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TRABALHO DE LITERATURA
Conhecida também como nacionalista ou indianista,
pois os escritores desta fase valorizaram muito os
temas nacionais, fatos históricos e a vida do índio,
que era apresentado como " bom selvagem" e,
portanto, o símbolo cultural do Brasil.
O livro Suspiros Poéticos e Saudades, de Gonçalves
de Magalhães (1811-1882), publicado em 1836, é
tido como marco fundador do Romantismo no Brasil.
Em torno e sob liderança de Magalhães, um grupo
de homens públicos e letrados articulou as
primeiras manifestações do Romantismo no Brasil,
num momento caracterizado pela tentativa de
definição de uma identidade nacional.
 O fervor patriótico do grupo, integrado por Martins Pena (1815-
1848), Francisco Adolfo Varnhagen (1816-1878) e João Manuel
Pereira da Silva (1817-1895), entre outros, manifestou-se
inicialmente por meio da imprensa. O primeiro veículo de
divulgação consciente do ideário romântico foi a revista Niterói,
que teve entre seus colaboradores Gonçalves de Magalhães,
Manuel de Araújo Porto-Alegre (1806-1879), Francisco Sales
Torres-Homem (1812-1876) e C. M. de Azeredo Coutinho. No
período, destaca-se também a revista Guanabara, dirigida por
Porto-Alegre, Gonçalves Dias (1823-1864) e Joaquim Manuel de
Macedo (1820-1882).
 Foi à poesia, porém, que coube o papel de consolidação do
Romantismo no país. Mais especificamente a Gonçalves Dias, poeta
mais representativo da primeira geração do movimento. Em
poemas de temática indianista, como I- Juca Pirama, ou
patriótica, como Canção do Exílio, ele empregou temas caros aos
autores românticos, como saudade, melancolia e natureza.
 As características centrais do romantismo
viriam a ser o lirismo,o subjetivismo, o sonho de
um lado, o exagero, a busca pelo exótico e pelo
inóspito de outro. Também destacam-se o
nacionalismo, presente da coletânea de textos e
documentos de caráter fundacional e que
remetam para o nascimento de uma nação, fato
atribuído à época medieval, a idealização do
mundo e da mulher e a depressão por essa
mesma idealização não se materializar, assim
como a fuga da realidade e o escapismo. A
mulher era uma musa, ela era amada e desejada
mas não era tocada.
 É o medievalismo "adaptado" ao Brasil. Como
os brasileiros não tinham um cavaleiro para
idealizar, os escritores adotaram o índio
como o ícone para a origem nacional e o
colocam como um herói. O indianismo
resgatava o ideal do "bom selvagem" (Jean-
Jacques Rousseau), segundo o qual a
sociedade corrompe o homem e o homem
perfeito seria o índio, que não tinha nenhum
contato com a sociedade européia.
Conhecida como Mal do século, Byroniana ou
fase ultra-romântica. Os escritores desta
época retratavam os temas amorosos
levados ao extremo e as poesias são
marcadas por um profundo pessimismo,
valorização da morte, tristeza e uma visão
decadente da vida e da sociedade. Muitos
escritores deste período morreram ainda
jovens.
A segunda geração do Romantismo tem seus traços mais
facilmente identificáveis no campo da poesia e seu marco inicial
é dado pela publicação da poesia de Álvares de Azevedo (1831 -
1852), em 1853. Em vez do índio, da natureza e da pátria,
ganham ênfase a angústia, o sofrimento, a dor existencial, o
amor que oscila entre a sensualidade e a idealização, entre
outros temas de grande carga subjetiva. Exemplares desse
período são as obras de Fagundes Varela (1841 - 1875),
Casimiro de Abreu (1839 - 1860) e Álvares de Azevedo (1831 -
1852).
Em 1856, com a polêmica em torno no poema A Confederação
dos Tamoios, de Gonçalves de Magalhães (1811 - 1882), ganha
expressão a figura de José de Alencar (1829 - 1877), o mais
importante prosador do Romantismo brasileiro. Nas objeções
que faz a Magalhães, Alencar manifesta sua posição a respeito
das correntes nacionalistas e delineia o programa de literatura
indianista que seguiria nos anos seguintes. As premissas de O
Guarani (1857), Os Filhos de Tupã (1863), Iracema (1865) e
Ubirajara (1874) estão formuladas nos artigos escritos a
propósito da polêmica.
