Fisiologia Vegetal 
Biologia 
CCI Sênior
Condução de Seivas 
 Seiva Bruta; 
 Seiva Elaborada;
Absorção de Água e Sais 
Minerais 
 A água penetra pela 
raiz; 
 Passagem por 
osmose; 
 Sais minerais: 
Macronutrientes e 
micronutrientes;
Condução da Seiva Bruta 
 Vaso condutor: Xilema; 
 Criação de uma força de 
sucção; 
 Mais água perdida na 
transpiração, mais água 
absorvida pala raiz; 
 União das moléculas de 
água “pontes de hidrogênio”; 
 A tensão força a subida da 
coluna de água;
Condução da Seiva Elaborada 
 Produzida pelas 
células clorofiladas; 
 Vaso: Floema; 
 Passagem lenta 
(glicose); 
 Do mais 
concentrado para o 
menos 
concentrado;
 Ernst Münch elaborou em 1930 a teoria do fluxo de 
massa, a mais aceita atualmente para explicar o 
transporte de seiva elaborada sob pressão no floema. 
Segundo esta, a água da seiva bruta que chega pelo 
xilema ao órgão de maior pressão osmótica 
(geralmente, a folha) penetra em seus vasos floemáticos 
por osmose, empurrando a massa de seiva elaborada 
neles presente em direção ao órgão de menor pressão 
osmótica (geralmente, a raiz). Tal proposição foi testada 
com sucesso através do seguinte modelo experimental:
Modelo de Münch ou 
pressão positiva de seiva
Anel de Malphighi
Afídeo - Pulgão 
Inseto
Hormônios Vegetais 
(Fitormônios)
Hormônios Vegetais 
Os fitormônios, como também são chamados 
os hormônios vegetais, são substâncias 
orgânicas atuantes nos diferentes órgãos das 
plantas: raiz, caule, folhas, flores e frutos, 
responsáveis pelo crescimento e 
desenvolvimento do vegetal.
Ação hormonal na floração.
Ação hormonal na abscisão foliar.
Ação hormonal no desenvolvimento e 
crescimento vegetal.
Ação hormonal no amadurecimento 
das frutas.
Hormônios Vegetais 
 Entre as categorias de hormônios vegetais 
relacionados à divisão celular, crescimento e 
diferenciação, destacam-se: 
 Auxinas 
 Giberelinas 
 Etileno 
 Ácido Abscísico 
 Citocininas
Giberelinas (Ácido giberélico) 
 Foram descobertas no Japão em 1930 atravéz de estudos com 
plantas de arroz infectadas por fungos Giberella. 
OBS: Todas as plantas produzem. 
Transporte: apolar pelo xilema e floema 
Produção: Folhas jovens 
Embriões de sementes 
Frutos 
Sementes em germinação
Giberelinas - Ação 
Caule: alongamento das células 
 Plantas anãs são geneticamente incapazes de produzir (giberelinas). 
Folhas: alongamento das células 
 Usado na horticultura para obtenção de plantas com folhas maiores 
e largas. 
Fruto: Aceleram a distensão celular (em frutos jovens provoca um 
acentuado aumento). 
 provocam partenocarpia 
Semente: Quebra a dormência. 
Floração: Induz em plantas acaules (caules reduzidos). 
Ex: cenoura, nabo, rabanete
Giberelinas 
A ação da giberelina vem sendo intensivamente 
estudada em viticultura. Aplicações efetuadas desde 
o aparecimento da inflorescência até o início da 
maturação visam principalmente o aumento da 
produção através do aumento do peso dos cachos e 
dos bagos e à obtenção de cachos medianamente 
soltos (que dispensam a operação de desbaste e 
facilitam o controle de doenças). Além disso, a 
aplicação do ácido giberélico pode acarretar no 
engrossamento dos pedicelos e engaços e obtenção 
de frutos sem sementes, com diminuição do ciclo da 
videira, antecipando-se o período de colheita.
Citocininas 
Origem: a partir da adenina (base nitrogenada) 
Transporte: pelo xilema 
Produção: ponta da raiz 
Divisão celular 
Metabolismo 
Senescência Regulam[
Citocininas 
 O papel essencial da citocinina é regular o 
crescimento vegetal, “normalizando” o 
desenvolvimento da planta. 
