Conselho Nacional do Café – CNC
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CLIPPING – 22/01/2018
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Trabalho do CNC garante R$ 10 milhões para pesquisa cafeeira
Notícias Agrícolas
22/01/2018
Cientes da relevância da pesquisa cafeeira para o fortalecimento da competitividade da
cafeicultura nacional, desde o segundo semestre de 2016 o CNC coordenou trabalhos junto às
entidades nacionais da cadeia produtiva para sensibilizar o Governo Federal da necessidade
de excluir a reserva de contingência do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) do
Projeto de Lei Orçamentária - PLOA de 2018, atividade vital para que o setor possa implantar
projetos e ações de seu interesse.
Diante da crise fiscal por que passou o Governo Federal ao longo dos últimos meses, o
Ministério do Planejamento, em outubro de 2017, à revelia dos pleitos da cadeia produtiva,
optou por expandir o valor da reserva de contingência do Funcafé para este ano, decisão que
impactaria negativamente o orçamento disponível para o Consórcio Pesquisa Café,
coordenado pela Embrapa Café, executar suas atividades em 2018.
Frente a este cenário, o CNC assumiu uma série de gestões junto ao relator setorial de
Agricultura, Pesca e Desenvolvimento Agrário da proposta de Lei Orçamentária 2018 no
Congresso Nacional para que fosse revertido o corte dos recursos para o Consórcio Pesquisa
Café em 2018.
Neste mês de janeiro, a entidade informa, em balanço semanal, que logrou êxito a respeito
desse pleito. Conforme a Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO 2018, o Governo Federal
reservou, para o Desenvolvimento da Cafeicultura Nacional, o montante de R$ 9,965 milhões
do Funcafé, possibilitando o fomento dos trabalhos de pesquisa para a atividade ampliar seu
leque sustentável no tripé ambiental, social e econômico.
Barter: Cooperados da Minasul podem trocar café por educação de qualidade na UNIS
Ascom Minasul
22/01/2018
O 5º principio do Cooperativismo
lembra a importância da
EDUCAÇÃO da FORMAÇÃO e da
INFORMAÇÃO. Investir na
educação dos Cooperados, em
especial na de seus sucessores, é
investir no futuro do cooperativismo
e da Cooperativa.
Com esses objetivos em foco a
MINASUL fecha convênio com o
Grupo UNIS para que os
cooperados possam trocar café por
educação de qualidade. O barter
poderá ser aplicado sobre valores
de matrícula e mensalidades, sendo
que os descontos serão válidos
apenas para novos alunos, com
matrículas efetivadas à partir do ano letivo de 2018.
Conselho Nacional do Café – CNC
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- 30% desconto sobre cursos de graduação ou pós graduação, em todos os campus Unis, para
cooperados interessados em investir em sua própria educação, de seus filhos ou funcionários;
- 15% desconto sobre educação básica (Colégio Alpha).
“Sempre apoiamos e acreditamos no cooperativismo, essa parceria é mais uma de nossas
consistentes sinalizações de apoio a este extrato da economia que cresce, muda e melhora o
Brasil a cada dia”, ressalta o Grupo Unis.
Para a Minasul, esta parceria sela a importância da educação continuada para sustentar o
crescimento da Cooperativa.
Para informações a respeito dos cursos: www.vestibular.unis.edu.br/minasul
Para detalhes da parceria: (35) 3219 5000
Confira os cursos disponíveis em: http://minasul.com.br/noticias/graduacao-no-barter-minasul-
fecha-convenio-com-unis-e-cooperados-podem-trocar-cafe-por-educacao-de-qualidade
Café: CNC estima aumento da safra brasileira para entre 50 mi e 52 mi de sacas em 2018
Agência Estado
22/01/2018
A safra brasileira de café deverá ficar entre 50 milhões e 52 milhões de sacas de 60 kg em
2018, com avanço de 11,2% a 15,6% em comparação com a colheita do ano passado. Desse
total, a variedade arábica responde por um intervalo entre 38 milhões e 39 milhões de sacas e
a conilon de 12 milhões a 13 milhões de sacas, segundo sondagem realizada pelo Conselho
Nacional do Café (CNC), entre as suas cooperativas associadas.
