[email_address] Ana Ruth Starepravo ESTRATÉGIAS INTERDISCIPLINARES E A PRÁTICA  PEDAGÓGICA 2° Congresso Internacional sobre Formação de Professores e Prática Pedagógica MANAUS/AM - 24 a 26 de agosto de 2006
interdisciplinaridade sala de aula conhecimento disciplinas isolamento diálogo conteúdos fim meio imagem balde cadeia rede transdisciplinaridade PESSOAS
CONHECIMENTO acumulação Conhecer é adquirir muitas informações
Os alunos chegam à escola como copos vazios?
Na fala do professor ? ENFOQUE Nas descobertas dos alunos ?
emissor mensagem receptor O receptor é um recipiente vazio?
Os judeus foram expulsos da Espanha porque não se deixaram fotografar pelos espanhóis Os judeus foram expulsos da Espanha porque não se retrataram perante os espanhóis
Encadeamento lógico simples complexo Conteúdos  organizados  de  forma  linear
CONHECIMENTO encadeamento Conhecer é encadear
VIDA  X  ESCOLA Fragmentação do saber Perda do significado Artificialismo
 
bçguana
INTEERSASNTE De aorcdo com uma pqsieusa  de uma uinrvesriddae ignlsea, não  ipomtra  em  qaul  odrem as  lrteas  de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria  e  útmlia  lrteas  etejasm  no  lgaur crteo. O rseto  pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida  ler  sem  pobrlmea.  Itso  é  poqrue  nós  não lmeos  cdaa  lrtea  isladoa, mas  a  plravaa cmoo um tdoo.
CONHECIMENTO Teia de relações Rede Conhecer é tecer significados acentrismo metamorfose heterogeneidade
Compreender Estabelecer relações Transformar Criar Descobrir (Re)elaborar APRENDIZAGEM
Nome do produto Marca Data de validade Quanto tem lá dentro Código de barra Quilo Ingredientes Litros Endereço da fábrica Tamanho A quantidade
FEIJÃO LEITE PAPEL HIGIÊNICO OVOS REFRIGERANTE Quantidade de massa (peso) Capacidade Comprimento Unidades Peso líquido: 200g ?
Salário líquido Salário bruto peso líquido peso bruto ?
“ Quando  simplesmente  respondemos, matamos  a possibilidade  de  o aluno  confrontar  suas  idéias com  outras, ou  seja, não  há  comparação , não  há  conflito , não  há  confronto , não há  construção de conhecimento”.   Eduardo José Monteiro (Ser professor não é bicho-de-sete-cabeças)
O conteúdo escolar como fim ? O conteúdo deve ser visto como MEIO
CRIATIVIDADE TRABALHO EM EQUIPE CRITICIDADE COMPROMISSO AUTO CONHECIMENTO FLEXIBILIDADE FORMAÇÃO CONTINUADA CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA
QUAIS OS FINS DA EDUCAÇÃO? Que  se procura quando se joga futebol?  Ganhar a partida  ou jogar futebol? Os que perderam, desperdiçaram o seu fim? (...) Quando  vamos  ao  cinema,  qual  é  o  fim?  É, por acaso, só esperar que termine o filme?  Precisamente  esta  idéia  de fim  exterior  ao  que  se  faz,  foi extremamente  prejudicial à educação. O fim exterior e remoto deu, sempre, muita pressa em terminar. Na aula,  se  deseja  terminar a hora da aula, depois se deseja terminar o semestre, terminar o ano, terminar o curso. A única meta é terminar e assim se desperdiça a vida. É como se vivêssemos só para morrer. O fim da vida é ela mesma, não o seu término ou terminação alheia a ela. O fim da vida é o que fazemos com ela e nela! G. Cirigliano
PROBLEMA Ponto de partida do trabalho escolar Que problema, historicamente, está na gênese de um conhecimento?
 
Problema apresentado a 97 alunos do curso elementar (7-8 anos de idade) em uma experiência realizada na França. Num navio há 26 carneiros e 10 cabras. Qual é a idade do capitão?
Dos 97 alunos, 76 calcularam a idade do capitão utilizando os números que figuravam no enunciado.
PROBLEMA DO ELEVADOR O elevador de um edifício de 10 andares  parte  do térreo  com 4  pessoas:  2  mulheres,  1  homem  e 1 criança. Pára no 4º  andar e  aí  sai uma  mulher e entram 3 homens. No 7º saem 2 pessoas.  Sabendo-se que houve apenas mais uma  parada  no  9º andar onde não desceu nenhuma criança e que  o  elevador chegou  ao 10º  andar com  11 pessoas,  pergunta-se qual é a idade do ascensorista.
