Capitanias hereditárias
e
Governos-gerais
Lucas Alves
Davi Menezes
Lucas Henrrique
Queila Markss
Capitanias hereditárias
Inicio
As capitanias foram uma forma que o império
português utilizou para administrar o Brasil em 1530.
Esse sistema consistia em dividir o território brasileiro,
colocando um responsável para a administração de
cada terra, esse responsável era chamado de
Donatário.
Capitanias hereditárias
Fracasso
 Alto custo do investimento, sem retorno imediato;
 Ataques de tribos indígenas e de corsários
estrangeiros;
 Falta de comunicação entre as diversas capitanias
pelas enormes distancias entre si, e entre elas e a
metrópole;
Capitanias hereditárias
Fracasso
 Falta de apoio da metrópole;
 Dificuldade de adaptação ás limitações e diferenças
da vida da colônia.
Linha do tempo
 1530 - Expedição de Martim Afonso de Souza ;
 1534 - Dom João lll dividiu a nova colônia em 15 novas faixas
de terra;
 1548 – Fracasso do sistema e nomeação do governador geral
Tomé de Souza;
 1749 – Extinção do caráter hereditário das capitanias pelo
Marquês de Pombal;
 1821 – Abolido o nome capitania e adotado o termo
Província.
Governos-gerais
Governos-gerais
Após o fracasso das capitanias hereditárias o
próprio rei de Portugal mandou uma pessoa de sua
confiança para exercer o poder máximo no Brasil, o
chamado Governador-geral. Também ajudando antigos
Donatários. Mas o governador não conseguiria fazer
tudo, então foi feito novos cargos.
Governos-gerais
Auxiliares do governador
 Capitão-mor – Responsável pela defesa e
combate aos indígenas;
 Ouvidor-mor – Responsável pela justiça;
 Provedor-mor – Responsável pela cobrança dos
impostos.
Governos-gerais
Finalmente, em 1621 com a União das Coroas
Ibéricas, o rei Filipe dividiu a colônia permanentemente
em duas unidades, o Estado do Brasil e o Estado do
Maranhão e Grão-Pará, cada um com sua
administração autônoma (sendo o Maranhão e Grão
Pará administrado pelo regime de três Capitanias
Reais, criando um sistema distinto) efetivamente
encerrando o período de administração única no Brasil.
Fim do governo-geral

Capitanias hereditárias e Governos-gerais

  • 1.
  • 2.
    Capitanias hereditárias Inicio As capitaniasforam uma forma que o império português utilizou para administrar o Brasil em 1530. Esse sistema consistia em dividir o território brasileiro, colocando um responsável para a administração de cada terra, esse responsável era chamado de Donatário.
  • 3.
    Capitanias hereditárias Fracasso  Altocusto do investimento, sem retorno imediato;  Ataques de tribos indígenas e de corsários estrangeiros;  Falta de comunicação entre as diversas capitanias pelas enormes distancias entre si, e entre elas e a metrópole;
  • 4.
    Capitanias hereditárias Fracasso  Faltade apoio da metrópole;  Dificuldade de adaptação ás limitações e diferenças da vida da colônia.
  • 5.
    Linha do tempo 1530 - Expedição de Martim Afonso de Souza ;  1534 - Dom João lll dividiu a nova colônia em 15 novas faixas de terra;  1548 – Fracasso do sistema e nomeação do governador geral Tomé de Souza;  1749 – Extinção do caráter hereditário das capitanias pelo Marquês de Pombal;  1821 – Abolido o nome capitania e adotado o termo Província.
  • 6.
  • 7.
    Governos-gerais Após o fracassodas capitanias hereditárias o próprio rei de Portugal mandou uma pessoa de sua confiança para exercer o poder máximo no Brasil, o chamado Governador-geral. Também ajudando antigos Donatários. Mas o governador não conseguiria fazer tudo, então foi feito novos cargos.
  • 8.
    Governos-gerais Auxiliares do governador Capitão-mor – Responsável pela defesa e combate aos indígenas;  Ouvidor-mor – Responsável pela justiça;  Provedor-mor – Responsável pela cobrança dos impostos.
  • 9.
    Governos-gerais Finalmente, em 1621com a União das Coroas Ibéricas, o rei Filipe dividiu a colônia permanentemente em duas unidades, o Estado do Brasil e o Estado do Maranhão e Grão-Pará, cada um com sua administração autônoma (sendo o Maranhão e Grão Pará administrado pelo regime de três Capitanias Reais, criando um sistema distinto) efetivamente encerrando o período de administração única no Brasil. Fim do governo-geral