O CNC informa em comunicado que este será um ano de safra cheia, proporcionado pela
bienalidade positiva da maioria das lavouras de arábica, bem como pela recuperação das
plantações de conilon após praticamente quatro anos de dificuldades em virtude de
adversidades climáticas.
Segundo o Conselho, "a apuração junto às cooperativas apresenta volume inferior aos
números oficiais divulgados pelo governo, haja vista que a vivência direta no campo dos
técnicos de nossas associadas permite uma apuração diária imediata da evolução das plantas
e, por meio disso, já podem identificar dificuldade no desenvolvimento dos chumbinhos em
virtude do período de estiagem que os cafezais de algumas localidades vivenciaram durante a
fase de florada".
Ontem a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou a primeira previsão para a
safra de café em 2018. Conforme a Conab, a produção brasileira de café deve ficar entre 54,44
milhões e 58,51 milhões de sacas de 60 quilos, representando uma variação positiva entre
21% a 30% em comparação com a safra do ano passado, quando atingiu 44,9 milhões de
sacas.
O CNC acrescenta que, nos níveis mínimos ou máximos a serem alcançados, o Brasil
produzirá um volume suficiente para, somado aos estoques, honrar seus compromissos com o
consumo interno e, também, com as exportações, mantendo seu posicionamento de principal
produtor e exportador mundial de café.
Pesquisa
O CNC destaca, ainda, que, conforme a Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO 2018, o
governo federal reservou, para o Desenvolvimento da Cafeicultura Nacional, o montante de R$
9,965 milhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), "possibilitando o fomento
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dos trabalhos de pesquisa para a atividade ampliar seu leque sustentável no tripé ambiental,
social e econômico".
Opinião: Brasil, país poupador de terras
O Estado de S.Paulo
22/01/2018
Devastação de matas e agricultura predatória são dois temas frequentes quando se avalia a
preservação ambiental no Brasil, num falatório mal informado, muitas vezes desonesto e
frequentemente repetido, no País, pelos bem-pensantes de plantão. Quem se dispõe a discutir
seriamente o assunto pode agora recorrer a informações da Nasa, a agência espacial
americana. Segundo a agência, as lavouras ocupam 65,91 milhões de hectares, apenas 7,6%
do território brasileiro, e a vegetação nativa é preservada em mais de dois terços da superfície
do País. Esses números são muito mais compatíveis com os objetivos de conservação
ambiental do que os encontrados na maior parte do mundo, incluídos os países mais
desenvolvidos e apontados, costumeiramente, como os menos devastadores.
A informação da Nasa, divulgada no fim de dezembro, foi pouco difundida e escassamente
comentada no Brasil. Nenhuma pessoa honestamente interessada no assunto deveria, no
entanto, desconhecer os dados e negligenciar as comparações. A agricultura ocupa entre 20%
e 30% da área na maior parte dos países, de acordo com o relatório, e em algumas economias
importantes a parcela usada na produção rural é muito maior.
A proporção fica entre 45% e 65% na maior parte da União Europeia, em 18,3% nos Estados
Unidos, em 17,7% na China e em 60,5% na Índia. Na Dinamarca a área cultivada corresponde
a 76,8% do território. No Reino Unido, a 63,9%. Na Alemanha, a 56,9%.
Embora as lavouras ocupem uma pequena porcentagem do território brasileiro, o País é uma
potência agrícola e um dos líderes no comércio global de vários produtos. Quem acompanhou
a evolução do agronegócio desde as décadas finais do século passado entende facilmente
como esse quadro se tornou possível.
A explicação principal está nos ganhos de produtividade, centrados, no caso brasileiro, no
volume produzido por hectare. Isso depende da fertilização e da preservação da fertilidade do
solo, assim como das técnicas de manejo da terra e também do melhoramento e da seleção
das plantas. Graças a esses avanços, durante um longo período foi possível aumentar muito
mais a produção de vários grupos de lavouras do que a superfície cultivada. Em outras
palavras, a agricultura brasileira tornou-se uma atividade poupadora de terra.
