitoSemana do trânsito
Semana do trânsito
 
Responsabilidade por atos de terceiros
Responsabilidade por atos de terceirosResponsabilidade por atos de terceiros
Responsabilidade por atos de terceiros
 
Subordinação8 ano
Subordinação8 anoSubordinação8 ano
Subordinação8 ano
 
Os milionarios da internet 4
Os milionarios da internet 4Os milionarios da internet 4
Os milionarios da internet 4
 
Reta comercial 2 sociedade anônima
Reta comercial 2 sociedade anônima Reta comercial 2 sociedade anônima
Reta comercial 2 sociedade anônima
 
Bísaro ipb 06 05-2013
Bísaro ipb 06 05-2013Bísaro ipb 06 05-2013
Bísaro ipb 06 05-2013
 
Maná da segunda 15/10/2012
Maná da segunda 15/10/2012Maná da segunda 15/10/2012
Maná da segunda 15/10/2012
 
Motivos para aplicar e-learning na sua empresa (Parte 2 de 5)
Motivos para aplicar e-learning na sua empresa (Parte 2 de 5)Motivos para aplicar e-learning na sua empresa (Parte 2 de 5)
Motivos para aplicar e-learning na sua empresa (Parte 2 de 5)
 
Animais n i a b c
Animais n i a b cAnimais n i a b c
Animais n i a b c
 
Exito y liderazgo[1]
Exito y liderazgo[1]Exito y liderazgo[1]
Exito y liderazgo[1]
 
Namorados euteamo
Namorados euteamoNamorados euteamo
Namorados euteamo
 
Adn e a hereditariedade
Adn e a hereditariedadeAdn e a hereditariedade
Adn e a hereditariedade
 
Brambila Feiras
Brambila FeirasBrambila Feiras
Brambila Feiras
 
Calendário escolar 2011 2012
Calendário escolar 2011 2012Calendário escolar 2011 2012
Calendário escolar 2011 2012
 
O racismo
O racismoO racismo
O racismo
 

Semelhante a Cultura digital

Trabalho de informarica.docx
Trabalho de informarica.docxTrabalho de informarica.docx
Trabalho de informarica.docx
ComprastudoOnline1
 
Evolução das TICs e o crescimento das mídias sociais
Evolução das TICs e o crescimento das mídias sociaisEvolução das TICs e o crescimento das mídias sociais
Evolução das TICs e o crescimento das mídias sociais
Gabriel Bemfica
 
Tic´s e a Revolução da Comunicação
Tic´s e a Revolução da ComunicaçãoTic´s e a Revolução da Comunicação
Tic´s e a Revolução da Comunicação
Beto Ribeiro
 
A Evolução da World Wide Web
A Evolução da World Wide WebA Evolução da World Wide Web
A Evolução da World Wide Web
Daniel Faria
 
Novas Tecnologias da Comunicação
Novas Tecnologias da ComunicaçãoNovas Tecnologias da Comunicação
Novas Tecnologias da Comunicação
Suzana Cohen
 
Slides Formação Aprendiz de Mídias Sociais
Slides Formação Aprendiz de Mídias SociaisSlides Formação Aprendiz de Mídias Sociais
Slides Formação Aprendiz de Mídias Sociais
unitedwaybrasil
 
Monografia | Web Marketing
Monografia | Web MarketingMonografia | Web Marketing
Monografia | Web Marketing
Patricia Melo
 
Laboratório Audivisual Hipermedia Aula4 22 03
Laboratório Audivisual Hipermedia Aula4 22 03Laboratório Audivisual Hipermedia Aula4 22 03
Laboratório Audivisual Hipermedia Aula4 22 03
Pedro Tavares
 
Internet
InternetInternet
Internet
chipitilha
 
Aula 2 3 4 redes perfil e mensuracao
Aula 2 3 4 redes perfil e mensuracaoAula 2 3 4 redes perfil e mensuracao
Aula 2 3 4 redes perfil e mensuracao
UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
 
História da internet
História da internetHistória da internet
História da internet
Bugui94
 
Produção e distribuição de conteúdos digitais
Produção e distribuição de conteúdos digitaisProdução e distribuição de conteúdos digitais
Produção e distribuição de conteúdos digitais
Celestino Joanguete
 
Prova cibercultura 1 anab
Prova cibercultura 1 anabProva cibercultura 1 anab
Prova cibercultura 1 anab
eduecibercultura
 
