Argélia Colônia da França Seguiu o exemplo do Vietnã (1954) - A França ficou dividida sobre a manutenção da política colonial
Gal. Salan em Argel – manutenção Gal. Charles de Gaulle – consulta população sobre a política colonial 1962 – Independência – República Democrática Argelina Argélia
Oriente Médio Palestina – Hebreus 70 d.C. Diáspora Roma domina a região da Palestina Séc. V Roma invadida por bárbaros Palestina – terra sem dono
Oriente Médio -Árabes vão para a região da Palestina 1947 – a ONU dividiu a região da Palestina em duas partes: uma judaica e outra palestina (quem controlava a região era Inglaterra)
Oriente Médio * 1948 – Inglaterra se retira da região e a ONU cria o Estado de Israel
1948-1949: 1ª Guerra Árabe-Israelense ISRAEL   X  EGITO/IRAQUE/JORDÂNIA/LÍBANO/ SÍRIA Causa: Criação do estado de Israel
Na órbita da Guerra Fria Israel – EUA Países Árabes vizinhos - URSS
1956: 2ª Guerra Árabe-Israelense EGITO  X  ISRAEL Causa: Nacionalização do canal de Suez
1967: 3ª Guerra Árabe-Israelense (guerra dos seis dias) ISRAEL  X  Egito, Jordânia e Síria, apoiados pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão.  Israel  anexou: Península do Sinai  – Faixa de Gaza (Egito)  Colinas de Golã (Síria) Cisjordânia  (Jordânia)
 
1973: 4ª Guerra Árabe-Israelense (Yom Kippur) Países Árabes tomaram a iniciativa de reconquistar alguns territórios , mas foram detidos. ISRAEL  X EGITO/IRAQUE/JORDÂNIA/LÍBANO/ SÍRIA
1979: Acordo de Camp David Anuar el Sadat e Menahen Begin encerram as disputas entre Israel e Egito. EUA – Jimmy Carter (mediador)
Os conflitos do Oriente Médio 1964 – Yasser Arafat cria a OLP  1980 – Intifada
1993: Tentativa de paz – Acordo de Oslo Itzhak Rabin (Israel)  Clinton (EUA)  Arafat(Palestinos)
Crescimento do terrorismo: Hezbollah e Hamas Encontros de cúpula sob liderança dos EUA Conflitos devido a importância de Jerusalém
1999: Ariel Sharon Novo líder do Likud, alegou que o território das mesquitas, na cidade Velha pertencia a Israel. Nova onda de Intifada
O Likud elege Ariel Sharon com primeiro-ministro acirrando os conflitos entre israelenses e palestinos, e o fundamentalismo ganha força( Jihad Islâmica e o Hamas)
2006  - Afastamento de Sharon Em janeiro, o então premiê israelense  Ariel Sharon sofre um derrame cerebral e  entra em coma. Ele é substituído  interinamente pelo atual premiê, Ehud  Olmert. Em março, eleições israelenses dão  a vitória ao partido Kadima (centro), de  Olmert, e após formar uma coalizão o líder é confirmado no posto de premiê israelense .
Atualmente, as negociações esbarram na  questão do governo palestino, que, liderado  pelo movimento radical islâmico  Hamas  (que assim como o moderado  Fatah  possui  braços armado e político) não reconhece o  direito de existência de Israel. Após a vitória  do Hamas (considerado pelos EUA e por  Israel como um grupo terrorista) em 2006,  a comunidade internacional iniciou um  bloqueio financeiro à ANP que gera uma grave crise  nos territórios palestinos.
Capítulo 62 – A República Populista (1930-1964): a transição para o populismo democrático Transição de um regime capitalista  ditatorial (Estado Novo) – para uma  democracia liberal burguesa
No Brasil dois Blocos: Progressistas – desenvolvimento de um capital nacional autônomo –  PTB Conservadores – capitalismo liberal (Brasil totalmente aberto para o capital estrangeiro) -  UDN
A presidência de Dutra (1946-1951) – Os camaleões no poder Partidos Políticos do Período: PSD – base social: proprietários de terras, industriais, banqueiros, grandes comerciantes, eleitorado rural e parte da classe média
A presidência de Dutra (1946-1951) Partidos Políticos do Período: UDN- base social: burguesia industrial e financeira, alta classe média e parcelas da população urbana
A presidência de Dutra (1946-1951) Partidos Políticos do Período: PTB – operários e a maior força do partido era a imagem de Vargas “pai dos pobres”
A presidência de Dutra (1946-1951) Partidos Políticos do Período: PCB – deixara de ser um partido típico de elementos de classe média, passando a ter um apoio de vários segmentos da sociedade.