A produção de grãos é o exemplo mais visível dos ganhos de produtividade. O aumento da
eficiência, observado desde os anos 1980, tornou-se mais ostensivo neste século. Entre a safra
de 1997/98 e a de 2006/2007, a produção geral foi sempre superior a 2 toneladas e inferior a 3
toneladas por hectare. Oscilou nas duas temporadas seguintes e a partir de 2009/10 ficou
sempre acima da nova marca. Em 2009/10 foram colhidas 3,15 toneladas por hectare. Em
2016/17, 3,91 toneladas. A proporção caiu para 3,67 na safra seguinte, mas o volume
produzido por unidade de área ainda foi 29,29% superior ao de 2006/07. Esse conjunto inclui
algodão, arroz, feijão, milho, soja, trigo e cereais de inverno. São produtos fundamentais para o
mercado interno, para a produção de aves e suínos e para a exportação.
A cafeicultura, outra área de liderança brasileira, também tem acumulado ganhos de eficiência
na produção por área. Em 2004 foram colhidas 17,75 sacas por hectare. Em 2006, 19,75. Entre
2010 e 2014 a produção ficou sempre acima de 20 sacas, tendo atingido 24,80 em 2012. Em
2016 foram 26,33 sacas por hectare. No ano passado, 24,10. Em 2017 completaram-se três
anos de problemas climáticos e, além disso, o ano foi de ciclo baixo (uma das características
da cafeicultura). Mesmo assim, o rendimento foi muito maior do que o de uma década atrás.
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Nenhum desses fatos é justificativa para descuidar da preservação ou para deixar de punir
devastadores da Amazônia ou de qualquer outro bioma. Mas os dados da Nasa permitem uma
discussão mais informada e mais honesta sobre como os brasileiros cuidam dos compromissos
ambientais. São também um testemunho a mais sobre o sucesso e a enorme importância da
Embrapa e de outras instituições de pesquisa agropecuária.
VBP da agropecuária cai 9,59% em Minas Gerais
Diário do Comércio
22/01/2018
Michelle Valverde
Em 2017, a safra recorde de grãos, a menor produção de café e a queda dos preços das
principais commodities agrícolas interferiram de forma negativa nos resultados do Valor Bruto
da Produção agropecuária (VBP). Na pecuária houve retração no faturamento do setor avícola
e de bovinos, o que também contribuiu para a queda. De acordo com os dados da Secretaria
de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a queda no VBP estadual foi de 9,59% em
2017, frente a 2016, e o faturamento da produção alcançou R$ 54,28 bilhões.
De acordo com o superintendente de Abastecimento e Economia Agrícola da Seapa, João
Ricardo Albanez, a maior influência negativa no VBP estadual veio do setor agrícola. Produtos
como o café, soja e milho apresentaram resultados menores que os verificados em 2016. A
menor produção de café, produto que responde por 34% do VBP total de Minas, junto com a
queda de preços verificada nas culturas da soja e do milho justificam a retração do resultado
estadual.
“Em 2017 colhemos uma safra recorde de grãos. Com maior oferta em Minas e no País, os
preços do milho e da soja recuaram. Além disso, em 2016, com a oferta escassa de grãos, os
preços alcançaram patamares recordes e alavancou o VBP no período, tornando o ano uma
base forte de comparação. Outra influência negativa foi o café, principal produto do
agronegócio mineiro, que devido à bienalidade negativa apresentou queda na produção”,
explicou Albanez.
Influenciado pela retração verificada em importantes itens como o café, milho e soja, o VBP da
agricultura de Minas Gerais encerrou 2017 com queda de 14,79% com faturamento de R$ 34,1
bilhões.
