O documento discute o cenotáfio do bispo D. António Pereira da Silva, construído na Sé de Faro, que não contém seus restos mortais devido a complicações legais e execução inacabada do mausoléu. O bispo, que governou de 1704 a 1715, é destacado por sua erudição e por obras de restauração na diocese. O texto também menciona outros cenotáfios históricos e a tradição de monumentos em memória de indivíduos cujos corpos não estão presentes.