Aula 01
Aula 01Aula 01
Aula 01
Andrea Alves
 
A atuação do profissional bibliotecário na era digital
A atuação do profissional bibliotecário na era digitalA atuação do profissional bibliotecário na era digital
A atuação do profissional bibliotecário na era digital
Lygia Canelas
 
A Utilização das Mídias Digitais nas Manifestações Ocorridas no Brasil em 201...
A Utilização das Mídias Digitais nas Manifestações Ocorridas no Brasil em 201...A Utilização das Mídias Digitais nas Manifestações Ocorridas no Brasil em 201...
A Utilização das Mídias Digitais nas Manifestações Ocorridas no Brasil em 201...
Marina Amâncio
 
Internet
InternetInternet
Internet
hendersonfaria
 
Poder Da Colaboração
Poder Da ColaboraçãoPoder Da Colaboração
Poder Da Colaboração
Maria Carolina Carlos Pinto da Silva
 
Ciberjornalismo no Brasil
Ciberjornalismo no BrasilCiberjornalismo no Brasil
Ciberjornalismo no Brasil
Yuri Almeida
 
Jornalismo cidadão na internet
Jornalismo cidadão na internetJornalismo cidadão na internet
Jornalismo cidadão na internet
michelemitsue
 

Semelhante a Cultura digital (20)

Trabalho de informarica.docx
Trabalho de informarica.docxTrabalho de informarica.docx
Trabalho de informarica.docx
 
Evolução das TICs e o crescimento das mídias sociais
Evolução das TICs e o crescimento das mídias sociaisEvolução das TICs e o crescimento das mídias sociais
Evolução das TICs e o crescimento das mídias sociais
 
Tic´s e a Revolução da Comunicação
Tic´s e a Revolução da ComunicaçãoTic´s e a Revolução da Comunicação
Tic´s e a Revolução da Comunicação
 
A Evolução da World Wide Web
A Evolução da World Wide WebA Evolução da World Wide Web
A Evolução da World Wide Web
 
Novas Tecnologias da Comunicação
Novas Tecnologias da ComunicaçãoNovas Tecnologias da Comunicação
Novas Tecnologias da Comunicação
 
Slides Formação Aprendiz de Mídias Sociais
Slides Formação Aprendiz de Mídias SociaisSlides Formação Aprendiz de Mídias Sociais
Slides Formação Aprendiz de Mídias Sociais
 
Monografia | Web Marketing
Monografia | Web MarketingMonografia | Web Marketing
Monografia | Web Marketing
 
Laboratório Audivisual Hipermedia Aula4 22 03
Laboratório Audivisual Hipermedia Aula4 22 03Laboratório Audivisual Hipermedia Aula4 22 03
Laboratório Audivisual Hipermedia Aula4 22 03
 
Internet
InternetInternet
Internet
 
Aula 2 3 4 redes perfil e mensuracao
Aula 2 3 4 redes perfil e mensuracaoAula 2 3 4 redes perfil e mensuracao
Aula 2 3 4 redes perfil e mensuracao
 
História da internet
História da internetHistória da internet
História da internet
 
Produção e distribuição de conteúdos digitais
Produção e distribuição de conteúdos digitaisProdução e distribuição de conteúdos digitais
Produção e distribuição de conteúdos digitais
 
Prova cibercultura 1 anab
Prova cibercultura 1 anabProva cibercultura 1 anab
Prova cibercultura 1 anab
 
Aula 01
Aula 01Aula 01
Aula 01
 
A atuação do profissional bibliotecário na era digital
A atuação do profissional bibliotecário na era digitalA atuação do profissional bibliotecário na era digital
A atuação do profissional bibliotecário na era digital
 
A Utilização das Mídias Digitais nas Manifestações Ocorridas no Brasil em 201...
A Utilização das Mídias Digitais nas Manifestações Ocorridas no Brasil em 201...A Utilização das Mídias Digitais nas Manifestações Ocorridas no Brasil em 201...
A Utilização das Mídias Digitais nas Manifestações Ocorridas no Brasil em 201...
 