Na produção de café total, a queda do VBP alcançou 23,44%, com o faturamento da cultura
estimado em R$ 11,7 bilhões. O resultado negativo se deve à colheita menor do grão, em
função da bienalidade negativa, e à desvalorização das sacas. Somente no café arábica a
retração no VBP ficou em 23,81%, com o faturamento da variedade encerrando o ano em R$
11,6 bilhões. Já o VBP do café conilon apresentou alta de 19,79%, elevando para R$ 154,7
milhões o faturamento da cultura.
Outro produto importante, o milho, encerrou o ano com retração de 11,76% no VBP, valor que
chegou a R$ 3,47 bilhões. Com a colheita recorde de 7,5 milhões de toneladas, expansão de
27%, a oferta do cereal foi ampliada, o que provocou queda nos preços e interferiu
negativamente na composição do VBP do cereal.
Retração também foi verificada no faturamento da produção mineira de soja. A cultura foi
avaliada em R$ 5,17 bilhões, retração de 9,58%. Assim como no milho, a produção recorde de
5 milhões de toneladas da oleaginosa em 2017, que representou uma variação positiva de
7,14%, fez com que os preços recuassem.
“O milho e a soja tiveram resultados negativos no VBP. Precisamos considerar que a produção
foi excelente na safra 2016/2017, com a colheita de 14,1 milhões de toneladas, volume recorde
no Estado. O volume maior em Minas e no País contribuiu para que os preços tivessem
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redução. É importante lembrar que 2016 foi um ano crítico, com grandes perdas na safra de
grãos, provocadas pela estiagem, e preços recordes, por isso, o ano é uma base de
comparação forte”, explicou Albanez.
Assim como no milho e na soja, a maior produção e a queda nos preços fizeram com que o
VBP do feijão encerrasse 2017 em R$ 1,2 bilhão, retração de 44,1% frente a 2016.
Destaques positivos - Apesar do resultado negativo no setor agrícola, alguns produtos se
destacaram de forma positiva, como a cana-de-açúcar. O faturamento bruto da cultura foi
estimado em R$ 6,6 bilhões, incremento de 31%. A alta se deve à demanda aquecida pelo
açúcar e pelo etanol, o que valorizou os preços. Na atual temporada, a produção mineira foi
estimada em 64 milhões de toneladas.
Resultado positivo também foi observado na produção mineira de algodão herbáceo. A cultura
foi avaliada em R$ 354 milhões, o que representa uma elevação de 46,3%.
Exportação de café cresceu 25% em receita para árabes
ANBA
22/01/2018
Bruna Garcia
As exportações de café brasileiro cresceram 25,35% em receita para os países árabes em
2017, sobre 2016, para US$ 230,9 milhões. Em volume, o crescimento foi de 12% na mesma
comparação, totalizando 1.408.082 sacas. Os árabes representaram 5% do total exportado
pelo País, aumento de 1 ponto percentual em relação ao ano anterior. Os dados são do
Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) e foram divulgados nesta terça-feira
(16).
Entre os árabes que mais compraram em volume, estão o Líbano, com 397.334 sacas; seguido
da Síria, com 256.079 sacas, que apesar do cenário atual teve crescimento de 6,3%; e a
Jordânia, com 189.726 sacas e um crescimento de 85,7%. Arábia Saudita, Emirados Árabes
Unidos e Tunísia também estão entre os maiores importadores. Cada saca de café equivale a
60kg.
A Argélia foi o país que teve o maior crescimento em relação a 2016, de 171,6%, somando
85.848 sacas, seguida do Iraque, que comprou 5.310 sacas, com alta de 103,8%. A Jordânia
ficou em 3º lugar com aumento de 85,7%, seguida da Líbia (44,5%), Omã (41,8%) e Emirados
(27,1%).
De acordo com o diretor técnico do Cecafé, Eduardo Heron, os Emirados, mais
especificamente Dubai, vêm crescendo no mercado de cafés premium. Heron comentou
também que, entre todos os países da África, os árabes Tunísia e a Argélia foram os que mais
compraram em volume.
