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CLIPPING – 21/02/2018
Acesse: www.cncafe.com.br
Cooxupé vê alta de mais de 8% na exportação de café com safra maior em 2018
Thomson Reuters
21/02/2018
Por José Roberto Gomes
Reuters - A Cooxupé prevê
aumentar em mais de 8 por cento
as exportações de café neste ano
ante 2017, com aproximadamente
4,4 milhões de sacas de 60 kg, em
meio à perspectiva de uma
produção também maior, disse à
Reuters nesta quarta-feira o
presidente da maior cooperativa do
setor no Brasil.
No ano passado, a Cooxupé, cuja
área de atuação engloba sul de
Minas Gerais, Cerrado Mineiro e
Média Mogiana, em São Paulo,
embarcou ao exterior pouco mais de
4 milhões de sacas, respondendo por quase 15 por cento das exportações de café verde do
país, o principal player global do segmento cafeeiro.
“Já neste ano teremos uma safra maior”, destacou Carlos Paulino da Costa, no intervalo da
Femagri, feira de máquinas, implementos e insumos promovida pela Cooxupé em Guaxupé
(MG), sede da cooperativa, referindo-se ao fundamento por trás das exportações maiores.
A avaliação de Paulino indica uma retomada das exportações do Brasil, maior produtor e
exportador global, que registrou queda de 10 por cento nos embarques de café verde em 2017
ante 2016, em meio a uma redução na produção.
A Cooxupé prevê que em 2018 seus cooperados produzirão, na área de atuação da
cooperativa, 8,37 milhões de sacas de café, consideravelmente acima dos 6,68 milhões de
sacas de 2017, ciclo de bienalidade negativa na produção de arábica, mas ainda assim aquém
das 8,74 milhões de sacas observadas em 2016, “quando a produtividade foi excepcional”,
disse Paulino.
Nem todo o café produzido pelo cooperado é entregue na cooperativa.
Conforme o presidente da Cooxupé, a queda entre 2018 e 2016 deve-se a uma “ressaca de
estresses climáticos”, em especial a seca entre setembro e outubro do ano passado,
importante momento de floração das lavouras.
“Faltou chuva e isso prejudicou a florada, com abortamento e desfolha. Soltou a flor e o fruto
não se desenvolveu (adequadamente)”, comentou Paulino, também produtor em Monte Santo
de Minas (MG), no sul do Estado, onde colhe em média 8 mil sacas por temporada, e desde
2003 presidente da Cooxupé.
Por esse mesmo motivo, Paulino avalia que a safra de café do Brasil deste ano pode até ser
maior ante a de 2017, mas não atingir o recorde esperado por alguns agentes do mercado,
dentre os quais a própria Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
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COMERCIALIZAÇÃO
De qualquer forma, o maior volume esperado tende a beneficiar a Cooxupé.
Segundo Paulino, a cooperativa prevê receber quase 6 milhões de sacas de café em 2018,
incluindo o volume de terceiros, ante 4,7 milhões em 2017.
Já as vendas totais, entre exportação e mercado interno, devem passar para 6 milhões de
sacas, de 5,5 milhões no ano passado.
Atuando no setor de café desde a década de 1960, o presidente da Cooxupé disse que a
comercialização dos cooperados está dentro da média para esta época.
Segundo ele, os cooperados viraram o ano com estoques de quase 1,9 milhão de s acas,
“dentro da normalidade”. As reservas são menores que as 2,5 milhões de sacas observadas
em 2012 e 2013, quando preços baixos desestimularam as vendas por produtores.
“O produtor segurou um pouco (neste ano) as vendas, mas não foi tanto assim”, comentou
Paulino.
Com os embarques menores em 2017, ficou um sentimento de cautela dos produtores para
fechar vendas futuras, à espera de cotações mais atrativas para comercializar.
Mas o presidente da Cooxupé destacou que a comercialização terá de ocorrer, “porque o
produtor precisa fazer dinheiro”, enquanto a safra será grande.
“O produtor já está consciente de que não terá preços altos neste ano. Então vai vender
quando observar ‘suspiros’ de alta. Quando o preço chegar a 450 reais (a saca), vai ter uma
enxurrada de vendas”, afirmou Paulino.
Atualmente, a cotação praticada pela Cooxupé é de cerca de 425 reais a saca, ante 480 reais
há um ano, disse ele.
Femagri começou nesta quarta-feira em Guaxupé (MG)
Canal Rural
21/02/2018
Teve início nesta quarta-feira, dia 21, a 17ª edição da Feira de Máquinas, Implementos e
Insumos Agrícolas (Femagri), realizada pela cooperativa Cooxupé, em Guaxupé (MG). O
evento voltado para o setor cafeeiro vai até o próximo dia 23, apresentando novidades em
tecnologia, produtos e manejo.
A Femagri 2018 vai abrigar 130 expositores em mais de 107 mil metros quadrados. A
expectativa dos organizadores é receber 35 mil visitantes durante os três dias da feira.