RESULTADOS DOS 21 ALUNOS (18 ANOS DE IDADE): 10  operaram  com  os  números  do  problema  e apresentaram uma resposta explicitando a idade 4  responderam  que  os  dados apresentados não se relacionavam com a pergunta 3 responderam que o ascensorista era criança 2 indicaram pelas suas respostas que perceberam a questão 2 não responderam
CÁLCULO DA IDADE DO ASCENSORISTA Idade do ascensorista: Nº de pessoas  que  partiram do Térreo  vezes  nº de andares  menos   de  pessoas  que  chegaram  ao 10º andar (4 x 10) – 11 40 – 11= 29 Térreo (4): 2M - 1H - 1C 4º andar (6): 1M - 4H - 1C 7º andar (4): M - H - C 9º andar (?): M - H - 1C 10º andar(11):M - H - C
Segundo Piaget, a finalidade da educação deve ser a de desenvolver a  autonomia  da criança
Pedro ficou com Pedro tinha 7 balas e ganhou mais 5 balas ............. tente
Conhecimento explícito Conhecimento tácito
Espaço ocioso na escola Elaboração de projetos para aproveitamento do espaço Rampa de Skate Piscina Jardim Horta
PAPEL DO PROFESSOR problematizar instigar questionar contra-argumentar
Quantas patas têm 6 cachorros? Como um aluno de 6 ou 7 anos resolveria o seguinte problema? Broitmain, 2000
Desenho dos cachorros para contagem do total de patas.
Desenho somente das patas
Utilização  de marcas para  representar as patas, com organização espacial das marcas
Uso de marcas para contagem através de adição cumulativa.
Resultados parciais da  contagem de 4 em 4
 
 
FLORES SÃO VERMELHAS
No primeiro dia de escola do pequeno menino, ele pegou alguns lápis coloridos e começou a desenhar.
E ele coloriu o papel inteiro, porque era assim que ele via as cores
E a professora disse:  o que você está fazendo, meu rapaz?
Estou pintando as flores... ele disse.
Ela disse: isso não é hora para artes, menino!
E além do mais, flores são vermelhas e verdes. Tem hora para tudo, meu rapaz, e uma maneira certa de fazer as coisas.
Você precisa ter respeito pelos outros, porque você não é único.
E ela disse... Flores são vermelhas, meu rapaz, folhas são verdes.
Não existe porque ver as flores de outra forma, além do jeito que elas sempre foram vistas.
Mas o pequeno menino disse: existem tantas cores no arco-íris, tantas cores no sol da manhã, tantas cores em uma flor ...  e eu vejo todas elas.
Bem ,   Existem jeitos que as coisas devem ser e você pintará as flores do jeito que elas são. disse a professora... Você é respondão!
Então repita comigo... E ela disse... Flores são vermelhas, meu rapaz, folhas são verdes.
Não existe porque ver as flores de outra forma, além do jeito que elas sempre foram vistas!
Mas o pequeno menino disse: existem tantas cores no arco-íris, tantas cores no sol da manhã, tantas cores em uma flor...  e eu vejo todas elas...
A professora o colocou de castigo. Ela disse: isso é para o seu próprio bem... E você não vai sair enquanto não aprender   a dar suas respostas do jeito que elas devem ser.
Então ele começou a se sentir sozinho. Pensamentos assustadores encheram sua cabeça...
E ele foi até a professora, e foi isso que ele disse...
E ele disse: flores são vermelhas, folhas são verdes. Não existe por   que  ver as flores de outra forma, além do jeito que elas sempre foram vistas!...
O tempo passou, como sempre acontece, e eles mudaram para outra cidade. O pequeno menino foi para outra escola
e isso foi o que ele encontrou: a professora lá estava...  sorrindo
Ela disse: pintar deve ser divertido e existem tantas cores numa flor. Então vamos usar todas elas...
Mas o pequeno menino pintou flores em fileiras,  de   verde   e   vermelho . ordenadas
E quando a professora perguntou porque, isso foi o que ele disse...
e ele disse: flores são vermelhas, folhas são verdes.
Não existe porque ver as flores de outra forma, além do jeito que elas sempre foram vistas!...
Era isso que você queria para você?... É isso que você quer para seus alunos???
É possível fazer diferente... Depende de cada um de nós!
Acredite que é possível fazer diferente e faça diferença na vida de seus alunos! Obrigada!!! ANA RUTH UM GRANDE ABRAÇO
ANA RUTH STAREPRAVO [email_address]

ConferêNcia

  • 1.