 Eventualmente também serão notados o
pessimismo e um certo gosto pela morte,
religiosidade e naturalismo. A mulher era
alcançada mas a felicidade não era
atingida. Sentimentalismo exacerbado:
Praticamente todos os poemas românticos
apresentam sentimentalismo já que essa
escola literária é movida através da
emoção, sendo as mais comuns a saudade,
a tristeza e a desilusão. Os poemas
expressam o sentimento do poeta, suas
emoções e são como o relato sobre uma
vida.
Como o nome já diz, é a colocação do ego no
centro de tudo. Vários artistas românticos
colocam, em seus poemas e textos, os seus
sentimentos acima de tudo, destacando-os
na obra. Pode-se dizer, talvez, que o
egocentrismo é um subjetivismo exagerado.
 Byronismo:Inspirado na vida e na obra de Lord
Byron, poeta inglês. Estilo de vida boêmio,
voltado para vícios, bebida, fumo , podendo
estar representado no personagem ou na
própria vida do autor romântico. O byronismo é
caracterizado pelo narcisismo, pelo
egocentrismo, pelo pessimismo, pela angústia.
Conhecida como geração condoreira, poesia
social ou hugoana; textos marcados por
crítica social. Castro Alves, o maior
representante desta fase, criticou de
forma direta a escravidão no poema Navio
Negreiro.
 Seria a fase de transição para outra
corrente literária, o realismo, a qual
denuncia os vícios e males da sociedade,
mesmo que o faça de forma enfatizada e
irônica (vide Eça de Queirós), com o intuito
de pôr a descoberto realidades
desconhecidas que revelam fragilidades. A
mulher era idealizada e acessível.
 Poesia de fundo social:Defensora da
República e do Abolicionismo. Além disso, os
versos desse período estão voltados para
os pobres, marginalizados e negros
escravos.
 Tom discursivo:A poesia dessa época recusa o lamento
introspectivo e individualista da geração que a
precede. Fala dos homens e para os homens.
Quer ser ouvida e, por isso, alcança as praças, os
lugares públicos, as multidões. Quer convencer o
outro e, para tanto, não economiza retórica e
eloqüência. Foi por isso chamada “poesia de
comício”.
 A idealização deixa de existir:A mulher deixa de ser
idealizada para ser apresentada de forma
concreta, tocável. A relação entre os amantes,
em negação ao amor platônico das gerações
anteriores, acontece de fato e a atmosfera casta
e divina na qual a mulher é envolvida nas gerações
passadas é substituída por uma atmosfera de
sensualidade e erotismo. Dessa forma, a mulher
passa a ser vista, como ser carnal que é, em suas
virtudes e pecados.

Gonçalves de Magalhães nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 13 de agosto de 1811, e faleceu em
Roma, Itália, em 10 de junho de 1882. É o patrono da Cadeira n. 9, por escolha do fundador
Carlos Magalhães de Azeredo.
 Era filho de Pedro Gonçalves de Magalhães Chaves, não registrando os biógrafos o nome de sua
mãe. Nada se sabe dos estudos preparatórios que precederam o seu ingresso, em 1828, no
curso de Medicina, em que se diplomou em 1832. Concomitantemente, tornara-se amigo de
Monte Alverne, a cujas aulas de Filosofia assistiu, sofrendo a sua influência. Em 1832 publicou
as Poesias e, no ano seguinte, parte para a Europa com a intenção de aperfeiçoar-se em
medicina. Em 1836, lançou em Paris um manifesto do Romantismo, Discurso sobre a literatura
no Brasil. De parceria com Araújo Porto-Alegre e Torres Homem, lançou a revista Niterói e
editou, em Paris, o seu livro Suspiros poéticos e saudades, considerado o iniciador do
Romantismo no Brasil. Introduziu ali seus principais temas poéticos Deus e a Natureza, o poeta
e sua missão reformadora, a evocação da infância, a meditação sobre a morte, o sentimento
patriótico, a poesia tumular e das ruínas. De retorno ao Brasil em 1837, foi aclamado chefe da
"nova escola", volta-se para o teatro (que então se renovava com a produção de Martins Pena e
os desempenhos de João Caetano), escrevendo duas tragédias, Antônio José ou o poeta e a
Inquisição (1838) e Olgiato (1839). Nomeado professor de Filosofia do Colégio Pedro II, em
1838, ensinou por muito pouco tempo.