Além das linhas de crédito oferecidas por instituições financeiras, os cooperados da Cooxupé
poderão realizar compras na feira por meio de operações de barter. nesse tipo de operação, a
cooperativa permite que o cafeicultor pague sua compra utilizando a produção de café das
safras 2018, 2019 e 2020 como moeda de troca.
A feira introduz nesta edição o Espaço Pecuária, onde haverá a demonstração de animais de
elite de raças leiteiras e de corte e a realização do 1º Simpósio Leite, Café e Prosa, com
palestras que irão abordar novas técnicas sobre manejo de gado leiteiro, como o “compost
barn”.
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Empresa nº 1 na fabricação de tratores terá forte presença no evento na 4ª FECOM
Ascom Minasul
21/02/2018
A mecanização agrícola veio para
facilitar a vida do homem do campo
e acaba sendo uma tendência nas
atividades realizadas em uma
propriedade rural. Um trator, por
exemplo, tem se tornado uma
máquina quase que indispensável
nas lavouras. Afinal de contas, as
atividades deste veículo vão desde
a preparação da terra até o
transporte do produto final, tudo isso
com um esforço bem menor e mais
agilidade, sem falar na qualidade do
trabalho.
E quando o produtor decide fazer
um investimento num veículo agrícola, é preciso levar em conta a durabilidade, desempenho e
economia, além das condições de segurança do equipamento e o índice de emissão de
poluentes. Muitas são as empresas disponíveis no mercado, porém, poucas atendem com
eficiência a todos esses requisitos.
A Mahindra é a maior fabricante de tratores do mundo - com mais de dois milhões de máquinas
vendidas – e chegou ao Brasil trazendo todo o seu conhecimento de mais de 70 anos de
história. A unidade brasileira é conectada à operação Mahindra EUA que está entre as três
marcas mais vendidas na América do Norte. A empresa conta com um portfólio de tratores de
26 CV à 95 CV, focado em pequenos e médios produtores.
Os tratores Mahindra saem da fábrica prontos para operar, chegando até o agricultor com
preço competitivo, baixo custo de manutenção e garantia de cinco anos, inédita no agronegócio
brasileiro.
A Minasul é a concessionária autorizada Mahindra com o melhor pós venda do país. A
Mahindra é patrocinadora oficial da 4ª FECOM, com exclusividade de atuação em seu
segmento no evento. Quer realizar um test drive? É só visitar o stand nº A7 nos dias 6,7 e 8 de
março, no espaço Cocatrel em Três Pontas e conhecer as novidades.
4ª FECOM: Plataforma Global do Café traz soluções sustentáveis para o agronegócio
Ascom Minasul
21/02/2018
Diante de tantos problemas
ambientais da atualidade, a
agricultura sustentável deixou de
ser uma opção, e passou a ser uma
necessidade. A demanda por
produtos sustentáveis tem sido
cada vez maior e o valor de
mercado também. Suprir às
necessidades de produção e
respeitar o meio ambiente, proporcionando qualidade de vida à população tem sido um dos
grandes desafios do agronegócio hoje em dia.
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Para cumprir com essa necessidade, os produtores encontram muitos parceiros engajados no
planejamento sustentável da agricultura. A Plataforma Global do Café (GCP, da sigla em
inglês) é uma associação internacional com mais de duzentos membros de todos os
segmentos da cadeia produtiva do café. Ela atua hoje em oito países produtores que criam
suas próprias estratégias de sustentabilidade no campo e ainda trocam informações e
experiências entre eles.
No país, a GCP conta com 54 instituições membros e dezenas de parceiras. Ela age em duas
instâncias: técnica e política. A primeira delas através do Grupo de Trabalho Brasil, que é
responsável pela proposição e concepção de ações voltadas a sustentabilidade. E a segunda,
através do Conselho Consultivo Nacional, que estabelece estratégias e valida iniciativas.
Desde o ano de 2012, uma das Ações da Plataforma, o Programa Brasil de Sustentabilidade,
estimula e difunde práticas sustentáveis na cafeicultura, trazendo mais benefícios ao produtor e
a cadeia como um todo para que tenham mais benefícios econômicos, sociais e ambientais.
A Plataforma Global do Café estará presente na 4ª FECOM - Feira de Negócios Cocatrel
Minasul. Quem quiser conhecer mais sobre as práticas sustentáveis no agronegócio, é só
visitar o stand C22, nos dias 6, 7 e 8 de março, no Espaço Cocatrel, em Três Pontas.
Cepea: desvalorização internacional reforça pressão sobre cotações do arábica no Brasil
Cepea/Esalq USP
21/02/2018
Os preços internos do café arábica estão em queda desde o final de 2017, pressionados pela
perspectiva de uma safra 2018/19 volumosa no Brasil. Nos últimos dias, no entanto, as quedas
nas cotações externas e a desvalorização do dólar intensificaram o movimento de baixa dos
preços domésticos.
Entre 14 e 20 de fevereiro, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para
melhor, posto na capital paulista, recuou 2,13% (ou 9,42 reais/sc), fechando a R$ 433,39/saca
de 60 kg nessa terça-feira, 20.