A presidência de Dutra (1946-1951) - Realizações Constituição de 1946 (semelhante as de 1891 e 1934) Política Econômica – Alinhamento com os EUA / não intervenção do Estado na economia / entrada do capital estrangeiro / Plano SALTE / Missão Abbinck  / Congelamento dos salários
A presidência de Dutra (1946-1951) Ação Política – Conservadorismo / vigilância sobre os sindicatos / violência / fechamento do PCB
Nas eleições de 1950 PSD – Cristiano Machado (21,5%) UDN – Eduardo Gomes (29,7%) PTB  + PSP – Getúlio Vargas (48,7%)
Ele Voltou: Quais serão seus problemas?
A presidência de Vargas (1951-1954): Dos braços do povo ao suicídio O confronto dos princípios defendidos por progressistas e conservadores. Progressistas – classe média, lideranças operárias, trabalhadores urbanos, líderes estudantis e intelectuais.
A presidência de Vargas (1951-1954): Dos braços do povo ao suicídio O confronto dos princípios defendidos por progressistas e conservadores. Conservadores – oligarquias rurais, burguesia industrial e financeira, grandes comerciantes e alta classe média.
A ação política  e econômica de Vargas Um governo Progressista com um ministério Conservador. Vargas necessitava do auxílio dos EUA para continuar o projeto de industrialização do país. 1952, Gal. Estillac Leal demite-se da Pasta de Guerra
A Campanha o “Petróleo é nosso” STANDART OIL - EUA 1953 – Congresso aprova a criação da Petrobras
A oposição ao Governo Vargas Carlos Lacerda (UDN)-  Jornal “ Tribuna da  Imprensa” – acusava  Vargas de corrupto e  infiltração comunista
O atentado da rua toneleiros
 
Capítulo 63 – A República Populista (1930-1964): A longa Marcha para o golpe Lacerda escreveu muitos  anos mais tarde: “ Nos da UDN preparávamos o banquete para comemorarmos a queda de Vargas (...). Com seu suicídio, Vargas puxou a toalha da mesa do banquete...”
A presidência de Café Filho (1954-1955 ) Café Filho vice de Vargas assumiu o poder. Membro do PSP, mas ligado a setores do PSD  e da UDN, tentou conciliar os três grupos. Eleições legislativas (PSD – 114 dep.) – (PTB - 56 dep.) – UDN (84 dep.) Eleições presidenciais
Nova tentativa de golpe - 1955 “ Grupo da Sorbonne “ – Golbery do  Couto e Silva e o Gal. Castelo Branco, agregados à Escola Superior de  Guerra uniu-se a  UDN – “julgavam  uma drástica intervenção dos militares na política.”
O receio Udenista e do  “ grupo da Sorbonne” A união do PSD e PTB lançado como candidatos: Juscelino Kubitschek  João Goulart
Os outros candidatos: UDN – Juarez Távora PSP – Adhemar de Barros Plínio Salgado
Carlos Lacerda lançou sua nova palavra de ordem: “ Os senhores JK e  Jango não devem  tomar posse, não  podem tomar posse e não tomarão posse”.
Tentativa para evitar a posse de JK e Jango 1º - Afastar o Gal. Teixeira Lott 2º - Pretexto: enterro do Gal. Canrobert Pereira 3º - Cel. Bizarria Mamede proferiu um discurso  que incitava os militares a uma revolta
4º - O presidente Café Filho licencia-se por motivos de saúde. 5º - Carlos Luz presidente da Câmara dos deputados assumiria a presidência da república. 6º - O Gal. Lott, solicitou a prisão de Mamede. Mas não foi obedecido. 7º - Quem poderia resolver a situação; o presidente (Carlos Luz)
8º - Carlos Luz não apoiou Lott, que no verbalmente demitiu-se do Cargo de Ministro de Guerra. Na noite de 10 de Novembro Lott foi alertado sobre o GOLPE. Na Madrugada do dia 11 de Nov. Lott coloca os tanques nas ruas do Rio de Janeiro.
JK tomou posse em 31 de janeiro de 1956.