 Suspiros Poéticos e Saudades
São poesias de um peregrino, variadas como
as cenas da Natureza, diversas como as fases
da vida, mas que se harmonizam pela
unidade do pensamento, e se ligam como os
anéis de uma cadeia; poesias d'alma, e do
coração, e que só pela alma e o coração
devem ser julgadas.
 Gonçalves Dias (1823-1864) foi poeta e teatrólogo
brasileiro. É lembrado como o grande poeta indianista da
geração romântica. Deu romantismo ao tema índio e uma
feição nacional à sua literatura. É lembrado como um dos
melhores poetas líricos da literatura brasileira. É Patrono da
cadeira nº 15 da Academia Brasileira de Letras.
 Gonçalves Dias (1823-1864) nasceu nos arredores de Caxias,
no Maranhão, no dia 10 de agosto de 1823. Filho de um
comerciante português e uma mestiça. Iniciou seus estudos
no Maranhão e ainda jovem viaja para Portugal. Em 1838
ingressa no Colégio das Artes em Coimbra, onde conclui o
curso secundário. Em 1940 ingressa na Universidade de
Direito de Coimbra, onde tem contato com escritores do
romantismo português, entre eles, Almeida Garret,
Alexandre Herculano e Feliciano de Castilho. Ainda em
Coimbra, em 1843, escreve seu famoso poema "Canção do
Exílio", onde expressa o sentimento da solidão e do exílio.
 Obra:
Canção do exílio
“Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá...”
 Filho de Inácio Manuel Álvares de Azevedo e Maria Luísa
Mota Azevedo, passou a infância no Rio de Janeiro, onde
iniciou seus estudos. Voltou a São Paulo, em 1847, para
estudar na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco,
onde, desde logo, ganhou fama por brilhantes e precoces
produções literárias. Destacou-se pela facilidade de
aprender línguas e pelo espírito jovial e sentimental.
 Durante o curso de Direito traduziu o quinto ato de Otelo,
de Shakespeare; traduziu Parisina, de Lord Byron; fundou a
revista da Sociedade Ensaio Filosófico Paulistano (1849);
fez parte da Sociedade Epicureia; e iniciou o poema épico O
Conde Lopo, do qual só restaram fragmentos.
 Não concluiu o curso, pois foi acometido de uma tuberculose
pulmonar nas férias de 1851-52, a qual foi agravada por um
tumor na fossa ilíaca, ocasionado por uma queda de cavalo,
falecendo aos 21 anos.
 SUA PRINCIPAL OBRA:
 “Se eu morresse amanhã”
“Se eu morresse amanhã, viria ao menos
Fechar meus olhos minha triste irmã;
Minha mãe de saudades morreria
Se eu morresse amanhã!...”
 Antônio Frederico de Castro Alves, poeta, nasceu em Muritiba,
BA, em 14 de março de 1847, e faleceu em Salvador, BA, em 6
de julho de 1871. É o patrono da Cadeira nº 7 da Academia
Brasileira de Letras, por escolha do fundador Valentim
Magalhães. Era filho do médico Antônio José Alves, mais tarde
professor na Faculdade de Medicina de Salvador, e de Clélia
Brasília da Silva Castro, falecida quando o poeta tinha 12 anos.
Por volta de 1853, ao mudar-se com a família para a capital,
estudou no colégio de Abílio César Borges, futuro barão de
Macaúbas, onde foi colega de Rui Barbosa, demonstrando
vocação apaixonada e precoce para a poesia. Mudou-se em 1862
para o Recife, onde concluiu os preparatórios e, depois de duas
vezes reprovado, matriculou-se na Faculdade de Direito em
1864. Cursou o 1º ano em 65, na mesma turma que Tobias
Barreto. Logo integrado na vida literária acadêmica e admirado
graças aos seus versos, cuidou mais deles e dos amores que dos
estudos. Em 66, perdeu o pai e, pouco depois, iniciou a
apaixonada ligação amorosa com Eugênia Câmara, que
desempenhou importante papel em sua lírica e em sua vida.