Internet
InternetInternet
Internet
 
Poder Da Colaboração
Poder Da ColaboraçãoPoder Da Colaboração
Poder Da Colaboração
 
Ciberjornalismo no Brasil
Ciberjornalismo no BrasilCiberjornalismo no Brasil
Ciberjornalismo no Brasil
 
Jornalismo cidadão na internet
Jornalismo cidadão na internetJornalismo cidadão na internet
Jornalismo cidadão na internet
 

Cultura digital

  • 1.  Internet, por onde tudo passa, para onde tudo irá Sobre a Cultura Digital
  • 2. O óbvio, mas importante • A Internet é uma rede de computadores interligados, que permite a transferência de dados em escala mundial. • O acesso doméstico à Internet pode ser de forma discada ou via cabos (como ADSL, ISDN), acesso dedicado, sem fio (Wi-Fi), por satélite ou por telefones celulares. • O acesso público pode ser feito em bibliotecas e cafés com computadores disponibilizados para uso temporário, além do acesso em aeroportos, shoppings e outros lugares públicos por meio de rede sem fio. • Algumas cidades no mundo já possuem cobertura wireless, como Filadélfia, nos EUA, Parintins, Piraí e Sud Mennucci no Brasil.
  • 3. Relembrar é viver (e matar o tempo) • A Internet surgiu de um projeto chamado “ARPANET”, criado em 1969 (durante a guerra fria) pela ARPA - Advanced Research Projects Agency. • Sua função era o arquivamento e distribuição de informações do governo americano em mais de um servidor, evitando, por exemplo, que um ataque em um campus danificasse uma base inteira de dados. • Mais tarde, a ARPANET foi sendo usada para o desenvolvimento de pesquisas científicas das universidades, saindo do universo militar para o civil, que contribuiu decisivamente para a formação da Internet como hoje é conhecida. 
  • 4. “A Internet é, acima de tudo,  uma criação cultural". Manuel Castells Sociólogo espanhol e estudioso da rede
  • 5. Relembrar é viver (e matar o tempo) • Por volta de 1983,  com a queda nos preços dos equipamentos e a evolução tecnológica, a internet acabou se estendendo aos lares, formando a grande teia de uso comum. • Em 1996, essa malha interligava 100 mil redes. • O governo norte-americano (através da National Science Foundation) investiu na criação de backbones, poderosos computadores conectados com capacidade para grandes fluxos de dados. • Foram criados backbones por empresas particulares, que por sua vez conectam redes menores, constituindo a malha anárquica da rede mundial.
  • 6. Relembrar é viver (e matar o tempo) • No Brasil, as primeiras redes surgiram em 1988, ligando universidades e centros de pesquisa do Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre a instituições nos Estados Unidos. • A RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa) surgiu em 1989, para unir essas redes embrionárias e formar um backbone de alcance nacional. • Em 1991, a RNP inaugurou o primeiro backbone brasileiro, destinado exclusivamente à comunidade acadêmica, e em 1995, o governo resolveu “abri-lo”, fornecendo conectividade a provedores de acesso comerciais.
  • 8. Relembrar é viver (e matar o tempo) • A partir de 1997, iniciou-se uma nova fase com o investimento em tecnologias de redes avançadas. Em 1999 a migração das empresas para o mundo virtual começa a se tornar imprescindível. • Os recursos originalmente destinados para outros setores foram redirecionados para o desenvolvimento de softwares, ferramentas e sites na internet. • Um dos maiores símbolos dessa febre foi a criação da Nasdaq, uma bolsa de valores destinada exclusivamente para esta área. • Em maio de 2001, a "Bolha da Internet" (o fenômeno de supervalorização das empresas pontocom) estourou. Foi o fim de centenas de pequenas empresas virtuais que davam seus primeiros passos.
  • 9. WEB2, um conceito • Web 2.0 é um termo cunhado em 2004 pela empresa estadunidense O'Reilly Media, para designar uma segunda geração de comunidades e serviços baseados na plataforma Web, como wikis e redes sociais (orkut, facebook, twitter, etc). • Alguns especialistas em tecnologia, como Tim Berners-Lee (o inventor da World Wide Web), alegam que o termo carece de sentido, pois a Web 2.0 utiliza muitos componentes tecnológicos criados antes mesmo do surgimento da Web. • Outros críticos do termo afirmam também que esta é apenas uma jogada de marketing (buzzword).
