O documento descreve a evolução histórica do estudo das desigualdades sociais no Brasil desde o século XIX. Inicialmente, atribuía-se a pobreza à preguiça ou à mestiçagem. Posteriormente, passou-se a analisar o papel da escravidão, do coronelismo e do racismo na geração das desigualdades. A partir da década de 1960, estudos passaram a enfatizar a análise de classes sociais e dos movimentos sociais. Mais recentemente, têm-se utilizado índices