 A citocinina proporciona a ocorrência de um 
crescimento controlado e organizado da forma e da 
estrutura das plantas superiores. 
 Além disso, elas também provocam a diferenciação 
dos grupos de células que formam os tecidos e que 
se tornarão as diferentes partes das plantas.
Citocininas 
 A inibição da senescência, isto é, do envelhecimento, 
é outra importante função desses hormônios. Esse 
mecanismo funciona no sentido de que as citocininas 
aumentam a retenção de algumas substâncias, tais 
como aminoácidos, dentro da célula. Assim, o 
envelhecimento, o amarelecimento e a perda de 
qualidade de mercado dos produtos vegetais são 
retardados. Devido a essa propriedade, a citocinina 
está sendo usada como inibidor de senescência em 
muitas plantas, como o alface, o brócolis, etc.
Gás etileno 
 Produto do metabolismo das células. 
Transporte: por difusão. 
Ação 
 Provoca maturação dos frutos. 
 Floração( Inicia a floração em abacaxi). 
 Provoca abscisão das folhas e frutos. 
 Provoca gancho apical em estiolomento.
Gás etileno 
 É o composto orgânico (endógeno ou exógeno) mais 
simples e, aparentemente, o único gás que participa 
de regulação dos processos fisiológicos das plantas. 
O etileno é considerado um hormônio, já que é um 
produto natural do metabolismo, atua em 
concentrações muito baixas e participa da regulação 
de praticamente todos os processos de crescimento, 
desenvolvimento e senescência das plantas.
Gás etileno 
 Um das funções do etileno é o amadurecimento de 
frutos, como maçãs, bananas, etc. Uma prática 
comum para acelerar o amadurecimento da banana 
é queimar pó de madeira nas câmaras de 
armazenamento. Essa queima de serragem libera o 
etileno que é indutor do amadurecimento de frutos. 
Cada fruto em amadurecimento libera outras 
quantidades do hormônio, que possivelmente será 
utilizado em frutos vizinhos induzindo-os a 
amadurecer também. 
 Outra característica do etileno é a participação na 
abscisão das folhas, juntamente com as auxinas. A 
concentração das auxinas nas folhas de plantas 
diminui no outono, induzindo modificações na 
chamada zona de abscisão, que passa a produzir 
etileno. O etileno enfraquece as células a tal ponto 
que o peso da folha é suficiente para romper sua 
ligação com o caule, assim a folha se destaca e cai.
Gás etileno - Curiosidade 
 Acredita-se que enfiando pregos na jabuticabeira ela 
produz frutos mais rápido. Na verdade, quando se 
provoca este tipo de ferimento na planta, ocorre um 
estímulo e ela produz o etileno, que a induz a 
florescer.
Ácido Abscísico 
Transporte: floema. 
Ação 
 Dormência das gemas 
 Fechamento dos estômatos
Ácido Abscísico 
 O hormônio recebeu essa denominação porque, de 
início, se pensou que ele fosse o principal 
responsável pela abscisão foliar, fenômeno de queda 
das folhas de certas árvores, fato que ocorre no 
outono. Hoje, embora se saiba que o ácido abscísico 
não é o responsável por esse fenômeno, seu nome 
permaneceu.
Ácido Abscísico 
 Ao contrário de outros hormônios vegetais, como a 
auxina, o ácido abscísico é um inibidor do 
crescimento das plantas. Essa inibição ocorre no 
sentido de proteger a planta. Nos períodos 
desfavoráveis, a planta produz o hormônio, que é 
responsável pela dormência das gemas do caule e 
pela queda das folhas. O ácido abscísico é o 
principal responsável pelo bloqueio do crescimento 
das plantas no inverno e pelo fato das sementes não 
germinarem imediatamente após serem produzidas, 
fenômeno conhecido como dormência. 
 Além disso, o ácido abscísico provoca o fechamento 
dos estômatos, favorecimento da síntese de reserva 
em sementes e do transporte de fotossintetizados 
das folhas para as sementes em desenvolvimento.