  • 10. WEB2, um conceito • A Web 2.0 propõe uma experiência de uso semelhante à de aplicativos para desktop, só que estes aplicativos estão mais na Internet que nos PCs, de forma que vários programas podem se integrar, formando uma grande plataforma. • Por exemplo, os seus contatos do programa de e-mail podem ser usados no programa de agenda, ou pode-se criar um novo evento numa agenda, através do programa de e-mail. • O avanço tecnológico e a popularização da banda larga permitiram que usuários comuns publicassem e consumissem informação de forma rápida e constante.
  • 11. WEB2, um conceito • Os Blogs e sites como Youtube e o Flickr são exemplos desta massificação. • O uso das redes P2P, nas quais cada usuário é um servidor de arquivos, permitindo a troca direta entre eles. • Começaram a se desenvolver softwares, usados pela Internet e vendidos não em pacotes, mas como serviços, pagos mensalmente.
  • 12. “Hora do filminho..." Thiago Skárnio Tentando acordar a galera.
  • 13. Colaborativismo: o começo e fim • O conteúdo dos websites também sofreu um enorme impacto com a Web 2.0, dando ao usuário a possibilidade de participar, geralmente e organizando as informações. • Mesmo quando o conteúdo não é gerado pelos usuários, este pode ser enriquecido através de comentários, avaliação, ou personalização. Como é o caso da Wikipédia, a enciclopédia livre na internet.
  • 14. Software livre, o meio • O conceito usado é comparável com o do software livre: se há muitas pessoas olhando, todos os erros são corrigidos facilmente. Para isso, existem comunidades que se auto- moderam, através da participação dos usuários.
  • 15. O que faço com tanto conteúdo? Libera! • Dentro dos princípios da Web 2.0 o conteúdo deve ser aberto, utilizando licenças como "Creative Commons" que flexibilizam os direitos autorais, permitindo que o usuário reutilize (republicando, alterando ou colaborando) o conteúdo. • O compartilhamento de informações deve dar ao usuário a possibilidade de reutilizá-lo.
  • 16. O impacto na publicidade • O marketing e a publicidade online também mudaram muito com a web 2.0. Agora, a empresa já não pode apenas comunicar: ela deve aprender a interagir. • A publicidade deixou de ser uma via de mão única, onde a empresa emite uma mensagem que o consumidor recebe.
  • 17. O impacto no jornalismo • O envolvimento de cidadãos comuns tem se tornado uma prática cada vez maior nas publicações. A essa tendência atribui-se o conceito de "Jornalismo Participativo" ou "Jornalismo Cidadão". • Um dos sites mais representativos deste jornalismo é o Digg, que permite que usuários cadastrem artigos publicados em outros sites. Estes textos recebem votos (diggs) da comunidade e os mais populares ganham destaque na página principal do site. • No Brasil podemos citar os sites OverMundo, CMI – Centro de Mídia Independente e SARCASTiCOcomBR como exemplos deste conceito.
  • 18. Seria a cultura digital, então, a cultura deste nosso tempo?
  • 19. Histórico • A adoção dos novos aparatos tecnológicos de transferência e depósito da informação influencia, cada vez mais, os fenômenos culturais contemporâneos. Desde meados do século 20, as inovações das telecomunicações e da computação realizam uma substituição gradual dos sistemas analógicos por sistemas digitais de registro de textos, sons e imagens.
  • 20. • Suportes físicos, como livros, filmes e discos, deixam de ser imprescindíveis para a memória, a expressão e a transmissão do conhecimento, instaurando um novo contexto em que devem ser contempladas pela sociedade e o Estado as questões relacionadas à democratização do acesso e valorização da diversidade.
  • 21. Conceito O conceito de Cultura Digital não está consolidado. Aproxima-se de outros como sociedade da informação, cibercultura, revolução digital, era digital. Cada um deles, utilizado por determinados autores, pensadores e ativistas, demarca esta época, quando as relações humanas são fortemente mediadas por tecnologias e comunicações digitais. • Fonte: http://culturadigital.br/sobre/eixos/
  • 22. • A era digital da cultura passa exigir políticas integradas que possam reverberar nos distintos domínios dos saberes e das práticas, a fim de assegurar a existência de uma esfera pública fortalecida, autoconsciente e aberta à inclusão das diferenças constituintes do pluralismo social brasileiro. Definição do Fórum da Cultura Digital Brasileiro
  • 24. Produção de Conteúdo Fernanda Afonso e-mail: fernanda@ganesha.org.br Luciane Zue e-mail: luzue@ganesha.org.br Thiago Skárnio e-mail: thiago@skarnio.tv Pontão Ganesha de Cultura Digital www.ganesha.org.br
  • 25. Apresentação Thiago Skárnio e-mail: thiago@skarnio.tv skype: skarnio gtalk: skarnio@gmail.com blog: http://skarnio.tv twitter: @skarnio Tuxáua de Cultura Digital http://culturadigital.br/skarnio