A presidência de Juscelino Kubitschek (1956 – 1961)
Plano de Metas 1. Energia 2. Transporte 3. Indústria 4. Educação 5. Agricultura
A presidência de Juscelino Kubitschek (1956 – 1961) O êxito de seu governo: habilidade política  sólida aliança entre PSD e PTB centralização e eficiência administrativas apoio das Forças Armadas
A presidência de Juscelino Kubitschek (1956 – 1961) Entre 1955-1961: as rodovias federais passaram de 22 mil Km para 35 mil Km Numerosas obras públicas realizadas
Siderurgia, metalurgia, petroquímica, mecânica pesada, indústria  automobilística, construção naval,  grandes usinas hidrelétricas. Plano mais audacioso: a NOVACAP (1957-1960)
21/04/1960 – Inauguração de Brasília
Problemas na gestão JK 1957 – greve 400 mil trabalhadores 1958 - Trabalhadores reivindicam reforma agrária 1959 - JK rompe negociações com o FMI
Problemas na gestão JK 1959 - Criação da SUDENE (seca assolava o Nordeste) Oficiais da Aeronáutica se sublevam contra o governo  Inflação  Denúncias de corrupção
Capítulo 63 – A República Populista (1930-1964): A longa Marcha para o golpe Nas eleições de 1960, os candidatos:   UDN + PDC – Jânio Quadros Vice- Milton Campos PSD + PTB – Mal. Teixeira Lott Vice – João Goulart (Jango) PSP – Adhemar de Barros
Capítulo 63 – A República Populista (1930-1964): A longa Marcha para o golpe A presidência de Jânio Quadros (1961): Forças Terríveis
A presidência de Jânio Quadros (1961): Forças Terríveis
A presidência de Jânio Quadros (1961): REALIZAÇÕES Congelamento dos salários e restrição ao crédito bancário A classe média e operariado passaram a criticá-lo Na política externa iniciou uma aproximação com a URSS
Jânio condecora Che Guevara
Em pouco tempo Jânio: Desprestigiado perante a opinião pública Combatido pelo Congresso Visto com desconfiança pelos militares Atacado violentamente por Carlos Lacerda
A manobra de Jânio comunista
Fragmentos da carta de renúncia “ Fui vencido pela reação e assim deixo o governo. Nestes sete meses cumpri o meu dever. Tenho-o cumprido dia e noite, trabalhando infatigavelmente, sem prevenções, nem rancores. Mas baldaram-se os meus esforços para conduzir esta nação, que pelo caminho de sua verdadeira libertação política e econômica, a única que possibilitaria o progresso efetivo e a justiça social, a que tem direito o seu generoso povo.  “ (...) "Encerro, assim, com o pensamento voltado para a nossa gente, para os estudantes, para os operários, para a grande família do Brasil, esta página da minha vida e da vida nacional. A mim não falta a coragem da renúncia.  “ (...) "Somente assim seremos dignos deste país e do mundo. Somente assim seremos dignos de nossa herança e da nossa predestinação cristã. Retorno agora ao meu trabalho de advogado e professor. Trabalharemos todos. Há muitas formas de servir nossa pátria."   Brasília, 25 de agosto de 1961.   Jânio Quadros"
Com a renúncia de Jânio, assume interinamente Ranieri Mazzilli A ala golpista conservadora não aceitava a entrada do vice como presidente O Congresso Nacional liderado por Leonel Brizola e amplos setores da opinião pública manifestaram-se favoráveis à legalidade  + Forças Armadas
A solução para este impasse: Adoção do sistema parlamentarista Jango assume como presidente, porém, sem poderes para governar.
O período Parlamentarista (1961-1963) Jango assume um país em crise: Economia em declínio Inflação em ascensão Equilíbrio político precário Jango neste período busca recuperar seus  poderes restabelecendo o presidencialismo (conquistando a confiança dos moderados, sem  perder o apoio das esquerdas)
O período Parlamentarista (1961-1963) Apesar do estabelecimento do sistema parlamentarista, o sistema eleitoral e a organização partidária continuava como no período do presidencialismo.
O período Parlamentarista (1961-1963) Entre setembro de 1961 e janeiro de 1963 os três primeiros-ministros na puderam fazer: Tancredo Neves  Auro Moro  Brochado da Rocha  Hermes Lima
6 de Janeiro 1963 PARLAMENTARISMO PRESIDENCIALISMO – 82% dos votos
A presidência de João Goulart (1961-1964): A longa marcha chega ao fim Reformas de Base: Reforma Agrária Reforma do Sistema Bancário Reforma do Processo Eleitoral Reforma da Legislação a respeito do capital estrangeiro e da remessa de lucros das multinacionais Reforma do Sistema Tributário Jango defendia uma reforma da  Constituição de 1946
O Plano Trienal Elaborado por Celso Furtado –  tentativa a estabilizar a economia e  criar condições para a implantação das Reformas de Base. Foi um fracasso.
Por que as Reformas eram temidas: Prejudicaria os interesses e privilégios  dos grupos conservadores, estes  redobravam sua luta contra o governo, acusando-o abertamente de “estar a  serviço dos COMUNISMO internacional”
13 de março 1964 – Comício no Rio de Janeiro
300 mil pessoas
A reação dos conservadores Marcha da família com Deus pela  liberdade (SP) – 300 mil pessoas
O início do golpe No RJ o cabo José Anselmo, instigou os marujos reunidos em assembléia no Sindicato dos Metalúrgicos a se declararem em assembléia permanente. (Agente da Cenimar) O “motim dos marinheiros”, ocasionou o abandono dos chefes militares a Jango.