O presidente do Cecafé, Nelson Carvalhaes, lembrou que os países árabes estão
intrinsecamente ligados às origens do café – vide o nome do principal tipo de café, “arábica”.
“Depois da origem da planta na Etiópia (no século 09), logo veio o consumo dos árabes (pelo
Egito e Sudão, a princípio), e dali para a Europa e todo o mundo."
Carvalhaes comentou também sobre a importância dos árabes para as exportações de café
brasileiro. “O Oriente Médio é um grande parceiro e o Brasil tem aumentado as exportações
significativamente para esses países, que são de suma importância. Exportamos diversas
qualidades de café que são muito bem aceitas pelos árabes; são parceiros fantásticos e
queremos cada vez mais incrementar esse relacionamento.”
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Exportações de café de Ruanda diminuem em volume, mas crescem em receita
Agência SAFRAS
22/01/2018
Fábio Rübenich
As exportações de café de Ruanda caíram 1% nos primeiros 11 meses de 2017, reflexo de
chuvas abaixo da média histórica. No entanto, preços globais favoráveis impulsionaram a
receita, disse o Comitê Nacional de Desenvolvimento das Exportações Agrícolas.
Os embarques caíram para 17.200 toneladas, contra 17.400 toneladas no mesmo período do
ano passado. A receita com as exportações, contudo, aumentaram 11%, para US$ 60 milhões.
Ruanda produz majoritariamente café arábica. O país é um pequeno produtor de café arábica,
mesmo para os padrões africanos, mas produz grãos de alta qualidade, exportados
principalmente para os Estados Unidos, Japão e Europa. As informações partem da Dow
Jones.

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck - 30% desconto sobre cursos de graduação ou pós graduação, em todos os campus Unis, para cooperados interessados em investir em sua própria educação, de seus filhos ou funcionários; - 15% desconto sobre educação básica (Colégio Alpha). “Sempre apoiamos e acreditamos no cooperativismo, essa parceria é mais uma de nossas consistentes sinalizações de apoio a este extrato da economia que cresce, muda e melhora o Brasil a cada dia”, ressalta o Grupo Unis. Para a Minasul, esta parceria sela a importância da educação continuada para sustentar o crescimento da Cooperativa. Para informações a respeito dos cursos: www.vestibular.unis.edu.br/minasul Para detalhes da parceria: (35) 3219 5000 Confira os cursos disponíveis em: http://minasul.com.br/noticias/graduacao-no-barter-minasul- fecha-convenio-com-unis-e-cooperados-podem-trocar-cafe-por-educacao-de-qualidade Café: CNC estima aumento da safra brasileira para entre 50 mi e 52 mi de sacas em 2018 Agência Estado 22/01/2018 A safra brasileira de café deverá ficar entre 50 milhões e 52 milhões de sacas de 60 kg em 2018, com avanço de 11,2% a 15,6% em comparação com a colheita do ano passado. Desse total, a variedade arábica responde por um intervalo entre 38 milhões e 39 milhões de sacas e a conilon de 12 milhões a 13 milhões de sacas, segundo sondagem realizada pelo Conselho Nacional do Café (CNC), entre as suas cooperativas associadas. O CNC informa em comunicado que este será um ano de safra cheia, proporcionado pela bienalidade positiva da maioria das lavouras de arábica, bem como pela recuperação das plantações de conilon após praticamente quatro anos de dificuldades em virtude de adversidades climáticas. Segundo o Conselho, "a apuração junto às cooperativas apresenta volume inferior aos números oficiais divulgados pelo governo, haja vista que a vivência direta no campo dos técnicos de nossas associadas permite uma apuração diária imediata da evolução das plantas e, por meio disso, já podem identificar dificuldade no desenvolvimento dos chumbinhos em virtude do período de estiagem que os cafezais de algumas localidades vivenciaram durante a fase de florada". Ontem a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou a primeira previsão para a safra de café em 2018. Conforme a Conab, a produção brasileira de café deve ficar entre 54,44 milhões e 58,51 milhões de sacas de 60 quilos, representando