Auxinas ( ácido indolacético – AIA) 
Primeiro hormônio vegetal estudado. 
OBS: Agem no crescimento da planta. 
Origem: A partir do aminoácido triptofano. 
Transporte: polar, unidirecional por difusão de célula 
a célula.
Auxinas ( ácido indolacético – AIA) 
 As auxinas são os hormônios vegetais mais importantes 
presentes na planta, sendo responsáveis pelo 
crescimento do vegetal. Produzidas no ápice da planta, 
as auxinas são distribuídas do ápice para o todo o resto 
do corpo do vegetal. As auxinas são produzidas nos 
embriões, nas gemas e nas folhas jovens a partir do 
triptofano, sendo que a auxina mais comum é o AIA 
( ácido indolacético) .
Ação do AIA nos vegetais 
 Esses hormônios atuam sobre a parede celular do 
vegetal, provocando sua distensão e, 
conseqüentemente, o seu crescimento. Contudo, os 
efeitos das auxinas são bastante variados, 
dependendo de fatores como local de atuação e 
concentração, podendo assim ter efeitos 
antagônicos. 
 As auxinas também promovem o crescimento de 
raízes e caules, através do alongamento das células 
recém-formadas nos meristemas, porém a 
sensibilidade das células à auxina varia de um órgão 
da planta para outro.
Caule: 
 Depende da concentração 
[ ] de AIA estimula cresc. 
[ ] de AIA inibe cresc. 
 Depende da concentração 
[ ] de AIA estimula crecs. 
[ ] de AIA inibe cresc. 
Raiz: 
Ação do AIA nos vegetais 
Divisão celular: 
 Estimula a multiplicação e facilita a distensão celular.
Alongamento da Parede Celular 
 O alongamento da parede celular é a resposta inicial 
dos tecidos vegetais às auxinas. 
 A resposta em alongamento da parede celular esta 
relacionada com a acidificação. A auxina estimula uma 
bomba de prótons que promove a secreção de íons 
hidrogênio em um compartimento da parede celular 
causando acidificação. A acidificação promove a 
ativação de enzimas preexistentes causadoras do 
afrouxamento da parede celular.
Alongamento da Parede Celular
Tropismo 
Movimentos de crescimentos e curvatura orientados por algum 
fator ambiental (agente excitante). 
Observações: 
 A curvatura depende da direção de onde vem o agente 
excitante 
 O agente excitante deve incidir unilateralmente 
 As auxinas devem sofrer redistribuição [Fototropismo 
De acordo com a natureza do agente excitante 
Geotropismo 
Tigmotropismo 
Quimiotropismo
Fototropismo 
 O fototropismo é um movimento de uma ou várias 
partes da planta em resposta a uma luz unilateral. 
 Quando a planta recebe uma luz unilateral, a auxina 
é transportada para o lado não iluminado. Isto resulta 
em um maior transporte de auxinas no lado não 
iluminado. 
 Com uma maior concentração de auxinas no lado 
não iluminado, o caule tende a se deslocar no 
sentido da luz, pois o lado escuro irá crescer mais 
que o lado iluminado e o contrário ocorrerá com a 
raiz, já que seu crescimento é favorecido com uma 
menor concentração de auxina.
Fototropismo
Fototropismo
Geotropismo 
 O geotropismo é um resposta dos órgãos vegetais à 
força da gravidade. 
 Quando a planta é colocada em posição horizontal, o 
acúmulo de auxinas na parte inferior do caule provoca 
um maior crescimento dessa parte, ocorrendo curvatura 
em uma direção oposta à força da gravidade, fazendo 
com que o caule se dirija para cima. 
 Na raiz em posição horizontal ocorre um maior 
alongamento na parte superior comparada à inferior, 
provocando curvatura da raiz na direção da força 
gravitacional.
Geotropismo
Geotropismo na raiz 
 A raiz é revestida por uma estrutura chamada coifa. 
A coifa é responsável pela produção de uma 
substância que diminui o atrito da raiz com a terra, 
protegendo a raiz. Além disso, a coifa é responsável 
pelo geotropismo. 