Operação Brother Sam Se fosse necessário os  EUA daria apoio  logístico e militar aos  golpistas.
1º de abril 1964 – o golpe Os generais Luís Carlos Guedes e Olímpio Mourão Filho  + Gal. Castelo Branco + governadores : Magalhães Pinto (MG) – Carlos Lacerda (Guanabara) – Adhemar de Barros (SP) Jango não reagiu, partindo para o exílio no Uruguai morrendo em 1976, na Argentina
A entrada dos militares
Capítulo 64 – A República dos Generais (1964-1985) – A ordem econômica: modernização e subdesenvolvimento Segundo Gunder Frank (..) ”   países subdesenvolvidos que, apesar de apresentarem elevadas taxas de crescimento econômico, não conseguiram romper as barreiras do subdesenvolvimento”.
O modelo econômico do regime militar Aumento da taxa de reinvestimento 2. Incentivo aos investimentos estrangeiros 3 .Obtenção de empréstimos externos 4. Crescimento da participação do Estado na economia
Os resultados do modelo Economia avançando a passos de tartaruga Dívida externa altíssima Salários achatados Desemprego Índices de pobreza assustadores Violência crescente Corrupção generalizada
Fases da economia na Ditadura Militar A estabilização (1964-1967) Presidentes: Castelo Branco (ministro  do planejamento – Roberto Campos) /  Costa e Silva  1964-1966 – O governo elaborou o PAEG  (Plano de Ação Econômica do Governo) –  aceleração do crescimento da economia
Fases da economia na Ditadura Militar O crescimento (1968-1973) Presidentes: Costa e Silva / Emílio  Garrastazu Médici  Ministro da Fazenda – Delfim Netto 1970-1973 – Milagre Brasileiro
Fases da economia na Ditadura Militar O que facilitou o “MILAGRE” 1. Empresários brasileiros que ampliavam seus investimentos 2. Incentivos fiscais  3. O governo injetava capital no mercado (aumento de impostos e ORTNs) 4. O que levou o Brasil a crescer  rapidamente foi a economia mundial  que estava em expansão
Quem mais ganhou com o “MILAGRE” Multinacionais que recebiam incentivos Bancos Internacionais que nos concediam grandes empréstimos Classe Alta e Média que conseguiam financiamentos adquirindo bens duráveis e imóveis  Até o BNH financiava imóveis de luxo e até shopping centers
Milagre Brasileiro e Ufanismo
“ Este é um país que vai pra frente”  “Ninguém segura mais este país”
A  Rodovia Transamazônica  ( BR-230 ) é a terceira mais longa rodovia do  Brasil , com 2,300 km de comprimento, cortando os estados brasileiros de  Pará  e  Amazonas , nasce na cidade de  João Pessoa  na  Paraiba . É classificada como  rodovia transversal . Em grande parte, a rodovia não é pavimentada.
As Obras Faraônicas – 20 bilhões de dólares O único trecho concluído é o que liga  Belo Horizonte  à  Barra Mansa  no Estado do  Rio de Janeiro .  - 1973
As Obras Faraônicas – 20 bilhões de dólares período de construção: 1969-1974
As Obras Faraônicas – 20 bilhões de dólares Período de Construção: 1971 - 1982
A desaceleração (1974-1980) O crescimento do Brasil não trouxe desenvolvimento A distribuição de renda sofreu uma completa distorção O crescimento brutal da dívida externa (de 3,5 bi p/ 40 bi dólares) Setores que não receberam respaldo: saúde e educação 1973 – Guerra do Yom Kippur (crise do petróleo)
A recessão (1981-1985) Inicia-se no segundo ano do governo de Figueiredo (1981), a economia foi tão fortemente atingida que a crise manteve-se mesmo após o término do Regime Militar Os governantes que sucederam os militares herdaram a mais grave crise econômica e social vivida pelo Brasil. Esta situação ainda reflete no século XXI.
Capítulo 65 – A República dos Generais (1964-1985) – O regime autoritário: ditadura e Repressão

Livro 2° ano parte 01

  • 1.
    Argélia Colônia daFrança Seguiu o exemplo do Vietnã (1954) - A França ficou dividida sobre a manutenção da política colonial
  • 2.
    Gal. Salan emArgel – manutenção Gal. Charles de Gaulle – consulta população sobre a política colonial 1962 – Independência – República Democrática Argelina Argélia
  • 3.
    Oriente Médio Palestina– Hebreus 70 d.C. Diáspora Roma domina a região da Palestina Séc. V Roma invadida por bárbaros Palestina – terra sem dono
  • 4.
