O documento analisa a evolução dos coutos e terras de degredo no Algarve, destacando a importância estratégica dessas localidades ao longo da história. Com o objetivo de combater o despovoamento e atender à defesa territorial, os coutos serviram como refúgios para foragidos da justiça, transformando-se em locais de repovoamento. A legislação sobre os coutos e seus privilégios foi alterada ao longo dos séculos, culminando na sua extinção formal em 1692, embora a prática tenha continuado de forma disfarçada até o século XIX.