    [email_address] Ana RuthStarepravo ESTRATÉGIAS INTERDISCIPLINARES E A PRÁTICA PEDAGÓGICA 2° Congresso Internacional sobre Formação de Professores e Prática Pedagógica MANAUS/AM - 24 a 26 de agosto de 2006
  • 2.
    interdisciplinaridade sala deaula conhecimento disciplinas isolamento diálogo conteúdos fim meio imagem balde cadeia rede transdisciplinaridade PESSOAS
  • 3.
    CONHECIMENTO acumulação Conheceré adquirir muitas informações
  • 4.
    Os alunos chegamà escola como copos vazios?
  • 5.
    Na fala doprofessor ? ENFOQUE Nas descobertas dos alunos ?
  • 6.
    emissor mensagem receptorO receptor é um recipiente vazio?
  • 7.
    Os judeus foramexpulsos da Espanha porque não se deixaram fotografar pelos espanhóis Os judeus foram expulsos da Espanha porque não se retrataram perante os espanhóis
  • 8.
    Encadeamento lógico simplescomplexo Conteúdos organizados de forma linear
  • 9.
  • 10.
    VIDA X ESCOLA Fragmentação do saber Perda do significado Artificialismo
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    INTEERSASNTE De aorcdocom uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
  • 14.
    CONHECIMENTO Teia derelações Rede Conhecer é tecer significados acentrismo metamorfose heterogeneidade
  • 15.
    Compreender Estabelecer relaçõesTransformar Criar Descobrir (Re)elaborar APRENDIZAGEM
  • 16.
    Nome do produtoMarca Data de validade Quanto tem lá dentro Código de barra Quilo Ingredientes Litros Endereço da fábrica Tamanho A quantidade
  • 17.
    FEIJÃO LEITE PAPELHIGIÊNICO OVOS REFRIGERANTE Quantidade de massa (peso) Capacidade Comprimento Unidades Peso líquido: 200g ?
  • 18.
    Salário líquido Saláriobruto peso líquido peso bruto ?
  • 19.
    “ Quando simplesmente respondemos, matamos a possibilidade de o aluno confrontar suas idéias com outras, ou seja, não há comparação , não há conflito , não há confronto , não há construção de conhecimento”. Eduardo José Monteiro (Ser professor não é bicho-de-sete-cabeças)
  • 20.
    O conteúdo escolarcomo fim ? O conteúdo deve ser visto como MEIO
  • 21.
    CRIATIVIDADE TRABALHO EMEQUIPE CRITICIDADE COMPROMISSO AUTO CONHECIMENTO FLEXIBILIDADE FORMAÇÃO CONTINUADA CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA
  • 22.
    QUAIS OS FINSDA EDUCAÇÃO? Que se procura quando se joga futebol? Ganhar a partida ou jogar futebol? Os que perderam, desperdiçaram o seu fim? (...) Quando vamos ao cinema, qual é o fim? É, por acaso, só esperar que termine o filme? Precisamente esta idéia de fim exterior ao que se faz, foi extremamente prejudicial à educação. O fim exterior e remoto deu, sempre, muita pressa em terminar. Na aula, se deseja terminar a hora da aula, depois se deseja terminar o semestre, terminar o ano, terminar o curso. A única meta é terminar e assim se desperdiça a vida. É como se vivêssemos só para morrer. O fim da vida é ela mesma, não o seu término ou terminação alheia a ela. O fim da vida é o que fazemos com ela e nela! G. Cirigliano
  • 23.
    PROBLEMA Ponto departida do trabalho escolar Que problema, historicamente, está na gênese de um conhecimento?
  • 24.
  • 25.
    Problema apresentado a97 alunos do curso elementar (7-8 anos de idade) em uma experiência realizada na França. Num navio há 26 carneiros e 10 cabras. Qual é a idade do capitão?
  • 26.
    Dos 97 alunos,76 calcularam a idade do capitão utilizando os números que figuravam no enunciado.
  • 27.
    PROBLEMA DO ELEVADORO elevador de um edifício de 10 andares parte do térreo com 4 pessoas: 2 mulheres, 1 homem e 1 criança. Pára no 4º andar e aí sai uma mulher e entram 3 homens. No 7º saem 2 pessoas. Sabendo-se que houve apenas mais uma parada no 9º andar onde não desceu nenhuma criança e que o elevador chegou ao 10º andar com 11 pessoas, pergunta-se qual é a idade do ascensorista.
  • 28.
    RESULTADOS DOS 21ALUNOS (18 ANOS DE IDADE): 10 operaram com os números do problema e apresentaram uma resposta explicitando a idade 4 responderam que os dados apresentados não se relacionavam com a pergunta 3 responderam que o ascensorista era criança 2 indicaram pelas suas respostas que perceberam a questão 2 não responderam
  • 29.