 A coifa possui os estatólitos, que são os 
responsáveis pela percepção da gravidade. Quando 
colocada em posição horizontal, os estatólitos da raiz 
mudam de posição dentro da célula. Este movimento 
dos estatólitos provoca a redistribuição da auxina e a 
partir disso, ocorre o movimento da raiz em direção à 
força da gravidade.
http://www.balzaca.info/biologia/downloads/gravitropismos.pdf
Vídeos 
 Tropismos: 
http://www.youtube.com/watch?v=zctM_TWg5Ik 
 Fototropismo: 
http://www.youtube.com/watch?v=Ze8NV7cvW8k

Condução de Seiva Bio

  • 1.
  • 2.
    Condução de Seivas  Seiva Bruta;  Seiva Elaborada;
  • 3.
    Absorção de Águae Sais Minerais  A água penetra pela raiz;  Passagem por osmose;  Sais minerais: Macronutrientes e micronutrientes;
  • 5.
    Condução da SeivaBruta  Vaso condutor: Xilema;  Criação de uma força de sucção;  Mais água perdida na transpiração, mais água absorvida pala raiz;  União das moléculas de água “pontes de hidrogênio”;  A tensão força a subida da coluna de água;
  • 7.
    Condução da SeivaElaborada  Produzida pelas células clorofiladas;  Vaso: Floema;  Passagem lenta (glicose);  Do mais concentrado para o menos concentrado;
  • 8.
     Ernst Münchelaborou em 1930 a teoria do fluxo de massa, a mais aceita atualmente para explicar o transporte de seiva elaborada sob pressão no floema. Segundo esta, a água da seiva bruta que chega pelo xilema ao órgão de maior pressão osmótica (geralmente, a folha) penetra em seus vasos floemáticos por osmose, empurrando a massa de seiva elaborada neles presente em direção ao órgão de menor pressão osmótica (geralmente, a raiz). Tal proposição foi testada com sucesso através do seguinte modelo experimental:
  • 9.
    Modelo de Münchou pressão positiva de seiva
  • 11.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
    Hormônios Vegetais Osfitormônios, como também são chamados os hormônios vegetais, são substâncias orgânicas atuantes nos diferentes órgãos das plantas: raiz, caule, folhas, flores e frutos, responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento do vegetal.
  • 16.
    Ação hormonal nafloração.
  • 17.
    Ação hormonal naabscisão foliar.
  • 18.
    Ação hormonal nodesenvolvimento e crescimento vegetal.
  • 19.
    Ação hormonal noamadurecimento das frutas.
  • 20.
    Hormônios Vegetais Entre as categorias de hormônios vegetais relacionados à divisão celular, crescimento e diferenciação, destacam-se:  Auxinas  Giberelinas  Etileno  Ácido Abscísico  Citocininas
  • 21.
    Giberelinas (Ácido giberélico)  Foram descobertas no Japão em 1930 atravéz de estudos com plantas de arroz infectadas por fungos Giberella. OBS: Todas as plantas produzem. Transporte: apolar pelo xilema e floema Produção: Folhas jovens Embriões de sementes Frutos Sementes em germinação
  • 22.
    Giberelinas - Ação Caule: alongamento das células  Plantas anãs são geneticamente incapazes de produzir (giberelinas). Folhas: alongamento das células  Usado na horticultura para obtenção de plantas com folhas maiores e largas. Fruto: Aceleram a distensão celular (em frutos jovens provoca um acentuado aumento).  provocam partenocarpia Semente: Quebra a dormência. Floração: Induz em plantas acaules (caules reduzidos). Ex: cenoura, nabo, rabanete
  • 23.
    Giberelinas A açãoda giberelina vem sendo intensivamente estudada em viticultura. Aplicações efetuadas desde o aparecimento da inflorescência até o início da maturação visam principalmente o aumento da produção através do aumento do peso dos cachos e dos bagos e à obtenção de cachos medianamente soltos (que dispensam a operação de desbaste e facilitam o controle de doenças). Além disso, a aplicação do ácido giberélico pode acarretar no engrossamento dos pedicelos e engaços e obtenção de frutos sem sementes, com diminuição do ciclo da videira, antecipando-se o período de colheita.
  • 24.