 Obra:
 AS DUAS FLORES
TRABALHO REALIZADO Pelas alunas no 2°c noturno
 BRENDA MYCAELLA n°05;
 KAROLAINE FERNANDES n°16;
 KAREN JULIA n°15;
 RENATA LIMA n°
 DISCIPLINA:LITERATURA
 PROF°:NAILA MARIA

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PROJETO: SARAU LITERÁRIO

  • 2. Conhecida também como nacionalista ou indianista, pois os escritores desta fase valorizaram muito os temas nacionais, fatos históricos e a vida do índio, que era apresentado como " bom selvagem" e, portanto, o símbolo cultural do Brasil. O livro Suspiros Poéticos e Saudades, de Gonçalves de Magalhães (1811-1882), publicado em 1836, é tido como marco fundador do Romantismo no Brasil. Em torno e sob liderança de Magalhães, um grupo de homens públicos e letrados articulou as primeiras manifestações do Romantismo no Brasil, num momento caracterizado pela tentativa de definição de uma identidade nacional.
  • 3.  O fervor patriótico do grupo, integrado por Martins Pena (1815- 1848), Francisco Adolfo Varnhagen (1816-1878) e João Manuel Pereira da Silva (1817-1895), entre outros, manifestou-se inicialmente por meio da imprensa. O primeiro veículo de divulgação consciente do ideário romântico foi a revista Niterói, que teve entre seus colaboradores Gonçalves de Magalhães, Manuel de Araújo Porto-Alegre (1806-1879), Francisco Sales Torres-Homem (1812-1876) e C. M. de Azeredo Coutinho. No período, destaca-se também a revista Guanabara, dirigida por Porto-Alegre, Gonçalves Dias (1823-1864) e Joaquim Manuel de Macedo (1820-1882).  Foi à poesia, porém, que coube o papel de consolidação do Romantismo no país. Mais especificamente a Gonçalves Dias, poeta mais representativo da primeira geração do movimento. Em poemas de temática indianista, como I- Juca Pirama, ou patriótica, como Canção do Exílio, ele empregou temas caros aos autores românticos, como saudade, melancolia e natureza.
  • 4.  As características centrais do romantismo viriam a ser o lirismo,o subjetivismo, o sonho de um lado, o exagero, a busca pelo exótico e pelo inóspito de outro. Também destacam-se o nacionalismo, presente da coletânea de textos e documentos de caráter fundacional e que remetam para o nascimento de uma nação, fato atribuído à época medieval, a idealização do mundo e da mulher e a depressão por essa mesma idealização não se materializar, assim como a fuga da realidade e o escapismo. A mulher era uma musa, ela era amada e desejada mas não era tocada.
  • 5.  É o medievalismo "adaptado" ao Brasil. Como os brasileiros não tinham um cavaleiro para idealizar, os escritores adotaram o índio como o ícone para a origem nacional e o colocam como um herói. O indianismo resgatava o ideal do "bom selvagem" (Jean- Jacques Rousseau), segundo o qual a sociedade corrompe o homem e o homem perfeito seria o índio, que não tinha nenhum contato com a sociedade européia.
  • 6. Conhecida como Mal do século, Byroniana ou fase ultra-romântica. Os escritores desta época retratavam os temas amorosos levados ao extremo e as poesias são marcadas por um profundo pessimismo, valorização da morte, tristeza e uma visão decadente da vida e da sociedade. Muitos escritores deste período morreram ainda jovens.
  • 7. A segunda geração do Romantismo tem seus traços mais facilmente identificáveis no campo da poesia e seu marco inicial é dado pela publicação da poesia de Álvares de Azevedo (1831 - 1852), em 1853. Em vez do índio, da natureza e da pátria, ganham ênfase a angústia, o sofrimento, a dor existencial, o amor que oscila entre a sensualidade e a idealização, entre outros temas de grande carga subjetiva. Exemplares desse período são as obras de Fagundes Varela (1841 - 1875), Casimiro de Abreu (1839 - 1860) e Álvares de Azevedo (1831 - 1852). Em 1856, com a polêmica em torno no poema A Confederação dos Tamoios, de Gonçalves de Magalhães (1811 - 1882), ganha expressão a figura de José de Alencar (1829 - 1877), o mais importante prosador do Romantismo brasileiro. Nas objeções que faz a Magalhães, Alencar manifesta sua posição a respeito das correntes nacionalistas e delineia o programa de literatura indianista que seguiria nos anos seguintes. As premissas de O Guarani (1857), Os Filhos de Tupã (1863), Iracema (1865) e Ubirajara (1874) estão formuladas nos artigos escritos a propósito da polêmica.