    CÁLCULO DA IDADEDO ASCENSORISTA Idade do ascensorista: Nº de pessoas que partiram do Térreo vezes nº de andares menos de pessoas que chegaram ao 10º andar (4 x 10) – 11 40 – 11= 29 Térreo (4): 2M - 1H - 1C 4º andar (6): 1M - 4H - 1C 7º andar (4): M - H - C 9º andar (?): M - H - 1C 10º andar(11):M - H - C
  • 30.
    Segundo Piaget, afinalidade da educação deve ser a de desenvolver a autonomia da criança
  • 31.
    Pedro ficou comPedro tinha 7 balas e ganhou mais 5 balas ............. tente
  • 32.
  • 33.
    Espaço ocioso naescola Elaboração de projetos para aproveitamento do espaço Rampa de Skate Piscina Jardim Horta
  • 34.
    PAPEL DO PROFESSORproblematizar instigar questionar contra-argumentar
  • 35.
    Quantas patas têm6 cachorros? Como um aluno de 6 ou 7 anos resolveria o seguinte problema? Broitmain, 2000
  • 36.
    Desenho dos cachorrospara contagem do total de patas.
  • 37.
  • 38.
    Utilização demarcas para representar as patas, com organização espacial das marcas
  • 39.
    Uso de marcaspara contagem através de adição cumulativa.
  • 40.
    Resultados parciais da contagem de 4 em 4
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
    No primeiro diade escola do pequeno menino, ele pegou alguns lápis coloridos e começou a desenhar.
  • 45.
    E ele coloriuo papel inteiro, porque era assim que ele via as cores
  • 46.
    E a professoradisse: o que você está fazendo, meu rapaz?
  • 47.
    Estou pintando asflores... ele disse.
  • 48.
    Ela disse: issonão é hora para artes, menino!
  • 49.
    E além domais, flores são vermelhas e verdes. Tem hora para tudo, meu rapaz, e uma maneira certa de fazer as coisas.
  • 50.
    Você precisa terrespeito pelos outros, porque você não é único.
  • 51.
    E ela disse...Flores são vermelhas, meu rapaz, folhas são verdes.
  • 52.
    Não existe porquever as flores de outra forma, além do jeito que elas sempre foram vistas.
  • 53.
    Mas o pequenomenino disse: existem tantas cores no arco-íris, tantas cores no sol da manhã, tantas cores em uma flor ... e eu vejo todas elas.
  • 54.
    Bem , Existem jeitos que as coisas devem ser e você pintará as flores do jeito que elas são. disse a professora... Você é respondão!
  • 55.
    Então repita comigo...E ela disse... Flores são vermelhas, meu rapaz, folhas são verdes.
  • 56.
    Não existe porquever as flores de outra forma, além do jeito que elas sempre foram vistas!
  • 57.
    Mas o pequenomenino disse: existem tantas cores no arco-íris, tantas cores no sol da manhã, tantas cores em uma flor... e eu vejo todas elas...
  • 58.
    A professora ocolocou de castigo. Ela disse: isso é para o seu próprio bem... E você não vai sair enquanto não aprender a dar suas respostas do jeito que elas devem ser.
  • 59.
    Então ele começoua se sentir sozinho. Pensamentos assustadores encheram sua cabeça...
  • 60.
    E ele foiaté a professora, e foi isso que ele disse...
  • 61.
    E ele disse:flores são vermelhas, folhas são verdes. Não existe por que ver as flores de outra forma, além do jeito que elas sempre foram vistas!...
  • 62.
    O tempo passou,como sempre acontece, e eles mudaram para outra cidade. O pequeno menino foi para outra escola
  • 63.
    e isso foio que ele encontrou: a professora lá estava... sorrindo
  • 64.
    Ela disse: pintardeve ser divertido e existem tantas cores numa flor. Então vamos usar todas elas...
  • 65.
    Mas o pequenomenino pintou flores em fileiras, de verde e vermelho . ordenadas
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    E quando aprofessora perguntou porque, isso foi o que ele disse...
  • 67.
    e ele disse:flores são vermelhas, folhas são verdes.
  • 68.
    Não existe porquever as flores de outra forma, além do jeito que elas sempre foram vistas!...
  • 69.
    Era isso quevocê queria para você?... É isso que você quer para seus alunos???
  • 70.
    É possível fazerdiferente... Depende de cada um de nós!
  • 71.
    Acredite que épossível fazer diferente e faça diferença na vida de seus alunos! Obrigada!!! ANA RUTH UM GRANDE ABRAÇO
  • 72.
    ANA RUTH STAREPRAVO[email_address]