uma variação positiva entre 21% a 30% em comparação com a safra do ano passado, quando atingiu 44,9 milhões de sacas. O CNC acrescenta que, nos níveis mínimos ou máximos a serem alcançados, o Brasil produzirá um volume suficiente para, somado aos estoques, honrar seus compromissos com o consumo interno e, também, com as exportações, mantendo seu posicionamento de principal produtor e exportador mundial de café. Pesquisa O CNC destaca, ainda, que, conforme a Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO 2018, o governo federal reservou, para o Desenvolvimento da Cafeicultura Nacional, o montante de R$ 9,965 milhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), "possibilitando o fomento
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck dos trabalhos de pesquisa para a atividade ampliar seu leque sustentável no tripé ambiental, social e econômico". Opinião: Brasil, país poupador de terras O Estado de S.Paulo 22/01/2018 Devastação de matas e agricultura predatória são dois temas frequentes quando se avalia a preservação ambiental no Brasil, num falatório mal informado, muitas vezes desonesto e frequentemente repetido, no País, pelos bem-pensantes de plantão. Quem se dispõe a discutir seriamente o assunto pode agora recorrer a informações da Nasa, a agência espacial americana. Segundo a agência, as lavouras ocupam 65,91 milhões de hectares, apenas 7,6% do território brasileiro, e a vegetação nativa é preservada em mais de dois terços da superfície do País. Esses números são muito mais compatíveis com os objetivos de conservação ambiental do que os encontrados na maior parte do mundo, incluídos os países mais desenvolvidos e apontados, costumeiramente, como os menos devastadores. A informação da Nasa, divulgada no fim de dezembro, foi pouco difundida e escassamente comentada no Brasil. Nenhuma pessoa honestamente interessada no assunto deveria, no entanto, desconhecer os dados e negligenciar as comparações. A agricultura ocupa entre 20% e 30% da área na maior parte dos países, de acordo com o relatório, e em algumas economias importantes a parcela usada na produção rural é muito maior. A proporção fica entre 45% e 65% na maior parte da União Europeia, em 18,3% nos Estados Unidos, em 17,7% na China e em 60,5% na Índia. Na Dinamarca a área cultivada corresponde a 76,8% do território. No Reino Unido, a 63,9%. Na Alemanha, a 56,9%. Embora as lavouras ocupem uma pequena porcentagem do território brasileiro, o País é uma potência agrícola e um dos líderes no comércio global de vários produtos. Quem acompanhou a evolução do agronegócio desde as décadas finais do século passado entende facilmente como esse quadro se tornou possível. A explicação principal está nos ganhos de produtividade, centrados, no caso brasileiro, no volume produzido por hectare. Isso depende da fertilização e da preservação da fertilidade do solo, assim como das técnicas de manejo da terra e também do melhoramento e da seleção das plantas. Graças a esses avanços, durante um longo período foi possível aumentar muito mais a produção de vários grupos de lavouras do que a superfície cultivada. Em outras palavras, a agricultura brasileira tornou-se uma atividade poupadora de terra. A produção de grãos é o exemplo mais visível dos ganhos de produtividade. O aumento da eficiência, observado desde os anos 1980, tornou-se mais ostensivo neste século. Entre a safra de 1997/98 e a de 2006/2007, a produção geral foi sempre superior a 2 toneladas e inferior a 3 toneladas por hectare. Oscilou nas duas temporadas seguintes e a partir de 2009/10 ficou sempre acima da nova marca. Em 2009/10 foram colhidas 3,15 toneladas por hectare. Em 2016/17, 3,91 toneladas. A proporção caiu para 3,67 na safra seguinte, mas o volume produzido por unidade de área ainda foi 29,29% superior ao de 2006/07. Esse conjunto inclui algodão, arroz, feijão, milho, soja, trigo e cereais de inverno. São produtos fundamentais para o mercado interno, para a produção de aves e suínos e para a exportação. A cafeicultura, outra área de liderança brasileira, também tem acumulado ganhos de eficiência na produção por área. Em 2004 foram colhidas 17,75 sacas por hectare. Em 2006, 19,75. Entre 2010 e 2014 a produção ficou sempre acima de 20 sacas, tendo atingido 24,80 em 2012. Em 2016 foram 26,33 sacas por hectare. No ano passado, 24,10. Em 2017 completaram-se três anos de problemas climáticos e, além disso, o ano foi de ciclo baixo (uma das características da cafeicultura). Mesmo assim, o rendimento foi muito maior do que o de uma década atrás.