    Oriente Médio -Árabesvão para a região da Palestina 1947 – a ONU dividiu a região da Palestina em duas partes: uma judaica e outra palestina (quem controlava a região era Inglaterra)
  • 5.
    Oriente Médio *1948 – Inglaterra se retira da região e a ONU cria o Estado de Israel
  • 6.
    1948-1949: 1ª GuerraÁrabe-Israelense ISRAEL X EGITO/IRAQUE/JORDÂNIA/LÍBANO/ SÍRIA Causa: Criação do estado de Israel
  • 7.
    Na órbita daGuerra Fria Israel – EUA Países Árabes vizinhos - URSS
  • 8.
    1956: 2ª GuerraÁrabe-Israelense EGITO X ISRAEL Causa: Nacionalização do canal de Suez
  • 9.
    1967: 3ª GuerraÁrabe-Israelense (guerra dos seis dias) ISRAEL X Egito, Jordânia e Síria, apoiados pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão. Israel anexou: Península do Sinai – Faixa de Gaza (Egito) Colinas de Golã (Síria) Cisjordânia (Jordânia)
  • 10.
  • 11.
    1973: 4ª GuerraÁrabe-Israelense (Yom Kippur) Países Árabes tomaram a iniciativa de reconquistar alguns territórios , mas foram detidos. ISRAEL X EGITO/IRAQUE/JORDÂNIA/LÍBANO/ SÍRIA
  • 12.
    1979: Acordo deCamp David Anuar el Sadat e Menahen Begin encerram as disputas entre Israel e Egito. EUA – Jimmy Carter (mediador)
  • 13.
    Os conflitos doOriente Médio 1964 – Yasser Arafat cria a OLP 1980 – Intifada
  • 14.
    1993: Tentativa depaz – Acordo de Oslo Itzhak Rabin (Israel) Clinton (EUA) Arafat(Palestinos)
  • 15.
    Crescimento do terrorismo:Hezbollah e Hamas Encontros de cúpula sob liderança dos EUA Conflitos devido a importância de Jerusalém
  • 16.
    1999: Ariel SharonNovo líder do Likud, alegou que o território das mesquitas, na cidade Velha pertencia a Israel. Nova onda de Intifada
  • 17.
    O Likud elegeAriel Sharon com primeiro-ministro acirrando os conflitos entre israelenses e palestinos, e o fundamentalismo ganha força( Jihad Islâmica e o Hamas)
  • 18.
    2006 -Afastamento de Sharon Em janeiro, o então premiê israelense Ariel Sharon sofre um derrame cerebral e entra em coma. Ele é substituído interinamente pelo atual premiê, Ehud Olmert. Em março, eleições israelenses dão a vitória ao partido Kadima (centro), de Olmert, e após formar uma coalizão o líder é confirmado no posto de premiê israelense .
  • 19.
    Atualmente, as negociaçõesesbarram na questão do governo palestino, que, liderado pelo movimento radical islâmico Hamas (que assim como o moderado Fatah possui braços armado e político) não reconhece o direito de existência de Israel. Após a vitória do Hamas (considerado pelos EUA e por Israel como um grupo terrorista) em 2006, a comunidade internacional iniciou um bloqueio financeiro à ANP que gera uma grave crise nos territórios palestinos.
  • 20.
    Capítulo 62 –A República Populista (1930-1964): a transição para o populismo democrático Transição de um regime capitalista ditatorial (Estado Novo) – para uma democracia liberal burguesa
  • 21.
    No Brasil doisBlocos: Progressistas – desenvolvimento de um capital nacional autônomo – PTB Conservadores – capitalismo liberal (Brasil totalmente aberto para o capital estrangeiro) - UDN
  • 22.
    A presidência deDutra (1946-1951) – Os camaleões no poder Partidos Políticos do Período: PSD – base social: proprietários de terras, industriais, banqueiros, grandes comerciantes, eleitorado rural e parte da classe média
  • 23.
    A presidência deDutra (1946-1951) Partidos Políticos do Período: UDN- base social: burguesia industrial e financeira, alta classe média e parcelas da população urbana
  • 24.
    A presidência deDutra (1946-1951) Partidos Políticos do Período: PTB – operários e a maior força do partido era a imagem de Vargas “pai dos pobres”
  • 25.
    A presidência deDutra (1946-1951) Partidos Políticos do Período: PCB – deixara de ser um partido típico de elementos de classe média, passando a ter um apoio de vários segmentos da sociedade.
  • 26.
    A presidência deDutra (1946-1951) - Realizações Constituição de 1946 (semelhante as de 1891 e 1934) Política Econômica – Alinhamento com os EUA / não intervenção do Estado na economia / entrada do capital estrangeiro / Plano SALTE / Missão Abbinck / Congelamento dos salários
  • 27.