No acumulado parcial de fevereiro, a baixa é de 2,43%. Nesse cenário, a liquidez interna é
baixa, uma vez que, conforme colaboradores do Cepea, compradores e vendedores se
afastaram do mercado. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br.
Especial Máquinas: safra alta reforça demanda por equipamentos para colheita de café
Agência Estado
21/02/2018
Cristian Favaro
Animados com a perspectiva de safra cheia e preços ainda remuneradores pela saca,
produtores de café investem mais, desde o ano passado, na compra de máquinas para a
colheita de 2018, que se inicia em meados abril. Fabricantes de equipamentos para o setor
notam avanço na demanda por este tipo de maquinário, cujos preços variam de R$ 2 mil, no
caso de uma derriçadora semimecanizada, até R$ 1 milhão por uma colhedora automotriz.
Já concluídas, as vendas para a colheita de 2018 da fabricante de máquinas agrícolas Jacto,
de Pompeia (SP), cresceram entre 30% e 40% em relação ao ano anterior, confirma o gerente
regional de Vendas, Armando Carlos Maran. Para 2019, a projeção da empresa, cujo principal
equipamento para a cafeicultura é uma colhedora automotriz, ainda é positiva, com
crescimento entre 5% e 10% no segmento ante 2018. "Em 2019 (mesmo com a bienalidade
negativa), a safra não deve ser pequena porque foram plantadas áreas novas e outras
renovadas", assinala Maran.
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Fabricante de vários equipamentos agrícolas, inclusive uma automotriz para café, a Case IH,
também vê uma demanda maior este ano por máquinas colhedoras. No ano passado, as
vendas do segmento (que compreendem todos os equipamentos da linha cafeeira da empresa)
subiram 5%. "Este ano projetamos uma procura maior", confirma o gerente de Marketing de
Produtos, Roberto Biasotto.
Não só as automotrizes - que, embora garantam uma colheita 100% mecanizada têm
limitações para trabalhar em terrenos muito inclinados - atraem os cafeicultores interessados
em investir em tecnologia para colheita. Equipamentos semimecanizados, como derriçadoras,
também apresentam demanda maior, diz a Stihl Ferramentas Motorizadas, de São Leopoldo
(RS). "Esperamos fechar o período de fevereiro a julho com alta de 10% nas vendas", conta o
gerente de Marketing, Rafael Zanoni.
Zanoni também destaca a necessidade de produtores elevarem seus ganhos de produtividade
em tempos de colheita cheia, quando os preços costumam recuar e o produtor tem de ganhar
em competitividade. Segundo a empresa, a produtividade ao fim do dia com dois trabalhadores
(um puxando a lona e o outro com o derriçador) chega a ser quatro vezes maior do que com a
colheita exclusivamente manual. A derriçadora da Stihl é voltada apenas para o café arábica,
cujos grãos se soltam com mais facilidade do ramo do que a espécie robusta ou conilon.
Feira para o setor – As empresas esperam avanço de vendas sobretudo em Minas Gerais, o
principal Estado produtor, impulsionadas pela Feira de Máquinas, Implementos e Insumos
Agrícolas (Femagri), que começa hoje (21) e vai até sexta-feira (23) em Guaxupé, sul de MG,
com promoção da Cooperativa Regional de Cafeicultores do município (Cooxupé). O
presidente da cooperativa, Carlos Alberto Paulino da Costa, também vê perspectivas favoráveis
para os negócios no setor de equipamentos para cafeicultura este ano, estimulados sobretudo
pela safra maior. A colheita de arábica em Minas Gerais deve ser 18% maior em 2018 ante
2017, com 1,8 milhão de toneladas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE).
No ano passado, a Femagri movimentou R$ 130 milhões com a comercialização de
equipamentos de colheita e beneficiamento de café. Para este ano, a Cooxupé espera alcançar
faturamento 15% maior, de R$ 150 milhões. "Os produtores consideram mais prático escolher
o produto na feira. Além disso, eles conseguem financiamento com a cooperativa", disse
Paulino da Costa, reforçando que, por causa da época em que o evento é realizado, cerca de
70% das vendas de máquinas são voltadas à colheita.
Safra cheia – Dados divulgados no início deste mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) apontaram que a produção de café do Brasil deve alcançar 53,2 milhões de
sacas de 60 kg em 2018, alta de 14,9% em relação a 2017. Já a Companhia Nacional de
Abastecimento (Conab) projetou que a colheita pode atingir até 58,51 milhões de sacas, alta de
30% na comparação com o ano-safra anterior. Se comparado com o último período de alta
bienalidade (o café alterna ano de safra cheia, com outro de menor produção) em 2016, o teto
da estimativa representaria um crescimento de 13,9%, ou seja, um acréscimo de até 7,14
milhões de sacas. Desse total, 76% representam café da espécie arábica e o restante da
espécie robusta ou conilon.