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Nenhum desses fatos é justificativa para descuidar da preservação ou para deixar de punir devastadores da Amazônia ou de qualquer outro bioma. Mas os dados da Nasa permitem uma discussão mais informada e mais honesta sobre como os brasileiros cuidam dos compromissos ambientais. São também um testemunho a mais sobre o sucesso e a enorme importância da Embrapa e de outras instituições de pesquisa agropecuária. VBP da agropecuária cai 9,59% em Minas Gerais Diário do Comércio 22/01/2018 Michelle Valverde Em 2017, a safra recorde de grãos, a menor produção de café e a queda dos preços das principais commodities agrícolas interferiram de forma negativa nos resultados do Valor Bruto da Produção agropecuária (VBP). Na pecuária houve retração no faturamento do setor avícola e de bovinos, o que também contribuiu para a queda. De acordo com os dados da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a queda no VBP estadual foi de 9,59% em 2017, frente a 2016, e o faturamento da produção alcançou R$ 54,28 bilhões. De acordo com o superintendente de Abastecimento e Economia Agrícola da Seapa, João Ricardo Albanez, a maior influência negativa no VBP estadual veio do setor agrícola. Produtos como o café, soja e milho apresentaram resultados menores que os verificados em 2016. A menor produção de café, produto que responde por 34% do VBP total de Minas, junto com a queda de preços verificada nas culturas da soja e do milho justificam a retração do resultado estadual. “Em 2017 colhemos uma safra recorde de grãos. Com maior oferta em Minas e no País, os preços do milho e da soja recuaram. Além disso, em 2016, com a oferta escassa de grãos, os preços alcançaram patamares recordes e alavancou o VBP no período, tornando o ano uma base forte de comparação. Outra influência negativa foi o café, principal produto do agronegócio mineiro, que devido à bienalidade negativa apresentou queda na produção”, explicou Albanez. Influenciado pela retração verificada em importantes itens como o café, milho e soja, o VBP da agricultura de Minas Gerais encerrou 2017 com queda de 14,79% com faturamento de R$ 34,1 bilhões. Na produção de café total, a queda do VBP alcançou 23,44%, com o faturamento da cultura estimado em R$ 11,7 bilhões. O resultado negativo se deve à colheita menor do grão, em função da bienalidade negativa, e à desvalorização das sacas. Somente no café arábica a retração no VBP ficou em 23,81%, com o faturamento da variedade encerrando o ano em R$ 11,6 bilhões. Já o VBP do café conilon apresentou alta de 19,79%, elevando para R$ 154,7 milhões o faturamento da cultura. Outro produto importante, o milho, encerrou o ano com retração de 11,76% no VBP, valor que chegou a R$ 3,47 bilhões. Com a colheita recorde de 7,5 milhões de toneladas, expansão de 27%, a oferta do cereal foi ampliada, o que provocou queda nos preços e interferiu negativamente na composição do VBP do cereal. Retração também foi verificada no faturamento da produção mineira de soja. A cultura foi avaliada em R$ 5,17 bilhões, retração de 9,58%. Assim como no milho, a produção recorde de 5 milhões de toneladas da oleaginosa em 2017, que representou uma variação positiva de 7,14%, fez com que os preços recuassem. “O milho e a soja tiveram resultados negativos no VBP. Precisamos considerar que a produção foi excelente na safra 2016/2017, com a colheita de 14,1 milhões de toneladas, volume recorde no Estado. O volume maior em Minas e no País contribuiu para que os preços tivessem