  • 8.  Eventualmente também serão notados o pessimismo e um certo gosto pela morte, religiosidade e naturalismo. A mulher era alcançada mas a felicidade não era atingida. Sentimentalismo exacerbado: Praticamente todos os poemas românticos apresentam sentimentalismo já que essa escola literária é movida através da emoção, sendo as mais comuns a saudade, a tristeza e a desilusão. Os poemas expressam o sentimento do poeta, suas emoções e são como o relato sobre uma vida.
  • 9. Como o nome já diz, é a colocação do ego no centro de tudo. Vários artistas românticos colocam, em seus poemas e textos, os seus sentimentos acima de tudo, destacando-os na obra. Pode-se dizer, talvez, que o egocentrismo é um subjetivismo exagerado.  Byronismo:Inspirado na vida e na obra de Lord Byron, poeta inglês. Estilo de vida boêmio, voltado para vícios, bebida, fumo , podendo estar representado no personagem ou na própria vida do autor romântico. O byronismo é caracterizado pelo narcisismo, pelo egocentrismo, pelo pessimismo, pela angústia.
  • 10. Conhecida como geração condoreira, poesia social ou hugoana; textos marcados por crítica social. Castro Alves, o maior representante desta fase, criticou de forma direta a escravidão no poema Navio Negreiro.
  • 11.  Seria a fase de transição para outra corrente literária, o realismo, a qual denuncia os vícios e males da sociedade, mesmo que o faça de forma enfatizada e irônica (vide Eça de Queirós), com o intuito de pôr a descoberto realidades desconhecidas que revelam fragilidades. A mulher era idealizada e acessível.  Poesia de fundo social:Defensora da República e do Abolicionismo. Além disso, os versos desse período estão voltados para os pobres, marginalizados e negros escravos.
  • 12.  Tom discursivo:A poesia dessa época recusa o lamento introspectivo e individualista da geração que a precede. Fala dos homens e para os homens. Quer ser ouvida e, por isso, alcança as praças, os lugares públicos, as multidões. Quer convencer o outro e, para tanto, não economiza retórica e eloqüência. Foi por isso chamada “poesia de comício”.  A idealização deixa de existir:A mulher deixa de ser idealizada para ser apresentada de forma concreta, tocável. A relação entre os amantes, em negação ao amor platônico das gerações anteriores, acontece de fato e a atmosfera casta e divina na qual a mulher é envolvida nas gerações passadas é substituída por uma atmosfera de sensualidade e erotismo. Dessa forma, a mulher passa a ser vista, como ser carnal que é, em suas virtudes e pecados.
  • 13.  Gonçalves de Magalhães nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 13 de agosto de 1811, e faleceu em Roma, Itália, em 10 de junho de 1882. É o patrono da Cadeira n. 9, por escolha do fundador Carlos Magalhães de Azeredo.  Era filho de Pedro Gonçalves de Magalhães Chaves, não registrando os biógrafos o nome de sua mãe. Nada se sabe dos estudos preparatórios que precederam o seu ingresso, em 1828, no curso de Medicina, em que se diplomou em 1832. Concomitantemente, tornara-se amigo de Monte Alverne, a cujas aulas de Filosofia assistiu, sofrendo a sua influência. Em 1832 publicou as Poesias e, no ano seguinte, parte para a Europa com a intenção de aperfeiçoar-se em medicina. Em 1836, lançou em Paris um manifesto do Romantismo, Discurso sobre a literatura no Brasil. De parceria com Araújo Porto-Alegre e Torres Homem, lançou a revista Niterói e editou, em Paris, o seu livro Suspiros poéticos e saudades, considerado o iniciador do Romantismo no Brasil. Introduziu ali seus principais temas poéticos Deus e a Natureza, o poeta e sua missão reformadora, a evocação da infância, a meditação sobre a morte, o sentimento patriótico, a poesia tumular e das ruínas. De retorno ao Brasil em 1837, foi aclamado chefe da "nova escola", volta-se para o teatro (que então se renovava com a produção de Martins Pena e os desempenhos de João Caetano), escrevendo duas tragédias, Antônio José ou o poeta e a Inquisição (1838) e Olgiato (1839). Nomeado professor de Filosofia do Colégio Pedro II, em 1838, ensinou por muito pouco tempo.