Especial Máquinas: setor avança em equipamentos para colheita de café robusta
Agência Estado
21/02/2018
Cristian Favaro
Fabricantes, instituições e produtores avançam na pesquisa de maquinários voltados ao café
robusta ou conilon no Brasil. O café da espécie arábica, que representa 76% da safra
brasileira, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), já dispõe de
ampla variedade de derriçadeiras - desde as semimecanizadas até as automotrizes, que
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realizam o trabalho completo. No caso do robusta, porém, além de representar parcela menor
da safra, há características da planta que dificultam a mecanização da colheita. A principal
delas é a maior resistência dos frutos em se soltarem dos ramos. Outra questão é o
espaçamento diferente das lavouras de robusta em relação ao arábica, que limita a adaptação
da atual gama de equipamentos para o conilon.
Mas a demanda para a mecanização das lavouras de robusta existe, com produtores ansiosos
por se tecnificar e também para fazer frente à cada vez maior escassez e mais cara de mão de
obra. Maquinários para colheita de conilon têm mercado principalmente nos cafezais de
Rondônia e para o norte do Espírito Santo - principal Estado produtor de robusta -, onde os
terrenos são mais planos para o bom desempenho das automotrizes.
A Case IH, fabricante de equipamentos para o setor, saiu na frente e já está em fase avançada
de testes para a colheita de robusta, com um automotriz totalmente mecanizada. O gerente de
Marketing da empresa, Roberto Biasotto, disse que, diante das diferenças físicas e de plantio,
com menor espaçamento entre as plantas da variedade em relação ao arábica, testes estão em
andamento em campos experimentais no Espírito Santo. Biasotto explica que, num primeiro
momento, a empresa criou um protocolo de plantio e manejo da cultura. "As nossas colhedoras
conseguem derriçar o café robusta. Mas o problema hoje é a forma como ele é plantado e os
espaçamentos entre as plantas para que a máquina possa passar", explicou.
No protocolo, a empresa orienta que os produtores reduzam o espaçamento entre as plantas -
para no máximo 1 metro - e aumentem o espaço entre as ruas para algo entre 3 e 3,5 metros.
De acordo com a empresa, os testes atuais mostraram eficiência na colheita plena (uma
passada) entre 90% e 93%. Na seletiva (duas passadas), a eficiência aumentou para 97%. O
desafio, agora, são as perdas no chão, que estão entre 8% e 10%, o que demandará ajustes
das automotrizes.
Fabricante de um modelo de derriçador semimecanizado, equipamento bastante utilizado para
colheita em regiões montanhosas, a Stihl Ferramentas Motorizadas, também trabalha em uma
solução voltada ao robusta. O gerente de Marketing da empresa, Rafael Zanoni, confirmou as
características dessa espécie de café, que dificultam processos automatizados. "O robusta está
muito mais preso no galho (em relação ao arábica). É um café em que não se derriça tão
facilmente e é colhido basicamente na mão", explicou. "Estamos em uma fase embrionária,
mas de fato é um mercado que gostaríamos de investir", disse Zanoni.
O chefe-geral da Embrapa Café, Gabriel Bartholo, assinala que o avanço da pesquisa para a
espécie robusta é fundamental para a economia do setor e, sobretudo, para o produtor. "Nós,
da Embrapa, apoiamos os projetos com análises técnicas e também recursos", diz Bartholo.
"Alguns Estados estão na frente (em relação à tecnologia aplicada), como Espírito Santo e
Rondônia." A Embrapa Café, com sede em Brasília (DF), tem como missão coordenar o
Consórcio Pesquisa Café e tornar viáveis soluções tecnológicas para o setor. As ações de
pesquisa são executadas por uma rede de 48 instituições parceiras.
Em Rondônia, a Embrapa trabalhou junto a empresas privadas para o desenvolvimento de uma
tecnologia semimecanizada para colheita dos cafezais de robusta. Desde 2015, este sistema
tem sido aplicado no Estado, conforme o pesquisador da Embrapa Rondônia, em Porto Velho,
Enrique Alves. "Até pouco tempo não se falava em mecanizar o robusta. Mas cinco anos de
parcerias entre Embrapa, universidades e instituições privadas ajudaram no desenvolvimento
de alternativas", explicou, ressaltando que a colheita semimecanizada foi desenvolvida para
suprir a falta de mão de obra na época de safra no Estado.
No sistema, o produtor consegue fazer a poda e a colheita de uma só vez. O galho, e não os
frutos, é retirado inteiro e jogado sobre uma lona estendida nas ruas do cafezal. Esta mesma
lona, acoplada à máquina, transporta os ramos para o interior do equipamento, que separa os
ramos dos grãos, que são em seguida ensacados. "Hoje temos muitas máquinas assim nas
propriedades da região. No Espírito Santo, que são produtores maiores, elas estão ainda mais
disseminadas", acrescentou.
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Uganda: chuvas acima da média devem elevar safra 2018 de café
Agência Estado
21/02/2018
As regiões Oeste e Sul da Uganda, onde as lavouras de café robusta estão em
desenvolvimento, devem receber chuvas acima da média a partir de março, diz a agência
climática do governo. As condições tendem a elevar a safra principal de 2018 da cultura, que já
registrou recorde de 4,61 milhões de sacas de 60 kg no ano passado. A previsão é que as
chuvas permaneçam intensas até o fim de maio, quase um mês após o início da segunda
colheita principal do grão.