    A presidência deDutra (1946-1951) Ação Política – Conservadorismo / vigilância sobre os sindicatos / violência / fechamento do PCB
  • 28.
    Nas eleições de1950 PSD – Cristiano Machado (21,5%) UDN – Eduardo Gomes (29,7%) PTB + PSP – Getúlio Vargas (48,7%)
  • 29.
    Ele Voltou: Quaisserão seus problemas?
  • 30.
    A presidência deVargas (1951-1954): Dos braços do povo ao suicídio O confronto dos princípios defendidos por progressistas e conservadores. Progressistas – classe média, lideranças operárias, trabalhadores urbanos, líderes estudantis e intelectuais.
  • 31.
    A presidência deVargas (1951-1954): Dos braços do povo ao suicídio O confronto dos princípios defendidos por progressistas e conservadores. Conservadores – oligarquias rurais, burguesia industrial e financeira, grandes comerciantes e alta classe média.
  • 32.
    A ação política e econômica de Vargas Um governo Progressista com um ministério Conservador. Vargas necessitava do auxílio dos EUA para continuar o projeto de industrialização do país. 1952, Gal. Estillac Leal demite-se da Pasta de Guerra
  • 33.
    A Campanha o“Petróleo é nosso” STANDART OIL - EUA 1953 – Congresso aprova a criação da Petrobras
  • 34.
    A oposição aoGoverno Vargas Carlos Lacerda (UDN)- Jornal “ Tribuna da Imprensa” – acusava Vargas de corrupto e infiltração comunista
  • 35.
    O atentado darua toneleiros
  • 36.
  • 37.
    Capítulo 63 –A República Populista (1930-1964): A longa Marcha para o golpe Lacerda escreveu muitos anos mais tarde: “ Nos da UDN preparávamos o banquete para comemorarmos a queda de Vargas (...). Com seu suicídio, Vargas puxou a toalha da mesa do banquete...”
  • 38.
    A presidência deCafé Filho (1954-1955 ) Café Filho vice de Vargas assumiu o poder. Membro do PSP, mas ligado a setores do PSD e da UDN, tentou conciliar os três grupos. Eleições legislativas (PSD – 114 dep.) – (PTB - 56 dep.) – UDN (84 dep.) Eleições presidenciais
  • 39.
    Nova tentativa degolpe - 1955 “ Grupo da Sorbonne “ – Golbery do Couto e Silva e o Gal. Castelo Branco, agregados à Escola Superior de Guerra uniu-se a UDN – “julgavam uma drástica intervenção dos militares na política.”
  • 40.
    O receio Udenistae do “ grupo da Sorbonne” A união do PSD e PTB lançado como candidatos: Juscelino Kubitschek João Goulart
  • 41.
    Os outros candidatos:UDN – Juarez Távora PSP – Adhemar de Barros Plínio Salgado
  • 42.
    Carlos Lacerda lançousua nova palavra de ordem: “ Os senhores JK e Jango não devem tomar posse, não podem tomar posse e não tomarão posse”.
  • 43.
    Tentativa para evitara posse de JK e Jango 1º - Afastar o Gal. Teixeira Lott 2º - Pretexto: enterro do Gal. Canrobert Pereira 3º - Cel. Bizarria Mamede proferiu um discurso que incitava os militares a uma revolta
  • 44.
    4º - Opresidente Café Filho licencia-se por motivos de saúde. 5º - Carlos Luz presidente da Câmara dos deputados assumiria a presidência da república. 6º - O Gal. Lott, solicitou a prisão de Mamede. Mas não foi obedecido. 7º - Quem poderia resolver a situação; o presidente (Carlos Luz)
  • 45.
    8º - CarlosLuz não apoiou Lott, que no verbalmente demitiu-se do Cargo de Ministro de Guerra. Na noite de 10 de Novembro Lott foi alertado sobre o GOLPE. Na Madrugada do dia 11 de Nov. Lott coloca os tanques nas ruas do Rio de Janeiro.
  • 46.
    JK tomou posseem 31 de janeiro de 1956.
  • 47.
    A presidência deJuscelino Kubitschek (1956 – 1961)
  • 48.
    Plano de Metas1. Energia 2. Transporte 3. Indústria 4. Educação 5. Agricultura
  • 49.
    A presidência deJuscelino Kubitschek (1956 – 1961) O êxito de seu governo: habilidade política sólida aliança entre PSD e PTB centralização e eficiência administrativas apoio das Forças Armadas
  • 50.
    A presidência deJuscelino Kubitschek (1956 – 1961) Entre 1955-1961: as rodovias federais passaram de 22 mil Km para 35 mil Km Numerosas obras públicas realizadas
  • 51.