  • 14.  Suspiros Poéticos e Saudades São poesias de um peregrino, variadas como as cenas da Natureza, diversas como as fases da vida, mas que se harmonizam pela unidade do pensamento, e se ligam como os anéis de uma cadeia; poesias d'alma, e do coração, e que só pela alma e o coração devem ser julgadas.
  • 15.  Gonçalves Dias (1823-1864) foi poeta e teatrólogo brasileiro. É lembrado como o grande poeta indianista da geração romântica. Deu romantismo ao tema índio e uma feição nacional à sua literatura. É lembrado como um dos melhores poetas líricos da literatura brasileira. É Patrono da cadeira nº 15 da Academia Brasileira de Letras.  Gonçalves Dias (1823-1864) nasceu nos arredores de Caxias, no Maranhão, no dia 10 de agosto de 1823. Filho de um comerciante português e uma mestiça. Iniciou seus estudos no Maranhão e ainda jovem viaja para Portugal. Em 1838 ingressa no Colégio das Artes em Coimbra, onde conclui o curso secundário. Em 1940 ingressa na Universidade de Direito de Coimbra, onde tem contato com escritores do romantismo português, entre eles, Almeida Garret, Alexandre Herculano e Feliciano de Castilho. Ainda em Coimbra, em 1843, escreve seu famoso poema "Canção do Exílio", onde expressa o sentimento da solidão e do exílio.  Obra: Canção do exílio “Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá...”
  • 16.  Filho de Inácio Manuel Álvares de Azevedo e Maria Luísa Mota Azevedo, passou a infância no Rio de Janeiro, onde iniciou seus estudos. Voltou a São Paulo, em 1847, para estudar na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, onde, desde logo, ganhou fama por brilhantes e precoces produções literárias. Destacou-se pela facilidade de aprender línguas e pelo espírito jovial e sentimental.  Durante o curso de Direito traduziu o quinto ato de Otelo, de Shakespeare; traduziu Parisina, de Lord Byron; fundou a revista da Sociedade Ensaio Filosófico Paulistano (1849); fez parte da Sociedade Epicureia; e iniciou o poema épico O Conde Lopo, do qual só restaram fragmentos.  Não concluiu o curso, pois foi acometido de uma tuberculose pulmonar nas férias de 1851-52, a qual foi agravada por um tumor na fossa ilíaca, ocasionado por uma queda de cavalo, falecendo aos 21 anos.  SUA PRINCIPAL OBRA:  “Se eu morresse amanhã” “Se eu morresse amanhã, viria ao menos Fechar meus olhos minha triste irmã; Minha mãe de saudades morreria Se eu morresse amanhã!...”
  • 17.  Antônio Frederico de Castro Alves, poeta, nasceu em Muritiba, BA, em 14 de março de 1847, e faleceu em Salvador, BA, em 6 de julho de 1871. É o patrono da Cadeira nº 7 da Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Valentim Magalhães. Era filho do médico Antônio José Alves, mais tarde professor na Faculdade de Medicina de Salvador, e de Clélia Brasília da Silva Castro, falecida quando o poeta tinha 12 anos. Por volta de 1853, ao mudar-se com a família para a capital, estudou no colégio de Abílio César Borges, futuro barão de Macaúbas, onde foi colega de Rui Barbosa, demonstrando vocação apaixonada e precoce para a poesia. Mudou-se em 1862 para o Recife, onde concluiu os preparatórios e, depois de duas vezes reprovado, matriculou-se na Faculdade de Direito em 1864. Cursou o 1º ano em 65, na mesma turma que Tobias Barreto. Logo integrado na vida literária acadêmica e admirado graças aos seus versos, cuidou mais deles e dos amores que dos estudos. Em 66, perdeu o pai e, pouco depois, iniciou a apaixonada ligação amorosa com Eugênia Câmara, que desempenhou importante papel em sua lírica e em sua vida.  Obra:  AS DUAS FLORES
  • 18. TRABALHO REALIZADO Pelas alunas no 2°c noturno  BRENDA MYCAELLA n°05;  KAROLAINE FERNANDES n°16;  KAREN JULIA n°15;  RENATA LIMA n°  DISCIPLINA:LITERATURA  PROF°:NAILA MARIA