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck redução. É importante lembrar que 2016 foi um ano crítico, com grandes perdas na safra de grãos, provocadas pela estiagem, e preços recordes, por isso, o ano é uma base de comparação forte”, explicou Albanez. Assim como no milho e na soja, a maior produção e a queda nos preços fizeram com que o VBP do feijão encerrasse 2017 em R$ 1,2 bilhão, retração de 44,1% frente a 2016. Destaques positivos - Apesar do resultado negativo no setor agrícola, alguns produtos se destacaram de forma positiva, como a cana-de-açúcar. O faturamento bruto da cultura foi estimado em R$ 6,6 bilhões, incremento de 31%. A alta se deve à demanda aquecida pelo açúcar e pelo etanol, o que valorizou os preços. Na atual temporada, a produção mineira foi estimada em 64 milhões de toneladas. Resultado positivo também foi observado na produção mineira de algodão herbáceo. A cultura foi avaliada em R$ 354 milhões, o que representa uma elevação de 46,3%. Exportação de café cresceu 25% em receita para árabes ANBA 22/01/2018 Bruna Garcia As exportações de café brasileiro cresceram 25,35% em receita para os países árabes em 2017, sobre 2016, para US$ 230,9 milhões. Em volume, o crescimento foi de 12% na mesma comparação, totalizando 1.408.082 sacas. Os árabes representaram 5% do total exportado pelo País, aumento de 1 ponto percentual em relação ao ano anterior. Os dados são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) e foram divulgados nesta terça-feira (16). Entre os árabes que mais compraram em volume, estão o Líbano, com 397.334 sacas; seguido da Síria, com 256.079 sacas, que apesar do cenário atual teve crescimento de 6,3%; e a Jordânia, com 189.726 sacas e um crescimento de 85,7%. Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Tunísia também estão entre os maiores importadores. Cada saca de café equivale a 60kg. A Argélia foi o país que teve o maior crescimento em relação a 2016, de 171,6%, somando 85.848 sacas, seguida do Iraque, que comprou 5.310 sacas, com alta de 103,8%. A Jordânia ficou em 3º lugar com aumento de 85,7%, seguida da Líbia (44,5%), Omã (41,8%) e Emirados (27,1%). De acordo com o diretor técnico do Cecafé, Eduardo Heron, os Emirados, mais especificamente Dubai, vêm crescendo no mercado de cafés premium. Heron comentou também que, entre todos os países da África, os árabes Tunísia e a Argélia foram os que mais compraram em volume. O presidente do Cecafé, Nelson Carvalhaes, lembrou que os países árabes estão intrinsecamente ligados às origens do café – vide o nome do principal tipo de café, “arábica”. “Depois da origem da planta na Etiópia (no século 09), logo veio o consumo dos árabes (pelo Egito e Sudão, a princípio), e dali para a Europa e todo o mundo." Carvalhaes comentou também sobre a importância dos árabes para as exportações de café brasileiro. “O Oriente Médio é um grande parceiro e o Brasil tem aumentado as exportações significativamente para esses países, que são de suma importância. Exportamos diversas qualidades de café que são muito bem aceitas pelos árabes; são parceiros fantásticos e queremos cada vez mais incrementar esse relacionamento.”
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Exportações de café de Ruanda diminuem em volume, mas crescem em receita Agência SAFRAS 22/01/2018 Fábio Rübenich As exportações de café de Ruanda caíram 1% nos primeiros 11 meses de 2017, reflexo de chuvas abaixo da média histórica. No entanto, preços globais favoráveis impulsionaram a receita, disse o Comitê Nacional de Desenvolvimento das Exportações Agrícolas. Os embarques caíram para 17.200 toneladas, contra 17.400 toneladas no mesmo período do ano passado. A receita com as exportações, contudo, aumentaram 11%, para US$ 60 milhões. Ruanda produz majoritariamente café arábica. O país é um pequeno produtor de café arábica, mesmo para os padrões africanos, mas produz grãos de alta qualidade, exportados principalmente para os Estados Unidos, Japão e Europa. As informações partem da Dow Jones.