Segundo funcionários da indústria local, as precipitações favorecem as etapas de formação dos
grãos de café, mas podem interromper os trabalhos de colheita. Além disso, as perspectivas do
clima também tendem a aumentar o rendimento do robusta, utilizado em blends e bebidas
instantâneas. Fonte: Dow Jones Newswires.

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  • 1. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar,sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 21/02/2018 Acesse: www.cncafe.com.br Cooxupé vê alta de mais de 8% na exportação de café com safra maior em 2018 Thomson Reuters 21/02/2018 Por José Roberto Gomes Reuters - A Cooxupé prevê aumentar em mais de 8 por cento as exportações de café neste ano ante 2017, com aproximadamente 4,4 milhões de sacas de 60 kg, em meio à perspectiva de uma produção também maior, disse à Reuters nesta quarta-feira o presidente da maior cooperativa do setor no Brasil. No ano passado, a Cooxupé, cuja área de atuação engloba sul de Minas Gerais, Cerrado Mineiro e Média Mogiana, em São Paulo, embarcou ao exterior pouco mais de 4 milhões de sacas, respondendo por quase 15 por cento das exportações de café verde do país, o principal player global do segmento cafeeiro. “Já neste ano teremos uma safra maior”, destacou Carlos Paulino da Costa, no intervalo da Femagri, feira de máquinas, implementos e insumos promovida pela Cooxupé em Guaxupé (MG), sede da cooperativa, referindo-se ao fundamento por trás das exportações maiores. A avaliação de Paulino indica uma retomada das exportações do Brasil, maior produtor e exportador global, que registrou queda de 10 por cento nos embarques de café verde em 2017 ante 2016, em meio a uma redução na produção. A Cooxupé prevê que em 2018 seus cooperados produzirão, na área de atuação da cooperativa, 8,37 milhões de sacas de café, consideravelmente acima dos 6,68 milhões de sacas de 2017, ciclo de bienalidade negativa na produção de arábica, mas ainda assim aquém das 8,74 milhões de sacas observadas em 2016, “quando a produtividade foi excepcional”, disse Paulino. Nem todo o café produzido pelo cooperado é entregue na cooperativa. Conforme o presidente da Cooxupé, a queda entre 2018 e 2016 deve-se a uma “ressaca de estresses climáticos”, em especial a seca entre setembro e outubro do ano passado, importante momento de floração das lavouras. “Faltou chuva e isso prejudicou a florada, com abortamento e desfolha. Soltou a flor e o fruto não se desenvolveu (adequadamente)”, comentou Paulino, também produtor em Monte Santo de Minas (MG), no sul do Estado, onde colhe em média 8 mil sacas por temporada, e desde 2003 presidente da Cooxupé. Por esse mesmo motivo, Paulino avalia que a safra de café do Brasil deste ano pode até ser maior ante a de 2017, mas não atingir o recorde esperado por alguns agentes do mercado, dentre os quais a própria Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
  • 2. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar,sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck COMERCIALIZAÇÃO De qualquer forma, o maior volume esperado tende a beneficiar a Cooxupé. Segundo Paulino, a cooperativa prevê receber quase 6 milhões de sacas de café em 2018, incluindo o volume de terceiros, ante 4,7 milhões em 2017. Já as vendas totais, entre exportação e mercado interno, devem passar para 6 milhões de sacas, de 5,5 milhões no ano passado. Atuando no setor de café desde a década de 1960, o presidente da Cooxupé disse que a comercialização dos cooperados está dentro da média para esta época. Segundo ele, os cooperados viraram o ano com estoques de quase 1,9 milhão de s acas, “dentro da normalidade”. As reservas são menores que as 2,5 milhões de sacas observadas em 2012 e 2013, quando preços baixos desestimularam as vendas por produtores. “O produtor segurou um pouco (neste ano) as vendas, mas não foi tanto assim”, comentou Paulino. Com os embarques menores em 2017, ficou um sentimento de cautela dos produtores para fechar vendas futuras, à espera de cotações mais atrativas para comercializar. Mas o presidente da Cooxupé destacou que a comercialização terá de ocorrer, “porque o produtor precisa fazer dinheiro”, enquanto a safra será grande. “O produtor já está consciente de que não terá preços altos neste ano. Então vai vender quando observar ‘suspiros’ de alta. Quando o preço chegar a 450 reais (a saca), vai ter uma enxurrada de vendas”, afirmou Paulino. Atualmente, a cotação praticada pela Cooxupé é de cerca de 425 reais a saca, ante 480 reais há um ano, disse ele. Femagri começou nesta quarta-feira em Guaxupé (MG) Canal Rural 21/02/2018 Teve início nesta quarta-feira, dia 21, a 17ª edição da Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas (Femagri), realizada pela cooperativa Cooxupé, em Guaxupé (MG). O evento voltado para o setor cafeeiro vai até o próximo dia 23, apresentando novidades em tecnologia, produtos e manejo. A Femagri 2018 vai abrigar 130 expositores em mais de 107 mil metros quadrados. A expectativa dos organizadores é receber 35 mil visitantes durante os três dias da feira. Além das linhas de crédito oferecidas por instituições financeiras, os cooperados da Cooxupé poderão realizar compras na feira por meio de operações de barter. nesse tipo de operação, a cooperativa permite que o cafeicultor pague sua compra utilizando a produção de café das safras 2018, 2019 e 2020 como moeda de troca. A feira introduz nesta edição o Espaço Pecuária, onde haverá a demonstração de animais de elite de raças leiteiras e de corte e a realização do 1º Simpósio Leite, Café e Prosa, com palestras que irão abordar novas técnicas sobre manejo de gado leiteiro, como o “compost barn”.
