O documento discute o terror miguelista no Algarve, destacando a 'revolução de Tavira' de 1826, que foi uma tentativa fracassada de restaurar o poder absoluto em Portugal. A narrativa aborda a ascensão de D. Miguel e o consequente saneamento político que levou à perseguição de liberais, sinalizando uma batalha política entre absolutistas e liberais após a morte de D. João VI. A análise enfatiza as dificuldades enfrentadas pela regência de Isabel Maria e a instabilidade política da época resultante da luta pelo controle da coroa.