    Citocininas Origem: apartir da adenina (base nitrogenada) Transporte: pelo xilema Produção: ponta da raiz Divisão celular Metabolismo Senescência Regulam[
  • 25.
    Citocininas  Opapel essencial da citocinina é regular o crescimento vegetal, “normalizando” o desenvolvimento da planta.  A citocinina proporciona a ocorrência de um crescimento controlado e organizado da forma e da estrutura das plantas superiores.  Além disso, elas também provocam a diferenciação dos grupos de células que formam os tecidos e que se tornarão as diferentes partes das plantas.
  • 26.
    Citocininas  Ainibição da senescência, isto é, do envelhecimento, é outra importante função desses hormônios. Esse mecanismo funciona no sentido de que as citocininas aumentam a retenção de algumas substâncias, tais como aminoácidos, dentro da célula. Assim, o envelhecimento, o amarelecimento e a perda de qualidade de mercado dos produtos vegetais são retardados. Devido a essa propriedade, a citocinina está sendo usada como inibidor de senescência em muitas plantas, como o alface, o brócolis, etc.
  • 27.
    Gás etileno Produto do metabolismo das células. Transporte: por difusão. Ação  Provoca maturação dos frutos.  Floração( Inicia a floração em abacaxi).  Provoca abscisão das folhas e frutos.  Provoca gancho apical em estiolomento.
  • 28.
    Gás etileno É o composto orgânico (endógeno ou exógeno) mais simples e, aparentemente, o único gás que participa de regulação dos processos fisiológicos das plantas. O etileno é considerado um hormônio, já que é um produto natural do metabolismo, atua em concentrações muito baixas e participa da regulação de praticamente todos os processos de crescimento, desenvolvimento e senescência das plantas.
  • 29.
    Gás etileno Um das funções do etileno é o amadurecimento de frutos, como maçãs, bananas, etc. Uma prática comum para acelerar o amadurecimento da banana é queimar pó de madeira nas câmaras de armazenamento. Essa queima de serragem libera o etileno que é indutor do amadurecimento de frutos. Cada fruto em amadurecimento libera outras quantidades do hormônio, que possivelmente será utilizado em frutos vizinhos induzindo-os a amadurecer também.  Outra característica do etileno é a participação na abscisão das folhas, juntamente com as auxinas. A concentração das auxinas nas folhas de plantas diminui no outono, induzindo modificações na chamada zona de abscisão, que passa a produzir etileno. O etileno enfraquece as células a tal ponto que o peso da folha é suficiente para romper sua ligação com o caule, assim a folha se destaca e cai.
  • 30.
    Gás etileno -Curiosidade  Acredita-se que enfiando pregos na jabuticabeira ela produz frutos mais rápido. Na verdade, quando se provoca este tipo de ferimento na planta, ocorre um estímulo e ela produz o etileno, que a induz a florescer.
  • 31.
    Ácido Abscísico Transporte:floema. Ação  Dormência das gemas  Fechamento dos estômatos
  • 32.
    Ácido Abscísico O hormônio recebeu essa denominação porque, de início, se pensou que ele fosse o principal responsável pela abscisão foliar, fenômeno de queda das folhas de certas árvores, fato que ocorre no outono. Hoje, embora se saiba que o ácido abscísico não é o responsável por esse fenômeno, seu nome permaneceu.
  • 33.
    Ácido Abscísico Ao contrário de outros hormônios vegetais, como a auxina, o ácido abscísico é um inibidor do crescimento das plantas. Essa inibição ocorre no sentido de proteger a planta. Nos períodos desfavoráveis, a planta produz o hormônio, que é responsável pela dormência das gemas do caule e pela queda das folhas. O ácido abscísico é o principal responsável pelo bloqueio do crescimento das plantas no inverno e pelo fato das sementes não germinarem imediatamente após serem produzidas, fenômeno conhecido como dormência.  Além disso, o ácido abscísico provoca o fechamento dos estômatos, favorecimento da síntese de reserva em sementes e do transporte de fotossintetizados das folhas para as sementes em desenvolvimento.
  • 34.
    Auxinas ( ácidoindolacético – AIA) Primeiro hormônio vegetal estudado. OBS: Agem no crescimento da planta. Origem: A partir do aminoácido triptofano. Transporte: polar, unidirecional por difusão de célula a célula.