  • 3. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar,sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Empresa nº 1 na fabricação de tratores terá forte presença no evento na 4ª FECOM Ascom Minasul 21/02/2018 A mecanização agrícola veio para facilitar a vida do homem do campo e acaba sendo uma tendência nas atividades realizadas em uma propriedade rural. Um trator, por exemplo, tem se tornado uma máquina quase que indispensável nas lavouras. Afinal de contas, as atividades deste veículo vão desde a preparação da terra até o transporte do produto final, tudo isso com um esforço bem menor e mais agilidade, sem falar na qualidade do trabalho. E quando o produtor decide fazer um investimento num veículo agrícola, é preciso levar em conta a durabilidade, desempenho e economia, além das condições de segurança do equipamento e o índice de emissão de poluentes. Muitas são as empresas disponíveis no mercado, porém, poucas atendem com eficiência a todos esses requisitos. A Mahindra é a maior fabricante de tratores do mundo - com mais de dois milhões de máquinas vendidas – e chegou ao Brasil trazendo todo o seu conhecimento de mais de 70 anos de história. A unidade brasileira é conectada à operação Mahindra EUA que está entre as três marcas mais vendidas na América do Norte. A empresa conta com um portfólio de tratores de 26 CV à 95 CV, focado em pequenos e médios produtores. Os tratores Mahindra saem da fábrica prontos para operar, chegando até o agricultor com preço competitivo, baixo custo de manutenção e garantia de cinco anos, inédita no agronegócio brasileiro. A Minasul é a concessionária autorizada Mahindra com o melhor pós venda do país. A Mahindra é patrocinadora oficial da 4ª FECOM, com exclusividade de atuação em seu segmento no evento. Quer realizar um test drive? É só visitar o stand nº A7 nos dias 6,7 e 8 de março, no espaço Cocatrel em Três Pontas e conhecer as novidades. 4ª FECOM: Plataforma Global do Café traz soluções sustentáveis para o agronegócio Ascom Minasul 21/02/2018 Diante de tantos problemas ambientais da atualidade, a agricultura sustentável deixou de ser uma opção, e passou a ser uma necessidade. A demanda por produtos sustentáveis tem sido cada vez maior e o valor de mercado também. Suprir às necessidades de produção e respeitar o meio ambiente, proporcionando qualidade de vida à população tem sido um dos grandes desafios do agronegócio hoje em dia.
  • 4. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar,sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Para cumprir com essa necessidade, os produtores encontram muitos parceiros engajados no planejamento sustentável da agricultura. A Plataforma Global do Café (GCP, da sigla em inglês) é uma associação internacional com mais de duzentos membros de todos os segmentos da cadeia produtiva do café. Ela atua hoje em oito países produtores que criam suas próprias estratégias de sustentabilidade no campo e ainda trocam informações e experiências entre eles. No país, a GCP conta com 54 instituições membros e dezenas de parceiras. Ela age em duas instâncias: técnica e política. A primeira delas através do Grupo de Trabalho Brasil, que é responsável pela proposição e concepção de ações voltadas a sustentabilidade. E a segunda, através do Conselho Consultivo Nacional, que estabelece estratégias e valida iniciativas. Desde o ano de 2012, uma das Ações da Plataforma, o Programa Brasil de Sustentabilidade, estimula e difunde práticas sustentáveis na cafeicultura, trazendo mais benefícios ao produtor e a cadeia como um todo para que tenham mais benefícios econômicos, sociais e ambientais. A Plataforma Global do Café estará presente na 4ª FECOM - Feira de Negócios Cocatrel Minasul. Quem quiser conhecer mais sobre as práticas sustentáveis no agronegócio, é só visitar o stand C22, nos dias 6, 7 e 8 de março, no Espaço Cocatrel, em Três Pontas. Cepea: desvalorização internacional reforça pressão sobre cotações do arábica no Brasil Cepea/Esalq USP 21/02/2018 Os preços internos do café arábica estão em queda desde o final de 2017, pressionados pela perspectiva de uma safra 2018/19 volumosa no Brasil. Nos últimos dias, no entanto, as quedas nas cotações externas e a desvalorização do dólar intensificaram o movimento de baixa dos preços domésticos. Entre 14 e 20 de fevereiro, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, recuou 2,13% (ou 9,42 reais/sc), fechando a R$ 433,39/saca de 60 kg nessa terça-feira, 20. No acumulado parcial de fevereiro, a baixa é de 2,43%. Nesse cenário, a liquidez interna é baixa, uma vez que, conforme colaboradores do Cepea, compradores e vendedores se afastaram do mercado. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br. Especial Máquinas: safra alta reforça demanda por equipamentos para colheita de café Agência Estado 21/02/2018 Cristian Favaro Animados com a perspectiva de safra cheia e preços ainda remuneradores pela saca, produtores de café investem mais, desde o ano passado, na compra de máquinas para a colheita de 2018, que se inicia em meados abril. Fabricantes de equipamentos para o setor notam avanço na demanda por este tipo de maquinário, cujos preços variam de R$ 2 mil, no caso de uma derriçadora semimecanizada, até R$ 1 milhão por uma colhedora automotriz. Já concluídas, as vendas para a colheita de 2018 da fabricante de máquinas agrícolas Jacto, de Pompeia (SP), cresceram entre 30% e 40% em relação ao ano anterior, confirma o gerente regional de Vendas, Armando Carlos Maran. Para 2019, a projeção da empresa, cujo principal equipamento para a cafeicultura é uma colhedora automotriz, ainda é positiva, com crescimento entre 5% e 10% no segmento ante 2018. "Em 2019 (mesmo com a bienalidade negativa), a safra não deve ser pequena porque foram plantadas áreas novas e outras renovadas", assinala Maran.