    Siderurgia, metalurgia, petroquímica,mecânica pesada, indústria automobilística, construção naval, grandes usinas hidrelétricas. Plano mais audacioso: a NOVACAP (1957-1960)
  • 52.
  • 53.
    Problemas na gestãoJK 1957 – greve 400 mil trabalhadores 1958 - Trabalhadores reivindicam reforma agrária 1959 - JK rompe negociações com o FMI
  • 54.
    Problemas na gestãoJK 1959 - Criação da SUDENE (seca assolava o Nordeste) Oficiais da Aeronáutica se sublevam contra o governo Inflação Denúncias de corrupção
  • 55.
    Capítulo 63 –A República Populista (1930-1964): A longa Marcha para o golpe Nas eleições de 1960, os candidatos: UDN + PDC – Jânio Quadros Vice- Milton Campos PSD + PTB – Mal. Teixeira Lott Vice – João Goulart (Jango) PSP – Adhemar de Barros
  • 56.
    Capítulo 63 –A República Populista (1930-1964): A longa Marcha para o golpe A presidência de Jânio Quadros (1961): Forças Terríveis
  • 57.
    A presidência deJânio Quadros (1961): Forças Terríveis
  • 58.
    A presidência deJânio Quadros (1961): REALIZAÇÕES Congelamento dos salários e restrição ao crédito bancário A classe média e operariado passaram a criticá-lo Na política externa iniciou uma aproximação com a URSS
  • 59.
  • 60.
    Em pouco tempoJânio: Desprestigiado perante a opinião pública Combatido pelo Congresso Visto com desconfiança pelos militares Atacado violentamente por Carlos Lacerda
  • 61.
    A manobra deJânio comunista
  • 62.
    Fragmentos da cartade renúncia “ Fui vencido pela reação e assim deixo o governo. Nestes sete meses cumpri o meu dever. Tenho-o cumprido dia e noite, trabalhando infatigavelmente, sem prevenções, nem rancores. Mas baldaram-se os meus esforços para conduzir esta nação, que pelo caminho de sua verdadeira libertação política e econômica, a única que possibilitaria o progresso efetivo e a justiça social, a que tem direito o seu generoso povo. “ (...) "Encerro, assim, com o pensamento voltado para a nossa gente, para os estudantes, para os operários, para a grande família do Brasil, esta página da minha vida e da vida nacional. A mim não falta a coragem da renúncia. “ (...) "Somente assim seremos dignos deste país e do mundo. Somente assim seremos dignos de nossa herança e da nossa predestinação cristã. Retorno agora ao meu trabalho de advogado e professor. Trabalharemos todos. Há muitas formas de servir nossa pátria." Brasília, 25 de agosto de 1961. Jânio Quadros"
  • 63.
    Com a renúnciade Jânio, assume interinamente Ranieri Mazzilli A ala golpista conservadora não aceitava a entrada do vice como presidente O Congresso Nacional liderado por Leonel Brizola e amplos setores da opinião pública manifestaram-se favoráveis à legalidade + Forças Armadas
  • 64.
    A solução paraeste impasse: Adoção do sistema parlamentarista Jango assume como presidente, porém, sem poderes para governar.
  • 65.
    O período Parlamentarista(1961-1963) Jango assume um país em crise: Economia em declínio Inflação em ascensão Equilíbrio político precário Jango neste período busca recuperar seus poderes restabelecendo o presidencialismo (conquistando a confiança dos moderados, sem perder o apoio das esquerdas)
  • 66.
    O período Parlamentarista(1961-1963) Apesar do estabelecimento do sistema parlamentarista, o sistema eleitoral e a organização partidária continuava como no período do presidencialismo.
  • 67.
    O período Parlamentarista(1961-1963) Entre setembro de 1961 e janeiro de 1963 os três primeiros-ministros na puderam fazer: Tancredo Neves Auro Moro Brochado da Rocha Hermes Lima
  • 68.
    6 de Janeiro1963 PARLAMENTARISMO PRESIDENCIALISMO – 82% dos votos
  • 69.
    A presidência deJoão Goulart (1961-1964): A longa marcha chega ao fim Reformas de Base: Reforma Agrária Reforma do Sistema Bancário Reforma do Processo Eleitoral Reforma da Legislação a respeito do capital estrangeiro e da remessa de lucros das multinacionais Reforma do Sistema Tributário Jango defendia uma reforma da Constituição de 1946
  • 70.
    O Plano TrienalElaborado por Celso Furtado – tentativa a estabilizar a economia e criar condições para a implantação das Reformas de Base. Foi um fracasso.
  • 71.
    Por que asReformas eram temidas: Prejudicaria os interesses e privilégios dos grupos conservadores, estes redobravam sua luta contra o governo, acusando-o abertamente de “estar a serviço dos COMUNISMO internacional”
  • 72.