  • 35.
    Auxinas ( ácidoindolacético – AIA)  As auxinas são os hormônios vegetais mais importantes presentes na planta, sendo responsáveis pelo crescimento do vegetal. Produzidas no ápice da planta, as auxinas são distribuídas do ápice para o todo o resto do corpo do vegetal. As auxinas são produzidas nos embriões, nas gemas e nas folhas jovens a partir do triptofano, sendo que a auxina mais comum é o AIA ( ácido indolacético) .
  • 36.
    Ação do AIAnos vegetais  Esses hormônios atuam sobre a parede celular do vegetal, provocando sua distensão e, conseqüentemente, o seu crescimento. Contudo, os efeitos das auxinas são bastante variados, dependendo de fatores como local de atuação e concentração, podendo assim ter efeitos antagônicos.  As auxinas também promovem o crescimento de raízes e caules, através do alongamento das células recém-formadas nos meristemas, porém a sensibilidade das células à auxina varia de um órgão da planta para outro.
  • 37.
    Caule:  Dependeda concentração [ ] de AIA estimula cresc. [ ] de AIA inibe cresc.  Depende da concentração [ ] de AIA estimula crecs. [ ] de AIA inibe cresc. Raiz: Ação do AIA nos vegetais Divisão celular:  Estimula a multiplicação e facilita a distensão celular.
  • 39.
    Alongamento da ParedeCelular  O alongamento da parede celular é a resposta inicial dos tecidos vegetais às auxinas.  A resposta em alongamento da parede celular esta relacionada com a acidificação. A auxina estimula uma bomba de prótons que promove a secreção de íons hidrogênio em um compartimento da parede celular causando acidificação. A acidificação promove a ativação de enzimas preexistentes causadoras do afrouxamento da parede celular.
  • 40.
  • 41.
    Tropismo Movimentos decrescimentos e curvatura orientados por algum fator ambiental (agente excitante). Observações:  A curvatura depende da direção de onde vem o agente excitante  O agente excitante deve incidir unilateralmente  As auxinas devem sofrer redistribuição [Fototropismo De acordo com a natureza do agente excitante Geotropismo Tigmotropismo Quimiotropismo
  • 42.
    Fototropismo  Ofototropismo é um movimento de uma ou várias partes da planta em resposta a uma luz unilateral.  Quando a planta recebe uma luz unilateral, a auxina é transportada para o lado não iluminado. Isto resulta em um maior transporte de auxinas no lado não iluminado.  Com uma maior concentração de auxinas no lado não iluminado, o caule tende a se deslocar no sentido da luz, pois o lado escuro irá crescer mais que o lado iluminado e o contrário ocorrerá com a raiz, já que seu crescimento é favorecido com uma menor concentração de auxina.
  • 43.
  • 44.
  • 45.
    Geotropismo  Ogeotropismo é um resposta dos órgãos vegetais à força da gravidade.  Quando a planta é colocada em posição horizontal, o acúmulo de auxinas na parte inferior do caule provoca um maior crescimento dessa parte, ocorrendo curvatura em uma direção oposta à força da gravidade, fazendo com que o caule se dirija para cima.  Na raiz em posição horizontal ocorre um maior alongamento na parte superior comparada à inferior, provocando curvatura da raiz na direção da força gravitacional.
  • 46.
  • 47.
    Geotropismo na raiz  A raiz é revestida por uma estrutura chamada coifa. A coifa é responsável pela produção de uma substância que diminui o atrito da raiz com a terra, protegendo a raiz. Além disso, a coifa é responsável pelo geotropismo.  A coifa possui os estatólitos, que são os responsáveis pela percepção da gravidade. Quando colocada em posição horizontal, os estatólitos da raiz mudam de posição dentro da célula. Este movimento dos estatólitos provoca a redistribuição da auxina e a partir disso, ocorre o movimento da raiz em direção à força da gravidade.
  • 49.
  • 50.
    Vídeos  Tropismos: http://www.youtube.com/watch?v=zctM_TWg5Ik  Fototropismo: http://www.youtube.com/watch?v=Ze8NV7cvW8k