  • 5. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar,sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Fabricante de vários equipamentos agrícolas, inclusive uma automotriz para café, a Case IH, também vê uma demanda maior este ano por máquinas colhedoras. No ano passado, as vendas do segmento (que compreendem todos os equipamentos da linha cafeeira da empresa) subiram 5%. "Este ano projetamos uma procura maior", confirma o gerente de Marketing de Produtos, Roberto Biasotto. Não só as automotrizes - que, embora garantam uma colheita 100% mecanizada têm limitações para trabalhar em terrenos muito inclinados - atraem os cafeicultores interessados em investir em tecnologia para colheita. Equipamentos semimecanizados, como derriçadoras, também apresentam demanda maior, diz a Stihl Ferramentas Motorizadas, de São Leopoldo (RS). "Esperamos fechar o período de fevereiro a julho com alta de 10% nas vendas", conta o gerente de Marketing, Rafael Zanoni. Zanoni também destaca a necessidade de produtores elevarem seus ganhos de produtividade em tempos de colheita cheia, quando os preços costumam recuar e o produtor tem de ganhar em competitividade. Segundo a empresa, a produtividade ao fim do dia com dois trabalhadores (um puxando a lona e o outro com o derriçador) chega a ser quatro vezes maior do que com a colheita exclusivamente manual. A derriçadora da Stihl é voltada apenas para o café arábica, cujos grãos se soltam com mais facilidade do ramo do que a espécie robusta ou conilon. Feira para o setor – As empresas esperam avanço de vendas sobretudo em Minas Gerais, o principal Estado produtor, impulsionadas pela Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas (Femagri), que começa hoje (21) e vai até sexta-feira (23) em Guaxupé, sul de MG, com promoção da Cooperativa Regional de Cafeicultores do município (Cooxupé). O presidente da cooperativa, Carlos Alberto Paulino da Costa, também vê perspectivas favoráveis para os negócios no setor de equipamentos para cafeicultura este ano, estimulados sobretudo pela safra maior. A colheita de arábica em Minas Gerais deve ser 18% maior em 2018 ante 2017, com 1,8 milhão de toneladas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, a Femagri movimentou R$ 130 milhões com a comercialização de equipamentos de colheita e beneficiamento de café. Para este ano, a Cooxupé espera alcançar faturamento 15% maior, de R$ 150 milhões. "Os produtores consideram mais prático escolher o produto na feira. Além disso, eles conseguem financiamento com a cooperativa", disse Paulino da Costa, reforçando que, por causa da época em que o evento é realizado, cerca de 70% das vendas de máquinas são voltadas à colheita. Safra cheia – Dados divulgados no início deste mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram que a produção de café do Brasil deve alcançar 53,2 milhões de sacas de 60 kg em 2018, alta de 14,9% em relação a 2017. Já a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projetou que a colheita pode atingir até 58,51 milhões de sacas, alta de 30% na comparação com o ano-safra anterior. Se comparado com o último período de alta bienalidade (o café alterna ano de safra cheia, com outro de menor produção) em 2016, o teto da estimativa representaria um crescimento de 13,9%, ou seja, um acréscimo de até 7,14 milhões de sacas. Desse total, 76% representam café da espécie arábica e o restante da espécie robusta ou conilon. Especial Máquinas: setor avança em equipamentos para colheita de café robusta Agência Estado 21/02/2018 Cristian Favaro Fabricantes, instituições e produtores avançam na pesquisa de maquinários voltados ao café robusta ou conilon no Brasil. O café da espécie arábica, que representa 76% da safra brasileira, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), já dispõe de ampla variedade de derriçadeiras - desde as semimecanizadas até as automotrizes, que
  • 6. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar,sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck realizam o trabalho completo. No caso do robusta, porém, além de representar parcela menor da safra, há características da planta que dificultam a mecanização da colheita. A principal delas é a maior resistência dos frutos em se soltarem dos ramos. Outra questão é o espaçamento diferente das lavouras de robusta em relação ao arábica, que limita a adaptação da atual gama de equipamentos para o conilon. Mas a demanda para a mecanização das lavouras de robusta existe, com produtores ansiosos por se tecnificar e também para fazer frente à cada vez maior escassez e mais cara de mão de obra. Maquinários para colheita de conilon