    13 de março1964 – Comício no Rio de Janeiro
  • 73.
  • 74.
    A reação dosconservadores Marcha da família com Deus pela liberdade (SP) – 300 mil pessoas
  • 75.
    O início dogolpe No RJ o cabo José Anselmo, instigou os marujos reunidos em assembléia no Sindicato dos Metalúrgicos a se declararem em assembléia permanente. (Agente da Cenimar) O “motim dos marinheiros”, ocasionou o abandono dos chefes militares a Jango.
  • 76.
    Operação Brother SamSe fosse necessário os EUA daria apoio logístico e militar aos golpistas.
  • 77.
    1º de abril1964 – o golpe Os generais Luís Carlos Guedes e Olímpio Mourão Filho + Gal. Castelo Branco + governadores : Magalhães Pinto (MG) – Carlos Lacerda (Guanabara) – Adhemar de Barros (SP) Jango não reagiu, partindo para o exílio no Uruguai morrendo em 1976, na Argentina
  • 78.
    A entrada dosmilitares
  • 79.
    Capítulo 64 –A República dos Generais (1964-1985) – A ordem econômica: modernização e subdesenvolvimento Segundo Gunder Frank (..) ” países subdesenvolvidos que, apesar de apresentarem elevadas taxas de crescimento econômico, não conseguiram romper as barreiras do subdesenvolvimento”.
  • 80.
    O modelo econômicodo regime militar Aumento da taxa de reinvestimento 2. Incentivo aos investimentos estrangeiros 3 .Obtenção de empréstimos externos 4. Crescimento da participação do Estado na economia
  • 81.
    Os resultados domodelo Economia avançando a passos de tartaruga Dívida externa altíssima Salários achatados Desemprego Índices de pobreza assustadores Violência crescente Corrupção generalizada
  • 82.
    Fases da economiana Ditadura Militar A estabilização (1964-1967) Presidentes: Castelo Branco (ministro do planejamento – Roberto Campos) / Costa e Silva 1964-1966 – O governo elaborou o PAEG (Plano de Ação Econômica do Governo) – aceleração do crescimento da economia
  • 83.
    Fases da economiana Ditadura Militar O crescimento (1968-1973) Presidentes: Costa e Silva / Emílio Garrastazu Médici Ministro da Fazenda – Delfim Netto 1970-1973 – Milagre Brasileiro
  • 84.
    Fases da economiana Ditadura Militar O que facilitou o “MILAGRE” 1. Empresários brasileiros que ampliavam seus investimentos 2. Incentivos fiscais 3. O governo injetava capital no mercado (aumento de impostos e ORTNs) 4. O que levou o Brasil a crescer rapidamente foi a economia mundial que estava em expansão
  • 85.
    Quem mais ganhoucom o “MILAGRE” Multinacionais que recebiam incentivos Bancos Internacionais que nos concediam grandes empréstimos Classe Alta e Média que conseguiam financiamentos adquirindo bens duráveis e imóveis Até o BNH financiava imóveis de luxo e até shopping centers
  • 86.
  • 87.
    “ Este éum país que vai pra frente” “Ninguém segura mais este país”
  • 88.
    A RodoviaTransamazônica ( BR-230 ) é a terceira mais longa rodovia do Brasil , com 2,300 km de comprimento, cortando os estados brasileiros de Pará e Amazonas , nasce na cidade de João Pessoa na Paraiba . É classificada como rodovia transversal . Em grande parte, a rodovia não é pavimentada.
  • 89.
    As Obras Faraônicas– 20 bilhões de dólares O único trecho concluído é o que liga Belo Horizonte à Barra Mansa no Estado do Rio de Janeiro . - 1973
  • 90.
    As Obras Faraônicas– 20 bilhões de dólares período de construção: 1969-1974
  • 91.
    As Obras Faraônicas– 20 bilhões de dólares Período de Construção: 1971 - 1982
  • 92.
    A desaceleração (1974-1980)O crescimento do Brasil não trouxe desenvolvimento A distribuição de renda sofreu uma completa distorção O crescimento brutal da dívida externa (de 3,5 bi p/ 40 bi dólares) Setores que não receberam respaldo: saúde e educação 1973 – Guerra do Yom Kippur (crise do petróleo)
  • 93.
    A recessão (1981-1985)Inicia-se no segundo ano do governo de Figueiredo (1981), a economia foi tão fortemente atingida que a crise manteve-se mesmo após o término do Regime Militar Os governantes que sucederam os militares herdaram a mais grave crise econômica e social vivida pelo Brasil. Esta situação ainda reflete no século XXI.
  • 94.
    Capítulo 65 –A República dos Generais (1964-1985) – O regime autoritário: ditadura e Repressão