têm mercado principalmente nos cafezais de Rondônia e para o norte do Espírito Santo - principal Estado produtor de robusta -, onde os terrenos são mais planos para o bom desempenho das automotrizes. A Case IH, fabricante de equipamentos para o setor, saiu na frente e já está em fase avançada de testes para a colheita de robusta, com um automotriz totalmente mecanizada. O gerente de Marketing da empresa, Roberto Biasotto, disse que, diante das diferenças físicas e de plantio, com menor espaçamento entre as plantas da variedade em relação ao arábica, testes estão em andamento em campos experimentais no Espírito Santo. Biasotto explica que, num primeiro momento, a empresa criou um protocolo de plantio e manejo da cultura. "As nossas colhedoras conseguem derriçar o café robusta. Mas o problema hoje é a forma como ele é plantado e os espaçamentos entre as plantas para que a máquina possa passar", explicou. No protocolo, a empresa orienta que os produtores reduzam o espaçamento entre as plantas - para no máximo 1 metro - e aumentem o espaço entre as ruas para algo entre 3 e 3,5 metros. De acordo com a empresa, os testes atuais mostraram eficiência na colheita plena (uma passada) entre 90% e 93%. Na seletiva (duas passadas), a eficiência aumentou para 97%. O desafio, agora, são as perdas no chão, que estão entre 8% e 10%, o que demandará ajustes das automotrizes. Fabricante de um modelo de derriçador semimecanizado, equipamento bastante utilizado para colheita em regiões montanhosas, a Stihl Ferramentas Motorizadas, também trabalha em uma solução voltada ao robusta. O gerente de Marketing da empresa, Rafael Zanoni, confirmou as características dessa espécie de café, que dificultam processos automatizados. "O robusta está muito mais preso no galho (em relação ao arábica). É um café em que não se derriça tão facilmente e é colhido basicamente na mão", explicou. "Estamos em uma fase embrionária, mas de fato é um mercado que gostaríamos de investir", disse Zanoni. O chefe-geral da Embrapa Café, Gabriel Bartholo, assinala que o avanço da pesquisa para a espécie robusta é fundamental para a economia do setor e, sobretudo, para o produtor. "Nós, da Embrapa, apoiamos os projetos com análises técnicas e também recursos", diz Bartholo. "Alguns Estados estão na frente (em relação à tecnologia aplicada), como Espírito Santo e Rondônia." A Embrapa Café, com sede em Brasília (DF), tem como missão coordenar o Consórcio Pesquisa Café e tornar viáveis soluções tecnológicas para o setor. As ações de pesquisa são executadas por uma rede de 48 instituições parceiras. Em Rondônia, a Embrapa trabalhou junto a empresas privadas para o desenvolvimento de uma tecnologia semimecanizada para colheita dos cafezais de robusta. Desde 2015, este sistema tem sido aplicado no Estado, conforme o pesquisador da Embrapa Rondônia, em Porto Velho, Enrique Alves. "Até pouco tempo não se falava em mecanizar o robusta. Mas cinco anos de parcerias entre Embrapa, universidades e instituições privadas ajudaram no desenvolvimento de alternativas", explicou, ressaltando que a colheita semimecanizada foi desenvolvida para suprir a falta de mão de obra na época de safra no Estado. No sistema, o produtor consegue fazer a poda e a colheita de uma só vez. O galho, e não os frutos, é retirado inteiro e jogado sobre uma lona estendida nas ruas do cafezal. Esta mesma lona, acoplada à máquina, transporta os ramos para o interior do equipamento, que separa os ramos dos grãos, que são em seguida ensacados. "Hoje temos muitas máquinas assim nas propriedades da região. No Espírito Santo, que são produtores maiores, elas estão ainda mais disseminadas", acrescentou.
  • 7. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar,sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Uganda: chuvas acima da média devem elevar safra 2018 de café Agência Estado 21/02/2018 As regiões Oeste e Sul da Uganda, onde as lavouras de café robusta estão em desenvolvimento, devem receber chuvas acima da média a partir de março, diz a agência climática do governo. As condições tendem a elevar a safra principal de 2018 da cultura, que já registrou recorde de 4,61 milhões de sacas de 60 kg no ano passado. A previsão é que as chuvas permaneçam intensas até o fim de maio, quase um mês após o início da segunda colheita principal do grão. Segundo funcionários da indústria local, as precipitações favorecem as etapas de formação dos grãos de café, mas podem interromper os trabalhos de colheita. Além disso, as perspectivas do clima também tendem a aumentar o rendimento do robusta, utilizado em blends e bebidas instantâneas. Fonte: Dow Jones Newswires.